Conheça a localização da sede

Localização da sede

Mapa do site

Lamento mas seu navegador não tem suporte para Java

Denuncie más condições de Trabalho
Descumprimento da Regulamentação
 Colabore com a segurança de vôo!

 

 

Volta ao índice do Clipping

Rio de Janeiro, terça-feira, 18 de novembro de 2008 - Ano VI - Nº 223

versão para impressão 

Clippings de meses anteriores

Pesquisa: Sonnenstrahl


O ESTADO DE S.PAULO
Azul define suas primeiras rotas de vôo
Apesar de prejuízo, ações da Gol sobem 6,3%
Tribunal afasta juiz do caso VarigLog
Passaredo terá mais seis aviões da Embraer
Polícia vai indiciar por desastre
Folha de São Paulo
Jobim defende abrir capital da Infraero e privatizar aeroporto
Gol prevê crescer 6% em 2009, mesmo com crise
Campinas terá primeiras rotas aéreas da Azul
Juiz é afastado de ação sobre futuro da VarigLog
Perito cita falta de recursos em laudo do acidente da TAM
O Globo
Azul encomenda avião menor para voar no Santos Dumont
Embraer vende 12 jatos Legacy a grupos do Oriente Médio
Jornal do Brasil
Reviravolta no caso Variglog
Negado pedido da TAM para suspender processo de acidente em Congonhas
Alitalia é multada por inconvenientes causados durante greve
Embraer vende dois jatos à Falcon Aviation


O ESTADO DE S.PAULO

Azul define suas primeiras rotas de vôo

Empresa vai voar de Viracopos, em Campinas, para Porto Alegre, Salvador, Vitória e Curitiba

Mariana Barbosa

A companhia aérea Azul escolheu o aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (SP), como base inicial de suas operações. A empresa pretende realizar vôos diretos do aeroporto para Porto Alegre, Salvador, Curitiba e Vitória.

Hoje, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) avalia, em reunião de diretoria, o contrato de concessão da Azul. A empresa já solicitou cinco freqüências diárias para as rotas Campinas-Porto Alegre e Campinas-Salvador. A companhia precisa da aprovação dos horários de trânsito (hotrans) para começar a vender passagens, o que deve ocorrer na primeira semana de dezembro.

A empresa nasce em 15 de dezembro com cinco jatos Embraer, sendo dois do modelo 190 e três do 195. Quando receber um terceiro 190, previsto para o início de janeiro, a empresa deve iniciar os vôos Campinas-Curitiba e Campinas-Vitória, com quatro freqüências diárias cada.

A Azul fez uma encomenda de 40 jatos 195, com outras 36 opções. Os 190 que estão sendo incorporados eram da JetBlue, empresa que tem em comum com a Azul o fundador David Neeleman, empresário americano nascido no Brasil, que está reduzindo sua malha diante das dificuldades do setor nos EUA. A expectativa da Azul é de finalizar 2009 com 16 aviões. A empresa espera receber 42 aeronaves até o final de 2012.

A Azul nasce antes e com mais musculatura do que o previsto no plano de negócios original. Mesmo assim, a oferta ainda é muito pequena diante do tamanho das líderes Gol e TAM, que operam com aviões de 160 a 180 lugares, enquanto os da Azul terão até 118. Com seis aviões voando uma média de 9 horas e 15 minutos por dia, a Azul terá uma oferta de assentos por quilômetro de 106 milhões mensais, equivalente à 55% da oferta de outubro da WebJet, segundo cálculos do consultor Paulo Bittencourt Sampaio.

A WebJet, que detém 3,27% do mercado, opera 9 Boeings 737-300 e deve chegar a 11 até dezembro. Já a TAM vai encerrar o ano com 101 Airbus no mercado doméstico (de uma frota total de 125 jatos), e receberá outros três jatos em 2009 só para vôos domésticos. A Gol pretende ampliar sua frota de 104 Boeings 737, modelos 300, 700 e 800, para 108 aeronaves (700 e 800). Os aviões são usados no mercado doméstico e na América do Sul.

"Nessa fase inicial, pelo porte e pela malha, a Azul não concorre diretamente com TAM e Gol, pois está criando rotas alternativas", afirma Sampaio.

sobe


O ESTADO DE S.PAULO

sobe


O ESTADO DE S.PAULO

sobe


O ESTADO DE S.PAULO

sobe


O ESTADO DE S.PAULO

Polícia vai indiciar por desastre

Ex-diretores da Anac e funcionários da Infraero e da TAM vão responder criminalmente; pena chega a 6 anos

Bruno Tavares e José Dacauaziliquá

A Polícia Civil de São Paulo anunciou ontem que vai indiciar - e não apenas apontar - os responsáveis pelo acidente com o Airbus A320 da TAM, em 17 de julho do ano passado, por atentado contra a segurança de transporte aéreo (artigo 261 do Código Penal). Ontem, durante a entrega oficial do laudo produzido pelo Instituto de Criminalística (IC), adiantado pelo Estado na sexta-feira, o delegado Antônio Carlos Menezes Barbosa disse que cerca de dez pessoas vão responder criminalmente pela maior tragédia da história da aviação brasileira, que deixou 199 mortos.

Os nomes só deverão ser revelados na sexta-feira, embora o indiciamento de ex-integrantes da cúpula da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) seja dado como certo, assim como o de funcionários da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) e da TAM. Cada réu poderá pegar até 6 anos de detenção.

A decisão da polícia abre uma brecha para advogados dos acusados entrarem com pedidos de habeas corpus, que podem suspender o andamento do inquérito e, no mínimo, protelar em alguns meses o desfecho do caso. Para tentar evitar esses recursos, as autoridades que investigam o acidente haviam adotado a estratégia de nomear os responsáveis e indicar a parcela de participação de cada um deles no desastre - sem fazer o indiciamento formal.

O entendimento mudou na semana passada, depois que o delegado submeteu cópia do relatório final à Secretaria da Segurança Pública. O Estado apurou que a cúpula da pasta optou pelo indiciamento como forma de demonstrar "que fez a sua parte". Antevendo um possível indiciamento, os advogados da TAM já haviam ingressado na sexta-feira com uma petição, solicitando a suspensão do inquérito policial, alegando risco de duplo indiciamento, uma vez que a Polícia Federal também apura as causas do acidente. O pedido foi indeferido, no mesmo dia, pelo juiz Hélio Narvaez, da 1ª Vara Criminal do Fórum do Jabaquara.

"Em 36 anos de polícia, 23 deles como delegado, já devo ter respondido a mais de 2 mil habeas corpus. Posso contar nos dedos quantos perdi", defendeu Barbosa. "Isso faz parte do jogo, estamos no estado de direito." A intenção do delegado é concluir o trabalho na sexta-feira para, no dia seguinte, apresentar a conclusão do trabalho aos parentes das vítimas. Nesse encontro, as famílias acreditam que terão acesso aos nomes dos indiciados.

O promotor Mário Luiz Sarrubbo não quis se pronunciar ontem sobre o indiciamento. Na quinta-feira, disse que o enquadramento no artigo 261 já remeteria o inquérito ao Ministério Público Federal (MPF). Segundo ele, durante as investigações ficou evidente que a tragédia não foi causada por fatores isolados, o que levaria os responsáveis a responder por homicídio culposo - crime de competência estadual -, mas por um conjunto de falhas do sistema de aviação brasileira. "Eu me sinto frustrado por ter feito todo o trabalho e não poder denunciar os culpados. No entanto, não é um caso para ter vaidade", disse.

O LAUDO
O laudo do IC põe fim a uma série de dúvidas técnicas e operacionais levantadas durante a investigação do acidente. Assinado pelo perito Antonio de Carvalho Nogueira Neto, o parecer é taxativo, por exemplo, ao descartar a hipótese de aquaplanagem do avião e eventual quebra das engrenagens dos manetes (aceleradores). A conclusão aponta para falhas cometidas pelas autoridades do setor aéreo e relativizava o erro final, cometido pelos pilotos no instante em que o jato tocou o solo (o acelerador direito permaneceu no modo "subida", enquanto o esquerdo ficou em "reverso").

O laudo que dará base aos indiciamentos faz menção ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 13 de abril de 2007, entre o MPF, a Anac e a Infraero. Assinado pelos procuradores federais Fernanda Taubemblatt e Alexandre Amaral Gavronski, pelo ex-presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, e pelos cinco ex-diretores da agência (Denise Abreu, Milton Zuanazzi, Leur Lomanto, Josef Barat e Jorge Velozo), o documento de seis páginas abordava uma série de aspectos operacionais (como o horário de funcionamento de Congonhas e o número máximo de operações permitidas), mas não trazia nenhuma recomendação sobre segurança.

O IC deixa claro ainda que dirigentes e funcionários da estatal que administra os aeroportos do País ignoraram o Anexo 14 da Organização de Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês), que recomenda a medição do coeficiente de atrito do pavimento após um longo período de estiagem - caso de Congonhas naquela semana. Os peritos narram ainda que não encontraram nenhum indício de quebra que pudesse justificar a assimetria de potência (a turbina esquerda freava enquanto a outra acelerava) registrada pela caixa-preta.

O laudo lembra que, em 2004, a fabricante francesa Airbus emitiu comunicado a suas operadoras dizendo ser "desejável" a instalação de um alarme sonoro que alertasse os pilotos para um eventual erro no manuseio dos manetes do avião. Para a polícia, o treinamento fornecido pela TAM também se mostrou ineficiente, dado que os pilotos do jato adotaram procedimento de pouso diferente do recomendado.

COMO ESTÁ A APURAÇÃO
Na esfera estadual: inquérito deve ser concluído até sexta-feira e remetido para a Justiça. Caso não haja recursos, o juiz responsável deverá solicitar um parecer do Ministério Público Estadual (MPE). Por sua vez, o MPE pode encaminhar o caso ou sugerir que vá para a esfera federal

Na esfera federal: o inquérito está em fase de conclusão pela Polícia Federal, mas sem data para encaminhamentos. Há ainda uma investigação própria da Aeronáutica, mas que tem como foco a prevenção de acidentes.

sobe


Folha de São Paulo

sobe


Folha de São Paulo

sobe


Folha de São Paulo

sobe


Folha de São Paulo

sobe


Folha de São Paulo

Perito cita falta de recursos em laudo do acidente da TAM

Texto entregue ontem à Polícia Civil diz que laudo pode estar incompleto devido à falta de tempo, de técnicos e de recursos
Secretaria da Segurança diz que essa é a forma usada pelos técnicos para se resguardar da comparação com futuros laudos

LUIS KAWAGUTI
DA REPORTAGEM LOCAL

O laudo do IC (Instituto de Criminalística) da Polícia Civil sobre o acidente com o Airbus da TAM que matou 199 pessoas em julho de 2007 pode estar incompleto "devido à falta de tempo, número de pesquisadores e recursos". A conclusão consta do próprio laudo, feito pelo perito Antônio Nogueira.
O laudo aponta que o acidente foi provocado por um conjunto de falhas, da Infraero, da Anac, da TAM, da Airbus e também dos pilotos.
A Secretaria da Segurança Pública afirmou que a declaração é uma forma de o perito se resguardar quanto a outros laudos que sejam emitidos posteriormente. A Aeronáutica também deve divulgar um laudo.
O laudo do IC, que tem 656 páginas de análise e 2.608 páginas de documentos e anexos, foi entregue ontem ao delegado Antônio Carlos Meneses Barbosa, que preside o inquérito do acidente aéreo.
Em uma nota no fim da página 641 do laudo, o perito afirma que o trabalho foi conduzido por ele mesmo "em sua quase totalidade" e diz que "fez uso de seus próprios recursos e de alguns da Superintendência da Polícia Técnico-Científica.
A Folha apurou que Nogueira seria um dos únicos peritos do IC capacitado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a investigar acidentes aéreos. A secretaria diz que há pelo menos dois peritos.
Nogueira diz no documento que incluiu no laudo todos os itens considerados relevantes para uma investigação desse porte, "todavia, essa totalidade elencada pode estar incompleta devido à falta de tempo, número de pesquisadores e recursos". O perito não se aprofunda nesse tema nas 28 páginas -as consideradas essenciais- do laudo divulgadas pela Secretaria da Segurança.

Inquérito
O delegado Barbosa afirmou em entrevista ontem que o laudo foi concluído rapidamente (um ano e quatro meses). "Nos Estados Unidos, um acidente aéreo mais simples demora dois anos para ter a investigação concluída", disse.
Ele revelou que também teve dificuldades em seu trabalho. Afirmou que ao lidar com parte das entidades da aviação ligadas ao caso, não obteve informações espontaneamente, tendo que recorrer a determinações judiciais para ter acesso a alguns documentos.
Com o laudo final do IC em mãos, o delegado afirmou que pretende finalizar o inquérito sobre o acidente na próxima semana. "Se não houver nenhuma determinação judicial em contrário", disse.
A reportagem apurou que pelo menos dez representantes da Infraero, da Anac, da TAM e da Airbus deverão ser indiciados.
Elas responderão pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, com pena de até seis anos de detenção.

Conclusões
O laudo do IC identifica erro humano -da tripulação da aeronave- no fato de os manetes que controlam os motores do Airbus estarem em posição errada na hora do acidente.
Contudo, o perito diz que a tripulação não pode ser a única responsabilizada -por conta das tomadas de decisão em situações críticas- pela "assimetria de potência experimentada pela aeronave".
Já o inquérito irá dizer que não é possível determinar se o manete estava inoperante por erro dos pilotos (falha humana) ou por falha do computador de bordo da aeronave.
O trecho do laudo divulgado pela Secretaria da Segurança também aponta deficiências na pista de Congonhas.

sobe


O Globo

sobe


Globo Online

sobe


Jornal do Brasil

sobe


Jornal do Brasil [01:48] - 18/11/08

sobe


Jornal do Brasil [19:04] - 17/11/08

sobe


Jornal do Brasil [10:59] - 17/11/08

sobe


Clippings de meses anteriores

versão para impressão 

Site criado pelo CPD do SNA