Ifalpa comunica rebaixamento da classificação do espaço aéreo brasileiro

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A Ifalpa (Federação Internacional das Associações de Pilotos) enviou um comunicado à SAC (Secretaria de Aviação Civil) em que informa que o espaço aéreo brasileiro foi rebaixado para a categoria “Critically Deficient” (Criticamente deficiente), após decisão tomada na conferência realizada pela entidade entre os dias 14 e 18 de abril, em New Orleans (EUA).

O perigo baloeiro, assunto em pauta nos últimos encontros sobre segurança da aviação, foi o fator determinante para a Ifalpa tomar essa decisão.

O Sindicato Nacional dos Aeronautas, ao lado das associações ATT, Abrapac e Asagol, lidera debates sobre esse assunto e apresentou diversos estudos a respeito desse tema nos últimos encontros entre entidades do setor.

Apesar do aviso da IFALPA em dezembro, alertando para a possibilidade de rebaixamento, não houve resposta satisfatória dos órgãos competentes no Brasil.

Com isso, o espaço aéreo brasileiro passou a ter a mesma classificação de países com zonas de guerra, locais com aeroportos improvisados e regiões sem sistemas de controle de tráfego aéreo.

A Ifalpa informou que se as medidas necessárias não forem tomadas o quanto antes reforçará as orientações para as companhias aéreas internacionais evitarem o espaço aéreo brasileiro, inclusive durante os Jogos Olímpicos.

O SNA e as associações estão trabalhando junto à Ifalpa para encontrar soluções que possam mitigar esse problema no país. O objetivo é continuar o trabalho realizado para auxiliar na resolução da questão e fazer com que o Brasil recupere a categoria de espaço aéreo seguro na análise da entidade.

Veja a carta enviada pela Ifalpa à SAC.

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