O ESTADO DE S.PAULO
Privatização de aeroportos ficará para o próximo governo
Demanda da Gol sobe 46,9% em fevereiro
Lufthansa encara futuro turbulento
O Globo
No ar
Jornal do Brasil
Menos voos atrasam a partida
Valor Econômico
A dura batalha das comandantes
Nova aérea no Brasil
Folha do Turismo
Infraero capacita alunos no Aeroporto de Congonhas
Presidente da Infraero e Luiz Barretto discutem situação de aeroportos
Azul oferece desconto em homenagem ao Dia das Mulheres
Panrotas
Com novo B777, Qatar Airways soma 80 aviões na frota
O ESTADO DE S.PAULO
sábado, 6 de março de 2010 7:58
Privatização de aeroportos ficará para o próximo governo
A exceção será o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, em Natal (RN), que, segundo o ministro da Defesa, "precisa" do processo e deverá ser concedido
Wilson Tosta e Débora Thomé, da Agência Estado
RIO - Qualquer intenção de privatizar os aeroportos brasileiros ficará, agora, como desafio para o novo governo. Na sexta-feira, 5, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que o governo não promoverá concessões de aeroportos à iniciativa privada em 2010, deixando a decisão para a próxima administração. Jobim participou, no Rio, de uma aula magna para oficiais na Escola de Guerra Naval (EGN).
"Durante este ano eleitoral, não haverá concessões. Isso aí deixa para o governo seguinte decidir a respeito do assunto", afirmou Jobim. A exceção será o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana de Natal (RN), que, de acordo com o ministro da Defesa, "precisa" do processo e deverá ser concedido.
O tema da concessão dos aeroportos é bastante polêmico. O debate tem se intensificado diante da proximidade da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e com alguns estudos que apontaram a urgência de investimentos. A discussão provocava uma verdadeira quebra de braço no governo. De um lado o próprio Jobim, e de outro a ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata à sucessão presidencial, Dilma Rousseff.
O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, lá atrás, havia dado sinal verde para que a Defesa fizesse um projeto de concessão, passou a mostrar total desinteresse pelo assunto, já que não está disposto a comprar mais essa briga com o seu partido, o PT. Já as empresas aéreas temem a criação de um monopólio privado nos aeroportos.
Na luta pela abertura dos aeroportos, estava ainda o governador do Rio, Sérgio Cabral, que queria repassar o Aeroporto do Galeão à iniciativa privada. Pela proposta original, nesse modelo deveria ser incluído também o Aeroporto de Viracopos e um terceiro aeroporto a ser construído em São Paulo. Dilma bombardeou a ideia temendo ser acusada de privatista, no momento em que está lançando seu programa de governo que prevê ampliação do papel do Estado.
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo
O ESTADO DE S.PAULO
Sábado, 06 de Março de 2010 | Versão Impressa
Demanda da Gol sobe 46,9% em fevereiro
A Gol registrou, em fevereiro, crescimento médio de 46,9% na demanda dos mercados doméstico e internacional em comparação com o mesmo mês de 2009. No mesmo período, houve aumento de 22,6% na oferta. Em comparação com janeiro de 2010, a demanda diminuiu 11,9%. A taxa de ocupação total atingiu 72,8% no mês passado. A variação no mercado internacional ficou 24,1 pontos porcentuais acima dos 50,8% registrados em fevereiro de 2009.
O ESTADO DE S.PAULO
Sábado, 06 de Março de 2010 | Versão Impressa
Lufthansa encara futuro turbulento
Companhia aérea alemã, às voltas com insatisfação dos funcionários, busca saídas para voltar a crescer
Dinah Deckstein
Se a companhia aérea alemã Lufthansa conseguir fechar este ano com um lucro de alguns milhões acima do esperado, será, em parte, graças a uma mulher: a juíza trabalhista de Frankfurt, Silke Kohlschitter, 43. Na semana passada, quando a associação dos pilotos Cockpit já contabilizava 18 horas da greve planejada para durar quatro dias, a determinada juíza surpreendeu. Com charme e habilidade diplomática, ela conseguiu levar de volta à mesa de negociações os representantes sindicais e da administração que estavam em guerra entre si.
Mas a questão crucial - determinar se, e até que ponto, as condições de trabalho alemãs deveriam se aplicar às subsidiárias nacionais e estrangeiras - continua sem solução. Em vez disso, a greve acabou e, até este domingo, as negociações formais só tratarão do aumento de salário, da melhoria da jornada de trabalho e das folgas dos aproximadamente 4,5 mil pilotos da companhia na Alemanha.
A decisão de Kohlschitter talvez tenha agradado imensamente ao CEO da Lufthansa, Wolfgang Mayrhuber, e ao vice, Christoph Franz. Segundo eles, o fim abrupto da greve permitiu que a companhia economizasse mais de 100 milhões (US$ 74 milhões) em receitas perdidas. Mas, até agora, os principais executivos da companhia não pensam em comemorar. O conflito com os pilotos a respeito dos salários e da jornada de trabalho é o menor dos seus problemas.
Durante décadas, a companhia foi considerada uma das empresas administradas de maneira mais eficiente na Alemanha. Em pesquisas entre jovens recém-formados em universidades, a Lufthansa foi colocada no topo da lista das futuras empregadoras preferidas.
Mas, nos próximos meses, os executivos terão de defender firmemente a reputação conquistada a duras penas. Pela primeira vez em quase nove anos, desde os devastadores ataques terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos, a companhia apresenta acentuados declínios das vendas e dos lucros em geral. Mas não se trata de uma decorrência da suposta ganância ou prepotência dos seus pilotos.
Na realidade, simples medidas como corte de custos ou desativação de algumas linhas provavelmente não bastarão. A Lufthansa terá de rever e reconfigurar todo o seu modelo de empresa, como Cristoph Franz vem dizendo desde julho. "A crise econômica não é a causa das nossas dificuldades", advertiu à época. "Mas deixa absolutamente claro onde estão os nossos pontos fracos no que se refere à competitividade."
SEM CONTROLE
Franz, que presidiu a recuperação da Swiss, foi o primeiro a definir claramente os problemas da Lufthansa. A crítica indireta a Mayrhuber e ao presidente do conselho de supervisão da empresa, Jürgen Weber, contida nos comentários, mostra quão séria se tornou a situação da Lufthansa.
Sob a direção de Weber e Mayrhuber, a Lufthansa virou a quinta maior companhia aérea do mundo em número de passageiros. No entanto, ao mesmo tempo, os dois executivos criaram - com as aquisições, o desenvolvimento de novos polos e a maciça expansão dos serviços da companhia aérea - uma entidade difícil de controlar, até mesmo na melhor das situações.
Durante muito tempo, os dois executivos aceitaram os prejuízos nas rotas internas alemãs e europeias como forma de preservar a lotação nas rotas de longa distância. Ao mesmo tempo, encomendaram aviões novos por um total de aproximadamente 16 bilhões, a maioria dos quais deverá ser entregue nos próximos seis anos.
Mas a elaborada estrutura da companhia está ficando cada vez mais frágil. Ela enfrenta a feroz competição, por um lado, de empresas que oferecem descontos sobre o preço das passagens, como a EasyJet e a Air Berlin, em uma das extremidades do espectro. Na outra extremidade, há um número cada vez maior de empresas aéreas árabes, como a Emirates e a Qatar Airways. As novas concorrentes, surgidas muito depois da Lufthansa, têm estruturas de custos consideravelmente mais eficientes do que a alemã, fundada há mais de 80 anos.
Além disso, os passageiros que viajam a negócios, e há muito tempo constituem uma ampla fatia dos ganhos da empresa, agora preferem a classe econômica, em vez da cara classe executiva ou da primeira classe.
PACOTE
Cristoph, o possível sucessor de Mayrhuber, pretende impor todo um pacote de medidas destinadas a reduzir os custos para impedir uma nova deterioração dos resultados financeiros da Lufthansa, outrora motivo de orgulho. Entre as medidas, estão a aceleração da introdução de jatos de maior porte nas rotas regionais e a redução dos custos nas áreas de administração, alimentação e taxas aeroportuárias e de segurança.
O executivo e sua equipe formada por 15 pessoas pretendem conseguir centenas de milhões em receitas adicionais instalando mais assentos em parte da frota, aumentando a utilização da capacidade dos aviões e adiando a entrega de alguns dos jatos encomendados, como o Airbus A380. A administração quer que os funcionários contribuam com o restante das economias planejadas - cerca de 200 milhões de um total de cerca de 1 bilhão - por meio de medidas como acordos de demissão voluntária, jornada de trabalho prolongada e a exclusão de determinados serviços aos quais eles se acostumaram.
Mas os planos da administração foram recebidos com forte resistência pelos funcionários. "O ônus financeiro da Lufthansa é o resultado de dispendiosas aquisições", afirma Thomas von Sturm, líder da comissão de negociação dos pilotos. E ressalta que, hoje, os pilotos representam apenas cerca de 4% do total dos custos da companhia.
Em vez de pedir novos sacrifícios aos funcionários, diz Sturm, a administração deveria melhorar o interior dos jatos da Lufthansa, que, segundo ele, estão terrivelmente ultrapassados em comparação com as concorrentes.
Representantes dos comissários de bordo da companhia, que deverão começar brevemente as negociações salariais, adotaram a mesma postura. Os comissários já rejeitaram a decisão da administração de reduzir o número de tripulantes nos voos de longa duração a um único funcionário. O sindicato Ver.di, dos trabalhadores em serviços, que representa alguns dos tripulantes da companhia, chega mesmo a suspeitar que a administração da Lufthansa estaria "procurando consertar erros passados da companhia à custa dos empregados, garantindo desse modo os recursos para as suas aquisições".
O Globo - 7/03
No ar
Acelmo Gois
O ministro Nelson Jobim decidiu nomear o economista Marcelo Guaranys secretário de Aviação Civil, cargo atualmente ocupado pelo brigadeiro Jorge Godinho.
Guaranys, hoje diretor da Anac, seria reconduzido, mas vai para o ministério porque o brigadeiro, há quase dois anos num cargo civil, precisa voltar à atividade militar.
Jornal do Brasil - 06/03/2010
Menos voos atrasam a partida
Em fevereiro, apenas 12,7% decolaram depois do horário, segundo Anac
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou ontem que apenas 12,7% dos voos nacionais atrasaram em fevereiro, no melhor desempenho do setor desde setembro de 2009, quando o índice de atrasos ficou em 10,2%.
O resultado representa uma queda de 5,1 pontos em relação aos atrasos de janeiro.
Em fevereiro do ano passado, os atrasos tinham representado 8,6% do total de decolagens de voos nacionais e internacionais. O indicador considera como atraso os voos que saem mais de 30 minutos depois do horário.
A empresa nacional mais pontual nos voos domésticos no mês passado foi a OceanAir, com 5% de atrasos, seguida pela Azul (5,2%), Webjet (10,8%) e Gol/Varig (12,4%).
A TAM melhorou seu desempenho e reduziu o índice de atrasos de 23,9% em janeiro para 14,6% em fevereiro, mas continuou sendo a pior em pontualidade entre as maiores companhias nacionais.
A Anac explicou que o aumento dos atrasos em relação a 2009 é consequência das fortes chuvas. O aeroporto de Congonhas, um dos mais movimentados do país, foi obrigado a fechar por alguns momentos quase todos os dias de fevereiro.
Das companhias menores, a Pantanal, que foi comprada recentemente pela TAM, voltou a apresentar grande volume de atrasos, com 22% das decolagens fora do horário, praticamente o mesmo índice de janeiro (21,9%).
Nos voos internacionais, a alemã Lufthansa foi a mais pontual, com apenas 4,4% de atrasos, seguida pela Copa (7,5%) e United Airlines (7,7%). As mais atrasadas foram a TAM Mercosur (46,5%), TAM (31,1%) e Aerolíneas Argentinas (24,8%).
A Anac explica que, assim como ocorreu em janeiro, nevascas na Europa e na América do Norte na primeira quinzena de fevereiro afetaram a pontualidade das empresas para esses continentes.
Com agências
Valor Econômico
A dura batalha das comandantes
Elas ainda são poucas, mas já disputam espaço nas companhias aéreas do país.
Por Paola de Moura, do Rio
08/03/2010
Foto Destaque

A comandante de Airbus Patrícia Melo
começou pilotando um taxi-aéreo
Ela tinha 11 anos quando viu um avião pela primeira vez no aeroporto de Maceió. Conta que ficou impressionada e com os olhos cheios d´água de emoção. Na mente, um sonho infantil: "Um dia vou trabalhar em um avião". Hoje, com 41 anos, Patrícia Melo é uma comandante de aeronaves Airbus 320 da TAM, onde trabalha há 14 anos. A empresa tem 1.974 pilotos, apenas 19 são mulheres, das quais sete são comandantes. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), na somatória de todas as categorias de pilotos já foram emitidas 34.293 licenças para homens e apenas 684 para mulheres. No caso de pilotos de linhas aéreas, como Patrícia, a diferença é ainda maior: No ano passado, 230 homens conquistaram essa certificação, enquanto o time feminino teve apenas uma representante.
Patrícia conseguiu seu primeiro emprego na Varig aos 19 anos, trabalhando no balcão do aeroporto. "Naquela época, o salário não dava para pagar os estudos, principalmente as aulas práticas". Atualmente a Anac está com inscrições abertas para oferecer bolsas de estudos para alunos de pilotagem. O valor vai de R$ 12 mil a R$ 70 mil.
Depois de três anos atendendo o público em terra, Patrícia começou a dar asas ao sonho, mas ainda como comissária de bordo. Foi quando começou os estudos para se tornar piloto. "Enquanto os outros comissários saíam para passear nos pernoites dos destinos, eu ficava no hotel estudando", lembra. "Nos dias de folga, fazia as aulas práticas."
Patrícia conta que, nesta época, sofria muito preconceito dos instrutores, que exigiam mais dela no curso. "O que eles não sabiam é que estavam me ajudando, já que, com a cobrança mais forte, eu me aperfeiçoava mais rápido."
Após dois anos de curso e aprovada no antigo DAC, Patrícia se embrenhou na Amazônia e foi trabalhar como co-piloto de táxi-aéreo. "Como a demanda por voos na selva amazônica é maior, eu conseguiria chegar ao número de horas voadas exigidas por uma grande companhia em menos tempo."
Num ambiente totalmente masculino, Patrícia, com apenas 26 anos, dividia o avião com os pilotos -todos homens- garimpeiros, índios, além de galinhas e outros bichos. "Pela regra, o co-piloto organiza o avião e é responsável por carregar toda a bagagem. Eu fazia questão de cumprir a hierarquia. Mesmo assim, eles me apelidaram de Penélope Charmosa", brinca.
Foram dois anos para chegar às 1.500 horas de voo exigidas. Patrícia então, finalmente, começava a viver o sonho de infância. Foi contratada pela TAM como co-piloto de Cesnna Caravan. Lá foi evoluindo: passou pelos Fokker 50 e 100. Depois de seis anos, foi promovida. Hoje comanda aeronaves Airbus 320 e 330.
Patrícia reconhece que no dia a dia da aviação, a vida para uma mulher comandante não é fácil e que ela precisa apresentar mais que os colegas. "Numa profissão em que você é minoria, todos ficam esperando algum deslize". Sua melhor experiência foi quando buscou uma aeronave zero quilômetro na fábrica na França. "A sensação de assinar a papelada e trazer o avião novinho para o Brasil foi maravilhosa".
Durante toda a carreira, Patrícia fez questão de não ter qualquer privilégio pelo fato de ser mulher. Quando fez um voo de instrução para comandar um A330, por exemplo, a aeromoça ofereceu a refeição primeiro para ela dentro da cabine. A hierarquia quase militar de uma aeronave exige que o comandante escolha sua refeição primeiro. "Ele não gostou e disse que escolheria primeiro e eu o apoiei", diz. Patrícia gostou da atitude e depois de alguns voos com o comandante, acabou casando.
Valor Econômico
08/03/2010
Nova aérea no Brasil
A companhia aérea portuguesa de voos fretados White Airways deve ser a próxima estrangeira a voar entre a Europa e o Nordeste. Segundo a Revista Aero Magazine, pilotos da White Airways treinam para operar o modelo A310, da Airbus, para 200 passageiros. A Anac informou ao Valor que o Diário Oficial da União publica hoje a autorização para funcionamento jurídico da White, que ainda precisa do certificado operacional e a concessão da Anac.
Mercado&Eventos
06/03 - 13:31
Infraero capacita alunos no Aeroporto de Congonhas
O Aeroporto de Congonhas formou a primeira turma de 2010 do Projeto Social "Hangar do Aprendiz", que capacita jovens para o mercado de trabalho. "Nosso objetivo é ajudar o jovem a enfrentar os desafios da vida adulta, que envolvem tanto aspectos técnicos quanto outros saberes essenciais para conquista de metas profissionais", afirma o superintendente do Aeroporto de Congonhas, Carlos Haroldo Novak. Em Congonhas, a próxima turma do projeto começará no próximo dia 15 de março e deve receber cerca de 60 novos alunos.
Ao todo, 472 alunos já passaram pelas atividades do projeto. O 'Hangar do Aprendiz' é um projeto do programa Infraero Social, criado em 2002 e presente em 62 aeroportos. O objetivo é auxiliar o desenvolvimento sustentável das comunidades do entorno dos aeroportos, com enfoque em capacitação, saúde e educação formal para crianças, jovens e adultos.
Mercado&Eventos
06/03 - 11:25
Presidente da Infraero e Luiz Barretto discutem situação de aeroportos
O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, participou ontem (05/03) de uma reunião com o ministro do Turismo, Luiz Barretto, onde foi discutida a situação dos aeroportos administrados pela empresa, entre outros assuntos.
Durante o encontro, o presidente da Infraero atualizou o ministro sobre o planejamento da Infraero em relação às obras nos aeroportos da empresa. Eles também avaliaram as medidas e cronogramas das ações previstas para os principais terminais, como Guarulhos (SP), Galeão (RJ) e Brasília (DF).
Na mesma ocasião, Barboza falou sobre o balanço no movimento dos aeroportos, que no final de 2009 registraram pontualidade média superior a 84%. Também participaram do encontro o diretor Comercial da Infraero, Geraldo Moreira Neves, e o Assessor Especial da Presidência, Eduardo Pires Ferreira.
Mercado&Eventos
06/03 - 10:20
Azul oferece desconto em homenagem ao Dia das Mulheres
Para homenagear as mulheres a Azul Linhas Aéreas Brasileiras vai oferecer um desconto especial e exclusivo de 10% para quem comprar passagens para qualquer destino operado pela companhia entre os dias 6 e 12 de março. A viagem pode ser feita no período de 6 de março a 30 de junho.
As tarifas estão sujeitas às regras tarifárias, restrições e disponibilidade de assentos. As passagens aéreas podem ser compradas nas agências de viagem, no site (www.voeazul.com.br) e no call center: 3003 2985 (3003 AZUL).
Panrotas
Publicada em 8/3/2010 08:10:00
Com novo B777, Qatar Airways soma 80 aviões na frota
Na semana passada (quinta, dia 4), a Qatar Airways incorporou à frota o 15° Boeing 777-300 Extended Range e, dessa forma, a companhia passou a somar 80 jatos. A nova aeronave vai ser utilizada em rotas de longo alcance a partir do hub em Doha, a capital do Catar, no golfo Pérsico.
A aérea tem investimentos superiores a US$ 40 bilhões para a compra de mais de 220 jatos nos próximos anos. Em 2013, a meta é ter 120 aviões e também voar para 120 destinos – hoje a empresa atende 86 cidades.
Claudio Schapochnik







