O ESTADO DE S.PAULO
Queda de avião mata mulher de diretor do Pão de Açúcar
Snea prevê saturação em aeroportos antes de 2014
Boeing passa de prejuízo para lucro de US$ 1,27 bi no 4º tri
Companhias aéreas tem pior ano desde pós-guerra, diz entidade do setor
Folha de São Paulo
Sindicato critica obras para Copa 2014 em aeroportos
Avião bimotor cai em fazenda e mata dois
O Globo
Aeroportos: obras para Copa não resolvem, diz estudo
Caixas-pretas de avião que caiu no Líbano são encontradas
Valor Econômico
TAM e Gol protestam contra Aeroparque livre
ZERO HORA
Aeroportos estão atrasados para a Copa
Diário do Nordeste
Aeroporto e estrutura na copa
Jornal de Turismo
United fecha o quarto trimestre de 2009 com prejuízo líquido
Fluxo de passageiros em Porto Velho (RO) cresce 32% em 2009
São Luís (MA) atinge 984 mil passageiros em 2009
Folha do Turismo
David Neeleman dará palestra na Campus Party
Lan promove tarifa promocional para Santiago
Tam lança serviço de entrega de bagagens em domicílio
Panrotas
MG continua com plano de reforma de aeroportos
Para Snea, 5 aeroportos não estarão prontos para Copa
Tap renova parceria com Lufthansa System
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010, 19:19 | Online
Queda de avião mata mulher de diretor do Pão de Açúcar
JOSÉ MARIA TOMAZELA - Agencia Estado
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SOROCABA - Uma das vítimas da queda do avião bimotor que caiu hoje em Iperó, região de Sorocaba, a 125 quilômetros de São Paulo, é a mulher do empresário Cláudio Galeazzi, ex-presidente e atual diretor do grupo Pão de Açúcar, Maria Leonor Salgueiro Galeazzi. A aeronave pertencia ao filho do casal, o empresário Luiz Galeazzi e decolou por volta das 9h30 do aeroporto de Sorocaba. Minutos depois, caiu numa fazenda no município vizinho, a cerca de 30 quilômetros do local da decolagem. O piloto, José Andrei Ferreira dos Santos, também morreu.
Maria Leonor, de 69 anos, era a única passageira da aeronave modelo EMB810C, fabricado pela Embraer. Ela e o piloto, de 32 anos, morreram na hora, disseram os bombeiros. Sitiantes da região presenciaram a queda e avisaram o Corpo de Bombeiros. O avião decolou com o tanque cheio - 430 litros de combustível - e seguia para uma fazenda em Goiás, quando caiu "de bico" no interior de uma mata, no bairro Bananal.
O Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta) já tinha constatado o desaparecimento do bimotor. Os bombeiros tiveram dificuldade no resgate por causa da mata e do terreno encharcado. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba.
Luiz Galeazzi acompanhou o translado e a liberação dos corpos. O piloto será sepultado em Jundiaí, onde residia. O corpo de Leonor foi levado para São Paulo. A caixa preta do avião, recuperada entre os escombros, poderá ajudar no esclarecimento do acidente.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010, 19:16 | Online
Snea prevê saturação em aeroportos antes de 2014
MICHELLY CHAVES TEIXEIRA - Agencia Estado
SÃO PAULO - Alguns dos principais aeroportos brasileiros já operam acima de sua capacidade e problemas para atender a demanda podem chegar antes de 2014, quando o Brasil será a sede da Copa do Mundo de futebol. É o que sugere estudo preparado pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) sobre a situação dos terminais das 12 cidades que abrigarão o evento esportivo. O comandante Ronaldo Jenkins, diretor do Snea, alerta para o risco de vários aeroportos, mantida a situação atual, não terem condições de receber novas aeronaves. "Não falo de um novo apagão nos moldes daquele de 2007, mas sim de uma perspectiva ruim no que diz respeito à qualidade do serviço e atendimento ao passageiro", disse, mencionando filas, dificuldades na retirada de bagagens e atrasos dos voos.
Para o comandante, obras de ampliação de pátios de aeronaves, terminais de passageiros e construção de pistas de taxiamento, que servem para acelerar a saída da aeronave da pista principal, já deveriam estar prontas. "Mas a maior parte dos investimentos em obras está prevista para acontecer entre 2012 e 2013. E há projetos que devem acabar só em 2014. O cronograma está muito apertado, principalmente ao considerar que eventuais problemas ambientais ou judiciais podem atrasar ainda mais as obras", afirmou. Para Jenkins, a iniciativa privada tem pouca margem de manobra para resolver o problema. "Isso depende do governo, que é quem decide sobre as licitações. Do lado das empresas, o que se pode fazer é utilizar a tecnologia para acelerar o atendimento ao cliente", opinou.
O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, é um dos que trabalham acima de sua capacidade. Em 2009, este terminal estava preparado para receber 20,5 milhões de passageiros por ano. O que se viu, conforme o Snea, foi um movimento de 21,6 milhões de pessoas, número que difere do apresentado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), de 20,5 milhões de passageiros - em linha com a capacidade do terminal. Mesmo após as obras de ampliação e construção de um terceiro terminal em Guarulhos, o trânsito de passageiros, estimado pelo Snea em 29,5 milhões em 2014, ficará bem perto do limite da capacidade projetado para aquele ano, de 30,5 milhões de pessoas.
"Este contexto de saturação vai ser visto em praticamente todos os aeroportos. E isso certamente vai comprometer a qualidade do atendimento", observou o diretor do Snea. No Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, a demanda, de 13,7 milhões de passageiros, superou a capacidade em 1,7 milhão em 2009. Como este terminal não tem muito espaço para crescer, espera-se que no ano da Copa receba 15 milhões de pessoas, encostando no teto de sua capacidade para 2014.
Mesmo o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, que há pouco tempo caiu nas graças das grandes companhias aéreas de aviação comercial, está perto da saturação. Pelos dados do Snea, em 2009 passaram por este terminal 3,4 milhões de pessoas - os dados da Infraero apontam para 2,9 milhões de passageiros -, com uma diferença de 100 mil para alcançar a capacidade anual para 3,5 milhões de pessoas. "Com as obras programadas para Viracopos, a capacidade sobe para 11 milhões em 2014 e a demanda esperada é para 7,5 milhões de passageiros neste período."
O aeroporto que se encontra em pior situação, conforme Jenkins, é o de Brasília, cujo movimento superou em 2,2 milhões de pessoas o limite de sua capacidade anual, de 10 milhões de pessoas. "Além de faltarem posições de estacionamento para aeronaves, realidade comum a quase todos os aeroportos avaliados, as filas para o check-in se estendem até a parte de fora do terminal e faltam cadeiras nas salas de embarque", observou o comandante.
No Rio de Janeiro, o aeroporto do Galeão mostra uma situação um pouco mais confortável. O fluxo de passageiros, estimado pelo Snea em 11,8 milhões no ano passado, ficou distante dos 18 milhões de capacidade. Para 2014, ano em que a capacidade deve pular para 26 milhões com as obras de infraestrutura, espera-se um movimento de 20,7 milhões de pessoas. No caso do aeroporto Santos Dumont, que no ano passado recebeu 5 milhões de passageiros, deve manter em 2014 o limite de sua capacidade (8,5 milhões de pessoas) e receber 8,3 milhões de turistas.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010, 14:30 | Online
Boeing passa de prejuízo para lucro de US$ 1,27 bi no 4º tri
Companhia prevê ganhos entre US$ 3,70 e US$ 4 por ação em 2010 devido à queda de produção de um modelo
Danielle Chaves, da Agência Estado
NOVA YORK - A Boeing teve lucro de US$ 1,27 bilhão (US$ 1,75 por ação) no quarto trimestre de 2009, depois de ter registrado prejuízo de US$ 86 milhões (US$ 0,12 por ação) no mesmo período do ano anterior. Na mesma base de comparação, a receita da fabricante de aviões cresceu 42%, para US$ 17,94 bilhões.
Os resultados ficaram acima do esperado pelos analistas ouvidos pela Thomson Reuters, que previam lucro de US$ 1,36 por ação e receita de US$ 17,57 bilhões. Às 11h20 (de Brasília), as ações da companhia subiam 1,73%, para US$ 58,71, no pré-mercado da Bolsa de Nova York, depois de terem apresentado queda logo após o anúncio do balanço.
A Boeing anunciou previsões para 2010 que ficaram abaixo das expectativas dos analistas. A companhia prevê ganhos entre US$ 3,70 e US$ 4,00 por ação neste ano, em razão do declínio na produção do modelo 777 e da redução do escopo da modernização do exército e dos programas de mísseis de defesa dos EUA. A previsão dos analistas é de ganhos de US$ 4,26 por ação.
No quarto trimestre de 2008 os resultados da Boeing haviam sido prejudicados por US$ 0,70 por ação em despesas relacionadas a uma greve de funcionários. As informações são da Dow Jones.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010, 14:21 | Online
Companhias aéreas tem pior ano desde pós-guerra, diz entidade do setor
Associação afirma que América Latina e Oriente Médio foram únicas regiões que registraram aumento de passageiros.
BBC Brasil
O ano de 2009 teve a maior queda no tráfego aéreo de passageiros desde o pós-guerra segundo dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) divulgados nesta quarta-feira em Genebra.
"Em termos de demanda, 2009 entra para a história como o pior já visto pelo setor. Nós perdemos permanentemente 2,5 anos de crescimento no mercado de passageiros e 3,5 anos de crescimento no setor de cargas", afirmou o diretor-geral da associação Giovanni Bisignani.
O tráfego de passageiros registrou uma queda de 3,5% em 2009 em relação a 2008. O transporte aéreo de cargas, por sua vez, registrou uma queda de 10,1% em 2009.
A Iata estima que, coletivamente, as companhias aéreas perderam US$ 11 bilhões em 2009 e deverão perder mais US$ 5,6 bilhões em 2010.
No entanto, nem todos os números são negativos e, em dezembro, houve um aumento do tráfego em 1,6% em relação a dezembro de 2008.
E regiões como América Latina e Oriente Médio registraram um aumento no tráfego aéreo de passageiros em 2009.
Sem comemorações
As companhias aéreas africanas foram as que mais sofreram em 2009, com a queda no tráfego aéreo de passageiros de 6,8%.
Companhias da América do Norte e da região que compreende a Ásia e Oceano Pacífico registraram queda de 5,8% e as companhias europeias tiveram queda de demanda de 5% em 2009.
Mas, o tráfego aéreo de companhias da América Latina registrou um aumento pequeno, de apenas 0,3% "devido ao impacto da gripe suína no segundo e terceiro trimestres". Em dezembro, a região registrou aumento no tráfego aéreo de 7,1%.
Já as companhias do Oriente Médio tiveram um crescimento ainda maior no tráfego aéreo de passageiros em 2009, 11,2% e, apenas em dezembro, o crescimento foi de 19,1%.
Apesar do aumento registrado em dezembro de 2009, a Iata afirma que 2010 será um ano difíci para todo o mundo.
"O setor inicia 2010 com desafios enormes", afirmou Giovanni Bisignani.
"Passamos pelo pior, mas não é hora de comemorar. O ajuste (das companhias) ao período de 2,5 anos a 3,5 anos de perda de crescimento significa que as companhias aéreas terão outro ano espartano pela frente, concentrado no controle de custos", acrescentou.
Analistas afirmam que os cortes nos preços, que visam atrair mais passageiros, vão diminuir os lucros das companhias aéreas.
"As guerras de preço entre as companhias aéreas significam que rendimentos e lucros serão baixos. As companhias aéreas estão lutando para encher suas aeronaves e passagens com descontos conseguiram pouco para aliviar a pressão dos custos", afirmou Saj Ahmad, analista independente do setor.
São Paulo, quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Sindicato critica obras para Copa 2014 em aeroportos
DA REPORTAGEM LOCAL
O Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) disse ontem que os problemas nos aeroportos -como filas no check-in- seguirão nos próximos anos e não acabarão com a conclusão das obras da Copa de 2014.
O sindicato divulgou ontem um estudo da UFRJ que mostra que a maioria dos 16 aeroportos que servirão as 12 cidades da Copa não têm estrutura para receber o número crescente de passageiros.
Alguns aeroportos já têm a capacidade superada hoje, como o de Guarulhos. Em 2009, passaram pelo aeroporto 21,5 milhões de passageiros -para uma capacidade 20 milhões. Só em abril de 2014 será entregue o terceiro terminal, ampliando a capacidade para 30 milhões.
Em Fortaleza, segundo o Snea, a obra que ampliará a capacidade do aeroporto em 2014 já estará obsoleta quando for concluída.
Algo semelhante acontecerá em Porto Alegre, diz o sindicato.
Segundo Ronaldo Jenkins, diretor do Snea, as empresas seguirão atendendo a demanda, mas com a qualidade possível nas condições de infra-estrutura disponíveis.
A Infraero disse que não comentaria o estudo porque não o havia recebido. Afirmou, contudo, que o cronograma de obras está confirmado e que o público será atendido de forma adequada.
São Paulo, quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
SOROCABA
Avião bimotor cai em fazenda e mata dois
DA AGÊNCIA FOLHA
Um avião bimotor particular caiu em uma fazenda em Iperó (128 km de SP) na manhã de ontem, cerca de dez minutos após decolar do aeroporto de Sorocaba. Os dois ocupantes da aeronave morreram.
Segundo os bombeiros de Sorocaba, as vítimas são o piloto, José Andrei Ferreira dos Santos, 32, e a passageira Maria Leonor Salgueiro Galeazzi, 69.
O avião, um Seneca 810C fabricado pela Embraer, decolou de Sorocaba às 9h30 com destino a uma fazenda em Goiás, a 30 km do aeroporto.
As causas do acidente ainda são investigadas.
Aeroportos: obras para Copa não resolvem, diz estudo
Sindicato de empresas aéreas alerta que, apesar de melhorias previstas, terminais vão operar acima da capacidade
Adauri Antunes Barbosa
SÃO PAULO. O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) advertiu ontem para a possibilidade de ocorrência de vários pontos de estrangulamento na operação dos 16 aeroportos das 12 cidades que vão sediar a Copa do Mundo. As obras previstas de ampliação e construção de terminais, pistas e outras reformas, cujos projetos totalizam R$ 5,5 bilhões, não serão suficientes para resolver os gargalos para a demanda esperada.
O diagnóstico conta com estudo feito pela diretoria técnica do Snea e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Alguns aeroportos, como os de Brasília, Fortaleza e Porto Alegre, que estão em piores condições entre os 16 estudados pelo Snea, têm uma capacidade projetada menor que a demanda prevista. Em Brasília estão projetados 18 milhões de passageiros/ano para 2014, mas o Snea calcula que a demanda será de cerca de 20 milhões. Hoje, as filas de checkin se estendem até o lado de fora do aeroporto.
— Não será o caos, mas em determinados aeroportos a demanda estará acima da capacidade.
Não estamos vendo caos, mas um desconforto, com situações difíceis que atingirão os passageiros — previu o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins.
No Galeão, demanda será maior que capacidade
Segundo ele, a situação de desconforto para os passageiros, que são atendidos depois de longas esperas e que sequer têm cadeiras para sentar enquanto esperam nas salas de embarque, é comum: — Vários aeroportos estão com a capacidade esgotada, o quadro é ruim e não há perspectiva de melhora Segundo Jenkins, responsável pelo estudo, os dois maiores aeroportos do país, Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, e Congonhas, na capital paulista, estão nessa situação.
Em Cumbica, que terá R$ 1,4 bilhão de investimentos, o maior entre os 16 aeroportos analisados, o movimento de passageiros em 2009 chegou a 21,6 milhões, enquanto a capacidade de atendimento é de 20,5 milhões. Em Congonhas, onde há um controle mais rigoroso depois da tragédia do Airbus da TAM, o movimento no ano passado chegou a 13,6 milhões de passageiros, para uma capacidade de 13 milhões.
— Antes da Copa do Mundo vão ocorrer problemas sérios ligados à infraestrutura desses aeroportos. Esses problemas vão ocorrer porque a maioria está com a capacidade esgotada — garantiu o presidente do Snea, José Márcio Moll. — que ainda alertou para os atrasos no andamento das obras nos aeroportos de Brasília, Guarulhos, Campinas, Porto Alegre e Belo Horizonte.
No Rio, o Galeão passa pelo mesmo aperto: opera com toda sua capacidade, de 11,4 milhões de passageiros/ano. Mas em 2014, com os investimentos da Infraero, a capacidade será de 16,4 milhões, enquanto a demanda estimada pelo Snea será de 20,7 milhões. O Santos Dumont, por onde passaram 5 milhões de passageiros em 2009, terá a capacidade aumentada para 6,8 milhões para a Copa do Mundo, mas a demanda projetada pelo Snea será de 8,3 milhões.
Plantão | Publicada em 27/01/2010 às 19h53m
Caixas-pretas de avião que caiu no Líbano são encontradas
Reuters/Brasil Online
BEIRUTE (Reuters) - Um navio da Marinha dos Estados Unidos localizou nesta quarta-feira as caixas-pretas de um avião da Ethiopian Airlines que caiu na costa libanesa há dois dias com 90 pessoas a bordo, disse uma autoridade de segurança.
"O navio dos EUA localizou as caixas-pretas a 1.300 metros de profundidade e 8 quilômetros a oeste do aeroporto de Beirute", disse a autoridade à Reuters.
A aeronave caiu pouco depois de decolar de Beirute e aparentemente teria de partido no ar.
Ao menos 14 corpos já foram resgatados.
(Reportagem de Yara Bayoumy)
28/01/2010
TAM e Gol protestam contra Aeroparque livre
Governo argentino deve liberar "Congonhas" portenho - medida que beneficia a Aerolíneas Argentinas
Daniel Rittner, de Buenos Aires
O governo argentino prometeu liberar o Aeroparque Jorge Newbery, aeroporto central de Buenos Aires, para voos ao Brasil a partir de março. A medida causou irritação na TAM e na Gol, que veem na medida uma tentativa de favorecer a Aerolíneas Argentinas e aumentar artificialmente sua competitivade nas rotas ao Brasil. Representantes das duas brasileiras - além de outras que operam no Mercosul, como a chilena LAN - pediram esclarecimentos ao governo. Uma reunião com o secretário de Transportes, Juan Pablo Schiavi, foi marcada para amanhã à tarde.
Hoje o Aeroparque recebe somente voos domésticos e a ponte aérea para Montevidéu. Todas as demais rotas internacionais usam o aeroporto de Ezeiza, a 22 quilômetros de Buenos Aires, cujo acesso se dá por duas rodovias pedagiadas. Costuma-se gastar pelo menos 35 minutos até Ezeiza, enquanto o trajeto ao Aeroparque raramente passa de dez minutos, saindo do centro.
A pedido da Aerolíneas, o governo argentino está tomando procedimentos para expandir o uso do Aeroparque e permitir voos ao Brasil, ao Chile e ao Paraguai. Isso coincide com o novo plano de negócios da Aerolíneas, reestatizada em 2008, que aposta nos países vizinhos para crescer. Até 2013, a empresa deverá ter 49 voos semanais de Buenos Aires a Guarulhos, 35 para o Galeão e 40 para Santiago. Em todos os casos, é mais do que o dobro da oferta atual.
O problema, para TAM e Gol, é que o Aeroparque tem infraestrutura relativamente limitada e pouco espaço disponível. Por isso, a Aerolíneas se aproveitará da presença que já possui. "Dificilmente haverá acréscimo de voos, mas apenas uma substituição. Para fazer um voo a Guarulhos, bastante lucrativo, provavelmente a Aerolíneas terá que desviar para outro aeroporto uma frequência atual a alguma cidade do interior argentino", diz uma fonte da TAM.
A grande preocupação das empresas brasileiras, segundo o Valor apurou, não é tanto com a eventual perda de passageiros brasileiros. Avalia-se que a Aerolíneas, com passivo de quase US$ 1,5 bilhão e sem perspectivas de voltar ao azul antes de 2013, não conseguirá atrair muitos brasileiros pelo fato de pousar no centro de Buenos Aires. O temor é que a medida interrompa a lenta, porém constante, migração dos passageiros argentinos para as aéreas brasileiras. Como empresa de bandeira nacional, há forte apelo emocional entre os argentinos para escolher a Aerolíneas - processo semelhante ao que ocorria com a Varig - e o uso do Aeroparque pode tornar--se favor decisivo na escolha.
Temendo não ter espaço no Aeroparque, TAM e Gol temem uma competição desleal com a Aerolíneas. "O governo argentino tem todo o direito de estabelecer o uso do Aeroparque como quiser. O que combateremos é a discriminação", disse o diretor de relações institucionais da Gol, Alberto Fajerman.
O governo negou que a medida tenha sido desenhada sob medida para fortalecer a Aerolíneas. Mas essa suspeita se confirmou, segundo fontes brasileiras, depois que a associação de empresas aéreas estrangeiras na Argentina obteve uma cópia da resolução que libera o Aeroparque - e ainda não publicada no Boletim Oficial - com os próprios executivos da Aerolíneas.
"Todas as companhias poderão solicitar e ter autorização para voar para a região pelo aeroporto metropolitano. Mas, como ocorre na maioria dos países, vamos dar prioridade aos requerimentos da nossa empresa de bandeira", admitiu o secretário de transportes, por meio de comunicado. Um auxiliar de Schiavi informou que a análise dos pedidos de operação no Aeroparque deverá demorar em torno de 90 dias. Como a Aerolíneas apresentou a solicitação em janeiro, ele previu para março a expansão operacional do aeroporto.
Para esse auxiliar, as empresas estrangeiras - incluindo as brasileiras - buscam evitar a duplicação de custos, instalando bases simultâneas em Ezeiza e no Aeroparque, e por isso querem evitar sua liberação. Segundo ele, há espaço para a entrada das companhias no aeroporto central, que recebe 180 voos diários. "Em 2001, esse número chegava a 400", afirmou o auxiliar, que aposta em um entendimento na sexta-feira, na reunião das aéreas com Schiavi.
"Vamos expor os nossos temores e preocupações", diz Fajerman, da Gol. "A infraestrutura do Aeroparque está esgotada e a presença já existente da Aerolíneas torna essa competição desigual. É como se Congonhas voltasse a ter voos internacionais", comparou. Para as duas brasileiras, o melhor cenário é que os voos continuem concentrados em Ezeiza, evitando a duplicação de bases operacionais (balcões de check-in e lojas de passagens, por exemplo). Observam, porém, que o pior cenário é a Aerolíneas ir sozinha para o "Congonhas portenho".
28 de janeiro de 2010
ÚLTIMA CHAMADA
Aeroportos estão atrasados para a Copa
Estudo apresentado ontem pelo Sindicado Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) mostra os gargalos nos aeroportos brasileiros para a Copa do Mundo de 2014.
Segundo avaliação da entidade, os projetos em andamento em terminais das cidades-sede dos jogos serão suficientes apenas para cobrir o aumento natural da demanda prevista. A situação é grave, avalia o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins, porque a maior parte das obras ficará pronta apenas em 2014, ano do evento.
Jenkins disse ainda que a burocracia pode complicar ainda mais os processos. Prazos e etapas para a realização dos investimentos previstos não podem ser acelerados e ainda correm risco de atrasar por ações judiciais e problemas em licitações, contratempos comuns no setor público, enfatizou.
O repórter viajou para São Paulo a convite do Snea
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ALEXANDRE DE SANTI | Enviado Especial/São Paulo
AEROPORTO E ESTRUTURA NA COPA
Reforma não supre demanda
Para Snea, a situação do aeroporto de Fortaleza só é menos grave que verificada em Brasília e Porto Alegre
São Paulo A reforma e ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Pinto Martins, cuja capacidade deverá dobrar para 6 milhões de passageiros/ano até 2014, ainda não será suficiente para suprir a demanda de usuários que devem passar pelo local quando da realização da Copa do Mundo no País, da qual Fortaleza será uma das 12 sub-sedes.
De acordo com estudo do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), divulgado ontem, durante o ano do evento, o aeródromo terá fluxo de 6.400.000 passageiros, 6,6% a mais do que a capacidade máxima e do que a movimentação estimada pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Segundo o Snea, a situação do terminal da Capital cearense só é menos grave que a dos aeroportos de Brasília e de Porto Alegre. As melhorias do terminal, cujo projeto ainda está em fase de elaboração pela Infraero, só devem ser iniciadas a dois anos do acontecimento futebolístico, em junho de 2012, com previsão de término para o mesmo mês do ano seguinte. Enquanto isso, a evolução do fluxo de usuários continuará em acentuada ascensão.
Projeção de movimentação
No próximo ano, de acordo com as perspectivas do Snea, a movimentação anual deverá ser de aproximadamente cinco milhões de passageiros.
Em 2011, o fluxo chegará a 5.300.000. Em 2012, 5.600.000, e em 2013, ano em que as obras ainda estarão em andamento, deverão passar pelo Pinto Martins seis milhões de pessoas, realizando atendimento de acordo com a capacidade máxima atual, o que significa demanda 50% superior.
Para o comandante Ronaldo Jenkins, responsável por apresentar o estudo do sindicato, esse fluxo crescente acarretará uma diminuição gradual no conforto dos passageiros durante as operações de embarque e desembarque.
"As dificuldades serão o desconforto, filas grandiosas no check-in, salas de embarque abarrotadas, demora para pegar as bagagens; situações que já são bastante comuns nos aeroportos brasileiros e que devem piorar", afirma. No aeroporto, os principais pontos que precisam ser modificados na reforma, além da ampliação do terminal de passageiros, são a expansão do comprimento da pista de pousos e decolagens dos atuais 2.300 metros para 3.000 metros e a criação de mais áreas de estacionamentos para as aeronaves. Atualmente, os aviões não podem pernoitar no local por falta de espaço.
Fluxo na Copa
Em 2014, o aumento na movimentação de passageiros será mais acentuado nos meses de junho e julho. No 6º mês do ano, o Snea estima que passem pelo aeroporto cerca de 500 mil pessoas. No seguinte, a movimentação deve superar os 700 mil passageiros no Aeroporto de Fortaleza, que hoje ocupa a 278ª posição entre os maiores do planeta. * O repórter viajou a convite do Snea
PINTO MARTINS
Infraero contesta críticas do Sindicato
A avaliação do Snae de que, mesmo após as reformas de ampliação previstas para os próximos três anos, o Aeroporto Pinto Martins não terá capacidade suficiente para atender o fluxo de turistas durante os jogos da Copa do Mundo de 2014, foram contestadas ontem, pelo superintendente da Infraero em Fortaleza, Sérgio Fernandes Baltoré. Segundo ele, com a ampliação planejada para o atual terminal, a construção e efetivação de 35% de um segundo terminal e a construção de um edifício garagem, para dois mil veículos, o aeródromo terá condições de atender 5,8 milhões de passageiros, a partir de 2014; 38% a mais do que os 4,2 milhões registrados no ano passado.
Baltoré informou que o projeto básico, orçado em R$ 5,8 milhões, já está sendo elaborado pela empresa paulista Engemix, devendo ser concluído em dezembro próximo. "O Snae deveria se preocupar em redistribuir os voos", cobrou.
DIEGO BORGES
ESPECIAL PARA ECONOMIA
Qua, 27 de Janeiro de 2010 17:18
United fecha o quarto trimestre de 2009 com prejuízo líquido
A UAL Corporation, empresa holding que tem a United Airlines como sua principal subsidiária, anunciou que fechou o quarto trimestre de 2009 com um prejuízo líquido, excluindo encargos como operações de hedge sem envolvimento de caixa e mudanças contábeis, de US$ US$ 176 milhões, US$ 391 milhões menor do que o registrado no quarto trimestre de 2008. O resultado corresponde a um prejuízo de US$ 1,05 por ação básica. De acordo com as normas GAP, o prejuízo líquido foi de US$ 240 milhões, inferior em US$ 1,1 bilhão ao do mesmo período do ano anterior.
Para todo o ano de 2009, o prejuízo líquido da UAL, excluindo os encargos citados, foi de US$ 1,1 bilhão. O prejuízo de 2008 tinha sido superior em US$ 645 milhões. Pelas normas GAP, o prejuízo líquido da empresa em 2009 foi de US$ 651 milhões, inferior em US$ 4,7 bilhões ao registrado em 2008.
Durante o quarto trimestre, a United reduziu seus custos por assento-quilômetro disponível em 5,2% com relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado é significativo, pois reflete os esforços que a empresa vem fazendo nessa área. No quarto trimestre de 2008, a melhora com relação ao ano anterior foi de 14,7%.
Considerando apenas a unidade principal da empresa, a redução nesse custo no quarto trimestre de 2009 foi de 1,1% com relação ao ano anterior, mesmo excluindo as despesas com combustíveis e algumas mudanças contábeis. Incluindo os combustíveis, mas deixando de fora operações de hedge, a redução foi de 9,0%. Incluindo todos os elementos, a queda foi de 19,8%. Durante o ano, a United reduziu em 6,0% a oferta em sua unidade principal.
A UAL encerrou o trimestre com US$ 3,4 bilhões em caixa, sendo mais de US$ 3 bilhões sem restrições. O total com restrições foi de US$ 341 milhões.
Durante o quarto trimestre, a empresa obteve financiamentos no valor de US$ 2,1 bilhões, além de aproximadamente mais US$ 700 milhões no início do primeiro trimestre de 2010. Isso levou a um aumento de US$ 1,8 bilhão na liquidez e a uma redução de mais de US$ 700 milhões nas obrigações ficas previstas para 2010 e 2011.
A United continuou, enquanto isso, a melhorar seus resultados operacionais. De acordo com os dados preliminares fornecidos pelas empresas, a United ocupou o primeiro lugar em pontualidade entre as grandes empresas que operam nos Estados Unidos, tanto no quarto trimestre como em todo o ano de 2009. Durante o período, ainda, a United recebeu a Continental Airlines como novo membro da Star Alliance.
O presidente do Conselho, presidente e CEO da UAL Corporation, Glenn Tilton, afirmou: “Diante de um panorama de extraordinários desafios em 2009, respondemos com nosso melhor trabalho. Foi um ano de sólido progresso com relação a nossas prioridades, como a de ganhar força em áreas geográficas importantes, criar e maximizar oportunidades de receita e melhorar o desempenho operacional e a satisfação do cliente. Estabelecemos um rígido controle de custos em todos os setores da empresa e, com maior liquidez, estamos bem posicionados para continuar uma United mais forte e melhorar nossa posição competitiva”.
Qua, 27 de Janeiro de 2010 16:25
Fluxo de passageiros em Porto Velho (RO) cresce 32% em 2009
A movimentação de passageiros no Aeroporto Internacional de Porto Velho/Governador Jorge Teixeira (RO) registrou crescimento de 32% no acumulado de 2009. Foram 561.332 embarques e 426.470 desembarques registrados em 2009.
Somente em 2009, a Infraero investiu cerca de R$1,3 milhão na modernização do aeroporto. Tanto o Terminal de Passageiros quanto o Terminal de Cargas foram contemplados com realização de obras e aquisição de novos equipamentos, que aumentaram o conforto e a capacidade operacional do aeroporto.
Segundo o superintendente do aeroporto, Jailson Mendes, todos os esforços estão sendo feitos para dotar o complexo aeroportuário com as condições necessárias para atender às demandas que surgirão nos próximos anos com o crescimento da economia do Estado. “Nossa preocupação foi manter o conforto e segurança dos passageiros e usuários, além de ampliarmos nossa participação nos negócios com cargas aéreas”, destacou.
Obras e equipamentos
As melhorias se concentraram na infraestrutura nos Terminais de passageiros e de cargas, além do reforço na segurança patrimonial do aeroporto. Dentre as melhorias, está a reforma dos balcões de check-in, que foram adequados segundo à Política de Acessibilidade da Infraero, modernização do Sistema Informativo de Voo, aquisição de 30 longarinas, oito bebedouros (dois para pessoas com deficiência física) e 70 carrinhos de bagagem.
Para ampliar a participação na movimentação de cargas, o Terminal foi reformado para permitir que novas empresas se instalem no local, acompanhando o crescimento da demanda por serviços de transporte aéreo.
Qua, 27 de Janeiro de 2010 14:44
São Luís (MA) atinge 984 mil passageiros em 2009
Em 2009, o Aeroporto Internacional de São Luís/Marechal Cunha Machado (MA) registrou crescimento de 13,9% no número de passageiros em relação a 2008. No total, foram 984 mil embarques e desembarques. Destaque para o desempenho do mês de dezembro, que obteve índice de crescimento de 46,09%. Foram 103.776 passageiros, número inédito na história do aeroporto.
A retomada do crescimento econômico e as potencialidades turísticas oferecidas pela cidade de São Luís e todo o Estado do Maranhão foram importantes fatores que incrementaram o movimento aeroportuário na região. "2009 foi um ano intenso, de muito trabalho e realizações, dentre as quais se destacam a revitalização do piso e a reforma dos banheiros para pessoas com deficiência física”, afirmou o superintendente do Aeroporto de São Luís, Samuel Sales.
Entre as obras previstas para o ano de 2010, o superintendente cita a reforma do forro das salas de embarque e desembarque, a climatização do saguão do terminal de passageiros e o recapeamento da pista de pousos e decolagens.
O aeroporto
O Aeroporto de São Luís possui selo ISO desde o ano de 2006 e, em 2009, após a Auditoria Externa de Recertificação, o Sistema de Gestão da Qualidade do aeroporto obteve a recomendação para receber o selo do padrão ISO 9001:2008. Com funcionamento 24 horas/dia e 16 voos diários com destino às principais capitais do Brasil, a recertificação do aeroporto traduz o empenho da Infraero de São Luís em prestar o melhor serviço e garantir segurança, eficiência e conforto.
27/01 - 18:36
David Neeleman dará palestra na Campus Party
David Neeleman, fundador e presidente do Conselho da Azul Linhas Aéreas, vai falar aos participantes da Campus Party, em São Paulo, amanhã (28/01), às 14h. A palestra será ministrada diretamente de Nova York, em sistema de teleconferência, e a transmissão será no barcamp, na Arena da Campus Party.
Na palestra, que será transmitida em um telão na feira, ele vai falar sobre os desafios de montar uma empresa aérea no Brasil, o uso da rede mundial de computadores para levar a Azul até os clientes e as inovações por ele propostas neste setor, entre elas o fim do bilhete de viagem impresso. Todos poderão fazer perguntas a David Neeleman logo em seguida e será possível assistir a palestra ao vivo, de qualquer computador, mesmo fora da Campus Party, no endereço www.justin.tv/canalazul.
27/01 - 12:41
Lan promove tarifa promocional para Santiago
A Lan Airlines acaba de lançar uma tarifa promocional para viagens a Santiago: US$ 349 (ida e volta) mais taxas. A compra, que já pode ser efetivada via Internet ou nas agências de viagens de todo o Brasil, está sujeita à disponibilidade e a viagem deve ser realizada entre primeiro de março e 16 de junho, exceto períodos de feriados. O valor pode ser pago em até cinco parcelas, sem juros.
A oferta atual da Lan para Santiago é de 28 voos semanais, partindo de São Paulo. Destes, 14 com início no Rio de Janeiro. Todos são operados com equipamento Airbus 320 e Boeing 767.
Para mais informações, ligue 0800 761 0056 ou acesse www.lan.com.
27/01 - 10:27
Tam lança serviço de entrega de bagagens em domicílio
A Tam Linhas Aéreas acaba de lançar um novo produto, o Bagagem Porta a Porta. Com a intenção de prover um serviço ainda mais diferenciado a seus clientes, a companhia oferece aos seus passageiros a opção de buscar e entregar suas bagagens, serviço feito por meio de sua unidade de cargas, a Tam Cargo.
"Com esse novo benefício, temos mais uma oportunidade de oferecer um diferencial a nosso cliente, reforçando a Excelência em Serviços, que é um dos atributos de nossa gestão", diz a diretora de marketing da Tam Linhas Aéreas, Manoela Amaro.
Com o serviço Bagagem Porta a Porta, as malas são coletadas na residência da pessoa, ou endereço de preferência, e entregues no local de destino escolhido por ela, sete dias por semana, incluindo feriados, e sem cobrança de taxa para coleta e entrega em horários especiais. Durante a fase de lançamento, o serviço transportará bagagens entre as cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro.
Cada cliente pode solicitar o deslocamento de dois volumes por retirada e entrega que somem até 46 kg. O valor cobrado é de R$ 49,90 para bagagens com até 23 kg e R$ 99,80 para cargas a partir desse peso.
Para mais informações, acesse www.tam.com.br.
Publicada em 28/1/2010 08:30:00
MG continua com plano de reforma de aeroportos
Claudio Schapochnik
O Programa Aeroportuário de Minas Gerais (Proaero), da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), continua beneficiando várias regiões do Estado. A informação é da Agência Minas.
Cerca de R$ 85 milhões estão sendo investidos nos aeroportos de Guaxupé, Lavras, Piumhi, Divinópolis, Passos, Claúdio e Ubá, em andamento. Também já foi licitada a obra para o aeroporto de Viçosa, com R$ 5,2 milhões de investimentos e previsão de início em março deste ano.
Os projetos de engenharia dos aeroportos de Almenara, Araçuaí, Araguari, Arinos, Campina Verde, Caxambú, Januária, João Pinheiro, Paracatu, Patos de Minas, Patrocínio, Pirapora, Ponte Nova e Taiobeiras já foram finalizados.
Em 2009, cerca de R$ 35 milhões foram investidos na realização de obras nos aeroportos de Capelinha, Governador Valadares, Oliveira, Ouro Fino e Curvelo – já concluídos.
Publicada em 27/1/2010 19:48:00
Para Snea, 5 aeroportos não estarão prontos para Copa
Renê Castro
Guarulhos (SP), Viracopos (Campinas), Presidente Juscelino Kubitschek (DF), Salgado Filho (RS) e Confins (MG). Estes cinco aeroportos não terão suas obras concluídas para a Copa do Mundo de 2014, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), que apresentou hoje, na capital paulista, um estudo sobre a situação da infraestrutura aeroportuária das 12 cidades-sede escolhidas para receber o mundial de futebol.
Além de criticar algumas das diretrizes tomadas pela Infraero, no que diz respeito aos investimentos nos equipamentos, o Snea reforça que a situação do setor é “bastante preocupante”. Veja abaixo trechos das análises feitas pelo sindicato sobre alguns projetos que podem não atender à Copa.
GUARULHOS
Em Guarulhos, maior aeroporto brasileiro, e que no ano passado recebeu 21,607 milhões de passageiros, a Infraero promete construir um terceiro terminal de passageiros, uma nova pista para taxiamento dos aviões e a implementação de um sistema de pista e pátio. Segundo o site da empresa, todas as obras estão em processo de licitação, o problema é que dois projetos, segundo o cronograma do Governo Federal, já estão atrasados: pista de táxi (início previsto para dezembro do ano passado) e construção do sistema e pátio (janeiro de 2010).
VIRACOPOS
Talvez um dos aeroportos que mais cresceu nos últimos anos, Viracopos, localizado em Campinas, no interior paulista, vive ainda um momento de evolução. Com a chegada da caçula Azul, o equipamento vem registrando aumentos mensais no fluxo de passageiros, e a tendência para os próximos anos é que esses números continuem em uma ascendente, até porque a portuguesa Tap já anunciou sua chegada. Porém, Viracopos sofre com a inexistência de fingers, sem contar a falta de espaço no pátio para a organização das aeronaves que não estão em operação. Para solucionar o problema, a Infraero montou um plano de expansão que prevê a reforma do terminal de passageiros existente, a construção de um novo espaço para os usuários e mais um pátio. Até o momento, o site da Infraero relata que o atual terminal será revitalizado após o planejamento para a contratação do projeto executivo; já a nova área para os viajantes e a construção do pátio aguardam licenciamento ambiental para a contratação do projeto.
BRASÍLIA
No Distrito Federal encontra-se uma das piores situações do País. O Aeroporto Juscelino Kubitschek, que opera muito acima de sua capacidade (o local tem capacidade para 10 milhões de paxs/ano, mas recebe 12,2 milhões de usuários), necessita ampliar a região sul do terminal de passageiros, mas o projeto encontra-se em elaboração, ainda segundo o site da Infraero. Com ou sem obras, a estimativa da Airports Council International (ACI) é que o local receba, em 2014, cerca de 19,9 milhões de pessoas.
PORTO ALEGRE
Situação parecida vive o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Com previsão de receber 8,8 milhões de passageiros em 2014, o equipamento necessita, segundo o Snea, ampliar sua pista, assim como o espaço para o taxiamento das aeronaves, mas fará somente reformas no terminal de passageiros. A obra, prevista para iniciar em abril (e terminar em junho de 2013), está com o projeto em fase de revisão. A demanda de usuários já está 1,6 milhão acima da capacidade do aeroporto, segundo estudo do sindicato.
MINAS GERAIS
Reforma e modernização do terminal de passageiros e reestruturação e ampliação da pista de pousos e pista de taxiamento. Essas são as obras previstas para o aeroporto de Confins, em Minas Gerais. O equipamento, que recebeu 2,567 milhões de passageiros no ano passado, e que prevê, só em julho de 2014, movimentar 984 mil pessoas, aguarda a elaboração dos projetos. Quando as obras forem concluídas (2013), Confins continuará operando muito próximo da sua capacidade.
“Se considerarmos que as empresas responsáveis pelas obras (as que existem, é claro. Muitos projetos não tem ainda um responsável) têm 23 meses para a elaboração do projeto, sem contar que necessitam encerrar os processos de licenciamento ambiental, resolver trâmites jurídicos e executar das obras, é improvável que essas melhorias aconteçam a tempo”, concluiu o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins.
Publicada em 27/1/2010 14:15:00
Tap renova parceria com Lufthansa System
Gabriel Guirão
A Tap renovou o contrato de utilização do sistema de plano de voo (Lido) da Lufthansa Systems até meados de 2017. O acordo inclui também a implementação e utilização das novas aplicações da ferramenta, como a gestão de Traffic Flow Restrictions - TFR (Restrições de Fluidez de Tráfego) e Inflight Monitor - IFM (Monitor de Voo).
“O Sistema Lido é uma ferramenta potente, que satisfaz plenamente os nossos requisitos. Disponibiliza funcionalidades inovadoras para a otimização dos nossos processos de operações de voo e permite economias de combustível e custos”, disse o diretor de Suporte Técnico, Operações de Voo da Tap, António Aguiar. A companhia aérea portuguesa utiliza o Lido desde setembro de 2006.







