O ESTADO DE S.PAULO
Anac adia partilha de horários em Congonhas
Azul desloca voo para São José dos Campos por alerta sobre freio
Folha de São Paulo
Anac suspende distribuição de slots em Congonhas
O Globo
STJ suspende distribuição de slots da Pantanal em Congonhas
Valor Econômico
Anac adia pela terceira vez sorteio em Congonhas
ZERO HORA
Passagem aérea pode ser comprada em até 60 vezes
Jornal de Turismo
Acionistas da Avianca e da Taca formalizam a união de seus negócios
Aeroporto Santos Dumont (RJ) recebe melhorias na área de desembarque
Webjet bate novos recordes de passageiros transportados
Panrotas
Anac propõe unificar taxas à tarifa cobrada em bilhetes
Webjet estuda renovar frota para B-737/700 e 800
Alitalia ativa dois novos serviços a bordo
Trip planeja expansão a partir do Centro-Oeste
Quinta-Feira, 04 de Fevereiro de 2010 | Versão Impressa
Anac adia partilha de horários em Congonhas
Michelly Chaves Teixeira, Felipe Vanini
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) adiou para a próxima quarta-feira a
redistribuição de 355 slots (horários de pousos e decolagens) no aeroporto de
Congonhas, em São Paulo. A distribuição que havia sido prevista para ontem à tarde não
ocorreu.
A agência espera que, até a nova data, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) profira sua
decisão sobre uma liminar impetrada pela Pantanal, empresa que agora pertence à TAM. A
Pantanal quer reaver os 61 slots que operava no Aeroporto de Congonhas, com a medida
judicial. A maioria dos horários é em dias de semana, quando o movimento de passageiros
é maior.
Com a liminar impedindo a partilha dos slots, a Anac só conseguiu ontem definir a ordem
do sorteio das empresas que ainda não operam em Congonhas. A NHT terá prioridade no
sorteio, seguida de Webjet e Azul. A ordem das empresas habilitadas à partilha dos
slots que já operavam no terminal havia sido anunciada pela Anac: OceanAir, Gol/Varig e
TAM.
O presidente da Azul Linhas Aéreas, Pedro Janot, disse que a redistribuição que está
sendo preparada pela Anac é falaciosa. "Fica quase impossível viabilizar comercialmente
uma operação no aeroporto com o número de slots a que vamos concorrer nos dias de
semana", disse o executivo, referindo-se aos slots que são disputados ainda pela NHT e
WebJet. "Não se consegue montar uma estrutura com equipe de mecânicos, guichês e equipe
de terra para operar apenas dois voos diários."
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010, 17:15 | Online
Azul desloca voo para São José dos Campos por alerta sobre freio
REUTERS
SÃO PAULO - Uma aeronave Embraer 190, da Azul Linhas Aéreas, que voava de Porto Alegre
ao Rio de Janeiro, fez um "pouso de precaução" em São José dos Campos (SP) nesta
quarta-feira, após o painel do avião acusar problema no sistema de freio de
estacionamento da aeronave, informou a companhia.
"Todos os 75 clientes e 5 tripulantes a bordo foram reacomodados em ônibus por
profissionais da Azul e seguiram para o Aeroporto de Viracopos, Campinas, de onde
prosseguem para o Rio de Janeiro", informou a companhia aérea em comunicado.
De acordo com a empresa, o pouso em São José dos Campos ocorreu "sem qualquer
anormalidade" às 14h28, horário de Brasília.
"Este aeroporto foi escolhido como alternativa para esta operação por apresentar
condições ideais de segurança operacional", afirma a nota.
Operando desde dezembro de 2008, a Azul voa para 17 cidades do Brasil e tem uma frota
de 14 aeronaves, todas fabricadas pela Embraer.
(Texto de Eduardo Simões)
03/02/2010 - 16h31
Anac suspende distribuição de slots em Congonhas
SOFIA FERNANDES
Colaboração para a Folha Online, em Brasília
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) suspendeu a distribuição de 355 horários de pousos e decolagens no aeroporto de Congonhas, os chamados slots. A sessão será retomada na próxima quarta-feira, dia 10 de fevereiro.
Como o STJ (Superior Tribunal de Justiça) ainda não decidiu sobre os slots da Pantanal Linhas Aéreas, a Anac teve que suspender a sessão de hoje. A Pantanal entrou com um pedido no tribunal para impedir a redistribuição de 61 slots do aeroporto de Congonhas, que foram tomados da companhia por descumprimento da meta de regularidade e pontualidade.
Segundo Marcelo Guaranys, diretor de regulação econômica da Anac, a suspensão será nociva, pois atrasará a distribuição de slots, que são - como fez questão de frisar-- bens públicos. "Isso tem um valor para a sociedade, não permite mais voos no aeroporto mais congestionado do país", disse.
Guaranys afirmou que a TAM, ao comprar a Pantanal, já tinha sido informada de que não teria o direito de absorver automaticamente os slots da companhia. "A Pantanal está querendo ganhar dinheiro. Os slots são da sociedade", disse.
Dos 355 slots que a Anac pretende distribuir, 40 são em dias de semana, 173 aos sábados e 142 aos domingos. Todos os 40 slots de dias de semana, portanto mais nobres, estão incluídos no conjunto de 61 horários que a Pantanal, por meio da TAM, quer recuperar.
STJ suspende distribuição de slots da Pantanal em Congonhas
Plantão | Publicada em 03/02/2010 às 17h49m
Valor Online
SÃO PAULO - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não poderá redistribuir os slots - autorizações de pouso e decolagem - no aeroporto de Congonhas pertencentes à Pantanal, pelo menos por enquanto.
A decisão foi tomada pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, que acolheu o recurso apresentado na segunda-feira (1) pela companhia aérea.
A Anac pretendia realizar hoje a redistribuição de 355 slots de Congonhas, incluindo os 61 que pertenciam à Pantanal. Até o momento, a Agência ainda não se manifestou sobre a decisão do STJ.
A Anac havia retirado os slots da Pantanal porque a empresa não cumpriu uma norma da Agência que estabelece regularidade de 80% dos voos para uma empresa manter a concessão das autorizações de pouso e decolagem.
O STJ havia garantido, em dezembro do ano passado, à Anac realizar a distribuição dos slots da Pantanal, pois entendia que os mesmos não faziam parte do patrimônio da companhia e sua concessão era competência da Anac.
No entanto, a Pantanal foi comprada pela TAM no final do ano passado. No recurso apresentado esta semana, a companhia afirmou que, após a compra, foi afastado "de vez qualquer risco de danos à organização do aeroporto e lesão à ordem e economia públicas".
A Pantanal alegou ainda que, com o apoio da TAM, a empresa teria condições de voltar a usar imediatamente os slots ociosos. Por isso, a empresa pediu ao STJ que reformasse a decisão tomada em dezembro para que a Anac não distribuísse mais os slots da companhia.
O presidente do STJ atendeu ao pedido da empresa aérea e requereu à Anac que suspenda, por enquanto, a distribuição. O tribunal ainda vai analisar a manifestação da agência reguladora para tomar uma decisão final sobre o recurso da Pantanal.
(Téo Takar | Valor)
Anac adia pela terceira vez sorteio em Congonhas
Agência aguarda decisão do STJ sobre recurso que pede inclusão de "slots" da Pantanal
Alberto Komatsu e Tarso Veloso, de São Paulo e Brasília
Ficou para a próxima quarta-feira a redistribuição de horários de pouso e decolagem (slots) no Aeroporto de Congonhas. O sorteio chegou a ser marcado para ontem, mas a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) preferiu aguardar o pronunciamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre um recurso ajuizado por ela. O repasse de slots faz parte de uma política da Anac de punir empresas ineficientes para ampliar a concorrência em aeroportos, mas desde meados de 2006 tem sido alvo de ações judiciais e críticas.
A Anac acionou o STJ porque quer que o repasse de slots inclua 61 horários da Pantanal Linhas Aéreas. A companhia regional, comprada pela TAM por R$ 13 milhões em dezembro, conseguiu, no próprio STJ, impedir que esses slots fossem sorteados, sob o argumento de que está em recuperação judicial e que os horários serão retomados assim que a Anac aprovar a negociação com a TAM. Pantanal e Trip não foram habilitadas a participar da redistribuição.
A Anac poderia realizar o sorteio sem os 61 horários da Pantanal, mas 40 deles são os únicos entre todos os 355 slots que a agência quer redistribuir que são em dias úteis, os mais cobiçados por qualquer companhia aérea. Apesar de a Anac ter adiado pela terceira vez a redistribuição, já definiu a ordem de escolha dos slots entre as empresas que ainda não operam em Congonhas: NHT, Webjet e Azul.
Na próxima sessão, bastará às companhias escolher suas autorizações na ordem já estabelecida, em rodadas sucessivas. Pela ordem, OceanAir, Gol, TAM, NHT, Webjet e Azul escolherão, cada uma, um slot. Durante a reunião de ontem, representantes das companhias foram unânimes em afirmar que a única opção agora é esperar. "Precisamos encarar que este é um país democrático. E este tipo de ferramenta judicial pode ser usado", disse Wagner Ferreira, presidente da Webjet.
"O STJ pediu que a Anac se manifestasse e é isso que estamos fazendo. A Pantanal perdeu esses 61 slots por não ter utilizado os mesmos. Até hoje esses horários não são utilizados. A empresa então não pode dizer que ficando com os slots os usuários serão beneficiados pois não existem voos. O consumidor será beneficiado quando outra empresa assumir e começar a voar", disse o diretor da Anac Marcelo Guaranys. A TAM não quis se pronunciar.
Executivos da Azul Linhas Aéreas criticaram ontem a redistribuição de slots em Congonhas. Segundo ele, as empresas que ainda não operam no aeroporto poderão ter acesso a apenas um slot em Congonhas em dias úteis. A Anac admite que isso pode acontecer. "Isso tudo é uma falácia. O sorteio não vai aumentar a concorrência. É coisa para inglês ver", disse o diretor de marketing da Azul, Gianfranco Beting. A Webjet e a NHT preferem se pronunciar somente após a conclusão do sorteio.
O presidente da companhia, Pedro Janot, disse que a participação da Azul no sorteio é mais para "constar nos autos da Anac", já que a obtenção de apenas um slot não justifica o alto investimento para abrir uma posição de check-in no terminal, por exemplo.
Os executivos também defendem que Congonhas já poderia estar operando com 54 movimentos de pouso e decolagem por hora, como era antes do acidente com o Airbus A320 da TAM, em 17 de julho de 2007, que atravessou a pista do aeroporto e causou a morte de 199 pessoas. Após essa tragédia, a operação em Congonhas foi limitada. A Anac informa que a quantidade de movimentos por hora é atribuição do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).
04 de fevereiro de 2010
CRÉDITO NO AR
Passagem aérea pode ser comprada em até 60 vezes
Com objetivo de ampliar a clientela, companhias buscam parcerias com instituições financeiras
Parcelar é a estratégia mais recente das empresas aéreas para atrair passageiros. Na última terça-feira, a Azul anunciou o pagamento de passagens em até 60 vezes para correntistas do Banco do Brasil (BB), o maior prazo oferecido entre as cinco líderes do mercado nacional. A empresa também aceitará o parcelamento em 48 vezes para clientes do Itaú/Unibanco. Parcelar é a estratégia mais recente das empresas aéreas para atrair passageiros. Na última terça-feira, a Azul anunciou o pagamento de passagens em até 60 vezes para correntistas do Banco do Brasil (BB), o maior prazo oferecido entre as cinco líderes do mercado nacional. A empresa também aceitará o parcelamento em 48 vezes para clientes do Itaú/Unibanco.
A oferta pode ser tentadora. Porém, na opinião do professor do curso de Matemática e Administração da Ulbra Luciano Biehl, os clientes devem ter cautela. Para o especialista, o longo compromisso com a prestação deve pesar na hora da decisão:
– A pessoa tem de ter consciência de que é diferente de comprar um carro. O veículo é um bem durável. Já férias ocorrem todo ano. Dificilmente a pessoa irá ficar esses cinco anos sem tirar férias ou querer viajar. É preciso separar a emoção da razão.
Especialista recomenda evitar prestações longas
Segundo Biehl, equilibrar as contas e pesar as opções é essencial antes de comprometer-se por tanto tempo com uma prestação, por menor que seja. O conselho do administrador é evitar parcelas muito longas e adiar, se possível, a viagem, colocando o valor em uma poupança.
De acordo com o professor, o valor total que seria parcelado em cinco anos geralmente pode ser obtido na metade do tempo, se economizado o valor da prestação, dependendo do juro (confira simulação no quadro acima no item Na ponta do lápis).
Com parceria similar à da Azul, a líder de mercado TAM divide a passagem em até 48 vezes pelo BB e pelo Itaú. O modelo adotado pelas operadoras ainda é restrito aos correntistas dessas duas instituições, mas a intenção é ampliar a oferta.
O diretor financeiro da Azul, Alexandre Malfitani, informou que uma nova parceria deve ser anunciada em breve. No futuro, bancos regionais, como o Banrisul, devem ser procurados para ingressar no negócio.
– Porto Alegre é um mercado muito importante para a gente. Com certeza, tentaremos levar a parceria para os clientes gaúchos também – disse Malfitani.
Sem parceria para financiamento parcelado, a Gol trabalha com até 36 prestações em pagamento via boleto bancário. Com as menores ofertas estão WebJet e OceanAir, respectivamente com 12 e 6 vezes de parcelamento, sem qualquer ligação com instituições financeiras.
A oferta pode ser tentadora. Porém, na opinião do professor do curso de Matemática e Administração da Ulbra Luciano Biehl, os clientes devem ter cautela. Para o especialista, o longo compromisso com a prestação deve pesar na hora da decisão:
– A pessoa tem de ter consciência de que é diferente de comprar um carro. O veículo é um bem durável. Já férias ocorrem todo ano. Dificilmente a pessoa irá ficar esses cinco anos sem tirar férias ou querer viajar. É preciso separar a emoção da razão.
Especialista recomenda evitar prestações longas
Segundo Biehl, equilibrar as contas e pesar as opções é essencial antes de comprometer-se por tanto tempo com uma prestação, por menor que seja. O conselho do administrador é evitar parcelas muito longas e adiar, se possível, a viagem, colocando o valor em uma poupança.
De acordo com o professor, o valor total que seria parcelado em cinco anos geralmente pode ser obtido na metade do tempo, se economizado o valor da prestação, dependendo do juro (confira simulação no quadro acima no item Na ponta do lápis).
Com parceria similar à da Azul, a líder de mercado TAM divide a passagem em até 48 vezes pelo BB e pelo Itaú. O modelo adotado pelas operadoras ainda é restrito aos correntistas dessas duas instituições, mas a intenção é ampliar a oferta.
O diretor financeiro da Azul, Alexandre Malfitani, informou que uma nova parceria deve ser anunciada em breve. No futuro, bancos regionais, como o Banrisul, devem ser procurados para ingressar no negócio.
– Porto Alegre é um mercado muito importante para a gente. Com certeza, tentaremos levar a parceria para os clientes gaúchos também – disse Malfitani.
Sem parceria para financiamento parcelado, a Gol trabalha com até 36 prestações em pagamento via boleto bancário. Com as menores ofertas estão WebJet e OceanAir, respectivamente com 12 e 6 vezes de parcelamento, sem qualquer ligação com instituições financeiras.
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GUILHERME NEVES GUILHERME NEVES
Parcelamento nas alturas
AZUL
- Parcelamento em até 60 vezes para correntistas do Banco do Brasil (com limite disponível no BB Crediário) e em 48 vezes para correntistas do Itaú/Unibanco.
TAM
- Parcelamento em até 48 vezes para correntistas do Banco do Brasil (com limite disponível no BB Crediário) e Itaú/Unibanco.
GOL/VARIG
- Parcelamento em até 36 vezes pelo programa Voe Fácil. Clientes com renda mínima de um salário mínimo podem fazer o cadastro gratuito no site. O pagamento é feito via boleto bancário.
WEBJET
- Parcelamento em até 12 vezes pelo programa Vai Voando, um plano pré-pago, com valor fixo (sem juros), que pode ser parcelado de 3 a 12 vezes. A pessoa viaja após quitação do plano.
OCEANAIR
- Parcelamento em até seis vezes sem juros. A companhia informou que dá preferência ao pagamento sem juros aos clientes, mesmo que resulte no limite de parcelas.
Confira as condições que as cinco maiores empresas oferecem para a aquisição da passagem aérea:

Acionistas da Avianca e da Taca formalizam a união de seus negócios
Qua, 03 de Fevereiro de 2010 16:24
Após concluir a fase de aprovações regulamentares e de concorrência exigidas para a concretização da união anunciada em outubro de 2009, a Synergy Aerospace Corp, acionista majoritária da Avianca, e a Kingsland Holding Limited, proprietária do Grupo Taca, anunciaram, na última terça-feira, a assinatura de um Acordo de Acionistas pelo qual ficam estabelecidas as bases que dão início à união estratégica de seus negócios.
Em decorrência desse acordo, serão reunidos esforços para um negócio conjunto, no qual os acionistas contribuarão com seus investimentos na Avianca e no Grupo Taca, tendo em vista uma nova companhia aérea que se denominará Avianca-Taca Limited, domiciliada nas Bahamas, ficando a propriedade desta última distribuída na proporção de 67% para a Synergy Aerospace Corp. e 33% para a Kingsland Holding Limited.
Desse modo, os diretores encarregados da nova organização darão início a um plano de ação que visa controlar, impulsionar e fortalecer o conjunto das linhas aéreas que integram a Avianca e a Taca e que constituem a rede de maior cobertura das Américas. O Acordo dos Acionistas prevê que as decisões estratégicas serão tomadas por consenso e utilizará os métodos da união entre iguais.
Por parte do Grupo Taca, estão envolvidas as linhas aéreas Taca International, bem como sua propriedade nas companhias aéreas Lacsa, Taca Perú, Aviateca, Sansa, La Costeña, Aeroperlas e Isleña. Por parte da Avianca, estão envolvidas: Avianca, Sam e Tampa, bem como a opção de compra que possui o Grupo Synergy sobre a Aerogal do Equador e sobre a companhia OceanAir do Brasil.
O processo de união e captação de sinergias
O processo de união será efetuado por fases, buscando, primeiro, inovar com vistas ao benefício dos mercados e dos passageiros e, em seguida, avançando progressivamente para uma integração estratégica que permita garantir a posição competitiva das linhas aéreas na América Latina orientada por uma mesma visão.
Sobre a Avianca e a Taca
A Avianca e a Taca produzem, de forma conjunta, receitas anuais de aproximadamente 3 bilhões de dólares (pouco mais de R$ 5,5 bilhões); servem mais de cem destinos em todo o mundo (incluindo 75 cidades da América Latina); operam hoje uma frota de 129 aeronaves modernas de curto, médio e longo alcance; empregam, de modo direto, cerca de 12 mil pessoas; e seus programas de passageiros frequentes contam com mais de 3 milhões de membros.
O atendimento do cliente é a prioridade dos diretores
Roberto Kriete será o presidente da diretoria da organização conjunta, enquanto Fabio Villegas será o CEO (Chief Executive Officer) da Avianca-Taca, Estuardo Ortíz o COO (Chief Operating Officer) e Gerardo Grajales o CFO (Chief Financial Officer). “A formalização desta união nos mostra a necessidade de visualizar sinergias em beneficio dos clientes, bem como o desafio de fortalecer os mercados e oferecer mais cobertura, o que redundará em um desenvolvimento para as comunidades do continente. Por outro lado, o trabalho conjunto nos permitirá consolidar o espírito de integração que sempre inspirou nossa participação na aviação comercial”, declarou Kriete.
Ao mesmo tempo, Germán Efromovich expressou sua satisfação pela forma eficaz com que se realizou o processo de aprovações regulamentares e de concorrência. “Isso denota um bom sinal para a união que se concretiza nesse ano novo. Tenho a certeza de que a grande equipe de trabalho que constitui a família Avianca-Taca saberá responder com denodo ao desafio do serviço e com a qualidade que todos nós esperamos”, acrescentou.
Por sua parte, Fabio Villegas mostrou-se satisfeito em participar desse desafio que ele vai enfrentar junto com Estuardo Ortiz e Gerardo Grajales, respectivamente COO e CFO da organização nascente. “Confio no talento, na capacidade e no entusiasmo para organizar e desenvolver, em equipe, um serviço aéreo de classe mundial. A excelência operativa e uma cultura de alto nível de desempenho, focalizando o cliente, constituem a base sobre a qual continuaremos trabalhando para aproveitar da melhor forma possível as sinergias que as linhas aéreas propiciam em seu conjunto.”
Com efeito, através da mencionada união, pretende-se criar a rede mais completa de serviços de passageiros e de carga da América Latina, desenvolvendo novos mercados a partir de seus centros de conexão com Bogotá, El Salvador, San José de Costa Rica e Lima e, desse modo, oferecer melhores serviços para mais destinos e com mais opções de horários.
Considerando o significativo valor de ambas as marcas em suas respectivas regiões, não são previstas mudanças nos nomes e/ou marcas em curto prazo.
Aeroporto Santos Dumont (RJ) recebe melhorias na área de desembarque
Qua, 03 de Fevereiro de 2010 16:20
O Aeroporto do Rio de Janeiro/ Santos Dumont (RJ) ganhou na última sexta-feira uma nova saída da sala de desembarque. A obra, orçada em R$ 14 mil, proporcionou mais conforto aos passageiros e maior fluidez às operações. Entre as melhorias implementadas, está a instalação de divisórias fixas - que separam os passageiros do público - além de novos monitores de LCD para o Sistema Informativo de Voos.
Segundo o superintendente do Santos Dumont, Emmanoeth e Jesus Vieira de Sá, além da nova saída da sala de desembarque e dos novos monitores de LCD, outras obras serão realizadas. “Após o Carnaval, será instalada uma nova esteira de restituição de bagagens. Haverá, ainda, a substituição dos assentos de toda a área do desembarque. Serão 600 novos lugares”, afirmou o superintendente.
De acordo com a administração do aeroporto, em dezembro, transitaram pelo Santos Dumont cerca de 600 mil passageiros. No acumulado de 2009, um total de cinco milhões de passageiros embarcaram e desembarcaram no terminal carioca.
Webjet bate novos recordes de passageiros transportados
Qua, 03 de Fevereiro de 2010 15:45
A companhia WebJet mais do que dobrou o número de passageiros transportados em janeiro, na comparação com igual período do ano passado. A empresa transportou 437.484 pessoas no mês passado, alta de 107,2% frente igual período de 2009, quando 211.144 mil pessoas voaram pela empresa.
O aumento pode ser atribuído, entre outros fatores, ao ganho de eficiência da empresa, que, com o aumento da frota, que pulou de 11 para 20 aeronaves, passou a oferecer um número de assentos-quilômetro 75% superior em relação a janeiro de 2009, pulando de 213.135.795 para 433.713.268 no período.
De carona no lançamento de produtos como o Vai Voando, que estimula o uso do transporte aéreo pelas classes C e D, a resposta do mercado foi ainda melhor. Frente janeiro de 2009, a demanda dos passageiros-quilômetros avançou 103,49%, proporcionando um aproveitamento médio de 87,49% nos vôos da empresa – crescimento de 12,25 pontos percentuais ante janeiro de 2009.
Publicada em 3/2/2010 20:48:00
Anac propõe unificar taxas à tarifa cobrada em bilhetes
Felipe Niemeyer
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) abriu audiência pública para propor resolução que regulamenta as condições gerais para a cobrança, por parte das empresas de transporte aéreo regular, de itens de custo à parte das respectivas tarifas aéreas, as quais representam o preço a ser cobrado do usuário pela prestação do serviço de transporte aéreo. Na prática, tais cobranças são conhecidas como “adicionais” ou “taxas” e aparecem em separado no bilhete de passagem (cobrança de adicionais de combustível, de emissão e comissão de agentes de viagens).
O problema fundamental associado a esse tipo de prática por parte das empresas aéreas, segundo a agência, refere-se à qualidade da informação que é revelada ao consumidor sobre o produto ou serviço que está sendo adquirido. A Anac sugere que as empresas apresentem o preço final cobrado pelo serviço em um valor único, independentemente do canal de comercialização utilizado. “Deve ficar claro que as companhias aéreas não ficarão impossibilitadas de cobrar pelos custos adicionais associados a canais de venda específicos ou a oscilações de preços de combustível. Esses, como quaisquer outros custos, irão compor o preço cobrado pelo serviço de transporte aéreo. No entanto, todos os itens devem estar incluídos na tarifa aérea, em vez de registrados separadamente”, explica o órgão.
De acordo com a agência, o objetivo é garantir que a tarifa informada ao consumidor reflita precisamente o preço de determinado serviço. “Isso deve melhorar a qualidade de comparação entre os serviços ofertados pelas empresas aéreas e, assim, incrementar a concorrência. Além disso, espera-se que os usuários não se sintam mais lesados devido à decepção de tomar uma decisão de consumo com base em uma dada tarifa e observar um preço final superior”, diz o parecer.
A Anac diz que, pelo lado das empresas aéreas, não deve haver impacto relevante em termos de despesas adicionais para se adequar à medida, dado que se trata apenas de incorporar itens de custo à tarifa. O mesmo raciocínio é válido para as agências de viagem. “Importante ressaltar que tal medida também não acarretará em impactos sobre as receitas das empresas, uma vez que, operando sob um regime de liberdade tarifária, eventuais adicionais que são hoje cobrados podem simplesmente ser repassados à tarifa”, conclui.
O texto da Resolução pode ser acessado no site da Anac, no endereço www.anac.gov.br/transparencia/audienciaspublicas.asp. As contribuições deverão ser encaminhadas ao e-mail
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até as 18 horas do dia 23 de fevereiro de 2010.
Publicada em 3/2/2010 19:04:00
Webjet estuda renovar frota para B-737/700 e 800
Claudio Schapochnik
O dono da Webjet, Guilherme Paulus, estuda “a partir de 2011” renovar a frota dos Boeing 737 da companhia. “Temos uma frota de 20 aviões, todos de Boeing 737/300, e não pensamos em ampliá-la este ano mas, sim, renovar por modelos mais modernos, como os 700 e 800”, afirma Paulus ao Portal PANROTAS no Workshop CVC.
O dono da empresa está contente com o desempenho da empresa. “A marca está consolidada e nossa participação cresce no mercado”, destaca Paulus.
Publicada em 3/2/2010 16:46:00
Alitalia ativa dois novos serviços a bordo
Felipe Niemeyer
A Alitalia implementou dois novos serviços em algumas aeronaves da frota: o “World News” e “Connecting Flights”. Através do serviço “World News” será difundido nos monitores de entretenimento de bordo, um noticiário diário – realizado pela AGI, Agenzia Giornalistica Italia (Agência Jornalística Italiana), uma das principais agências da imprensa do país, com versões em italiano e inglês. A atualização do noticiário ocorre a cada dez minutos.
Já o serviço “Connecting Flights” permite que os passageiros recebam informações essenciais sobre os voos do Grupo Alitalia em conexão com seus voos nos aeroportos de Roma Fiumicino, Milano Malpensa e Milano Linate. A tela com os voos de conexão é ativada nos 30 minutos antes do pouso, e mostra o número dos voos em conexão, o horário da partida, o ponto de destino e o portão do qual está prevista a partida. O serviço oferece aos passageiros informação pontual e completa, facilitando a fase de trânsito e permitindo-lhes solicitar assistência preventiva ao pessoal de bordo, sempre que necessário.
Os dois novos serviços serão disponibilizados em 37 aeronaves de longa, média e curta distância da frota da Alitalia e depois, progressivamente, nas outras aeronaves. Vale destacar que a Alitalia já ativou nos últimos meses outros novos serviços, como o vídeo a bordo em algumas aeronaves, o serviço de Mobile Check-In (que permite receber o cartão de embarque através do celular com acesso à Internet) e a conexão WiFi gratuita e ilimitada nas salas vip.
Publicada em 3/2/2010 16:33:00
Trip planeja expansão a partir do Centro-Oeste
Renê Castro
Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, é o novo hub da Trip no Centro-Oeste. O diretor de Marketing e Vendas da empresa, Evaristo Mascarenhas, adiantou que a novidade para a região é uma operação, já iniciada, entre Cruzeiro do Sul (AC), Rio Branco (AC) e Campo Grande.
“Estamos trabalhando há duas semanas nesta região e os resultados são bastante positivos. A nossa ideia é utilizar Cuiabá para ligar as duas pontas do País”, afirmou Mascarenhas, adiantando que, ainda este ano, pelo menos sete aeronaves chegarão. “Esses novos equipamentos serão bastante utilizados para ligar Guarulhos (SP) ao interior paulista, Minas Gerais e Santa Catarina.”
Atualmente a Trip atende 74 destinos. Até abril, segundo o dirigente, este número chegará a 80. “O nosso desejo é atender 90 destinos até dezembro. Vamos ver se será possível”, vislumbrou Evaristo Mascarenhas, que participa do Workshop CVC, na capital paulista, com um estande.







