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O SNA esteve reunido na última terça-feira (13 de maio), com representantes da
Oceanair, em caráter emergencial. No encontro foram apresentadas as
justificativas que levaram a empresa a anunciar a suspensão dos vôos (de 37 para
25) e a demissão de 370 aeronautas (220 comissários e 150 pilotos).
Segundo a empresa, a reestruturação se fez necessária em função do aumento dos
custos com combustível, elevados pela alta do barril de petróleo, que subiu
29,4% em 2008.
A empresa se comprometeu em pagar aos aeronautas demitidos todos os direitos
trabalhistas. Para os que vieram da BRA, garantiu o passivo de março (mês em que
houve a transição) até hoje. Também afirmou que as demissões estão sendo dentro
do que prevê a Convenção Coletiva do Trabalho.
O Sindicato está atento e pede aos aeronautas demitidos que denunciem caso não
seja cumprida a legislação.
A Oceanair comprometeu-se ainda que, tão logo se reestruture e volte a crescer,
irá admitir prioritariamente ex-funcionários da empresa. As contratações
ocorrerão em ordem inversa as demissões (os mais antigos serão chamados
primeiro).
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