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Rio de Janeiro, segunda-feira, 17 de novembro de 2008 - Ano VI - Nº 222

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Clippings de meses anteriores

Pesquisa: Sonnenstrahl


Folha de São Paulo
Gol anuncia prejuízo trimestral de R$ 474 mi
Laudo culpa Anac, Infraero, Airbus e TAM
Indiciamentos não interferem no pagamento de indenizações
Inquérito da polícia tem 336 depoimentos
Laudo da Aeronáutica será inconclusivo
O ESTADO DE S.PAULO
Gol perde R$ 294,3 milhões no terceiro trimestre
Perícia do IC se contradiz no inquérito
Famílias ainda querem denúncia por homicídio
Denise Abreu e diretor da Anac criticam laudo do IC
O Globo
É meu... vi primeiro
Milhagem impossível para quem não tem e-mail
TAM: culpados por tragédia não devem ser presos
A Boeing adiou...
Valor Econômico
Azul encomenda avião menor para voar no Santos Dumont
Passaredo alugará jatos da Embraer
Vendas e encomendas de jatinhos executivos desabam
Diário do Nordeste
Terminal de cargas do Pinto Matins: Avança 1ª obra local do PAC
ZERO HORA
OceanAir amplia vôos para Porto Alegre


Folha de São Paulo

Gol anuncia prejuízo trimestral de R$ 474 mi

Segundo a companhia, perda ocorreu pela alta do dólar; resultados operacionais melhoram em relação ao 2º trimestre
Prejuízo é mais do que o dobro dos R$ 216,7 mi do segundo trimestre; números serão mostrados hoje aos investidores

ROBERTO MACHADO
DA SUCURSAL DO RIO

A Gol Linhas Aéreas teve prejuízo de R$ 474,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, segundo resultados preliminares do desempenho da empresa divulgados ontem. O resultado inclui as despesas financeiras e obedece aos padrões contábeis brasileiros (BR Gaap).
O prejuízo líquido é mais do que o dobro do registrado no segundo trimestre (R$ 216,7 milhões) e seis vezes superior ao verificado no primeiro trimestre (R$ 74 milhões). Nos três trimestres, o prejuízo total foi de R$ 765 milhões.
Segundo a Gol, o prejuízo é efeito da variação cambial negativa, ou seja, da alta do dólar, sem impacto sobre o caixa da companhia. As perdas com operações de hedge (proteção) somaram R$ 48 milhões.
Anteriormente, a empresa já havia informado que teria perdas com operações de hedge contra a variação do preço do petróleo. Essas perdas foram incorporadas ao resultado financeiro.
Os resultados trimestrais da Gol foram divulgados somente na tarde de ontem, depois de dois adiamentos. A divulgação, prevista para o dia 7 deste mês, havia sido transferida para o dia 14, após o fechamento do mercado. Hoje, o presidente da empresa, Constantino de Oliveira Júnior, vai apresentar os números para os investidores.
A apresentação da Gol utiliza também o padrão contábil americano (US Gaap). Por ele, o prejuízo líquido no terceiro trimestre foi de R$ 294,3 milhões e, pela primeira vez no ano, a companhia aérea registrou lucro operacional (descontando despesas financeiras e impostos) de R$ 61,2 milhões.
Mas, seguindo os padrões contábeis brasileiros, houve prejuízo operacional de R$ 28,8 milhões no terceiro trimestre -bem abaixo do registrado no segundo (R$ 297,3 milhões).
No acumulado do ano, de acordo com o padrão contábil americano, adotado pela Gol, o prejuízo é de R$ 469,5 milhões.

Receitas de R$ 1,8 bi
As receitas da Gol atingiram R$ 1,8 bilhão, com alta de 37,2% em relação ao terceiro trimestre de 2007. A companhia transportou 6 milhões de passageiros no trimestre encerrado em setembro -mais 8,7% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Já na comparação com os dois primeiros trimestres de 2008, houve quedas: 1,1 milhão de passageiros a menos em relação ao segundo trimestre e 400 mil passageiros a menos na comparação com o primeiro.
A taxa de ocupação também caiu: ficou em 60% no terceiro trimestre, contra 64,6% no segundo deste ano e 61,2% no terceiro trimestre do ano passado.
O custo por assento por quilômetro subiu 22,4% em relação ao terceiro trimestre de 2007, atingindo R$ 0,1742. Já o "yield" (média que o passageiro paga por quilômetro voado) aumentou 24,7%, para R$ 0,27. No mesmo período, o preço do combustível subiu 57%.
Ainda segundo os resultados divulgados ontem, a liquidez total da Gol somava R$ 2,4 bilhões no dia 30 setembro, com caixa de R$ 723 milhões e R$ 668,3 milhões depositados com a Boeing como adiantamento para aquisição de aeronaves.

sobe


Folha de São Paulo 15/11/08

Laudo culpa Anac, Infraero, Airbus e TAM

Com base em relatório do IC, ao menos dez pessoas serão indiciadas, segundo promotor, pelo acidente que deixou 199 mortos em 2007
Acusados responderão pelo crime de atentado contra segurança do tráfego aéreo, com pena de até 6 anos; nomes não foram divulgados

DA REPORTAGEM LOCAL

Pelo menos dez representantes da Infraero, da Anac, da TAM e da Airbus deverão ser indiciados como os responsáveis pelo maior acidente da história da aviação aérea brasileira, em julho de 2007, quando 199 pessoas morreram.
Eles responderão pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, com pena de até seis anos de detenção.
O indiciamento será feito pela Polícia Civil, segundo o promotor Mário Luiz Sarrubbo, 45, com base no laudo final do IC (Instituto de Criminalística), que aponta a responsabilidade de cada um no processo que culminou no acidente.
O documento, segundo ele, deverá ser apresentado na próxima semana. "Nesse momento, podemos dizer que temos 95% dessa questão fechada", afirmou Sarrubbo.
De acordo com o promotor, que não quis divulgar o nome das pessoas que serão indiciadas, o acidente foi provocado por uma série de fatores que vão da qualidade da pista do aeroporto de Congonhas até o treinamento inadequado dos pilotos da TAM para atuar com um dos reversos da aeronave inoperantes.
"Não falo em nomes. São vários tijolinhos apontando para aquele resultado final", disse.

A culpa de cada um
O laudo aponta irregularidades que teriam sido cometidas pela TAM, como treinar de forma inadequada os pilotos (capacitados de forma imprópria para pousar em pista molhada e com um dos reversos travados) e ignorar recomendação da Anac de não pousar em Congonhas com um reverso inoperante e pista molhada.
Sarrubbo diz que a empresa também errou ao não orientar os pilotos a seguir o manual do fabricante, com regras sobre a posição correta dos manetes.
Para o promotor, o IC conseguiu concluir que os manetes estavam em posição errada, apesar de o equipamento estar todo queimado -a conclusão foi permitida pela análise dos registros das caixas-pretas.
O relatório do inquérito policial, porém, afirmará que não é possível dizer se houve falha humana ou defeito mecânico em relação ao posicionamento incorreto dos manetes.
"Apurou-se que várias tripulações que operaram essa aeronave nos vôos anteriores estavam trabalhando da mesma forma. Estavam operando de forma errada esse posicionamento de manetes. Bem se vê que era um padrão. É óbvio que quando um erro vai sendo cometido várias vezes uma hora a gente chega na tragédia", disse o promotor.

Problema de fabricação
Mesmo com o manete na posição errada, o relatório do IC deve apontar que o acidente poderia ter sido evitado caso o Airbus usado pela TAM tivesse um dispositivo de segurança -daí o fato de um funcionário da fabricante constar entre os indiciados.
Já em relação à Infraero (empresa pública responsável pela infra-estrutura aeroportuária brasileira), o laudo concluiu que os responsáveis permitiram o funcionamento do aeroporto de Congonhas mesmo sem toda a segurança exigida.
Se a pista estava inadequada e a TAM permitia que seus aviões continuassem pousando na pista com reversos travados em dia de chuva, caberia à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), segundo a avaliação do Ministério Público, a fiscalização. "Você acha que num sistema de transporte aéreo pode haver relaxamento nesse tipo de quesito? Sem sombra de dúvidas que não pode", afirmou Sarrubbo.

sobe


Folha de São Paulo 15/11/08

sobe


Folha de São Paulo 15/11/08

sobe


Folha de São Paulo 15/11/08

sobe


O ESTADO DE S.PAULO

Gol perde R$ 294,3 milhões no terceiro trimestre

Empresa, que está no vermelho há quatro trimestres, atribui prejuízo ao câmbio; no padrão contábil brasileiro, perda é de R$ 474,4 milhões

Pelo quarto trimestre consecutivo, a Gol está no vermelho. Entre julho e setembro, a companhia aérea teve prejuízo líquido de R$ 294,3 milhões - segundo o padrão contábil dos Estados Unidos. Pelo padrão brasileiro, a perda foi de R$ 474,4 milhões.

O resultado foi provocado principalmente pelos impactos negativos da variação cambial, de R$ 261,8 milhões, e do hedge (proteção) cambial e do hedge de combustível, que somaram R$ 48 milhões.

Um ano atrás, no terceiro trimestre de 2007, a empresa estava no azul, com lucro líquido de R$ 45,5 milhões. No segundo trimestre deste ano, o prejuízo líquido havia sido de R$ 216,7 milhões, motivado pelas perdas da Varig, que foi adquirida pela Gol no início de 2007.

De acordo com a empresa, a perda com variação cambial do terceiro trimestre deste ano se deve principalmente a dívidas em moeda estrangeira. Entre julho e setembro deste ano, o real se desvalorizou 20% em relação ao dólar, o que ampliou as obrigações em reais da companhia, atreladas à moeda americana. A dívida líquida de curto prazo, que tinha encerrado o segundo trimestre em R$ 429 milhões, fechou o terceiro trimestre em R$ 602,9 milhões, com alta de 40,5%. A dívida líquida de longo prazo, que estava em R$ 979,5 milhões em 30 de junho deste ano, atingiu R$ 988,2 milhões em 30 de setembro, com elevação de 0,9% no período. Ao final de setembro, a Gol operava com 30 aeronaves arrendadas. Os contratos de arrendamento são em dólar e vencem entre 2008 e 2019.

As receitas líquidas da empresa atingiram no terceiro trimestre R$ 1,8 bilhão, com um acréscimo de 37,2% na comparação com igual período do ano anterior. Entre julho e setembro, foram transportados 6 milhões de passageiros, um número 8,7% maior comparado ao mesmo trimestre de 2007.

Apesar do aumento da receita, o custo operacional de assentos disponíveis por quilômetro voado cresceu 22,4% no terceiro trimestre em relação a igual período de 2007. Segundo a companhia, o custo operacional aumentou por causa da alta dos preços do combustível, da menor utilização das aeronaves no trimestre e de despesas de manutenção por causa da devolução de aeronaves.

Durante o terceiro trimestre deste ano, a taxa de ocupação das aeronaves da empresa foi de 60%, índice 1,2 ponto porcentual menor em relação aos mesmos meses do ano anterior.

CONCORRENTE
Na semana passada, a TAM divulgou o balanço do terceiro trimestre com prejuízo líquido de R$ 112,7 milhões. O resultado é 61,7% menor comparado ao prejuízo da concorrente. No terceiro trimestre do ano passado, a TAM tinha obtido lucro líquido de R$ 48,5 milhões.

Assim como a Gol, a TAM atribuiu as perdas do terceiro trimestre às operações de hedge e combustível. A receita líquida do período atingiu R$ 2,89 bilhões, ante R$ 2,06 bilhões no terceiro trimestre de 2007. Mesmo com prejuízo, as empresas mantêm as metas de crescimento rentável para 2008 e 2009.

sobe


O ESTADO DE S.PAULO 15/11/2008 | Versão Impressa

sobe


O ESTADO DE S.PAULO 15/11/2008 | Versão Impressa

sobe


O ESTADO DE S.PAULO 15/11/2008 | Versão Impressa

sobe


O Globo

Ancelmo Gois

sobe


O Globo 16/11/08


sobe


O Globo 15/11/08



sobe


O Globo 15/11/08

Flávia Oliveira
Negócios & cia

sobe


Valor Econômico

sobe


Valor Econômico

Passaredo alugará jatos da Embraer

Roberta Campassi, de São Paulo

A Passaredo, companhia aérea regional de Ribeirão Preto (SP), começará a usar o jato mais vendido na história da Embraer e que há anos não voa comercialmente em céus brasileiros: o ERJ 145, para 50 passageiros. Otimista com a demanda, apesar da desaceleração do crescimento econômico prevista, a empresa receberá cinco desses aviões em 2009 e mais do que dobrará sua capacidade.

A Passaredo vai alugar parte dos ERJ 145, que têm de cinco a sete anos de uso, da própria Embraer. Ao todo, vai gastar US$ 75 milhões com os aviões nos próximos quatro anos. "Nesse prazo vamos estudar a compra de jatos maiores, com até cem assentos", diz José Luiz Felício Filho, presidente da empresa. As aeronaves serão entregues a partir do segundo trimestre de 2009. Hoje, a Passaredo opera seis aviões turboélice do modelo Embraer 120 (o Brasília), com trinta assentos cada um. Com os ERJ 145, serão 11 aviões e mais do que o dobro da oferta de assentos.

O ERJ 145 foi o primeiro jato regional desenvolvido pela Embraer e vendeu um recorde de 693 unidades. O modelo não voa no Brasil desde 2004, quando a Varig suspendeu algumas rotas regionais. A Embraer ainda produz o modelo na China, mas praticamente não há encomendas novas, pois o 145 acabou cedendo lugar aos aviões maiores da família 170/190.

Será a primeira vez que a Passaredo usará jatos, mais rápidos e silenciosos do que os modelos turboélices, porém menos econômicos para percorrer distâncias abaixo de 500 quilômetros e menos adaptáveis a aeroportos com infra-estrutura limitada.

Segundo Felício, os ERJ 145 serão alocados em rotas mais longas - um exemplo é a ligação entre Brasília, Barreiras (BA) e Salvador - e naquelas em que há demanda por mais freqüências ou mais conforto, como a ligação entre Ribeirão Preto e o aeroporto internacional de Guarulhos (SP). Nessa rota, apesar de a distância entre as cidades ser de perto de 300 quilômetros, a Passaredo quer um avião maior para acomodar a demanda e até a bagagem do passageiro que vai a Guarulhos pegar um vôo internacional. A empresa voa para 14 cidades em oito estados.

Com mais aviões, a Passaredo estima que vai transportar 480 mil pessoas em 2009, mais de duas vezes as 200 mil projetadas para este ano e mais de cinco vezes os 92 mil passageiros de 2007. Em participação no mercado doméstico, a Passaredo passou de 0,09% no acumulado do ano passado para 0,17% entre janeiro e outubro deste ano. Ela se tornou a segunda maior regional atrás da Trip, depois que outras empresas como Rico e TAF reduziram fortemente suas operações neste ano.

Mas assim como a oferta vai crescer, os riscos também vão aumentar. O principal é o custo do combustível, uma vez que jatos consomem mais. "Agora que o petróleo custa menos de US$ 60, o cenário é muito favorável", diz Felício. Em meados deste ano, porém, o preço do barril superava US$ 140. E se o preço subir de novo? "É preciso arriscar", responde Felício. Ele conta que a companhia fez um "bom caixa" para sustentar o plano em 2009 e que "mantém conversas com potenciais investidores".

Sobre a demanda em 2009, Felício está otimista. "Crescemos muito nos últimos dois anos e ainda há um potencial enorme para vôos regionais, especialmente nas cidades sem serviços aéreos", diz.

É um discurso parecido com o da Trip e da Azul, as duas outras empresas brasileiras que neste ano anunciaram compras de jatos da Embraer com o objetivo de desenvolver novos mercados. A Trip, sediada em Campinas, é líder no segmento regional com 1,1% de participação acumulada no mercado doméstico.

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Valor Econômico

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Diário do Nordeste

Terminal de cargas do Pinto Matins: Avança 1ª obra local do PAC

Guto Castro Neto
Repórter

O novo terminal de logística de carga do Pinto Martins deverá ser inaugurado no primeiro semestre de 2009

O novo terminal de logística de carga do Aeroporto Internacional Pinto Martins está com as obras avançadas, em fase de conclusão, e deverá ser inaugurado no primeiro semestre de 2009. O equipamento, assim como a torre de controle do aeroporto, são as primeiras obras beneficiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Ceará.

De acordo com a assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), o que falta para o terminal funcionar é a execução operacional, a parte de mobiliário e iluminação do pátio de aeronaves. A edificação (galpão), o pátio e as vias de acesso já estão concluídas.

O terminal de logística de carga terá nove mil metros quadrados e capacidade para receber até dez aeronaves. O potencial de carga (exportação e importação) da nova unidade será expandido para cinco mil toneladas. Atualmente, essa capacidade é de 500 toneladas.

Estrutura
Serão instaladas na edificação três câmaras frias para armazenamento de flores, frutas e pescados, cada uma com 140 metros quadrados. O aeroporto Pinto Martins possuía apenas uma, a primeira desse tipo no País. Também serão instalados escritórios para a atuação de órgãos de fiscalização como Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Receita Federal.

Orçada em R$ 39 milhões, já somando recursos iniciais e aditivos, a obra foi iniciada em dezembro de 2004 e, desde julho deste ano, é alvo de suspeita do Ministério Público Federal (MPF), que aponta indícios de superfaturamento e direcionamento no processo licitatório. As suspeitas surgiram por um levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) nas obras do Aeroporto Pinto Martins.

O procurador da República no Ceará, Alessander Sales, autor da ação cautelar ajuizada em julho na Justiça Federal contra a construção do terminal de carga, informou que o processo está em trâmite, na 8ª

Vara Federal. A ação pede a paralisação das obras e o repasse dos recursos públicos.

Na Justiça Federal, a ação cautelar já está conclusa para decisão. Isso significa que as diligências todas foram finalizadas, todos os envolvidos intimados, faltando apenas a apreciação do titular da 8ª Vara, juiz federal Ricardo Cunha Porto. A reportagem procurou o magistrado mas foi informada que ele esteve ausente, na última sexta-feira, para passar por um procedimento cirúrgico. Enquanto a ação estiver sub-júdice a direção Infraero não comentará o assunto.

sobe


ZERO HORA 15/11/2008

sobe


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