Após aprovação da categoria em assembleia, o Sindicato Nacional dos Aeronautas assinou no último dia 9 a nova CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) da aviação agrícola para 2018/2019, juntamente com o Sindag (Sindicato nacional das Empresas de Aviação Agrícola).

Confira a íntegra da nova CCT: https://bit.ly/2MnXTGy.

Um grande avanço da nova CCT foi a inclusão de uma cláusula que permite a flexibilização de alguns itens por meio de Acordos Coletivos de Trabalho, sempre mediante aprovação dos tripulantes em assembleia.

Desta forma, podem ser respeitadas as peculiaridades das operações em cada região do país e em diferentes empresas, de forma a atender às necessidades tanto dos pilotos como das companhias.

A nova CCT também garantiu reposição integral da inflação nos salários, corrigidos pelo INPC acumulado de 1/05/17 a 30/06/18, ou seja, 3,59%. Além disso, estabeleceu o piso salarial em R$ 2.595,91.

As diferenças de reajuste salarial retroativas a 1º de julho de 2018 deverão ser pagas aos aeronautas juntamente com o salário de setembro de 2018.

Outra mudança foi a fixação de uma nova data-base. Assim, a partir da CCT de 2019/2020, a renovação da CCT da agrícola se dará em 1º de setembro.

Lembramos que, por força da lei 13.475, a Nova Lei do Aeronauta, além dos pilotos empregados em empresas de aviação agrícola, os pilotos que trabalham como pilotos agrícolas para privados (fazendas, usinas etc) também têm suas relações de trabalho regidas pela CCT.

Por fim, ressaltamos que a participação dos pilotos nesses processos, por meio da associação ao SNA e da presença nas assembleias, é essencial para melhorias nas condições de trabalho.

O departamento jurídico do SNA fica à disposição para eventuais esclarecimentos pelo telefone (11) 5090-5100 ou pelo e-mail juridico@aeronautas.org.br.

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CCT - Agrícola - 2018/2019

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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO – 2018/2019

SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS, CNPJ n. 33.452.400/0001-97, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). ONDINO DUTRA CAVALHEIRO NETO;
 
E

SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIACAO AGRICOLA, CNPJ n. 37.117.421/0001-07, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). JULIO AUGUSTO KAMPF; individualmente designados como “parte” e, em conjunto, como “partes”,
 
celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:

 

CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE


As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 1º de maio de 2018 a 30 de agosto de 2019.

Parágrafo Único: As partes fixam que, a partir da Convenção Coletiva de Trabalho de 2019/2020, a data base da categoria será 1º de setembro.


CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA

A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) Aeronautas, com abrangência territorial nacional.


Disposições Gerais

Outras Disposições


CLÁUSULA TERCEIRA - PISO SALARIAL

Ressalvadas as melhores condições e baseados no princípio da irredutibilidade salarial, os aeronautas pilotos agrícolas abrangidos pela presente Convenção Coletiva de Trabalho receberão um salário mensal fixo de no mínimo R$ 2.595,91 (dois mil quinhentos e noventa e cinco reais e noventa e um centavos).



CLÁUSULA QUARTA - REAJUSTE SALARIAL

 

Os integrantes da categoria, cujo salário fixo mensal for superior ao piso estabelecido na cláusula terceira, receberão a título de reajuste salarial, o valor correspondente ao acumulado do INPC no período compreendido entre 1º de maio de 2017 e 30 de junho de 2018, ou seja, 3,59% (três virgula cinquenta e nove por cento).


Parágrafo Único: As diferenças de reajuste salarial retroativas a 1º de julho de 2018 deverão ser pagas aos aeronautas pilotos agrícolas juntamente com o salário de setembro de 2018.

 

 


CLÁUSULA QUINTA - DESCONTOS EM FOLHA DE PAGAMENTO

Exceto o que prevê o artigo oitavo da Constituição Federal e desde que expressamente autorizadas pelo funcionário, por escrito, e decidido por assembleia da categoria, o empregador abrangido pela presente Convenção Coletiva de Trabalho fica autorizado a efetuar descontos em folha de pagamento em favor do Sindicato Nacional dos Aeronautas – SNA.

 

CLÁUSULA SEXTA - ADICIONAL DE PERICULOSIDADE

Os aeronautas pilotos agrícolas abrangidos pela presente Convenção Coletiva de Trabalho receberão mensalmente adicional de periculosidade, à alíquota de 30% (trinta por cento) incidente sobre o salário mensal fixo contratado.



CLÁUSULA SÉTIMA - PARTICIPAÇÃO NOS RESULTADOS DA EMPRESA

A título de Participação nos Resultados da Empresa, conforme definido na LEI n. 10.101/2000, os aeronautas pilotos agrícolas abrangidos pela presente Convenção Coletiva de Trabalho terão uma participação sobre o faturamento bruto diretamente atribuídos à aeronave sob seu comando em aplicações procedidas. O valor desta participação será obtido pela aplicação de um índice percentual sobre o referido faturamento.

Parágrafo Primeiro: O índice da participação nos resultados a que se refere esta cláusula será o resultado da diferença que se verificar entre o percentual de, no mínimo, 15,5% (quinze e meio por cento) do faturamento bruto e o somatório dos seguintes valores, computados no período do cálculo, e expresso em percentagem do faturamento bruto:

I – Salário fixo mensal;

II – Adicional de periculosidade;

III – Adicional de férias;

IV – 13º salário;

V – Recolhimentos em favor do aeronauta piloto agrícola ao FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

 Parágrafo Segundo: Facultado ao empregador, estabelecer a seu critério, percentual superior ao contido no parágrafo 1º desta cláusula, sem obrigação de mantê-lo nos exercícios subsequentes, porém sempre respeitando o mínimo estabelecido no parágrafo primeiro.

Parágrafo Terceiro: O percentual referido na cláusula anterior, e calculado conforme o parágrafo primeiro da presente cláusula, será aplicado sobre a importância resultante da soma dos valores dos serviços efetuados, a mando do empregador, pelo aeronauta piloto agrícola, e utilizando a aeronave operada pela empresa/empregador nos períodos a seguir:

O período aquisitivo inicia-se em 1º de maio de 2018 encerrando-se em 30 de abril de 2019. O pagamento de no mínimo 50% (cinquenta por cento) ao aeronauta piloto agrícola em 30 de julho de 2019 e pagamento do saldo em 30 de setembro de 2019.

 Parágrafo Quarto: Em caso de demissão do aeronauta piloto-agrícola após ter adquirido o direito a Participação nos Resultados e ocorrendo a demissão antes da data de quitação por parte do empregador, o mesmo receberá o saldo credor nas datas previstas no parágrafo terceiro.

Parágrafo Quinto: Mediante requerimento, a empresa apresentará documento hábil que comprove o faturamento bruto que serviu de base para o cálculo da participação conforme determina o art. 2º, parágrafo 1º, da Lei 10.101/2000.

CLÁUSULA OITAVA - COMPLEMENTAÇÃO DO BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO

Ressalvadas as condições mais favoráveis em vigor, ao aeronauta piloto agrícola que for licenciado pelo INSS – INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL, até o limite de 180 (cento e oitenta) dias, será concedido pela empresa e/ou empregador um auxílio correspondente à diferença entre o salário e o valor do benefício, quando o licenciamento ocorrer por acidente de trabalho ou doença ocupacional.

Parágrafo Único: O disposto nesta cláusula não se aplica aos aeronautas (pilotos agrícolas) que já perceberam o benefício através do sistema de previdência privada ou de qualquer outro, devendo apenas ser complementado, quando for o caso, até os limites estabelecidos nesta cláusula.



CLÁUSULA NONA - RESSARCIMENTO DE DESPESAS QUANDO FORA DA BASE

O empregador assumirá na íntegra as despesas de estada, locomoção e alimentação do aeronauta piloto agrícola, quando prestando serviços fora da área de abrangência da base contratual, definida no contrato de trabalho / CTPS.



CLÁUSULA DÉCIMA - READMISSÃO ATÉ 12 (DOZE) MESES CONTADOS DA DISPENSA

Todo aeronauta piloto agrícola readmitido até 12 meses após sua dispensa fica desobrigado de firmar contrato de experiência.



CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - DO TÉRMINO DO CONTRATO DE EXPERIÊNCIA

Findo o período do contrato de experiência, o aeronauta piloto agrícola que permanecer vinculado à empresa envidará esforços para fixar residência no município estabelecido como base contratual.



CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - DO CONTRATO DE EXPERIÊNCIA

O contrato de experiência do aeronauta piloto agrícola será de 30 (trinta) dias, prorrogáveis somente por mais 30 (trinta) dias.



CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - PROIBIÇÃO DE MÃO-DE-OBRA LOCADA

Fica proibida a contratação de mão-de-obra locada para a função de piloto agrícola, ressalvadas as hipóteses previstas em lei.



CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - INDENIZAÇÃO POR RETENÇÃO DA CTPS

Ao aeronauta piloto agrícola fica estabelecido o direito à indenização correspondente ao valor de R$ 113,35 (cento e treze reais e trinta e cinco centavos), por dia de atraso, após o prazo de 48 (quarenta e oito) horas, contado da hora da entrega na sede da empresa da CTPS, para as anotações do contrato de trabalho, até o limite estabelecido na CLT. A CTPS deverá ser recebida e devolvida mediante recibo por parte do empregador.


CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - FUNÇÕES ESPECÍFICAS DE AERONAUTA PILOTO AGRÍCOLA

É vedado às empresas/empregadores exigirem que os aeronautas pilotos agrícolas exerçam funções não presentes na Lei 13.475/17 excetuando-se desta vedação tarefas que de alguma forma, ainda que indireta, tenham relação com a atividade de pilotagem agrícola e de segurança de voo, tais como: voos de experiência, treinamento, vistoria de áreas de aplicação e pistas de pouso.

Parágrafo Único: Está assegurado a todos os aeronautas pilotos agrícolas abrangidos pela presente Convenção Coletiva de Trabalho que, no desempenho de suas atividades, terão incondicional apoio das empresas/empregadores para o fiel cumprimento desta Convenção, das normas de Segurança de Voo, dos RBACs, do Código Brasileiro de Aeronáutica, das leis e portarias que regulamentam a atividade aero agrícola no Brasil.



CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - MATERIAIS E EQUIPAMENTOS TÉCNICOS GRATUITOS

As empresas e/ou empregadores, fornecerão gratuitamente, todos os materiais e equipamentos técnicos necessários à execução das tarefas a bordo das aeronaves agrícolas, sendo os referidos materiais devidamente adequados ao tipo de operação a ser desenvolvida. A seleção do material é de obrigação da empresa e/ou empregador, observando as regras e normas a que se destina, ficando sob responsabilidade do aeronauta piloto agrícola sua guarda e manutenção, visando mantê-lo em condições de uso.



CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO TÉCNICA – REVALIDAÇÃO

A empresa facilitará o uso da aeronave agrícola, na sua sede operacional, afim de que o aeronauta piloto agrícola efetue voos de revalidação do CHT – Certificado de Habilitação Técnica (recheques), sem ônus para o aeronauta. Cópia do Certificado revalidado deverá igualmente ser entregue na empresa para arquivamento junto à documentação do empregado.

 

CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - PREENCHIMENTO DE DOCUMENTAÇÃO

O aeronauta piloto agrícola é responsável pelo correto e integral preenchimento dos relatórios de bordo e de aplicação, elaboração de croqui da área aplicada e coleta de assinatura do cliente ou seu preposto no referido documento, a fim de comprovar a execução do serviço. Cópia dos relatórios serão destinadas ao aeronauta piloto agrícola.



CLÁUSULA DÉCIMA NONA - ACOMODAÇÃO INDIVIDUAL

As empresas/empregadores fornecerão acomodação individual para todo o aeronauta piloto-agrícola, quando em serviço externo e pernoitando fora de sua base contratual, exceto em casos que não exista tal condição no local do pernoite.



CLÁUSULA VIGÉSIMA - DO ZELO PELA BOA IMAGEM DA EMPRESA

O piloto agrícola através de sua atuação, postura, comportamento e aparência, bem como pela operação responsável da aeronave, deverá zelar junto aos clientes pela boa imagem da empresa na qual trabalha.

CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - PREENCHIMENTO DE VAGAS

As empresas, no caso de admissão de aeronauta piloto-agrícola se comprometem a consultar o SNA – SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS, sobre a disponibilidade de profissionais, informando em cada oportunidade as condições exigidas para a admissão. Os aeronautas pilotos agrícolas, de forma recíproca, se comprometem a consultar o SINDAG – SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA, sobre a disponibilidade de vagas.

Parágrafo Único – As entidades manterão cadastros atualizados.



CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - CÓPIA DA RAIS

As empresas/empregadores remeterão ao SNA – SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS, cópias da RAIS – Relação Anual de Informações Sociais, no mesmo mês de sua entrega ao Ministério do Trabalho e Emprego – M.T.E.



CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA - SERVIÇO EXTERNO

Considerando-se que o trabalho do piloto agrícola se caracteriza como serviço externo aplica-se a ele o disposto no Artigo 62, I da CLT.


CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA - INÍCIO DO PERÍODO DE GOZO DE FÉRIAS

O início das férias coletivas ou individuais não poderá coincidir com sábado, domingo ou feriado, devendo as empresas dar ciência ao aeronauta piloto-agrícola, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, conforme artigo 135 da CLT.

 


CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA - DO FORNECIMENTO DO E.P.I. - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

 

O empregador obriga-se a fornecer e, o aeronauta piloto agrícola obriga-se a utilizar e manter em adequadas condições os E.P.I.s – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, compatíveis inclusive com sua compleição física, com o tipo de serviço a ser executado e com os produtos utilizados nas aplicações. Tais equipamentos serão entregues pelo empregador ao aeronauta piloto agrícola mediante recibo. Uma vez entregue, como acima descrito, desobriga-se o empregador de qualquer ocorrência ou consequência que tenham como causa ou agravante a sua não utilização.



CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA - CERTIFICADO MÉDICO AERONÁUTICO-CMA

A empresa concederá dois dias de folga semestrais ou anuais, conforme o caso, para o aeronauta piloto agrícola revalidar o CMA – Certificado Médico Aeronáutico. Para fazer jus ao previsto nesta cláusula, o aeronauta deverá informar à empresa/empregador, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, a data prevista para sua revalidação.

Parágrafo Primeiro: Preferencialmente, o certificado aludido no caput desta cláusula, deverá ser revalidado no período de entressafra, exceto quando independer da vontade do aeronauta piloto-agrícola. Cópia do CMA – Certificado Médico Aeronáutico revalidado, deverá ser entregue à empresa/empregador, observando-se ainda o disposto na Lei 13.475/17.

Parágrafo Segundo: A empresa reembolsará ao aeronauta piloto agrícola, no prazo de 30 dias, mediante solicitação e apresentação dos comprovantes de pagamento, o valor da taxa de revalidação do CMA – Certificado Médico Aeronáutico.


CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - RESSARCIMENTO DE DESPESAS MÉDICAS

As empresas/empregadores ressarcirão as despesas efetuadas pelos aeronautas pilotos agrícolas com a realização de exames médicos, quando requeridos pelo departamento médico da empresa, bem como estudarão a viabilidade de implantação de plano de saúde para seus tripulantes.



CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA - LIBERAÇÃO DO DIRIGENTE SINDICAL

Assegura-se a liberação, até o limite de 3 (três) dias por mês, do Dirigente Sindical eleito, para frequência livre em assembleias e reuniões sindicais devidamente comprovadas, e o recebimento da remuneração correspondente com base no salário mensal.



CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA

Conforme deliberado em Assembleia Geral da categoria profissional e comprovado pelo SNA – SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS, as empresas/empregadores descontarão em folha de pagamento, 2% (dois por cento) do salário fixo mensal do mês de novembro de 2018 de cada aeronauta piloto agrícola, para repasse ao SNA, no mês subsequente, a título de Contribuição Confederativa.

 


CLÁUSULA TRIGÉSIMA - ENCAMINHAMENTO DAS GUIAS DE DESCONTO

As empresas encaminharão ao SNA – SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS, cópia das guias de Contribuição Sindical e Confederativa, com relação nominal, no prazo de 30 (trinta) dias após o desconto.



CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL PATRONAL

As Empresas de Aviação Agrícola recolherão ao SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA, às próprias expensas, o valor de R$ 300,00 (trezentos reais), através de boleto bancário, com vencimento em 31 de dezembro de 2018.


CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA – ACORDOS COLETIVOS DE TRABALHO

As partes acordam que algumas disposições da presente Convenção Coletiva de Trabalho, poderão ser flexibilizadas através da celebração de  Acordos Coletivos de Trabalho, entre as Empresas de Aviação Agrícola e o SNA – Sindicato Nacional dos Aeronautas, mediante aprovação assemblear,  respeitadas as peculiaridades de cada empresa e região do país, as quais poderão contar com a colaboração do SINDAG - SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA.


CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA – MULTA


Desrespeitando a Convenção Coletiva, estarão obrigadas as empresas ao pagamento de uma multa de 10% (dez por cento) do valor do salário fixo a cada mês de descumprimento, revertido em favor do empregado prejudicado.

 

ONDINO DUTRA CAVALHEIRO NETO
Presidente
SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS



JULIO AUGUSTO KAMPF
Presidente
SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIACAO AGRICOLA

 

O SNA participou, entre os dias 6 e 9 de agosto, do Congresso da Aviação Agrícola do Brasil, realizado em Maringá-PR pelo Sindag (Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola). 

O presidente do SNA, comandante Ondino Dutra, o secretário de Relações Internacionais do SNA, comandante Marcelo Ceriotti, e o representante agrícola do SNA, comandante Gianni Bozetto, apresentaram palestras durante o evento, que serviu também como oportunidade para aproximar o SNA dos tripulantes da agrícola.

Confira algumas fotos do evento:


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O Sindag (Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola) realiza, entre os dias 6 e 9 de agosto, em Maringá-PR, o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil.

O evento conta com apoio do SNA.

No dia 8, haverá palestras com o presidente do SNA, comandante Ondino Dutra, com o secretário de Relações Internacionais do SNA, comandante Marcelo Ceriotti, e com o representante agrícola do SNA, comandante Gianni Bozetto.

Pilotos associados ao SNA podem fazer inscrição gratuita usando o código PILOTO.

Acesse o site do congresso: http://sindag.org.br/congressosindag/.

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O Sindicato Nacional dos Aeronautas fez nesta sexta-feira (27), em Porto Alegre, uma reunião com o Sindag (Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola) para negociação da renovação da Convenção Coletiva de trabalho da categoria para 2018/2019.

No encontro, o sindicato patronal se comprometeu a enviar ao SNA uma proposta de acordo para ser levada a deliberação dos tripulantes em assembleia que será realizada no próximo dia 9 de agosto, às 15h, em Maringá-PR, durante congresso do Sindag —veja o edital completo com endereço: https://bit.ly/2JZU7hr.

O SNA ressalta a importância de que cada aeronauta da aviação agrícola participe da assembleia para discutir a renovação da CCT, de forma a promover mudanças e melhorias. 

Participe e faça sua parte!

Associe-se ao SNA
Via site: https://tinyurl.com/sna-associe-se
Via Whatsapp: 21 98702-6770 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo disposto no art. 22, “a” e no art. 20, §1º, “b do estatuto da entidade sindical e observados os demais requisitos legais, em especial o previsto no art. 615 da Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT”, convoca os aeronautas da Aviação Agrícola, para Assembleia Geral Extraordinária permanente que será realizada no dia 09 de agosto de 2018, às 15:00 horas em primeira convocação e às 15:30 horas em segunda e última convocação em Maringá: Sociedade Rural - Av. Colombo, 2186, Maringá/PR, para a seguinte ordem do dia: A) Avaliação e deliberação da Pauta de Reivindicação da categoria para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da Aviação Agrícola 2018/2019; B) Autorização para negociação pelo SNA da Pauta de Reivindicação; C) Autorização para o SNA instaurar o Dissídio Coletivo, caso malogrem as negociações junto ao Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola - SINDAG. 

Rio de Janeiro, 27 de julho de 2018.

Ondino Dutra Cavalheiro Neto
Presidente

O Sindicato Nacional dos Aeronautas convoca os tripulantes da aviação agrícola para assembleia que será realizada nesta quarta-feira (18), em Carazinho-RS, às 16h30, para deliberação sobre a pauta de reivindicações da categoria para a renovação da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) para 2018/2019. Veja o edital completo: https://bit.ly/2LjnKM1.

Esse é o momento de cada aeronauta dar sua contribuição e sugerir mudanças e melhorias na CCT. Ressaltamos que a presença dos tripulantes é essencial para a discussão e formação da pauta —e para o sucesso nas negociações.

Sugestões também podem ser enviadas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Participe e faça sua parte!

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo disposto no art. 22, “a” e no art. 20, §1º, “b do estatuto da entidade sindical e observados os demais requisitos legais, em especial o previsto no art. 615 da Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT”, convoca os aeronautas da Aviação Agrícola, para Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 18 de julho de 2018, às 16:30 horas em primeira convocação e às 17:00 horas em segunda e última convocação no seguinte local: Carazinho – Aeroclube de Carazinho – Rua Sadi Kissmann, nº 800, Santa Terezinha, Carazinho/RS , CEP: 99500-000, para a seguinte ordem do dia: A) Avaliação e deliberação da Pauta de Reivindicação da categoria para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da Aviação Agrícola 2018/2019; B) Autorização para negociação pelo SNA da Pauta de Reivindicação; C) Autorização para o SNA instaurar o Dissídio Coletivo, caso malogrem as negociações junto ao Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola - Sindag. 

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2018.

Ondino Dutra Cavalheiro Neto
Presidente

O Sindicato Nacional dos Aeronautas fez denúnica ao MPF (Ministério Público Federal) sobre ameaças sofridas por aeronautas que atuam em serviços aeroagrícolas na região de Catanduva-SP.

As ameaças foram publicadas em rede social, onde é alegado que a operação dos aviões agrícolas causa prejuízos à criação de abelhas ― as aeronaves operam na pulverização das lavouras de cana-de-açúcar da região.

A página incentiva os seguidores do perfil a praticarem atos violência contra os aviões. Usuários chegam a escrever que "tem que dar tiro de 12" e que "tem que derrubar mesmo".

O Sindag (sindicato patronal da aviação agrícola) já registou inclusive Boletim de Ocorrência relatando as ameaças.

O SNA fica à disposição dos aeronautas caso existam novas ameaças ou fatos relacionados ao tema.

Em caso de dúvidas, entrem em contato com o departamento jurídico do SNA por meio do e-mail juridico@aeronautas.org.br ou pelo telefone 11 5531-0318.

O Sindicato Nacional dos Aeronautas, a convite do Sindag, participou na última quarta-feira (25) de evento em Primavera do Leste (MT) no qual foi debatido o tema “Boas Práticas Contra os Projetos de Proibição”, relativo à aviação agrícola.

Representante agrícola do SNA, o piloto Gianni Bozetto apresentou aos participantes as ações realizadas pelo sindicato em favor da categoria e os projetos que estão sendo elaborados para 2018.

Bozetto também teve a oportunidade de se reunir com associados do SNA, recebendo sugestões de melhorias e agregando conhecimentos para fortalecer a união e gerar novas ações.

O SNA, juntamente com os pilotos agrícolas, vem atuando intensamente para conscientizar  a todos sobre a importância de debates técnicos sobre as questões da aviação agrícola e continuará trabalhando cada vez mais em prol da categoria.

O Sindicato Nacional dos Aeronautas participou nesta segunda-feira (3), em Fortaleza, de um workshop voltado à aviação agrícola, dentro da programação do Agropacto 2017-Ceara.

Representaram o SNA o comandante Gianni Bozetto, representante do sindicato para a aviação agrícola, e o assessor técnico Marcelo Drescher, que esclareceram procedimentos do setor agrícola e buscaram apoio contra o projeto de lei 18/2015, de autoria do deputado estadual Renato Rozeno (PSOL), cujo objetivo é proibir a aviação agrícola de atuar no Ceará.

Estiveram presentes, além do SNA, as seguintes entidades: Faec, Senar, Sebrae, Sindag, Adagri, Fieg, Conag, Sindiveg, Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria de Agricultura, Associação de Apicultores. Também compareceu o deputado estadual Sergio Aguiar.

O SNA está buscando em todo o país a união dos setores envolvidos no agronegócio para defender formas seguras e fiscalizadas para a aplicação aérea, defendendo sempre os postos de trabalho dos aeronautas. 

A atuação do SNA vem aumentando graças ao número crescente de pilotos agrícolas associados e preocupados com o futuro do segmento.

O Sindicato Nacional dos Aeronautas participou na quinta-feira (28) da audiência pública realizada na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) sobre os impactos da pulverização aérea de agrotóxicos no Estado.

Os comandantes Gianni Bozetto e Morandini, representantes do SNA na aviação agrícola, levaram à discussão alternativas para que não se imponham restrições às operações aéreas no setor, prejudicando a categoria dos aeronautas.

Nesta sexta-feira, Gianni e Morandini estão em Matão, no interior de São Paulo, para fechar um Acordo Coletivo de Trabalho com a empresa Citrosuco. Na próxima segunda-feira, Gianni vai para o Ceará atuar na defesa dos pilotos agrícolas em outra lei estadual que pretende restringir a aplicação aérea agrícola.

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