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1) O SNA não patrocinou a ação que conseguiu o arresto dos bens da Varig e a divisão da empresa. Tal medida foi adotada por uma comissão eleita em assembléia que não é reconhecida pelos sindicatos que questiona a sua existência e seus poderes e atribuições na justiça.
2) O SNA considera que a intervenção/liquidação foi um instrumento para proteger o interesse dos beneficiários do Aerus, um instrumento da Secretaria de Previdência Complementar (SPC) objetivando garantir aos interesses dos milhares de beneficiários do Aerus. O SNA informa aos participantes que tal situação pode ser revertida, no momento em que a empresa voltar a honrar com os compromissos pactuados com o fundo de pensão.
3) Por fim, o Sindicato reconhece que a situação é delicada e critica e requer muita responsabilidade e racionalidade para encaminhar a solução para manutenção da empresa. A diretoria do SNA permanece em Brasília, mantendo contatos com autoridades do governo federal, por entender que uma imediata intervenção do poder público é a maneira mais adequada para solucionar esta grave crise. Tal intervenção se justifica não apenas pela necessidade permanente de manter em operação aquela que já foi a maior empresa de aviação da América Latina, mas também com o objetivo de preservar os milhares de empregos que estão em jogo.
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