AeroClippi?ng, sexta-feir?a, 11/07/14 - ano XII - nº 209

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O Estado de S.Paulo

TAM negocia compra da regional Passaredo

Congonhas, um bônus às regionais

Avianca critica mudanças em regras para Congonhas

Airbus nega notícias sobre acordo de US$20 bi em jatos com IndiGo

Boeing vê mercado de jatos de US$5,2 tri nos próximos 20 anos

Folha de São Paulo

Copa afeta lucro de helicópteros e jatinhos

Avianca diz que será prejudicada em distribuição de slots de Congonhas

O Globo

Anac reajusta taxa de embarque dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos

G1

Reforma e ampliação de aeroporto foram iniciadas em Patrocínio, MG

Valor Econômico

Trabalhadores tentam obter posse da sede da Vasp

Bons ventos no setor elevam venda de aviões maiores

Correio de Sergipe

Complexo viário nas proximidades do Aeroporto deverá ficar pronto em setembro

Gazeta do Povo - PR

A esquadrilha do controle remoto

O Liberal - PA

Infraero recolhe pipas e entrega bolas

O Popular - GO

Cofundador conta como a Azul cresceu

Mercado&Eventos

Ethiopian completa um ano de operação no Brasil com promoção

Azul assina acordo de Interline com Aerolíneas Argentinas

Aerolineas amplia voos para Mendoza em agosto

Panrotas

Star Alliance pode ter duas aéreas brasileiras

Goiânia ganha voo da Avianca em agosto


O Estado de S.Paulo

SEXTA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2014

TAM negocia compra da regional Passaredo

Compartilhamento de voos entre as companhias começa em agosto e será o primeiro passo para a venda da aérea, que está em recuperação judicial

Marina Gazzoni


pierre barthe/divulgação-29/5/2012


Regional. Passaredo voa para cerca de 20 destinos


A TAM está negociando a aquisição da companhia aérea Passaredo – empresa que está em recuperação judicial desdeoutubrode2012eprecisa de uma injeção de capital para se reerguer, segundo fontes próximas à negociação. As duas companhias já assinaram um acordo compartilhamento de voos no fim de maio, que passará a valer em 1º de agosto.


“O acordo é um namoro. O próximo passo é o casamento das empresas”, disse uma fonte. “Ainda não há um contrato de venda assinado. Mas a intenção das empresas é fechar a venda da Passaredo à TAM.”


Uma eventual compra da Passaredo pode ser uma porta de entrada para a volta da TAM ao mercado de aviação regional. A Passaredo tem sede em Ribeirão Preto e voa para cerca de 20 destinos com 9 aeronaves turboélice da francesa ATR.


Antes da Passaredo, a TAM já tentou comprar outra empresa regional. A companhia assinou uma carta de intenção de compradaTripem2011, mas o negócio não vingou e a Trip foi vendida à Azul no ano seguinte.


Embora tenha nascido com a aviação regional, a TAM abandonou esse mercado nos últimos anos, quando focou em voos entre grandes cidades brasileiras e operações internacionais. A companhia, no entanto, já admitiu que pode voltar às origens.


Em setembro do ano passado, a presidente da TAM, Claudia Sender, disse ao Estado que a companhia estava avaliando a formação de uma frota focada em aviação regional. Os planos já foram confirmados pelo CEO da Latam, Enrique Cueto, que comanda o grupo formado pela fusão da chilena LAN com a TAM.


A aviação regional é o foco de um programa de incentivo do governo federal. O governo pretende reformar 270 aeroportos e dar subsídios a empresas para viabilizar rotas regionais. A oferta de voos regionais também foi um dos critérios definidos pelo governo para distribuir espaços no aeroporto de Congonhas, o mais rentável do País.


Passaredo. Criada em 1995, a Passaredo é a quinta empresa do País, com 1% dos voos nacionais. A empresa é uma das poucas sobreviventes entre as pequenas companhias que operam no País – desde 2010, 11 empresas aéreas deixaram de voar.


Com dívidas estimadas em R$ 100 milhões, a empresa pediu recuperação judicial em outubro de 2012. Desde então, vem tentando se reerguer. A companhia, que chegou a voar com jatos da Embraer, reduziu sua frota para operar apenas ATRs,um avião mais econômico.


A TAM enviou comunicado sobre o acordo de interline, mas não comentou a negociação para compra da Passaredo. Os porta-vozes da Passaredo não foram localizados.


Crise

11 empresas regionais deixaram de voar desde 2010; Passaredo está em recuperação judicial e procura saída para a crise


O Estado de S.Paulo

SEXTA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2014

Congonhas, um bônus às regionais

*

ANÁLISE:

Jorge Leal Medeiros


O ministro Moreira Franco determinou a redistribuição dos slots do aeroporto mais cobiçado do país: Congonhas. A ideia é de favorecer as empresas com operações regionais para aumentar a capilaridade do transporte aéreo, e, assim, justificar os investimentos de R$ 7 bilhões em 270 aeroportos. Precisamos atender a muito mais do que as 125 cidades atuais, mas há grande dificuldade em operar esses destinos.O governo decidiu dar um bônus às empresas que voam para o interior na forma de slots em Congonhas. A Azul, a maior operadora de voos regionais, será a grande beneficiária. A empresa é a única a operar aviões brasileiros, fato que certamente a ajudou. Mas as duas grandes – TAM e Gol – resistirão a ceder seus slots. Será natural que elas se voltem ao mercado regional, ou ainda, que comprem uma empresa menor, como a Passaredo, praticamente a única de vulto que sobrou. A TAM, que tem DNA regional, será candidata?


* É PROFESSOR DA USP E EX-DIRETOR

DA VASP E DA VARIG


O Estado de S.Paulo

SEXTA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2014

Avianca critica mudanças em regras para Congonhas


Os novos critérios de ocupação do aeroporto de Congonhas desagradaram à Avianca. O presidente da empresa, José Efromovich, disse que a regra limita o crescimento da companhia e agravará a concentração de mercado. Pela resolução publicada anteontem, a companhia pode receber novos slots (horários de pouso ou decolagem) em Congonhas, mas receberá menos espaços que a Azul.


A resolução do Conselho de Aviação Civil (Conac) determina que apenas empresas com menos de 12% de participação em Congonhas e com aviões acima de 90 assentos recebam slots. Na prática, isso habilita apenas Avianca e Azul a disputar os espaços, vetando as líderes TAM e Gol e empresas menores. Há três critérios para entrar no aeroporto: participação de mercado, oferta de voos regionais e eficiência operacional.


“Apoiamos a resolução e a ideia de abrir o aeroporto de Congonhas para qualquer competidor. Mas não concordamos com os critérios”, disse Efromovich. Ele discorda que a participação de mercado da companhia e a oferta de voos regionais sejam consideradas na hora de decidir quais companhias aéreas vão ganhar espaços em Congonhas.


A Avianca é dona de 7,17% do mercado de voos nacionais e tem 7,26% dos slots em Congonhas. Já a Azul tem 21,36% de mercado e nem 1% dos voos que saem de Congonhas – ela opera apenas uma rota por semana, para o Rio. A Azul, no entanto, é líder em voos regionais e atende cerca de 100 cidades do País, enquanto a Avianca voa para 22 cidades, a maioria capitais.


A Azul deve crescer com a entrada em Congonhas e poderá encomendar novas aeronaves, segundo o diretor de comunicação da empresa, Gianfranco Beting. “Dependendo do número de slots que vamos receber, vamos comprar mais aviões”, disse Beting.


Segundo ele, a companhia vai utilizar os aviões da Embraer na operação em Congonhas. Beting disse que a empresa aguarda a definição de quantidade e horários de slots que receberá para decidir para quais destinos voará de Congonhas. “O passageiro é quem mais ganha. Com o aumento da competição, ele terá mais opções e melhores preços em Congonhas. ”Ele não quis comentar os critérios estabelecidos pela resolução e disse que o papel das empresas é “cumprir a regra do jogo”.


A primeira distribuição de slots em Congonhas deverá ser feita a partir de 1º de agosto e considerará novos slots, mas a Agência Nacional de Aviação Civil não informou quantos. /M.G.


O Estado de S.Paulo

10 Julho 2014 | 10h 30

Airbus nega notícias sobre acordo de US$20 bi em jatos com IndiGo

REUTERS


A Airbus negou um relato nesta quinta-feira sobre um acordo iminente para a venda de 200 aeronaves à companhia aérea indiana IndiGo.


A Bloomberg publicou uma notícia na quinta-feira que a IndiGo estava em conversas com a Airbus para encomendar 200 jatos A320neo adicionais avaliados em cerca de 20,6 bilhões de dólares, citando pessoas familiarizadas com os planos.


"Os rumores de um acordo não têm fundamento", disse um porta-voz da Airbus à Reuters, mas acrescentou, "estamos sempre em conversas com nossos clientes".


A Bloomberg disse que o acordo pode ser anunciado a partir da semana que vem na Feira de Aviação Internacional de Farnborough, acrescentando que embora a IndiGo tenha conversado com a Boeing a preferência da companhia aérea era de permanecer com a Airbus.

Sakshi Batra, uma porta-voz para a IndiGo, não quis comentar sobre a notícia.


(Por Supriya Kurane e Tim Hepher)


O Estado de S.Paulo

10 Julho 2014 | 09h 03

Boeing vê mercado de jatos de US$5,2 tri nos próximos 20 anos

REUTERS


A Boeing fez sua previsão mais otimista desde 2011 para a demanda por aviões de passageiros em 20 anos, dizendo nesta quinta-feira que o mundo precisará de 36.770 novas aeronaves avaliadas em 5,2 trilhões de dólares até 2033.


A projeção anual da empresa subiu 4,2 por cento sobre a previsão feita em 2013, sendo que a empresa também previu ficar acima da rival Airbus no lucrativo mercado de aviões de dois corredores conforme os modelos forem produzidos e entregues nas próximas duas décadas.


"Se a Airbus não fizer nada com sua estratégia de produto, eles ficarão com 30 a 35 por cento de participação de mercado" em entregas da próxima geração de aviões de dois corredores, Randy Tinseth, vice-presidente de marketing da Boeing, a jornalistas.


Os aviões 787 e 777X da Boeing já respondem por até 65 por cento dos atuais pedidos, com o Airbus A350 respondendo pelo restante, e essa diferença será ampliada a menos que a Airbus desenvolva outro jato, disse ele.


A Airbus contestou os números da Boeing, dizendo que já está ganhando a maioria dos pedidos envolvendo aviões de dois corredores ao avaliar anos recentes.


No ano passado, a Boeing previu a necessidade de 35.280 aviões nos 20 anos seguintes, avaliados em 4,8 trilhões de dólares.


Segundo as projeções da companhia norte-americana, os aviões de corredor único, como o 737 e o A320, vão obter a maior parte das encomendas, refletindo a demanda crescente por viagens aéreas na Ásia e a expansão de companhias de baixo custo na região.


Cerca de 40 por cento dos aviões de corredor único a serem produzidos nas próximas duas décadas irão para companhias aéreas de baixo custo, com grande parcela desse volume sendo alocada na China, disse Tinseth. Ele previu que a China vai superar os Estados Unidos como maior mercado de aviação doméstica do mundo nos próximos 20 anos.


Folha de São Paulo

SEXTA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2014

Copa afeta lucro de helicópteros e jatinhos

Com restrições em dias de jogo, movimento do setor cai até 60%

Em SP, operadores de helicóptero estimam prejuízo de R$ 2 mi para cada uma das seis partidas no Itaquerão

MARIANA BARBOSA

DE SÃO PAULO


Penalidades adotadas pelo governo para evitar o caos aéreo na Copa, desde multas até suspensão de habilitação, afetaram operadores de jatinhos, teco-tecos e helicópteros, que preveem prejuízos milionários com o movimento menor.


Entidades que representam empresas de táxi aéreo e operadores de aeronaves privadas atribuem às penalidades a responsabilidade pela queda no movimento em até 60% em relação a 2013.


Só os operadores de helicóptero de São Paulo, cidade com a maior frota dessa aeronave no mundo, estimam perda de R$ 2 milhões em cada um dos seis dias de jogo no Itaquerão. Nos jogos em São Paulo, o espaço aéreo foi fechado por oito horas (três antes e cinco após o início da partida) em um raio de 18,5 km a partir do estádio.


"É certo privilegiar o transporte coletivo sempre e, principalmente, no momento de gargalo. Mas as medidas foram muito além do necessário. Muita gente decidiu simplesmente não voar para não correr o o risco de levar multa", diz o consultor André Castellini, sócio da Bain & Co.


O advogado Georges de Moura Ferreira, especialista em direito aeronáutico, diz que pretende entrar com ação de responsabilização da união por perdas provocadas pelas restrições operacionais impostas durante o Mundial. "Tenho oito clientes querendo discutir na Justiça. O Estado tem obrigação de indenizar por danos patrimoniais causados pelas restrições."


"É muito duro você ver o dinheiro passando na frente e não poder faturar. Pior, com as restrições em dia de jogo, meu faturamento neste mês vai ficar no vermelho", diz Sergio Giraldi, diretor da CAF Táxi Aéreo, que chegou a planejar a construção de um heliponto no estacionamento do shopping Itaquera.


MELHOR EM CASA


Quem não vai voar para ver jogo está achando melhor ficar em casa.


"Nesta Copa, ser dono de meio de transporte aéreo não necessariamente lhe garante independência", diz Rogério Andrade, presidente da Avantto, empresa que faz a gestão de 54 aeronaves cuja propriedade é compartilhada por mais de uma pessoa.

Ele diz que um cliente conseguiu ingresso de última hora para jogo do Brasil contra o Chile em Brasília, mas que não foi pois não conseguiu vaga para pousar nem passagem na aviação comercial.


Apesar da fama de alto luxo, a aviação geral é importante para os investimentos e também para conectar o interior do país, atingindo 3.400 cidades, ante 120 da aviação comercial regular.


Folha de São Paulo

10/07/2014 15h19

Avianca diz que será prejudicada em distribuição de slots de Congonhas

DA REUTERS


A empresa aérea Avianca afirmou nesta quinta-feira (10) que será prejudicada pela resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) sobre a distribuição de horários de chegadas e partidas dos aviões –os chamados slots– do aeroporto de Congonhas, afirmou o presidente da companhia, José Efromovich, a jornalistas.


O executivo afirmou que a resolução publicada nesta quinta-feira considera entre suas fórmulas a participação de mercado das empresas, e que, embora na primeira distribuição apenas Azul e Avianca possam participar, a primeira receberá mais slots por ter maior fatia de mercado.


Efromovich acrescentou ainda que, em uma segunda distribuição, Avianca e Azul não seriam mais consideradas como "entrantes" e terão de disputar slots com Gol e TAM, líderes de mercado.


Com isso, na avaliação do executivo, a Avianca será ainda mais desfavorecida.


O executivo, porém, não soube afirmar de imediato como a Avianca vai reagir ao sistema adotado pela Anac.


Renato S. Cerqueira/Futura Press/Folhapress


Movimentação de passageiros no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo


REDISTRIBUIÇÃO


Os horários de chegadas e partidas dos aviões de Congonhas, em São Paulo, poderão ser redistribuídos.


O governo federal determinou a criação de critérios que, transformados em pontuação, irão definir as empresas que poderão ocupar cada um dos slots disponíveis no aeroporto.


Entre os critérios que serão considerados para a redistribuição estão regularidade e pontualidade das companhias, percentual de participação de cada empresa de transporte aéreo de passageiros nos mercados nacional e regional e eficiência operacional nacional dos voos.


A resolução do Conselho de Aviação Civil especificando a mudança foi publicada nesta quarta-feira (9) no "Diário Oficial da União".


Os slots redistribuídos deverão ser operados por aeronaves com, no mínimo, 90 assentos.


EMPRESAS


Se ocorrer, a distribuição deverá priorizar empresas aéreas entrantes no aeroporto. Ou seja, Gol e TAM, que lideram o mercado de aviação no Brasil, poderão perder espaço.


Empresas que serão consideradas entrantes serão aquelas que detêm até 12% do total de slots disponíveis no aeroporto.


A primeira distribuição de novos slots em Congonhas deverá ocorrer a partir de 1 de agosto.


O Globo

10/07/2014 9:05

Anac reajusta taxa de embarque dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos

Aumento de 6,52% entra em vigor em 30 dias

POR O GLOBO



Terminal 3 do aeroporto internacional de Guarulhos em SP Foto: Fernando Donasci / O Globo


BRASÍLIA- A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reajustou em 6,52% as tarifas aeroportuárias de Guarulhos e Viracopos (Campinas) , ambos em São Paulo. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira. Os novos valores começam a valer em 30 dias.


Com o reajuste, o teto da tarifa de embarque doméstica passará de R$ 22,55 para R$ 24,02, já considerando a incidência do percentual de 35,9% relativo ao Adicional de Tarifa Aeroportuária (Ataero), criado pela Lei nº. 7.920/89, destinado ao Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac).


De acordo com a Anac, reajuste considera a variação percentual do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses, tendo como referência a data do último reajuste, em julho do ano passado.


G1

10/07/2014 17h46

Reforma e ampliação de aeroporto foram iniciadas em Patrocínio, MG

Investimento é de R$ 8,2 milhões.

Objetivo é receber aeronaves para ligações diretas com grandes centros.

Do G1 Triângulo Mineiro



Aeroporto passa por reformas

(Foto: Ascom Prefeitura Patrocínio/Divulgação)


As obras de reforma e ampliação do aeroporto em Patrocínio, no Alto Paranaíba, já estão em andamento. Segundo informações da Prefeitura Municipal, o serviço será realizado em duas etapas e nesta primeira, as intervenções estão sendo feitas no terminal de passageiros, na seção contra incêndio e cercamento de toda área. Na segunda etapa, os serviços irão se concentrar na melhoria da pista de pouso, pátio principal de aeronaves e pista de táxi, além da sinalização diurna e noturna da pista.


O investimentos é de R$ 8,2 milhões e após as reformas o aeroporto terá capacidade para receber aeronaves maiores, com ligações diretas para grandes centros como Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro e São Paulo.


Valor Econômico

Trabalhadores tentam obter posse da sede da Vasp

Por Beatriz Olivon | De São Paulo


Advogado Carlos Duque Estrada: venda

direta geraria mais recursos para o

pagamento de dívidas trabalhistas


Os ex-funcionários da Vasp vão tentar na Justiça obter a posse (adjudicação) da antiga sede da falida companhia aérea, que irá a leilão no fim do mês. Ao lado do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o prédio foi avaliado em R$ 111 milhões. Também está marcada uma nova tentativa de venda de dois lotes de marcas registradas pela empresa - Vasp e Vaspex, por exemplo -, avaliados em R$ 728 milhões.


A sede da falida Vasp é um dos ativos mais valiosos da massa falida, segundo o juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, Daniel Cárnio Costa. A localização e a área do "Complexo Vasp" - cerca de 15 mil metros quadrados de área construída na Praça Comandante Lineu Gomes - são destacados pelo juiz e também pelo advogado do Sindicato dos Aeroviários de São Paulo (Saesp), Carlos Duque Estrada.


O advogado, porém, vai tentar impedir o leilão, marcado para o dia 31. Duque Estrada afirma que o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) e o Saesp já ingressaram com o pedido de adjudicação do imóvel, como foi feito com fazendas do ex-controlador da Vasp, Wagner Canhedo. Com a venda direta, pretendem arrecadar mais, sem ter que pagar também por custas, e quitar dívidas trabalhistas.


Apesar de destacar como "mais importantes" os leilões da sede e de algumas obras de arte, que também serão realizados neste mês, o juiz Daniel Cárnio Costa aposta também na venda das marcas, em uma terceira tentativa. O valor, segundo ele, foi indicado por perícia. As marcas são um dos bens mais caros da massa falida. "O valor de avaliação é um valor de referência. Quem determina quanto vale é o mercado", afirma Costa.


As marcas estão divididas em dois lotes. Incluem os nomes Vasp, Vaspex, Tarifácil, Vasp Vupt e Vasp Ponte Aérea. O conjunto foi avaliado em R$ 728 milhões. Em 2012, ocorreram duas tentativas de venda, mas não foram feitos lances. Uma nova ausência de interessados pode ser um indicativo de que o valor de avaliação não está adequado, ou de que a marca não desperta mais interesse, segundo Costa.


O advogado do Sindicato dos Aeroviários de São Paulo diz acreditar que o leilão das marcas fracassará. "Ninguém irá comprar. A Vasp deixou de voar há mais de dez anos", afirma.


Para Fabiano de Bem da Rocha, advogado especializado em contencioso judicial no escritório Kasznar Leonardos, o valor dado às marcas pode ser um entrave ao leilão, além do fato de as duas principais companhias do setor no país - Gol e TAM - já terem marcas bem consolidadas. "Talvez uma empresa nova pudesse ter interesse em comprar. Mesmo a Gol, que adquiriu ativos da Varig, deixou a marca perecer", diz.


Algumas das marcas contidas nos lotes já tiveram sua vigência expirada. Nesse caso é necessário observar se o administrador da massa falida prorrogou os registros, segundo Rocha. Ana Carolina Lee Barbosa Del Bianco, sócia do escritório Dannemann Siemsen, afirma que a empresa que vai adquirir não pode pensar só no valor do leilão, mas também nos gastos para reverter a imagem da marca, já que ela é associada a uma empresa que teve a falência decretada.


Para Daniella Giavina-Bianchi, diretora executiva da Interbrand, empresa que faz avaliações de marcas, um dos pontos que deve ter sido considerado para o valor é que, apesar de não estar ativa, a marca é associada a uma época gloriosa da aviação brasileira.


Até o momento, os leilões de bens da falida Vasp arrecadaram mais de R$ 200 milhões, segundo o juiz. Por enquanto, foi feito o pagamento integral dos créditos trabalhistas extraconcursais - até o valor de 150 salários mínimos -, segundo Costa.


Os leilões dos bens da Vasp começaram depois que a falência da aérea foi decretada, em 2008. Eles foram interrompidos em 2012, por causa de uma liminar concedida por um ministro do STJ à companhia anulando a conversão de sua recuperação judicial em falência, e depois retomados. A dívida da companhia, calculada na época da falência, chegava a R$ 5 bilhões.


O lance mínimo para o arremate dos dois lotes de marcas deve ser de 60% do valor da avaliação atualizada - de R$ 728 milhões -, com incremento mínimo entre os lances de R$ 5 milhões. O leilão das marcas será realizado por meio presencial e eletrônico, a partir do dia 18, no site www.freitasleiloesonline.com.br. O pregão físico de fechamento será no dia 28. O leilão presencial da sede será no dia 31 de julho e a abertura para lances on-line será no dia 21. O lance inicial é de R$ 111 milhões, com incremento mínimo entre os lances de R$ 500 mil. Somente serão aceitos lances a partir de 80% do valor da avaliação atualizada.


Valor Econômico

11/07/2014 às 05h00

Bons ventos no setor elevam venda de aviões maiores

Por Robert Wall e Jon Ostrower

| The Wall Street Journal, de Londres


Para as companhias aéreas ao redor do mundo, maior, agora, também é melhor. E isso é uma boa notícia para as rivais Boeing Co. e Airbus Group NV, que se enfrentam novamente neste fim de semana em busca de pedidos de novos aviões no chamado salão aeronáutico de Farnborough, uma feira de negócios que ocorre a cada dois anos perto de Londres. Historicamente cheia de altos e baixos, a indústria aérea global vive novamente um período de alta. Depois da crise econômica mundial, turistas e homens de negócios voltaram a viajar de avião. O lucro crescente das empresas aéreas está elevando a demanda não apenas por mais aviões, mas por modelos maiores que somente a Airbus e a Boeing conseguem construir - e que são mais lucrativos para as duas fabricantes. "O tamanho médio do avião está aumentando. Todo ano ele fica um pouco maior", diz John Leahy, chefe de vendas da unidade de aviões comerciais da Airbus.


Em épocas lucrativas como esta, as companhias aéreas preferem aviões maiores para poder carregar mais passageiros sem ter que adicionar novos voos. As duas fabricantes já começaram a adaptar seus planos de produção e até seus aviões para essa mudança de mercado, inclusive acrescentando assentos. O A321 - maior avião de corredor único da Airbus, que foi lançado em 1993 e pode acomodar 220 passageiros, ante 180 no modelo A320 - não é mais um lanterna do setor. Cerca de 50% dos aviões com um corredor, ou de "fuselagem estreita", produzidos pela Airbus são agora A321, comparado com menos de 20% alguns anos atrás. Com um preço em torno de US$ 110 milhões, o A321 custa no varejo cerca de 16% mais que o A320 - embora as empresas normalmente consigam descontos sobre os preços de tabela, principalmente em pedidos de grandes aeronaves.


"O A321 é o avião de fuselagem estreita mais pedido no mundo", diz Angus Kelly, diretor-presidente da segunda maior empresa de leasing de aviões do mundo, a AerCap Holdings NV. A escassez de novos horários de voos nos aeroportos tornou o avião mais atraente à medida que o número de passageiros cresce, diz ele. Nos próximos 20 anos, a Boeing estima que o avião típico de dois corredores, ou de "fuselagem larga", ganhará 20 assentos, e o de corredor único, 10 assentos, uma vez que os dois modelos estão se alongando e o espaço entre os assentos, diminuindo. No fim do ano passado, a empresa lançou um novo modelo do seu popular jato de dois corredores 777. O 777X será o maior avião de duas turbinas do mundo, tendo entre 350 e 400 lugares, 30 a mais que a maior versão produzida atualmente.


E as vendas do 787 Dreamliner, o modelo recente da Boeing, estão favorecendo substancialmente as versões maiores. A Boeing fará o lançamento internacional do seu novo Dreamliner alongado, o 787-9, que é seis metros maior que a versão atual e tem 40 assentos a mais, na feira de Farnborough. A Airbus também está levando um novo grande avião para Farnborough. Trata-se do A350, um jato de longo alcance com capacidade para 300 passageiros, que concorre com o 777, da Boeing, e será lançado neste ano. Os aviões maiores trazem desafios de design. A Airbus está adicionando rodas extras ao trem de pouso e reformulando o motor da versão maior do A350, que deve começar a ser entregue em 2017.


A Boeing, por sua vez, irá instalar pontas dobráveis nas asas de seu planejado 777X para permitir que o avião use os mesmos portões que modelos menores. Mas todo esse esforço extra é válido? Até certo ponto. Embora maior geralmente seja melhor, as empresas aéreas tendem a preferir aviões de duas turbinas, em vez dos modelos mais caros e ainda maiores com quatro. "A história mostrou que o fabricante com o maior [avião de] duas turbinas ganha", diz Richard Aboulafia, vice-presidente da consultoria aeroespacial Teal Group. Isso porque o apelo de aviões muito grandes tem seus limites.


A Airbus e a Boeing têm se esforçado para convencer seus clientes a comprar aviões com quatro turbinas: o A380 superjumbo, que tem 525 lugares, e o 747-8, que tem 467. As empresas aéreas temem não conseguir uma taxa de ocupação lucrativa em aviões com mais de 450 lugares. Se a demanda por viagens cair, as empresas dependem de aviões menores para manter a taxa de ocupação com uma capacidade menor. A Boeing há muito encontrou o nicho ideal entre o grande e o muito grande: ela constrói 100 unidades do 777 por ano, quase todos em sua versão maior. A empresa lançou o avião em 1994 e vai mantê-lo em produção pelo menos até 2030. Embora a maioria das empresas aéreas esteja desfrutando dos bons tempos novamente, começam a soar os primeiros sinais de alerta de que há muitos aviões grandes entrando no mercado. A Deutsche Lufthansa AG e a Air France-KLM SA divulgaram alertas financeiros nas últimas semanas, num momento em que a capacidade das rotas intercontinentais supera a demanda.


Correio de Sergipe

Sexta-feira, 11 de julho de 2014

Complexo viário nas proximidades do Aeroporto deverá ficar pronto em setembro

Fábio Brito


lindivaldo ribeiro/cs


Obras, segundo Seinfra, começaram em abril do ano passado


A Secretaria Estadual da Infraestrutura (Seinfra) revelou na manhã de ontem, 10, ao Jornal Correio de Sergipe, que a previsão para o fim da construção do complexo viário nas proximidades do Aeroporto de Aracaju deverá ser concluída em setembro deste ano. As obras começaram em abril de 2013.


Foi exposto também que a maioria dos proprietários de casas que estão no caminho da obra já aceitou os acordos indenizatórios e está apenas aguardando a liberação do pagamento. Foi exposto que o governo deverá realizar uma reurbanização da área, que contará com praças e outros benefícios.


Os valores das indenizações foram calculados por engenheiros experientes neste tipo de processo do Departamento de Estradas e Rodagens (DER). Foi dito ainda pelo órgão que os que ainda não aceitaram estão negociando com o governo, e foi garantido pela Seinfra que nenhuma moradia será com o proprietário seja retirada até que o acordo fechado.


A obra total

O Governo do Estado é responsável pela implantação e modificação do sistema viário no entorno do Aeroporto, finalização dos projetos básicos, elaboração dos projetos executivos de engenharia e obtenção de licenças de instalação e operações ambientais, perfazendo o montante de R$ 62.401.042,89.


Sob responsabilidade da Infraero ficam a construção de novo Terminal de Passageiros equipado com pontes de embarque e desembarque de passageiros nas aeronaves, novo pátio de aeronaves, novo estacionamento de veículos, novo sistema viário interno, central de utilidades e centro de manutenção, obras de infraestrutura básica e urbanização de áreas secundárias e de exploração comercial do Aeroporto, num investimento de R$ 301.389.101,00.


Os dois acordos de cooperação técnica para ampliação e modernização do Complexo Aeroportuário perfazem R$ 488.735.271,89. São R$ 114.321.042,89 em recursos estaduais e RS 374.414.229,00 da Infraero.


Gazeta do Povo - PR

11/07/2014 | 00:12

A esquadrilha do controle remoto

Cada vez mais popular e acessível, aeromodelismo se tornou um hobby para todos os bolsos. O preço dos aviõezinhos começa a partir de R$ 400 e pode chegar a R$ 100 mil

YURI AL’HANATI


Antônio More/ Gazeta do Povo


Antonio Carlos, bicampeão paranaense de aeromodelismo, gosta de inventar manobras,

sair do voo normal


Visto do chão, todos os aviões parecem pequenininhos. Mas não se assuste se os aviões que por acaso observar riscando o céu de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, lhe parecerem menores do que o esperado: são apenas os aficionados do Clube Paranaense de Aeromodelismo (Cpaer) dando asas para uma sensação de liberdade que, eles juram, o hobby só faz aumentar.


O aeromodelo de rádio-controle é uma verdadeira paixão entre seus praticantes. Que o diga o arquiteto Fábio Machado, de 27 anos, que aprendeu a gostar dos aviõezinhos com o pai, Antonio Carlos, 57 anos, e hoje é bicampeão paranaense. “Gosto de fazer acrobacias, inventar manobras, sair do voo normal”, conta. Ele explica que as competições existem quanto às modalidades de voo e quanto às dificuldades das manobras. “Em uma modalidade básica, as manobras são mais restritas e fáceis. Já na modalidade ilimitada, qualquer manobra vale, e é tudo mais difícil”, distingue.


Quem pratica o aeromodelismo não nega: hoje o hobby é muito mais barato. “Eu era apaixonado por aeromodelo desde a minha adolescência, mas um avião controlado por rádio era caríssimo e ainda tinha uma porção de restrições nas importações das peças. A gente só tinha aviões controlados por cabo. Só a partir da década de 1990 a gente conseguiu ter acesso a peças mais baratas que vinham de fora”, conta o engenheiro Fernando Belich, de 50 anos.


Belich pilota hoje aviões e helicópteros, o chamado helimodelo, e diz que um modelo de entrada pode custar entre R$ 400 e R$ 600. O material é o que encarece mais. “Os mais básicos são feitos de depron, que é uma espécie de isopor, e os outros são feitos de madeira balsa e compensado. Já os modelos mais avançados levam fibra de carbono, fibra de vidro, kevlar (fibra sintética), materiais mais nobres”, explica Machado. Ele também diz que o aeromodelismo é um hobby para todos os bolsos. “Tem aviões de R$ 400 reais e jatos que começam a partir de R$ 5 mil até R$ 100 mil”.


Coisa séria


Nada incomoda mais os aficionados do que dizer que o aeromodelismo é uma brincadeira de criança. Além do custo e do preparo – aviões podem ser comprados prontos, semi-montados ou serem manufaturados a partir do zero –, regras de segurança rígidas são adotadas no clube em Pinhais.


“Quando entramos para o clube, recebemos um manual com procedimentos de segurança que devem ser seguidos à risca. Existem lugares onde não se pode transitar com o motor ligado, manobras que não se podem realizar com mais de cinco aviões voando ao mesmo tempo no espaço, e por aí vai”, explica Fernando Belich.


Mesmo com todos os cuidados, acidentes ocorrem, e o aeromodelista precisa estar preparado para sofrer algumas baixas na frota. “É uma sensação horrível de perda. Inclusive perdi um no último sábado”, conta o gerente Roberto Caldeira Filho, 58 anos. “Tive uma falha eletrônica que não dava para prever, ele entrou em parafuso e foi de bico no chão. Só sobrou a cauda”, lamenta.


Restaurar os aviões danificados também faz parte da diversão. “Os modelos exigem manutenção quase semanal. Quando não estão voando, estão sendo reparados.”






Adrenalina via rádio

O aeromodelismo é uma verdadeira paixão entre os praticantes. Aviões podem ser comprados prontos, semi-montados ou serem manufaturados a partir do zero. Confira alguns modelos e manobras.


O Liberal - PA

11 DE JULHO, 2014 - 06H00

Infraero recolhe pipas e entrega bolas

Ação com crianças da Pratinha e Bengui busca evitar acidentes aéreos

ATUALIDADES




Trocar pipas por bolas, durante as férias escolares, é uma iniciativa que a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), faz há 11 anos, em Belém, e com êxito. A medida visa a segurança aeroviária, mas sem interferir com as brincadeiras das crianças justamente quando elas têm mais tempo para se divertir. Deu tão certo que, desde a primeira edição da campanha, não acontecem acidentes com pipas no entorno do Aeroporto Internacional de Belém - diferente de outros aeroportos brasileiros, que já começam a adotar a campanha pioneira da capital paraense -, principalmente nos bairros da Pratinha e do Bengui. A edição deste ano começou na manhã de ontem e prossegue hoje, com distribuição de 1,2 mil bolas (600 em cada dia).


“É uma iniciativa para mudar a cultura da comunidade quanto a uma brincadeira inocente, a de empinar pipa, mas que pode causar graves acidentes aéreos. Aí fazemos a troca por uma bola, uma brincadeira sem risco. As crianças acabam aceitando. Como fazemos nas mesmas áreas, quando veem o carro da Infraero já até vêm correndo para fazer a troca, pois conhecem”, comenta o superintendente da Infraero, Hildebrando Coelho Corrêa. Ele ressalta que as aeronaves menores são as que mais estão expostas a acidentes com pipas nas redondezas de aeroportos menores. “A segurança ocorre justamente pela prevenção”, completa.


De fato, quando os carros e funcionários da Infraero começaram a circular pelas vias da Pratinha, mais próximas do aeroporto, várias crianças começaram a correr. Pelo alto-falante de um dos veículos, um som igual ao da vinheta de informação do aeroporto com o “Infraero informa”. Uma voz masculina, carregada de sotaque e erros de concordância, anunciava a troca, o objetivo da campanha e atraía ainda mais crianças. A troca era feita na mesma hora e a criançada saía satisfeita com a bola. Eram bolas comuns, nada de réplicas da Brazuca (bola do atual mundial da FIfa) ou da Jabulani (na Copa do Mundo de 2010, da África), ambas fabricadas pela multinacional alemã Adidas.


Curiosamente, muitas das crianças que aceitaram a troca tinham cabelos parecidos com os de um dos ídolos desta Copa: o zagueiro David Luiz. Um deles foi o pequeno Cauã de Oliveira, de 10 anos, que garantiu não ter sido comparado muito ao atleta ainda, mas isso pode ocorrer quando começar a brincar com a bola. Esperto, acabou trocando a pipa que encontrou e que não tinha a menor intenção de empinar por um brinquedo que vai lhe garantir mais diversão. “Gosto mais. Não sei empinar muito e essa pipa eu peguei no telhado. Troca boa”, disse.


Uma menina chamou a atenção graças aos cabelos encaracolados parecidos aos de David Luiz: Laís, de sete anos e claríssimos olhos verdes. Toda animada, pegou a pipa que a mãe dela encontrou perto de onde trabalha e trocou por uma bola. Mesmo ainda de pijamas, não perdeu tempo e começou a brincar, só dizendo ter gostado da troca e que nem sabia empinar pipa mesmo. “Fico mais tranquilo porque é mais seguro. Deveriam fazer o mesmo em outros aeroportos”, disse o padrasto dela, Augusto Souza.


O Popular - GO

11 de julho de 2014 (sexta-feira)

Cofundador conta como a Azul cresceu

Karina Ribeiro



Mark durante palestra em Goiânia: “Estude os concorrentes”


“A base mais importante para o sucesso de uma empresa é o setor de recursos humanos”, diz o cofundador da Azul Linhas Aéreas, Mark Neeleman. O empresário norte-americano, que em seis anos detém quase 18% do mercado brasileiro de aviação, dividiu experiências ontem com executivos e representantes de entidades goianas durante um almoço debate realizado pelos grupos Lide Goiás e Lide Mulher Goiás na Casa Opus. De forma descontraída, Mark repassou dicas de empreendedorismo, expansão das linhas operadas pela empresa e sobre novas oportunidades no mercado nacional.


Na visão do norte-americano, os empresários precisam buscar recursos humanos talentosos e promover qualificação e qualidade de vida aos funcionários da empresa. Ele explica que demorou para chegar à receita adotada atualmente na Azul Linhas Aéreas. “Tenho orgulho de dizer que somos a empresa aérea nacional que tem menos funcionários por aeronave. Somos eficientes e com uma mão de obra enxuta.”


Mark não observa a rotatividade de mão de obra como empecilho para o sucesso empresarial. Pelo contrário, ele afirma que é importante o profissional começar do zero e utilizar seus conhecimentos no novo emprego ou carreira.


CONCORRÊNCIA

“Estude seus concorrentes”, resume Mark Neeleman. Em sua concepção, analisar as demais companhias aéreas atuantes no País possibilitou que a Azul Linhas Aéreas planejasse um caminho inovador no mercado doméstico. Com aeronaves mais espaçosas, serviço de bordo qualificado, conquistou quase 18% do mercado em seis anos de atuação. “Planejamos e investimos em um novo produto. Também é necessário um marketing eficiente”, ressalta. O planejamento permite que a expansão ocorra mesmo com preços médios de bilhetes até 15% mais caros que as demais companhias. “E elas tiveram que baixar os preços depois que começamos a operar”, lembra.


Mark afirma que nunca faltam oportunidades no mercado nacional. Ele explica que a empresa aérea fixou bases estratégicas em várias regiões do País, sobretudo Campinas (SP), e que o momento agora é de expansão. Embora não apontasse um percentual de perspectiva de crescimento para os próximos anos nem afirmar se serão abertas novas linhas de Goiânia, Mark ressaltou que empresa alça novos ares. A partir de 2015, a Azul pretende operar voos diretos de Campinas (base da empresa) para os Estados Unidos, a começar por Miami. Para isso, serão incorporadas cinco Airbus A 350 e seis Airbus A330. Questionado sobre a possibilidade de atuar no mercado aeroportuário, Mark afirma que já existem projetos em andamento.


Mercado&Eventos

10/07 - 15:19

Ethiopian completa um ano de operação no Brasil com promoção


A Ethiopian Airlines completa um ano de Brasil em julho. Para celebrar a data, que marca também a chegada do seu oitavo Boeing 787 Dreamliner esta semana, a companhia lançou a megapromo, com tarifas a partir de USD699.


Os valores promocionais são válidos para voos ida e volta em diversos destinos e ainda podem ser parcelados em seis vezes. Todas as freqüências partem de São Paulo, com embarque de 15 de julho a 30 de novembro, com hub na capital etíope Adis Abeba.


Lisia Minelli


Mercado&Eventos

10/07 - 14:31

Azul assina acordo de Interline com Aerolíneas Argentinas


A Azul está ampliando sua rede de parcerias com a assinatura de acordo de Interline com a Aerolíneas Argentinas. A parceria com a aérea teve início na terça-feira (08/07). Desta forma, os Clientes da companhia argentina poderão se conectar a qualquer destino servido pela Azul em um único bilhete.


Por conta da necessidade de passagem pela alfândega ao entrar no Brasil, os Clientes provenientes de voos da Aerolíneas Argentinas precisarão retirar suas bagagens na esteira e despachá-las novamente no balcão da Azul. A esses Clientes, a Azul garantirá a franquia de bagagem estipulada pela aérea argentina.


As passagens do acordo com a Aerolíneas Argentinas já estão disponíveis por meio de todos os canais de venda da companhia aérea argentina. A Azul mantém acordos de Interline também com a TAP, Etihad Airways, United, Air Europa, Lufthansa e Hahn Air.


Rafael Massadar


Mercado&Eventos

10/07 - 13:33

Aerolineas amplia voos para Mendoza em agosto


A partir do próximo 4 de agosto, os voos da Aerolíneas Argentinas entre São Paulo e Mendoza passam a ter duas frequências semanas: aos domingos e quartas-feiras, à noite. Segundo Javier Espina, ministro de Turismo de Mendoza, “a duplicação da oferta (quando iniciou em fins de junho era um semanal), deve-se à grande procura. Para todos os brasileiros continuaremos oferecendo as promoções acordadas com a iniciativa privada porque nosso objetivo é atingir um número cada vez maior de visitantes provenientes do Brasil”. Diversos hotéis oferecem early check-in e late check-out e varios estabelecimentos – lojas, bares e restaurantes – oferecem descontos. Em 2013, chegaram a Mendoza 139 voos semanais, com um total de 16.338 assentos disponíveis, representando um movimento anual de 7.228 voos e 849.576 assentos. Com este voo direto a oferta será ampliada em 141 voos. Mais sobre o destino em www.turismo.mendoza.gov.ar


Luiz Marcos Fernandes


Panrotas

11/7/2014 09:03:00

Star Alliance pode ter duas aéreas brasileiras


NOVA DÉLHI – O Brasil foi a resposta da primeira pergunta realizada na coletiva de impresa da Star Alliance, que celebrou nesta manhã a entrada da Air India na aliança. Questionado sobre os países ou regiões importantes do planeta em que não a aliança global de empresas aéreas não está presente, o CEO da Star Alliance, Mark Schwab, tratou diretamente do Brasil. “É de conhecimento de todos que, com a saída da Tam da aliança, em decorrência de sua fusão com a Lan, deixamos de ter um membro do Brasil. Mas também já foi anunciado que a Avianca Brasil, empresa da Avianca, que já é associada à Star Alliance, é um parceiro natural”, disse.


Em entrevista exclusiva ao Portal PANROTAS, no entanto, o presidente da Star Alliance revelou que a Avianca Brasil pode não ser a única empresa aérea brasileira a unir-se à aliança global. Sem falar nomes, mas lembrando que a Gol já tem estreita parceria com a Skyteam, por conta da participação acionária da Delta Airlines junto à companhia brasileira, Mark Schwab sinalizou que já teriam começado as negociações com a Azul Linhas Aéreas. “Vemos complementaridade entre as malhas aéreas das companhias com quem estamos conversando no Brasil”, disse. Segundo ele, a participação de mais de uma empresa do mesmo país na aliança já ocorreu anteriormente, nos Estados Unidos. “Além disso, hoje mesmo a Star Alliance conta com duas companhias aéreas chinesas entre os associados”, destacou, ressaltando o quão importante é a presença da aliança no mercado brasileiro. Em relação ao ingresso da Avianca Brasil, Schwab afirmou que não deve ocorrer neste ano, ficando para o primeiro semestre de 2015.


O presidente da Star Alliance fez ainda elogios ao Terminal 3, no Aeroporto Internacional de São Paulo, que já está sendo utilizado pela maioria das empresas aéreas da aliança. “Visitei o terminal em março, antes da inauguração, e fiquei muito satisfeito. Agora, no mês passado, pude utilizá-lo ao viajar para o Brasil para acompanhar a Copa do Mundo e a diferença em relação ao que vivíamos nesse aeroporto é extrema”, disse. Mark Schwab confirmou, ainda, que estará no Brasil no próximo dia 25, para a inaguração oficial do louge da Star Alliance no Terminal 3 do aeroporto.


O Portal PANROTAS viaja a convite da Star Alliance, com proteção GTA


Maria Izabel Reigada


Panrotas

10/7/2014 16:43:00

Goiânia ganha voo da Avianca em agosto


A partir do dia 11 de agosto, a Avianca vai iniciar suas operações em Goiânia. Serão dois voos diários, um pela manhã e outro à tarde, com saídas de Guarulhos e operados com aeronaves Airbus 318, com capacidade para 120 passageiros. Segundo o vice-presidente comercial, de Marketing e Cargas da aérea, Tarcisio Gargioni, o novo destino reforçará a presença da companhia na região Centro-Oeste. O 23º destino da Avianca já está sendo vendido no site da empresa. Para mais informações: www.avianca.com.br.


Danilo Teixeira Alves

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