AeroClipping, segunda-feira, 07/07/14 - ano XII - nº 205

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Folha de São Paulo

Em pesquisa, pilotos afirmam já ter cochilado a bordo sem querer

Empresas dizem controlar jornadas dos funcionários

'Dei uma piscada mais longa perto do pouso', diz comandante

O Estado de S.Paulo

Aviões serão içados de rio após trem tombar nos EUA

O Globo

No ar

Aposentados

Avião quase pousa em pista enquanto outro ainda manobrava

G1

Pilotos paraplégicos formam esquadrilha de acrobacias aéreas

Ultraleve sofre pane e faz pouso de emergência em Ubatuba, SP

Valor Econômico

Rockwell Collins inicia venda para aeroportos

Diário Catarinense

Negócio catarinense decola com a fabricação de aeronaves não tripuladas

Jornal Sierra Mar - RS

Propuesta de la TAM: un completo recorrido por el atractivo Perú

Correio do Estado - MS

Companhia aérea testa cobertor tecnológico

O Estado do Ceará

Demanda por voos na América Latina cresce mais do que a média mundial, em maio

O Povo - CE

Aeroporto de Fortaleza bate recorde de operações por dia

Gazeta de Alagoas

Justiça conclui processo sobre voo da Air France

Portal iG

Lufthansa assina parceria com Air China

Yahoo! Notícias

Piloto impede co-piloto de retornar à cabine em pleno voo


Folha de São Paulo

07/07/2014

Em pesquisa, pilotos afirmam já ter cochilado a bordo sem querer

Possível razão são

turnos alternados de trabalho, que incluem jornadas seguidas de madrugada

Estudo com 1.122 profissionais foi feito para associação de pilotos, que propõe

mudança na lei


RICARDO GALLO DE SÃO PAULO


Uma pesquisa com pilotos de companhias aéreas brasileiras aponta que 57% dos

profissionais entrevistados disseram ter cochilado, sem intenção, enquanto

estavam na cabine de comando.


A causa possivelmente são os turnos de trabalho, que incluem madrugadas

seguidas.


O levantamento, feito por uma pesquisadora a pedido da Abrapac (Associação

Brasileira de Pilotos da Aviação Civil), ouviu 1.122 pilotos de voos domésticos

entre dezembro de 2013 e março.


Foi a primeira vez que a fadiga da tripulação e a sonolência foram tratadas no

Brasil com essa abrangência. Há 5.966 pilotos de linha aérea no país, diz a Anac

(Agência Nacional de Aviação Civil).


As empresas aéreas não contestaram a pesquisa.


Dormir a bordo involuntariamente constitui infração na maioria das empresas.

Consultadas, TAM, Gol, Azul e Avianca não informaram se já puniram alguém por

isso.


Pior: o cochilo representa risco à segurança, uma vez que a atividade dos

pilotos dentro da cabine, como monitorar as condições do avião e falar com o

controle de tráfego aéreo, exige atenção constante.


Demonstra, também, exaustão dos pilotos, incapazes de se manter acordados.


Em voos domésticos, são dois tripulantes na cabine, o comandante e o copiloto;

se um dorme, aumenta a carga de trabalho do outro.


NÃO INTENCIONAL


Uma das responsáveis pela pesquisa, Elaine Marqueze, doutora pela USP, diz que

os pilotos possivelmente cochilam porque acordam para trabalhar --ou já estão em

serviço-- no melhor horário para dormir: entre as 3h e as 4h.


Nessa hora, a temperatura corporal está baixa e os níveis de melatonina

(hormônio do sono) elevados.


Ela já estudou o sono dos caminhoneiros e apresentará o estudo com os pilotos no

Congresso Brasileiro de Epidemiologia, em setembro.


Na pesquisa, os pilotos disseram trabalhar em média quatro madrugadas seguidas.



Com o Sindicato Nacional dos Aeronautas, a Abrapac defende projeto de lei, em

andamento no Senado, que limita o trabalho dos pilotos a duas madrugadas

consecutivas. O texto foi aprovado na comissão de assuntos sociais em junho, mas

pode receber ajustes.


No mundo, não é totalmente proibido que um piloto cochile a bordo --de modo

intencional e planejado, diferentemente do que concluiu o estudo brasileiro.


A depender da situação, a soneca chega a ser estimulada, para melhorar a

atenção.


Maior autoridade mundial no setor, a Oaci (Organização de Aviação Civil

Internacional, ligada à ONU) prevê o "descanso controlado", um cochilo por até

40 minutos, como maneira de atenuar o risco de fadiga dos pilotos.


Esse é o tempo que um ser humano pode descansar sem cair no sono profundo,

segundo pesquisa feita nos anos 1990 pela Nasa (agência espacial americana). O

cochilo proposital é capaz de deixar os pilotos mais alertas.


A regra da Oaci prevê que um dos pilotos fique acordado para o outro dormir e

que o avião esteja em piloto automático e etapa de cruzeiro.


Como é comum na aviação, a norma foi resposta a acidentes em que o cansaço de

pilotos foi fator contribuinte. Em maio de 2010, por exemplo, um Boeing 737-800

da Air India caiu ao tentar pousar.


A apuração concluiu que o comandante dormiu durante o voo e que a desorientação

o fez errar. O acidente resultou em 158 mortos.


As autoridades de aviação civil da Europa, dos Emirados Árabes e do Canadá,

entre outras, preveem o sono controlado. A norma também é endossada pela Iata

(associação que reúne a maioria das empresas aéreas no mundo). O Brasil ainda

não tem legislação a respeito.


Folha de São Paulo

07/07/2014

Empresas dizem controlar jornadas dos funcionários

DE SÃO PAULO


Sem tratar dos cochilos, TAM e Gol disseram controlar as jornadas dos

tripulantes e manter programas de gerenciamento de fadiga.


A TAM acrescentou que entre as medidas que adota está reduzir o trabalho na

madrugada e folgas por dois dias seguidos. A Avianca não respondeu e a Azul

indicou a Abear para falar.


Associação das empresas, a Abear diz que a pesquisa "é mais uma fonte de

conhecimento técnico-científico, entre diversas, a fornecer diferentes

perspectivas sobre fadiga". A entidade diz ser favorável ao debate sobre

mudanças na lei do aeronauta --criou um comitê para tratar com os pilotos.


No Brasil trabalha-se menos horas do que nos EUA.


A Anac diz auditar o gerenciamento de risco de fadiga das empresas e monitorar

quanto voam os pilotos.


Afirma ainda que relatórios de prevenção e as denúncias de fadiga sob poder da

agência indicam que a implantação pelas empresas do sistema de gerenciamento de

risco de fadiga tem sido eficaz para prevenir violações. A Anac analisa a

pesquisa.


Folha de São Paulo

07/07/2014

'Dei uma piscada mais longa perto do pouso', diz comandante

DE SÃO PAULO


Sob anonimato, um comandante de uma grande companhia aérea brasileira revelou à

Folha que já "pescou" algumas vezes na cabine de comando, por cansaço.


Eis o depoimento dele:


"A última vez que aconteceu comigo [de dormir involuntariamente] foi em

dezembro, numa descida para o aeroporto de Guarulhos.


Era por volta de meio-dia e eu estava voando desde as 3h, e já vinha trabalhando

havia três madrugadas seguidas, acho. Eu ficava olhando para os instrumentos do

avião, parecia hipnose, e dei uma piscada mais longa.


Aí perguntei para o copiloto se ele estava bem e pedi para ele assumir o avião

[e pousá-lo em Guarulhos]. Ele percebeu e me ajudou.


Ao falar com o controle de tráfego, eu repetia tudo três vezes, porque não

prestava atenção no que eu dizia.


Os passageiros pensam que, quando o avião voa, o piloto fica o tempo todo com a

mão no comando, mas não é assim. Ele é um gerenciador de números. O avião está

em piloto automático, e o trabalho é ficar monitorando.


Os aviões hoje são muito automatizados. A ironia é que a automação vem para

ajudar, mas acaba atrapalhando. Em voos de cruzeiro, com baixa carga de

trabalho, você fica entediado --e dá sono.


Quando a jornada começa de madrugada, bate um sono lá pelas 8h. Está tudo

tranquilo, o tempo bom e, quando percebe, dá aquelas piscadas mais longas. Aí,

quando abre o olho dá um susto e pensa: onde é que eu estou?


Às vezes o passageiro acha que a gente não tem comprometimento. A gente sofre

também --e somos os mais interessados na segurança."


1.122 pilotos responderam a

questionários


A pesquisa enviou questionários via internet a 2.530 pilotos, usando lista

cedida pela Abrapac, pela Azul e associação de tripulantes da Gol --1.122

pilotos de voos domésticos responderam. Segundo um especialista em pesquisas, o

ideal seria sortear os entrevistados, para evitar risco de só responderem

interessados. Elaine Marqueze diz que os resultados corroboram outras pesquisas

sobre o tema.


O Estado de S.Paulo

06 Julho 2014 | 13h 41

Aviões serão içados de rio após trem tombar nos EUA

AE - AGÊNCIA ESTADO


Trabalhadores vão tentar remover neste domingo as fuselagens de três Boeings 737

que caíram no rio Clark Fork após o trem em que elas estavam sendo transportadas

descarrilar próximo da cidade de Rivulet, no Estado de Montana (EUA).


A porta-voz da Montana Rail Link, Lynda Frost, disse neste sábado que não está

claro como será a operação para içar as fuselagens, já que a companhia nunca

realizou uma operação como esta. Ninguém ficou feriado quando o trem com 19

vagões descarrilou na última quinta-feira. A causa do acidente ainda está sendo

investigada.


O trem carregava ainda outras três fuselagens de aviões, que também tombaram,

mas não escorregaram para dentro do rio, permanecendo nas margens. Segundo Frost,

funcionários da Boeing estarão no local durante a operação para tentar resgatar

as aeronaves.


As fuselagens estavam sendo transportadas da unidade da Spirit Aerosystems em

Wichita (Kansas) para a fábrica da Boeing em Renton (Washington), onde a

montagem seria concluída.


(Álvaro Campos - alvaro.campos@estadao.com)


O Globo

Segunda-feira 7.7.2014

No ar

Ancelmo Gois

oglobo.com.br/ancelmo


Acredite. Em Fortaleza, no dia do jogo do Brasil, o aeroporto recebeu 120

jatinhos.


Tudo funcionou muito bem.


O Globo

Domingo 6.7.2014

Aposentados

Dos leitores


Meu marido, já falecido, foi comandante da Varig. Preocupado com sua

aposentadoria contribuiu por mais de 25 anos para o Fundo de Pensão Aerus.

Embora o STJ tenha decidido pelo pagamento imediato, a presidente bloqueou este

recurso deixando milhares de idosos e doentes na penúria. Até quando?


RENATA NAGEL ETGES

RIO


O Globo

06/07/2014 19:10

Avião quase pousa em pista enquanto outro ainda manobrava

Empresa que administra

Aeroporto de Barcelona afirma que ação é "totalmente habitual"

POR O GLOBO


BARCELONA - Um avião da UTair teve de fazer

uma manobra súbita quando preparava-se para aterrissar no Aeroporto de

Barcelona-El Prat. O deslocamento foi necessário para evitar um choque com uma

aeronave da Aerolíneas Argentinas, que cruzava a pista.


Veja o vídeo no YouTube



Mesmo com as imagens impactantes, feitas por um cinegrafista amador, a empresa

Aena, responsável pela administração do aeroporto, desmente qualquer incidente e

ressalta que a manobra filmada é habitual.


O avião da UTair, um Boeing 767-300 que decolou de Moscou, mudou de rota pouco

antes do pouso. O vídeo também registra o momento em que um Airbus A340-300, da

companhia Aerolíneas Argentinas, cruzava a mesma pista. Fontes da Aena asseguram

ao site espanhol “20Minutos” que a manobra é “totalmente habitual”, aplicada

pelos pilotos quando não observam claramente a aterrissagem, por motivos como o

tempo ruim. Neste caso, no entanto, o motivo não foi relatado.


Ainda de acordo com a Aena, nem a torre de controle nem os próprios pilotos

relataram qualquer incidente. O suposto perigo foi atribuído ao ângulo em que

houve a gravação. A manobra, assim, pareceu extrema e perigosa.


G1

06/07/2014 08h46

Pilotos paraplégicos formam esquadrilha de acrobacias aéreas

Instrutor e dois

pilotos paralíticos que se apresentam por toda a Europa terão flâmula levada ao

espaço.

Da BBC



Instrutor e dois

pilotos paralíticos foram o "WeFly Team". Ambos pilotos

aprenderam a pilotar após perderem movimento nas pernas

(Foto: WeFly Team/Marco Tricarico)


Três italianos formam uma "esquadrilha da fumaça" diferente: dois dos três

pilotos especializados em acrobacia são paraplégicos e não podem mover as

pernas. Agora, a flâmula do grupo será levada ao espaço por uma astronauta

italiana.


A equipe de acrobatas que ganhou o nome de "WeFly Team" é especial: formada por

um instrutor e dois pilotos paralíticos, ela se apresenta em shows não só na

Itália, mas por toda a Europa.


Alessandro Paleri, de 42 anos, e Marco Cherubini, 41, se conheceram em uma

reunião na Federação Italiana de Pilotos Deficientes (FIPD) e tiveram a ideia de

fundar uma esquadrilha. Eles foram instruídos pelo veterano piloto italiano

Erich Kustatscher e aprenderam a fazer voos de acrobacia.


Paleri sofreu uma fratura na vértebra cervical ao pular em uma piscina rasa em

1987, e Cherubini ficou tetraplégico depois de um acidente de carro em 1995. Os

dois aprenderam a pilotar depois de perderem os movimentos das pernas.


A esquadrilha voa com aviões monomotores Texan Top Class produzidos na Itália e

que foram adaptados para o uso por deficientes físicos. Eles são dotados de

equipamento para deixar rastros de vapor branco ou colorido nos céus.


"Nós queremos mostrar que, mesmo presos à uma cadeira de rodas, os paralíticos

podem voar, fazer acrobacias e se igualar aos melhores pilotos do mundo", dizem

Paleri e Cherubini.


Apesar das dificuldades, pilotos deficientes podem fazer tudo o que é necessário

para voar, incluindo o abastecimento e a manutenção diária do avião, contam os

dois pilotos, que também dão palestras para jovens falando sobre sua

experiência.



Astronauta italiana levará a

flâmula da equipe ao espaço sideral

(Foto: WeFly Team/Marco Tricarico)


Flâmula no espaço

A esquadrilha baseada no norte da Itália ficou bastante conhecida no país e

agora vai receber uma honra especial: Samantha Cristoforetti, primeira

astronauta italiana da Agência Espacial Europeia (ESA), levará a flâmula da

equipe ao espaço sideral.


Samantha parte em novembro deste ano para a Estação Espacial International (ISS,

em inglês) para uma longa missão de seis meses. Ela apoia os pilotos

paraplégicos e levará consigo o símbolo da esquadrilha.


"Se eu cheguei aonde estou e posso realizar meu sonho de ir ao espaço, é porque

muitas pessoas me inspiraram – inclusive os amigos da esquadrilha WeFly Team",

declarou a astronauta. Com o gesto, ela quer mandar uma "mensagem de esperança a

todos os deficientes físicos do mundo".


G1

05/07/2014 18h32

Ultraleve sofre pane e faz pouso de emergência em Ubatuba, SP

Piloto pousou na Praia do Tenório na tarde deste sábado (5).

Aeronave teve pane durante voo sobre o litoral norte.

Do G1 Vale do

Paraíba e Região



Aeronave sofre pane e faz

pouso de emergência em Ubatuba, SP

(Foto: Arquivo Pessoal/Luiz Carlos Saud)


O condutor de um ultraleve precisou realizar um pouso forçado na tarde deste

sábado (5) em Ubatuba, no litoral norte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o

piloto realizou a manobra de emergência por volta das 16h, na praia do Tenório.

Ninguém ficou ferido.


Segundo os bombeiros, banhistas informaram que a aeronave sobrevoava a Praia

Grande durante a tarde soltando fumaça. Minutos após a corporação ser acionada,

o condutor optou por pousar na areia, alegando pane no ultraleve. Ele conseguiu

realizar o pouso sem problemas e ninguém ficou ferido.


No final da tarde, a aeronave e o piloto permaneciam no local. Não há

informações sobre o que teria causado a falha no avião durante o voo.


Valor Econômico

07/07/2014 às 05h00

Rockwell Collins inicia venda para aeroportos

Por Virgínia

Silveira, para o Valor

| De São José dos Campos (SP)


Aquino,

da Rockwell Collins do Brasil:

perspectiva de novos contratos


A aquisição mundial da Arinc, fabricante de sistemas de gestão da informação, em

agosto de 2013, ampliou o foco de atuação da Rockwell Collins no Brasil, até

então voltada para o segmento de aviação comercial e de defesa. A filial

brasileira acaba de concluir a instalação de uma nova tecnologia de verificação

automática de passageiros para o Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU).


Com este novo sistema, segundo o diretor de vendas da Rockwell Collins para

aeroportos, Edson Bezerra, a capacidade de processamento do aeroporto em cada

portão de embarque passa a ser de 10 passageiros por minuto. "Considerando as 16

unidades que operam no aeroporto, a capacidade total de processamento é de 9,6

mil passageiros por hora, permitindo uma experiência diferenciada e ágil aos

passageiros", destacou.


O processo de verificação de dados do passageiro, segundo Bezerra, não demora

mais que 12 segundos. O GRU é o primeiro aeroporto da América do Sul a instalar

portões para cartões de embarque com códigos de barra, que verificam os

passageiros com os sistemas das linhas aéreas em tempo real, obtendo sua

liberação e alertando os agentes de segurança, quando necessário.


O presidente da Rockwell Collins do Brasil, Nelson de Aquino, disse que a

empresa está em negociação com outros aeroportos do país para a instalação do

sistema da Arinc. "A nossa expectativa é que haja uma definição dos contratos e

o início da instalação dos equipamentos entre julho e dezembro deste ano",

afirmou.


Segundo Aquino, a Rockwell Collins acredita que a aquisição da Arinc traga uma

expansão negócios internacionais e o fortalecimento da presença da empresa em

mercados-chave como o Brasil.


O executivo não comenta o impacto do novo contrato no Brasil na receita, mas diz

que a expectativa é de que ele contribua para a projeção de vendas totais da

Arinc em torno de US$ 400 milhões a US$ 430 milhões até o fim deste ano. A

Rockwell Collins prevê uma receita global este ano entre US$ 4,95 bilhões a US$

5,05 bilhões, ante os US$ 4,61 bilhões de 2013.


O sistema da Arinc no Aeroporto de São Paulo, que começou a operar em 11 de

maio, está localizado no terminal 3, mas também já foi instalado nos terminais

1, 2 e 4, segundo informou Luiz Eduardo Ritzmann, CIO do GRU Airport. Os

aeroportos de Hong Kong, Heathrow e Shangai também usam esse sistema.


"Sediando a Copa do Mundo, estamos recebendo torcedores do mundo inteiro. Por

isso precisamos de uma solução que ofereça aos nossos passageiros uma

experiência de check-in mais simples e mais rápida", comentou. A automação do

processo de verificação de passageiros, segundo ele, permite aumentar o fluxo de

passageiros pelo aeroporto entre 15% e 20%.


Diário Catarinense

04/07/2014 | 23h55

Negócio catarinense decola com a fabricação de aeronaves não tripuladas

Hórus, de

Florianópolis, tem projeto para utilizar dispositivos em serviço de tele-entrega

Amanda Busato,

Especial

reportagem@diario.com.br



Empresários esperam

faturar R$ 1,9 milhão entre o segundo e o terceiro

ano de atuação Foto: Jessé Giotti / Agencia RBS


O lanche entregue em casa por motoboy pode ficar ultrapassado. Até o final de

2014, a Hórus Aeronaves pretende lançar o Drone Delivery, o primeiro sistema de

tele-entrega por meio de veículos aéreos não tripulados (vants) do país. O

serviço deve atender pizzarias e companhias de fast-food que realizem entregas

dentro de um limite de aproximadamente 20 quilômetros em Florianópolis, sede da

empresa.


Com detalhes ainda mantidos em sigilo (o contrato com uma rede de sanduíches e

cachorros-quentes ainda não está assinado), é apenas uma das aplicações para os

drones desenvolvidos pela Hórus.


O negócio foi criado pelos estudantes de engenharia mecânica da Universidade

Federal de Santa Catarina (UFSC) Fabrício Hertz, Lucas Bastos e Lucas Mondadori

e contemplado pelo programa de incentivo ao empreendedorismo Sinapse da

Inovação, do governo do Estado. Com um investimento inicial de R$ 50 mil, a

startup começou as atividades no início deste ano.


Da segurança à construção civil, vários setores utilizam os drones como uma

ferramenta de apoio para atividades. As aeronaves atuam no salvamento do corpo

de bombeiros, capturam imagens aéreas publicitárias, acompanham obras, operações

militares e ambientais.


O controle e monitoramento de plantações e mapeamento topográfico também fazem

parte das aplicações desses aviões.


A tecnologia ainda está em desenvolvimento no país, mas há grande potencial de

crescimento. A Hórus pretende atingir um faturamento próximo de R$ 440 mil ainda

em 2014.


— Nossa estimativa de faturamento aproxima-se da casa de R$ 1,9 milhão entre o

segundo e o terceiro ano de atuação — afirma Hertz, diretor de gestão e

planejamento.


Segundo a Associação Internacional de Veículos Não Tripulados e a Associação

Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), o Brasil

conta com 15 das 44 indústrias de drones na América Latina.


O estudo The Global UAV Payload Market, publicado recentemente pela empresa RnR

Market Research, estima que o mercado global atual de vants já alcance a marca

de

US$ 43,7 bilhões. Além disso, o mesmo estudo faz a previsão de que em 2022 o

setor de veículos aéreos não tripulados movimente em torno de US$ 69,6 bilhões.


DIÁRIO CATARINENSE


Jornal Sierra Mar - RS

Sáb, 05 de Julho de 2014 09:16

Propuesta de la TAM: un completo recorrido por el atractivo Perú

Escrito

por Sierramar




ASUNCIÓN/PARAGUAY – (Texto en idioma español)

- En el marco de promoción de su nueva ruta a Lima y su importancia como

Hub del Pacífico, TAM Airlines organizó un desayuno de trabajo para promocionar

el destino Perú. La reunión se realizó en el Hotel Bourbon Conmebol Convention,

con la presencia de numerosos agentes de viajes y operadores locales,

corroborando el interés que el destino despierta en el mercado.


Además de ejecutivos de la empresa anfitriona, presididos por Juan Pablo Manzi,

gerente comercial de TAM en nuestro país, participaron del evento especialmente

invitados, Jorge Lázaro Geldres, embajador del Perú y Fabrizzia Harika,

ejecutiva de ventas de los Hoteles Decameron en Paraguay. La presentación del

destino estuvo a cargo de Rafael Noriega, jefe de Turismo de LAN Perú, quien

describió todo el potencial de este destino emergente, uno de los más destacados

en los últimos años.


Atractivos de Perú


“Perú es una mezcla de tradición y modernidad”, comenzó explicando Noriega,

quien brindó un completo repaso por los principales polos turísticos del país,

haciendo énfasis en la gran diversidad de atractivos, la variedad culinaria y la

excelente infraestructura hotelera. Noriega destacó la multiplicidad de culturas

y riqueza natural que existen a lo largo de las tres grandes regiones de Perú:

la costa, la sierra y la selva. Además, con excelentes fotografías y videos,

exhibió impresionantes destinos como Lima, Nazca, las playas del Norte, el Machu

Picchu y el lago Titicaca, en una multifacética combinación de selva amazónica,

sierras, una tradicional Lima, su exquisita gastronomía y su pasado prehispánico.


Conexiones


Las excelentes posibilidades de conexión desde el Hub de Lima también fueron

resaltadas por el ejecutivo. Desde la mencionada ciudad, LAN Airlines ofrece la

mayor cantidad de vuelos a destinos nacionales y a atractivos polos turísticos

internacionales.


TAM Airlines iniciará sus vuelos desde Asunción a Lima el próximo 4 de

septiembre, con 3 frecuencias diarias. Al término de la presentación, se sorteó

un paquete para dos personas a Tumbes, con tres días de estancia en el Hotel

Royal Decameron de Punta Sal.


FUENTE: Revista

Contacto Turístico: (595 21) 451712

Asunción - Paraguay

Editor: Francisco Ramirez Vouga

contactoturistico@contacto.com.py


Correio do Estado - MS

05/07/2014 17h47

Companhia aérea testa cobertor tecnológico

FOLHAPRESS


A British Airways começou a testar um cobertor de alta tecnologia, que muda de

cor de acordo com as ondas cerebrais. A companhia britânica pretende usar o

equipamento para avaliar se os passageiros estão relaxados durante o voo.


A manta, com fios de fibra óptica, usa sensores para medir as ondas cerebrais de

uma pessoa.


Com essas informações, a empresa poderá alterar aspectos do serviço de bordo,

como, por exemplo, oferecer as refeições nos horários apropriados.


A empresa ainda não tem previsão para o uso do novo cobertor em todos os voos.

Por enquanto, ele está sendo testado em viagens de longa distância. Na semana

passada, por exemplo, um grupo de voluntários a bordo da aeronave BA189 "Dreamliner"

experimentou os cobertores tecnológico durante o voo de Heathrow até Nova York.


Frank Van Der Post, diretor geral na área de Gestão de Marcas e Experiência,

disse: "é a primeira vez que esta tecnologia é utilizada por uma companhia aérea

para ajudar a moldar o serviço de bordo oferecido em uma aeronave. Usar o

"cobertor da felicidade" da British Airways é outra maneira de analisar como o

relaxamento e o sono dos nossos clientes são afetados durante o voo".


Com base em Londres Heathrow, a British Airways opera atualmente com uma frota

de mais de 270 aviões, voando para 155 cidades, em 75 países. No Brasil, a

companhia oferece voos diários de São Paulo e Rio de Janeiro para Londres

Heathrow.


O Estado do Ceará

Domingo, 06 de Julho de 2014

Demanda por voos na América Latina cresce mais do que a média mundial, em maio




A demanda por transporte aéreo na América Latina, considerando-se voos

domésticos e internacionais na região, registrou crescimento de 7,8% em maio, em

relação ao mesmo mês de 2013, informou nesta manhã a Associação Internacional do

Transporte Aéreo (da sigla em inglês IATA). Esse resultado ficou acima da média

global no mesmo período de comparação, de 6,2%. O desempenho da aviação

latino-americana também foi o segundo melhor do mundo no mês passado, ficando

atrás apenas da expansão de 12,7% verificada pelas empresas aéreas do Oriente

Médio.


“Estamos vendo uma demanda saudável no tráfego aéreo para apoiar e ajudar a

sustentar a recuperação da atividade econômica global”, afirmou o diretor-geral

e CEO da IATA, Tony Tyler, por meio de comunicado.


A oferta de assentos na América Latina registrou crescimento de 4% em maio, em

relação ao mesmo período do ano passado. Já a média mundial desse indicador teve

aumento de 5,2% na mesma base de comparação. A taxa média de ocupação dos aviões

entre as empresas aéreas da América Latina ficou em 78,8%. A média global, por

sua vez, foi de 79%.


REDAÇÃO O ESTADO ONLINE

Fonte: Abear


O Povo - CE

07/07/2014

Aeroporto de Fortaleza bate recorde de operações por dia

No último sábado, um dia depois da partida entre Brasil

e Colômbia no Castelão, o Pinto Martins alcançou recorde de 225 operações em um

dia

Cabral bruno

cabral@opovo.com.br


No último sábado, um dia após o jogo entre Brasil e Colômbia no Castelão, que

marcou a despedida de Fortaleza da Copa, o aeroporto Pinto Martins registrou 225

operações de pousos e decolagens comerciais. Este é o maior movimento da

história do equipamento em um único dia segundo a Infraero. De acordo com a

empresa, apesar da quantidade de voos, as ocorrências ficaram dentro da

normalidade.


O recorde anterior havia sido registrado no dia 17 de junho, data da partida

entre Brasil e México na Capital, com 215 operações comerciais. A média diária,

de acordo com a empresa, é de 150 pousos e decolagens por dia. Na tarde de

ontem, no entanto, havia pouco movimento.



“Houve muito movimento na sexta-feira, no sábado, e hoje de manhã, agora ficou

mais tranquilo”, disse Priscila Maciel dos Santos, vendedora da loja oficial da

Fifa no Aeroporto. Apesar do recorde de voos no sábado, ela disse que a maior

fluxo na loja foi no dia do jogo entre Brasil e México.


Segundo Priscila, as vendas na loja estão aquecidas desde o início da Copa. “A

maioria vem comprar o Fuleco, chaveiros, brindes e, principalmente, a camisa da

seleção brasileira, que acabou há dez dias. Ainda temos as camisas da Espanha e

da Argentina, que estão em promoção”.


Para a vendedora Zilmara Lobo, da loja Happy Sell, os mexicanos foram os

melhores clientes no período da Copa. “Eles são muito educados, não pedem

descontos e pagam à vista em dinheiro vivo. Tem turistas de outros países que

vêm aqui, que não sabem falar português, mas sabem dizer a palavra desconto

quando dizemos o preço”.


O advogado Flávio Antunes, 38, de São Paulo (SP), havia comprado um pacote para

passar uma semana com a esposa e as duas filhas no Porto das Dunas. Mas, como a

semana coincidiu com o último jogo do Brasil em Fortaleza, ele decidiu comprar

ingressos para a família e disse que valeu a pena.


“O clima na cidade estava muito bom. Tinha muitos colombianos, mas houve muito

respeito entre as torcidas”. Pela primeira vez em Fortaleza, ele diz que tinha

uma imagem de “muita” insegurança da Cidade. “Não me senti inseguro em nenhum

momento. O povo de Fortaleza é muito alegre”.


Também pela primeira vez no Ceará, a professora Eva Barros, 60, de São Paulo

(SP), veio à Capital para assistir ao jogo entre Brasil e Colômbia, com o filho,

netos e a nora. “Foi a primeira vez que eu entrei em um estádio de futebol.

Achei impressionante a torcida. Foi muito bonito”.


Gazeta de Alagoas

06 de Julho de 2014

Justiça conclui processo sobre voo da Air France

ACIDENTE. Voo AF477

caiu no Atlântico em junho de 2009 matando 228 pessoas

Por: FRANCE PRESS COM AGÊNCIAS


São Paulo – As juízas encarregadas da

investigação do acidente com o voo da Air France que resultou em 228 mortes no

mês de junho de 2009, anunciaram esta semana a conclusão dos trabalhos. Sylvia

Zimmermann e Sabine Kheris informaram que vão recusar novas demandas por

análises apresentadas pela companhia aérea e pelo sindicato dos pilotos.


O fim das investigações abre um período para as partes fazerem observações ou

pedirem esclarecimentos. A aeronave caiu no dia 1º de junho de 2009, durante um

voo do Rio de Janeiro a Paris.


“O fim da instrução significa que as partes demandantes podem esperar por um

processo rápido”, afirmou Alain Jakubowicz, um dos advogados da associação

“Entraide et Solidarité AF447” (Auxílio e Solidariedade). “As juízas de

instrução nos deram a entender que as empresas Air France e Airbus terão de

comparecer ao tribunal correcional”, acrescentou.


“Acho que há elementos suficientes para que as empresas sejam condenadas por

homicídio culposo (sem intenção)”, opinou Yassine Bouzrou, outro advogado de

familiares das vítimas.


Parentes de vítimas pretendiam reclamar das conclusões de uma contra-análise,

recentemente adicionada ao processo, que isentava a fabricante Airbus de

qualquer responsabilidade pelo acidente.


Portal iG

07/07/2014 09:24

Lufthansa assina parceria com Air China

Empresas planejam

formar uma joint venture que permitirá que dividam a receita sobre certas rotas

com a venda de bilhetes aéreos uma da outra

Reuters


A alemã Lufthansa assinou um acordo de parceria com a Air China conforme busca

melhorar sua posição na China, o segundo maior mercado de aviação do mundo,

disse a companhia nesta segunda-feira (7).


Divulgação


Lufthansa inaugura o seu 747-8 Intercontinental, da Boeing


Sob o acordo, a Air China e Lufthansa planejam formar uma joint venture que irá

permitir que dividam a receita sobre certas rotas com a venda de bilhetes aéreos

uma da outra.


- Lufthansa pode lançar marca de baixo custo em voos de longa distância


A Lufthansa tem acordos semelhantes em vigor com a United Airlines e a Air

Canada nas ligações entre a Europa e a América do Norte, e com a ANA em rotas

para o Japão.


Acordos do tipo permitem que companhias aéreas contornem regras de propriedade

estrangeira e trabalhem juntas em rotas e preços sem infringir regulamentos de

concorrência.


O acordo com a Air China foi assinado durante a visita da chanceler alemã,

Angela Merkel, à China. Durante a viagem, ela supervisionou a assinatura de um

acordo da Airbus para vender mais de 100 helicópteros para empresas chinesas.


A parceria com a Air China poderá entrar em vigor em outubro de 2014, disse a

Lufthansa.


Yahoo! Notícias

dom, 6 de jul de 2014

Piloto impede co-piloto de retornar à cabine em pleno voo

AFP


foto de faashon zalk/afp/arquivos


AFP/AFP/Arquivos - A

companhia aérea investigou este incidente em pleno

voo que provocou por alguns momentos o medo da tripulação


A companhia aérea Air New Zealand suspendeu dois pilotos depois que durante um

voo o piloto impediu o co-piloto de retornar ao seu posto devido a tensões entre

os dois homens, indicou a empresa neste domingo.


O voo que saiu de Perth (Austrália) com direção a Auckland (Nova Zelândia) no

dia 21 de maio foi atrasado porque o co-piloto foi submetido a um teste

aleatório de drogas e álcool, indicou a companhia.


"Este atraso irritou o piloto", explicou à AFP o responsável pela segurança da

Air New Zealand, Errol Burtenshaw.


Durante o voo, o co-piloto fez um intervalo e foi tomar o café junto com outro

membro da tripulação. Mas quando quis retornar à cabine o piloto não respondeu

aos seus chamados para que abrisse a porta.


"O capitão não respondeu aos seus apelos e não abriu a porta porque se

aproximava de um ponto de notificação, e via em seu monitor um membro da

tripulação chamando, e não o co-piloto", acrescentou Errol Burtenshaw.


A companhia aérea investigou este incidente em pleno voo que provocou por alguns

momentos o medo da tripulação.


A Air New Zeland enviou suas conclusões às autoridades de aviação e suspendeu o

piloto durante duas semanas e o co-piloto durante uma semana.


Os dois homens receberam uma formação adicional e ajuda psicológica para

ajudá-los a gerir este tipo de tensões.

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