Sindicato Nacional dos Aeronautas

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Sindicato Nacional dos Aeronautas / AeroClipping / AeroClipping - 6ª-feira, 05 de fevereiro de 2010 - Ano VIII - N° 24

AeroClipping - 6ª-feira, 05 de fevereiro de 2010 - Ano VIII - N° 24

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O ESTADO DE S.PAULO
Gol vê pressão de baixa sobre passagens aéreas
Jobim diz que Infraero será reestruturada
Folha de São Paulo
British Airways tem perda de US$ 78 mi no 4º trimestre
Helicóptero cai na República Dominicana e mata dois americanos
O Globo
Apagão aéreo
Eleição atrasa decolagem
Gol terá voos extras no Carnaval
Jobim descarta concessões de aeroportos neste momento
Valor Econômico
Embraer investiga incidente ocorrido com jato 190 da Azul
Com voo regular mais caro, cresce demanda por charter no verão
Jornal de Turismo
Air France lança cabine Premium Voyageur
Continental Airlines cresce 4% na taxa de ocupação
Folha do Turismo
Presidente da Infraero assina Termo de Cooperação em Curitiba
Aeroportos ganharão em abril modelo de concessão, diz Min. Defesa
Tap expande sua malha aérea para o Marrocos
Webjet registra utilização de WebBus por 21 mil pessoas
Aviação Brasil
Hong Kong Airlines encomenda seis aeronaves A330-200
Companhias aéreas da região da Ásia-Pacífico irão adquirir 8.000 novos aviões nos próximos 20 anos


O ESTADO DE S.PAULO
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 14:34
Gol vê pressão de baixa sobre passagens aéreas
Presidente da empresa evitou fazer projeções sobre a demanda em 2010
Alberto Alerigi Jr., da Reuters

SÃO PAULO - A Gol está vendo os preços de passagens aéreas sob pressão em 2010 e estima que as tarifas deste ano ficarão na mesma média de 2009, afirmou o presidente da companhia aérea, Constantino de Oliveira Júnior. "Os preços continuam sob pressão de baixa. Acredito que eles vão ficar na mesma média de 2009", afirmou o executivo à Reuters em entrevista por telefone na noite de quarta-feira, 3.

Constantino Júnior está em Nova York para participar de conferência do Raymond James, nesta quinta-feira. O setor aéreo brasileiro passou por forte aumento na demanda de passageiros no final de 2009, impulsionada por promoções e acertos das companhias com instituições financeiras que permitiram o parcelamento de passagens em até 60 meses em alguns casos.

O presidente da Gol evitou fazer projeções sobre a demanda esperada pela empresa em 2010, mas lembrou que o segundo semestre de 2009 apresentou um desempenho "bastante forte".

Somente em dezembro, a demanda do mercado doméstico cresceu quase 38% sobre o mesmo período de 2008, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Com o impulso do final do ano passado, após um primeiro semestre lento, 2009 registrou a maior demanda por passagens aéreas desde 2005 no país.

Smiles
O presidente da Gol disse que sua empresa não prepara uma "resposta" para a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da unidade de gestão de redes de fidelidade e milhagem da rival TAM, Multiplus.

A ação da Multiplus, com estreia na Bovespa na sexta-feira, saiu a 16 reais, abaixo da faixa estimativa feita pelos coordenadores no prospecto da operação, de R$ 18 a R$ 24.

Na avaliação de Constantino Júnior, a rede Smiles, maior programa de milhagem da América Latina, com 6,5 milhões de clientes contra 6,3 milhões da Multiplus, ainda tem "potencial para agregar mais valor". Segundo ele, a Gol não tem em seus planos uma eventual cisão do Smiles para uma oferta de ações no mercado.

"Não está em nossos planos um 'spin off' do Smiles ou de qualquer outra unidade da Gol agora, nem nos próximos cinco anos", cravou Constantino Júnior.

O objetivo da empresa após uma revitalização do Smiles e de sua malha de voos ao longo de 2008 e 2009 é ampliar parcerias do programa com empresas que compram milhas antecipadamente para oferecer como benefício de fidelidade a seus clientes.

Parcerias
Constantino Júnior lembrou os acordos da Gol com Bradesco e Banco do Brasil, que lançaram cartões de crédito com a marca Smiles que permitem parcelamento de passagens e ajudaram a engordar o caixa da companhia aérea em cerca de 250 milhões de reais no ano passado.

No mercado doméstico, a Gol está respondendo aos avanços da TAM em aviação regional também com parcerias, com empresas menores como a Air Minas Linhas Aéreas, em Minas Gerais. A TAM anunciou a compra da Pantanal no final de 2009 com objetivo de criar uma unidade para explorar a aviação regional fora dos grandes pólos de tráfego como São Paulo e Rio de Janeiro.

No exterior, a Gol - segunda maior companhia aérea do Brasil - está se concentrando em rotas no Caribe, que "abrem perspectivas para novas bases na região e na América Central", segundo Constantino Júnior. A Gol está operando voos próprios do Brasil para Curaçao, Aruba e Punta Cana (República Dominicana). Na América do Sul, "os voos estão fortes. Está superada a questão da gripe suína e a crise financeira", afirmou o executivo.

sobe


O ESTADO DE S.PAULO
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 13:35
Jobim diz que Infraero será reestruturada
CÉLIA FROUFE Agencia Estado

BRASÍLIA - A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) passará por uma fase de reestruturação, antes de se cogitar abrir o capital da companhia. Para isso, o governo já estuda linhas de financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As afirmações foram feitas hoje pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, durante cerimônia do balanço dos últimos três anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

"A Infraero é gestora, não tem patrimônio e não se pode pensar em abrir capital de uma empresa que não tem patrimônio", disse Jobim. O ministro afirmou que o governo ainda procura uma modelagem para a realização de concessões de aeroportos e que, por enquanto, essa concessão estaria fora de cogitação.

sobe


Folha Online
05/02/2010 - 07h33
British Airways tem perda de US$ 78 mi no 4º trimestre
da Efe, em Londres

A British Airways informou hoje que, no último trimestre de 2009, registrou um prejuízo bruto de 50 milhões de libras (US$ 78,6 milhões).

O número é melhor que o resultado dos seis meses anteriores, período em que a companhia acumulou perdas de 300 milhões de libras (US$ 472 milhões).

Em nota, a British Arways disse que a política de cortes drásticos que implementou ajudou a melhorar o balanço do último trimestre, quando obteve seu primeiro lucro operacional em mais de um ano, de 25 milhões de libras (frente ao prejuízo de 51 milhões de libras registrado entre outubro e dezembro de 2008).

O resultado da companhia também foi melhor que o previsto pelos analistas, que tinham calculado um prejuízo de 150 milhões de libras no último trimestre de 2009.

O executivo-chefe da empresa, Willie Walsh, comentou: "Estes resultados põem em destaque o impacto das mudanças permanentes nos custos que implementamos na companhia".

"Essas mudanças, combinadas com reduções na capacidade e com cortes nos gastos (...), fizeram os custos operacionais caírem 10,5% e demonstram que nos adaptamos rapidamente às novas realidades criadas na indústria pela recessão global", acrescentou Walsh.

No entanto, o executivo disse que, "apesar de estar no caminho certo, a companhia ainda prevê perdas consideráveis neste ano".

"A mudança estrutural permanente está sendo introduzida em todas as áreas e nos devolverá a uma situação de lucro sustentado", afirmou.

sobe


Folha Online
05/02/2010 - 07h23
Helicóptero cai na República Dominicana e mata dois americanos
da France Presse, em Santo Domingo

Um helicóptero vindo do Haiti caiu na noite desta quinta-feira no oeste da vizinha República Dominicana, matando as duas pessoas a bordo.

Segundo autoridades dominicanas, as vítimas são o piloto John Ward e o copiloto James Jaloe, ambos americanos.

"Até agora temos dois corpos, piloto e copiloto", disse à agência de notícias France Presse o porta-voz do Instituto Dominicano de Aeronáutica Civil, Pedro Jiménez.

Ele explicou que o helicóptero R44 matrícula 7535f caiu às 19h (21h no horário de Brasília).

O acidente aconteceu no município de Restauración, Província de Dajabón, 305 quilômetros ao noroeste de Santo Domingo e na fronteira com o Haiti.

O aparelho decolou da capital haitiana, Porto Príncipe, e viajava com destino a Santiago, norte da República Dominicana.

"Aparentemente era um destes helicópteros de resgate que voam pelo Haiti" depois do terremoto do dia 12 de janeiro, disse Jiménez.

Jiménez disse ainda que os americanos não comunicaram problemas a nenhuma torre de controle e que a causa do acidente só deve ser descoberta após uma investigação da Junta Aeronáutica.

sobe


O Globo
Apagão aéreo
Ancelmo Gois
oglobo.com.br/ancelmo

Apagão aéreo
Ontem, Ricardo Teixeira mal chegou a Zurique, onde fica a sede da Fifa, e já foi recebido por Jérôme Valcke, secretáriogeral, bastante ansioso: — Ricardo, estou começando a ficar muito preocupado com a questão dos aeroportos para a Copa de 2014.

O presidente da CBF concordou: “Jérôme, se você está preocupado, imagine eu.”

Copa que segue...

Aliás, dia 9 de março, as reformas do Maracanã e do Morumbi para a Copa de 2014 serão discutidas numa reunião na Fifa.

Ruy Ohtake, o arquiteto do projeto de reforma do Morumbi, integrará a delegação paulista.

Na delegação carioca, além de técnicos, irão os secretários Régis Fichtner e Márcia Lins

Eu não disse?
No início de 2009, por temer o esvaziamento do Galeão-Tom Jobim, Sérgio Cabral foi contra a decisão da Anac de autorizar mais voos no Santos Dumont.

Ontem, pousaram na mesa do governador dados que parecem confirmar seu temor. No período 2009-2008, o movimento de aeronaves no Galeão caiu 9%. No Santos Dumont, aumentou 34%. No Rio, como um todo, cresceu 7%. No Brasil, 8%.

Para concluir...
Cabral diz: “Eu me senti como aquele personagem do desenho: ‘Eu te disse, eu te disse

sobe


O Globo
Eleição atrasa decolagem
Mesmo com Copa e Olimpíadas, governo desiste de privatizar aeroportos este ano para evitar que oposição explore tema
Geralda Doca e Eliane Oliveira BRASÍLIA

O governo não vai repassar nenhum aeroporto à iniciativa privada este ano para não dar munição à oposição em ano eleitoral, apesar de já ter concluído uma proposta de modelo de privatização. Essa é a avaliação de pessoas próximas ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, que trata pessoalmente do tema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o ministro afirmou que “as concessões estão fora de cogitação”.

Segundo interlocutores, Jobim tem insistido na proposta nas conversas com o presidente. Porém, falta a ele o respaldo da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata à Presidência da República. A ministra já bateu o martelo de que nenhum aeroporto existente será concedido este ano. Para Dilma, o principal para 2010 é concluir a abertura de capital da Infraero, administradora de 67 terminais do país e que poderá vender 49% de suas ações.

— As concessões estão fora de cogitação nesse momento — afirmou Jobim, acrescentando que, ainda assim, o governo trabalha para deixar pronto o modelo de concessão, o que deverá ocorrer em abril.

O tom usado pelo ministro pegou de surpresa técnicos do próprio governo que atuam no setor aéreo, presentes à cerimônia de balanço do PAC. Durante 2009, Jobim manifestara, em mais de uma ocasião, ser favorável à transferência do Galeão (Tom Jobim) e de Viracopos (Campinas), hoje administrados pela Infraero, ao setor privado.

Modelo prevê licitação em bloco
Segundo técnicos, será adotado um modelo de concessão amplo, que permite tanto a licitação de um terminal individualmente quanto em bloco, e o aeroporto todo ou em partes. O serviço de navegação aérea (controle do tráfego) continuará com a Aeronáutica.

De acordo com a minuta da resolução, não será permitido o instrumento da autorização (sem licitação) — como propôs inicialmente a Defesa. O serviço aeroportuário só poderá ser explorado pela iniciativa privada via contrato de concessão.

Caberá ao Conselho de Aviação Civil (Conac), formado por vários ministérios, listar os aeroportos que poderão ser privatizados, levandose em conta o interesse coletivo.

Estados e municípios que quiserem assumir os terminais serão autorizados a fazê-lo via convênio com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O modelo de concessão dá à Anac a prerrogativa de fixar regras a serem cumpridas pelas empresas que vencerem a concorrência: indicadores de qualidade do serviço, requisitos operacionais de segurança e de manutenção e metas progressivas de expansão dos serviços, dentro de prazos previamente estipulados.

A proposta prevê ainda um teto para as tarifas aeroportuárias e reajuste anuais.
Apesar disso, a princípio, informou uma fonte, somente o terminal do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) será construído dentro dos novos moldes.

Nos bastidores, há o temor de que, se incluir Galeão e Viracopos e o processo der errado, haverá reflexos negativos para o PT nas eleições presidenciais. Além da questão política, o governo está ciente de que não há tempo hábil para colocar em prática o processo de concessão este ano — que leva cerca de um ano e meio, afirmou um técnico.

Porém, com a realização dos eventos da Copa e das Olimpíadas, pesa a avaliação por outro lado da necessidade de melhorar a atuação da Infraero. A ela será dada autorização para contratar serviços sem licitação e concluir o processo de reestruturação, em estudo no BNDES, para abertura de capital.

Obras receberão da União R$ 567 milhões
Nesta linha, o governo vai usar o novo marco para repassar à Infraero a concessão dos aeroportos por ela administrados e que são patrimônio da União.

— A Infraero não tem patrimônio, é gestora. Não se pode abrir capital de uma empresa que não tem patrimônio — afirmou o ministro.

O texto do decreto da concessão foi elaborado por um grupo de trabalho composto por cerca de dez técnicos, representantes da Defesa, da Anac e do BNDES, entre outros.

Nos balanço de três anos do PAC, o governo informou ter concluído, ao custo de R$ 250 milhões, sete obras nos aeroportos (Congonhas, João Pessoa, Santos Dumont, Salvador, Boa Vista, Fortaleza e Parnaíba).

Três ainda estão em andamento: Galeão (pista, pátio e terminal de cargas e de passageiros); Congonhas (torre de controle) e Recife (terminal de passageiros e pontes de embarque).

Nas obras em andamento, serão investidos R$ 567 milhões pela União. Receberam sinal vermelho quanto ao andamento das obras três aeroportos: Brasília, Vitória e Macapá (terminal de passageiros) e Guarulhos (pista e pátio).

sobe


Globo Online
Gol terá voos extras no Carnaval
Plantão | Publicada em 04/02/2010 às 13h46m
Erica Ribeiro

RIO - A companhia aérea Gol vai aumentar a oferta de assentos em diversas rotas, para atender a demanda de clientes que viajam durante o Carnaval. Os voos extras começam a ser operados em 6 de fevereiro e se estenderão até dia 21.

"Acrescentamos à operação voos de e para os destinos mais procurados nesta época do ano, para garantir que mais pessoas possam aproveitar as festas, viajando com conforto, rapidez e segurança", diz Leonardo Pereira, vice-presidente responsável pela área de Planejamento da GOL.

Salvador terá mais frequências (voos de ida e volta) a partir de São Paulo (Guarulhos), Rio de Janeiro (Galeão), Belo Horizonte (Confins) e Brasília. Recife, outro destino bastante procurado no Carnaval, terá mais voos de São Paulo (Guarulhos). Para o Rio de Janeiro, a Gol vai reforçar as operações partindo de Brasília, Porto Alegre e São Paulo (Guarulhos). E Florianópolis receberá ligações adicionais de São Paulo (Congonhas e Guarulhos).

No total, serão 84 novos voos na malha da companhia, incluindo programações para outros destinos como Fortaleza, Maceió e Natal. A companhia também terá equipes de reforço em aeroportos, coordenação de voos, planejamento de malha, tripulações comerciais e técnicas, além de mais atendentes em sua central de relacionamento com o cliente. Para o caso de mudanças na programação dos voos, a Gol manterá aeronaves adicionais nos aeroportos mais movimentados do País.

sobe


Globo Online
infraero
Jobim descarta concessões de aeroportos neste momento
Plantão | Publicada em 04/02/2010 às 14h57m
Eliane Oliveira e Geralda Doca

BRASÍLIA - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, descartou, pelo menos por enquanto, a possibilidade de concessões de aeroportos. Segundo ele, o governo ainda procura uma modelagem satisfatória para adotar esse novo regime.

- Concessões estão fora de cogitação neste momento - afirmou o ministro da Defesa, ao participar do balanço de três anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Perguntado sobre a abertura do capital da Infraero, Jobim esclareceu que a estatal terá, primeiro, que passar por um processo de reestruturação e reorganização. Ele acrescentou que está sendo estudada uma linha de financiamento do BNDES para este fim.

- A Infraero não tem patrimônio, é gestora. Não se pode abrir capital de uma empresa que não tem patrimônio - afirmou.

sobe


Valor Econômico
Embraer investiga incidente ocorrido com jato 190 da Azul
Virgínia Silveira, de São Paulo
05/02/2010

A Embraer informou, ontem, que está investigando as causas do incidente que aconteceu, na quarta-feira, com uma aeronave 190, operada pela Azul Linhas Aéreas. O jato teve que fazer um "pouso de precaução" no aeroporto de São José dos Campos (SP), por volta das 14h28, depois que o painel da aeronave enviou uma mensagem de problema no seu sistema de freio.

O avião voava de Porto Alegre para o Rio de Janeiro e, de acordo com a companhia aérea, decidiu pousar de forma preventiva no aeroporto de São José dos Campos, que apresenta condições ideais de segurança operacional. A Infraero chegou a acionar o Corpo de Bombeiros e o Hospital do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), onde está instalado o aeroporto, para dar apoio em caso de emergência.

Segundo comunicado emitido pela Azul, 75 passageiros e cinco tripulantes, que estavam à bordo da aeronave, foram reacomodados pela companhia em ônibus, para o aeroporto de Viracopos, em Campinas, e de lá partiram para o Rio de Janeiro.

Na semana passada, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) emitiu uma diretriz de aeronavegabilidade, que orienta as operadoras do modelo Embraer 190 sobre os procedimentos para a correção de possíveis falhas no sistema de proteção antigelo do motor. O problema no sistema antigelo do 190 foi detectado no ano passado devido a uma falha no software de controle da aeronave, que mandou informação errada para a cabine. Essa falha, segundo a Embraer, não chegou a comprometer a segurança de voo do jato. a Embraer já entregou cerca de 263 jatos do modelo 190, que operam em 60 companhias aéreas de 30 países no mundo.

sobe


Valor Econômico
Com voo regular mais caro, cresce demanda por charter no verão
Voos fretados equivalem entre 3% e 7% da receita das aéreas, que recebem pagamento antecipado
Paola de Moura, do Rio
05/02/2010

De um lado, milhares de passageiros procurando preços mais em conta; do outro, companhias aéreas aumentando tarifas, depois de passar o ano travando uma guerra de preços. O resultado dessa combinação fez os voos fretados, ou charters, se multiplicarem no fim do ano. Só a CVC, a maior operadora de pacotes turísticos do país, fretou 2.241 voos entre 12 de dezembro e 21 de fevereiro, 20% a mais do que na temporada anterior - 70% desses voos foram feitos com a TAM, mas também há contratos com Gol, Passaredo e Trip.

O negócio é bom para as companhias aéreas pois são usadas aeronaves ociosas em horários de pouca demanda, sábados e domingos principalmente, e o aluguel é pago antecipadamente. As aéreas preferem não revelar quanto recebem pelo fretamento, mas o Valor apurou que uma hora de uma grande aeronave custa em média de US$ 13 mil a US$ 14 mil. Além disso, enquanto uma passagem regular pode ser paga em até 48 meses, o voo fretado é, em geral, quitado até 30 dias antes da decolagem.

Os acordos entre as operadoras e as companhias aéreas são negociados com prazo de seis meses a um ano de antecedência. O peso dos charters varia de 3% a 7% na receita total das aéreas. Na Passaredo, por exemplo, que tem um frota menor, a expectativa é de que a fatia atual de 7% chegue a 10% no fim do ano, estima o presidente José Luiz Felício Filho.

Paulo Pimentel, gerente de marketing e produtos da Marsans, que neste ano dobrou o número de fretamentos, diz que é a companhia aérea brasileira que fornece a tripulação, o serviço de bordo e a manutenção da aeronave. "Assim, ela corre um risco menor de ter problemas com a aeronave e deixá-la de voar nos horários normais", explica Pimentel. Em mercados mais maduros há empresas especializadas em fretar apenas as aeronaves.

Neste ano, a previsão da Trip e da CVC é de um crescimento de demanda de 10%. Além disso, os destinos estão mais distantes. A Gol, por exemplo, já tem voo charters para Aruba, no Caribe, que levam mais de cinco horas.

O diretor comercial da Gol, Eduardo Bernardo, conta que 2009 foi o grande ano dos voos charters. A companhia ainda não fechou o balanço, mas o diretor estima que o número de voos feitos em 2008 foi multiplicado por quatro no ano passado. Com a compra da Varig, a Gol passou a ter 108 aeronaves e conseguiu oferecer mais charters. A empresa foi a primeira ter voos fretados para Punta Cana (Aruba) e Isla Margarita (Venezuela). A demanda foi tão grande, que os voos para Aruba passaram a ser regulares. "Esse tipo de voo também serve para testar um destino", diz Bernardo. O fretamento, observa, ajuda a aumentar a produtividade e a reduzir tarifas de voos de carreira.

A operadora de pacotes turísticos TAM Viagens planeja dobrar o número de voos charters contratados - de 25 em 2009 para 50 neste ano. A TAM, diz a empresa, será a única brasileira a operar voos fretados para a África do Sul, com 32 voos em junho.

Outro parceria que cresce são os charters comprados por resorts. A TAM inicia, em junho, voos do aeroporto de Congonhas, na cidade de São Paulo, direto para Cabo Frio, no Rio, em parceria com a Super Breeze, que inaugurará seu resort na região. A companhia também fechou voos fretados com a Club Med, para Itaparica e Trancoso, na Bahia. A rede francesa também usa aviões da Gol.

Para o passageiro, o voo fretado também é bom negócio. As tarifas são, em média, 20% mais baratas. "Se você levar, por exemplo, uma família de quatro pessoas, uma delas sai praticamente de graça", diz Valter Patriani, presidente da CVC, que opera 60 voos fretados por semana, a maioria para o Nordeste, e negocia as temporadas com até um ano de antecedência. "É um negócio sem risco para a companhia aérea. Porque, mesmo que eu não encha o avião, eles recebem 100% do contratado", diz Patriani. Segundo ele, a ocupação média do charters é de 90%, acima da média de voos regulares, que foi de 74,6% em dezembro.

Patriani acredita que o mercado vai crescer muito. "Enquanto na Europa os aviões têm 70% da ocupação com turistas, aqui no Brasil, são 30%", conta. "E a classe C está em busca de pacotes mais baratos", diz. No Brasil, ainda há mais um diferencial, cidades do interior com grande poder aquisitivo não têm voos regulares para destinos turísticos. A Passaredo, por exemplo, está renovando seu contrato com a CVC. São voos fretados de cidades paulistas como Bauru, São José Rio Preto e Ribeirão Preto, sem escala, para Salvador, Maceió, Natal e Fortaleza. O contrato terminaria após o Carnaval e foi renovado até 31 de julho. O arranjo foi possível graças à chegada de sete aeronaves Embraer 145.

A Trip já começou a operar a partir de Cuiabá com destino ao Nordeste. Evaristo Mascarenhas, diretor de marketing e vendas, conta que os preços para o aluguel das aeronaves ainda não subiu em relação ao ano passado, mas este quadro deve se alterar nos próximos meses.

sobe


Jornal de Turismo
Air France lança cabine Premium Voyageur
Qui, 04 de Fevereiro de 2010 14:47

Air France inova em seus serviços ao alinhar espaço e conforto em suas aeronaves. A cabine Premium Voyageur, novo produto da companhia, combina elementos da classe Affaires (Executiva) a tarifas acessíveis e possibilita ao passageiro uma série de benefícios, como a experiência de um dos mais exclusivos serviços de bordo com requintados pratos e bebidas, mais espaço, conforto e privacidade, além de até 25% de milhas adicionais do programa Flying Blue.

Até o final de 2010, a Air France disponibilizará a Premium Voyageur em todos os voos de longa distância (inclusive para o Brasil; exceto nas rotas para Caribe e Oceano Índico) operados pelas aeronaves Boeing 777-300ER, com 28 assentos, Boeing 777-200ER, com 24 assentos, A330 e A340, que contarão com 21 assentos do novo produto. A nova cabine Premium Voyageur se localiza entre as classes Executiva e Econômica.

Os passageiros Premium Voyageur têm disponível 40% a mais de espaço do que os passageiros Voyageur (classe econômica), com uma poltrona de estrutura rígida, individual e reservada que proporciona privacidade e tranquilidade, apoios de cabeça, descansos para pernas e pés totalmente adaptáveis, assentos mais largos e reclináveis a 123º e maior espaço entre as poltronas. Cada assento Premium Voyageur ainda conta com uma tela de 10,4 polegadas, tomada para laptop, bandeja larga que acomoda o computador adequadamente, luz direta para leitura e fone de ouvido redutor de ruídos.

Os clientes que escolherem voar na Premium Voyageur encontrarão em suas poltronas cobertor de lã pura, travesseiro de plumas, garrafa de água individual, nécessaire com produtos Clarins masculinos e femininos, protetores e fones de ouvido, pasta e escova de dentes, pente, máscara de dormir, meias de viagem, bolsa para guardar os sapatos e calçadeira. Todos esses produtos são os mesmos oferecidos na Classe Affaires (Executiva).

Os benefícios aos passageiros da Premium Voyageur se estendem além dos serviços de bordo. Os usuários têm prioridade no check-in tanto em Paris como em outras localidades do mundo, permissão para despachar duas malas com 32 kg, uma franquia de 30 kg em bagagem extra em voos sujeitos ao weight-concept e a prioridade ao desembarcar e recolher a bagagem na esteira.

Além disso, os passageiros membros do programa Flying Blue que comprarem seu bilhete na Premium Voyageur podem acumular mais milhas. Uma passagem na Premium Voyageur recebe até 25% a mais de milhas do que uma passagem na Voyageur, que poderão ser utilizadas nos voos com a Air France, com a KLM e com seus parceiros na aliança SkyTeam.

sobe


Jornal de Turismo
Continental Airlines cresce 4% na taxa de ocupação
Qui, 04 de Fevereiro de 2010 14:01

A Continental Airlines registou no primeiro mês deste ano uma taxa de ocupação de 77,2% (rotas principais e regionais), o que equivale a um crescimento de 4% comparado ao período homólogo de 2009.

Já o load factor das rotas internacionais atingiu os 77,8%, o que significa 6,1% acima do mês de janeiro do ano passado. De acordo com o Departamento dos Transportes Norte-Americano, a transportadora atingiu uma taxa de pontualidade de 82,3% nos seus voos.

Em janeiro, a companhia norte-americana contabilizou sete milhões de passageiros por milha voada e nove bilhões de assentos disponíveis por milha voada, o que resultou num aumento de tráfego de 8,5% e em um crescimento da capacidade de 2,8%. Estima-se que a receita consolidada de passageiros por assento disponível por milha voada tenha caído entre um ponto percentual e dois pontos relativamente ao mesmo período do ano anterior.

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Mercado&Eventos
04/02 - 17:17
Presidente da Infraero assina Termo de Cooperação em Curitiba

O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, assina amanhã (05/02) um Termo de Cooperação Técnica com o Governo do Paraná e com a Prefeitura de São José dos Pinhais para realização de estudos, planos, projetos e empreendimentos visando a implantação de uma nova pista de pousos e decolagens no Aeroporto Internacional de Curitiba/Afonso Pena.
Para os próximos quatro anos, estão previstos investimentos de R$110 milhões em melhorias e obras no aeroporto, destacando-se R$70 milhões para ampliação de Terminal de Passageiros - que terá sua capacidade aumentada para 8 milhões de passageiros/ano - e ampliação de pátio de aeronaves e pistas de táxi.

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Mercado&Eventos
04/02 - 15:47
Aeroportos ganharão em abril modelo de concessão, diz Min. Defesa

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou que os aeroportos brasileiros, hoje administrados pela Infraero, passarão a ser explorados por meio de concessões. Em abril o chefe da Defesa deverá anunciar as novas regras para administraação, no entanto já está definido que o sistema terá duas consequências: as empresas privadas poderão administrar alguns aeroportos e a Infraero terá condições de abrir seu capital, obtendo recursos no mercado para investir.

Com a adoção do novo modelo, a estatal receberá concessões de aeroportos e, assim, passará a ter um patrimônio. "O aeroporto não precisa ser propriedade da Infraero, mas ela precisa ter uma concessão. Hoje, ela não tem nada. A concessão é um patrimônio", disse Jobim.

O ministro deixou claro que a administração de alguns aeroportos será entregue à iniciativa privada, mas que a decisão sobre o que será concedido ainda não foi tomada.

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Mercado&Eventos
04/02 - 15:23
Tap expande sua malha aérea para o Marrocos

A Tap vai abrir, a partir de junho, uma nova linha para Marraquexe, no Marrocos, com uma operação de três voos por semana, às terças, sextas e domingos.

Com a abertura desta nova rota, a Tap passa a cobrir em junho uma rede de dez cidades em oito países da África e a operar um total de 55 ligações semanais entre Portugal e aquele continente. Em Marrocos, Marraquexe junta-se a Casablanca, para onde a companhia voa 13 vezes por semana.

Os voos para Marraquexe têm partida de Lisboa às 17h15 e chegada às 18h55. No sentido inverso, partem da cidade marroquina às 19h35 e chegam no aeroporto de Lisboa (Portela) às 21h15.

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Mercado&Eventos
04/02 - 13:24
Webjet registra utilização de WebBus por 21 mil pessoas

Criado em outubro do ano passado, o WebBus, serviço de transporte gratuito em ônibus executivo entre o Aeroporto Internacional de Guarulhos e o Aeroporto de Congonhas, já ultrapassou a marca de 21 mil pessoas transportadas.

Fruto de uma parceria da Webjet com a Redecard, o WebBus está disponível para os clientes em Guarulhos no piso de desembarque do terminal 2, e, em Congonhas, em frente ao desembarque, na parada dos ônibus executivos. Para utilizá-lo, basta ao passageiro apresentar o cartão de embarque ou bilhete da viagem.

sobe


Aviação Brasil
Hong Kong Airlines encomenda seis aeronaves A330-200
04/02/2010 17:21:40

A Hong Kong Airlines assinou um Memorando de Entendimento (MOU) com a Airbus para a compra de seis aeronaves A330-200. O acordo recente aumentará para 23 o número de A330 adquiridas pela companhia aérea. A Hong Kong Airlines pretende utilizar as aeronaves A330-200 para desenvolver novos serviços em destinos das regiões da Ásia-Pacífico, do Oriente Médio e da Europa.

"As aeronaves A330-200 oferecem alcance e tamanho perfeitos para nos prepararmos para crescer em novos mercados de média e longa distância”, disse o Presidente da Hong Kong Airlines, Yang Jian Hong. "Com essas aeronaves em nossa frota, buscamos criar novos padrões em conforto e serviço, além de desenvolver nossa companhia como uma marca Premium em novos mercados internacionais.”

"O acordo com a Hong Kong Airlines reforça mais uma vez a popularidade da A330 como a aeronave adequada para companhias aéreas de qualidade em todo o mundo," disse o Diretor de Operações para Clientes da Airbus, John Leahy. "A A330 continua sendo a aeronave mais eficiente em operação na sua categoria, oferecendo às companhias aéreas a habilidade de maximizar o potencial de lucros em uma variada gama de operações."

Inaugurada em 2006, a Hong Kong Airlines opera atualmente uma rede completa de serviços, ligando Hong Kong a diversos destinos no continente chinês e nas demais regiões da Ásia. Além dos modelos A330, a companhia aérea também possui 30 aeronaves de corredor único A320 na fila de encomendas.

Fonte: Aviação Brasil
Jornalista: Redação
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São Paulo / SP

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Aviação Brasil
Companhias aéreas da região da Ásia-Pacífico irão adquirir 8.000 novos aviões nos próximos 20 anos
04/02/2010 16:19:02

As companhias aéreas da Ásia e da região do Pacífico irão adquirir cerca de 8.000 novas aeronaves de passageiros e de carga ao longo dos próximos 20 anos, de acordo com a Airbus, fabricante européia de aviões. Avaliado em US$ 1,2 trilhão, esse volume representa um terço das entregas globais previstas até 2028 e a região passa a liderar a demanda por aviões grandes. A previsão mais recente da empresa para a região foi apresentada hoje no Singapore Airshow, por John Leahy, Diretor de Operações para Clientes da Airbus.

Para o mercado de passageiros, a Airbus prevê que o tráfego na região crescerá em média 5,9% por ano, enquanto anualmente o tráfego de carga aumentará 6,3%. Essas estimativas se comparam a uma média global de 4,7% para o tráfego de passageiros e 5,2% para o transporte de carga. Como resultado desse crescimento e da contínua renovação da frota, estima-se que a região deva receber cerca de 880 aviões de grande porte, 2.570 aeronaves de corpo largo e corredor duplo e 4.560 aeronaves de corredor único.

A elevada proporção de aviões de maior porte reflete a concentração das populações em torno dos principais centros urbanos da região, que geram um tráfego de alta densidade em rotas inter-regionais importantes e também uma limitação de capacidade dos destinos internacionais na Europa e América do Norte. Enquanto isso, espera-se que a demanda por aeronaves de corredor único na região sofra uma aceleração nos próximos anos, impulsionada pelo crescimento das companhias de baixo custo e pela abertura de novas rotas entre os destinos secundários, especialmente na China, na Índia e no Sudeste Asiático.

No setor de transporte de carga, a região continuará a dominar o mercado global, com a frota de cargueiros operada por companhias aéreas da Ásia-Pacífico apresentando crescimento de cinco vezes seu tamanho atual, chegando a 1.500 aeronaves. Embora muitos desses aviões venham a ser convertidos de modelos de passageiros, a Airbus prevê que cerca de 340 novos cargueiros serão entregues na região durante os próximos 20 anos. Essas entregas serão predominantemente compostas de aeronaves de corpo largo e representarão 40% da demanda global esperada de novos aviões de carga.

Ao apresentar os detalhes da estimativa, John Leahy disse que dentro de 20 anos a região vai ultrapassar os Estados Unidos e a Europa como o maior mercado do mundo de transporte aéreo, quando as companhias aéreas da região transportarão mais de 30% do tráfego global de passageiros e cerca de 40% do total de cargas aéreas.

"Para atender a essa demanda serão necessários aviões maiores, que irão aliviar o congestionamento e obter mais eficiência com menos equipamentos", disse ele. "Para isso, as companhias aéreas da região receberão mais de 40% das aeronaves de dois corredores e serão responsáveis por mais de 50% da demanda por aviões de grande porte, como os A380. Com uma moderna, eco-eficiente e abrangente linha de produtos, incluindo o único avião totalmente inovador do segmento de aeronaves muito grandes, a Airbus estará particularmente bem posicionada para atender às necessidades das companhias aéreas da região".

O mercado da região Ásia-Pacífico é fundamental para a Airbus e representa um quarto de todas as encomendas da empresa até o momento. A região conta, atualmente, com cerca de 1.430 aviões Airbus a serviço de 66 operadores, além de 1.120 aeronaves já encomendadas. Isso representa 32% da carteira de pedidos da empresa e reflete a importância da região como o mercado de aviação civil com o crescimento mais rápido.

A estimativa da Airbus para a região Ásia-Pacífico faz parte do Global Market Forecast, estudo produzido pela empresa, que prevê uma demanda total de quase 25 mil novos aviões de passageiros e de carga, avaliada em US 3,1 trilhões de dólares entre 2009 e 2028. Essa estimativa inclui uma demanda total de 1.700 aviões de porte muito grande, 6.250 aviões de corpo largo e dois corredores e quase 17.000 aeronaves de corredor único.

Fonte: Aviação Brasil
Jornalista: Redação
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São Paulo / SP

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