AeroClippi?ng, segunda-fe?ira, 21/07/14 - ano XII - nº 215

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O Estado de S.Paulo

Congonhas deve ganhar 4 slots

Problema com bagagem é 2ª queixa na Anac

Emirates pede por conferência global de empresas aéreas após desastre de voo MH17

Rebeldes prometem entregar caixas-pretas do MH17

Azul organiza ‘fila’ de voos regionais

Galeão muda de donos e de perfil

Latam Airlines reduz perspectiva para crescimento de margem em 2014

Folha de São Paulo

Empresa aérea faz cobrança de bagagem em conexão, diz leitora

Avião da Malaysia voava menos de 250 m acima de área proibida

O Globo

Apertem os cintos, o conforto sumiu: poltrona vira selim

No Brasil, Varig e OGX já foram alvo de ‘abutres’

G1

Voos internacionais aumentam 55% em Brasília durante a Copa do Mundo

Aeroporto de Cacoal, RO, recebe novo caminhão de combate a incêndio

Tragédia com voo da Malaysia reabre ferida de acidente ocorrido em março

Jornal do Brasil

Governo de Minas Gerais construiu aeroporto em terra de tio de Aécio Neves

Valor Econômico

TAM busca eficiência em solo

Aécio nega ter ajudado família em aeroporto

Diário Catarinense

Aviões da FAB tomam os céus de Florianópolis em exercícios de resgate e lançamento de kits de sobrevivênci

Diário do Amapá

Férias Escolares: Macapá continua despachando passageiros

Jornal de Turismo

GOL amplia sua operação no Aeroporto Viracopos

Copa: Avião foi meio de transporte mais usado por brasileiros

Mercado&Eventos

SAC recebe estudo para novo aeroporto em Porto Alegre

Brasil e China se aproximam no setor da aviação civil

Panrotas

Falta de passageiros motiva suspensão de rota na Azul

Sem alfândega, Cuiabá perde voos internacionais

De Viracopos, Gol inicia voos para Rio (SDU) e Miami

Portal iG

Venezuela e dona da TAM chegam a acordo sobre dívida de US$ 148 milhões

Yahoo! Notícias

Singapore Airlines pede desculpas após polêmica com acidente do MH17


O Estado de S.Paulo

SEGUNDA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2014

Congonhas deve ganhar 4 slots

Economia


Depois de uma exaustiva negociação, empresas aéreas e governo chegaram a um consenso sobre o aumento da capacidade do Aeroporto de Congonhas. Segundo fontes de mercado, o aeroporto deve ter sua capacidade ampliada dos atuais 34 para 38 slots (horários de pouso ou decolagem) por hora. A medida vai viabilizar a entrada da Azul no aeroporto, sem retirar os espaços usados pelas líderes TAM e Gol, conforme proposta inicial da Secretaria de Aviação Civil (SAC).


O governo deve distribuir os novos espaços em Congonhas a partir de agosto, segundo resolução do último dia 9. Pelas regras anunciadas, fontes do mercado estimam que a Azul poderá ter 14 voos diários em Congonhas e a Avianca poderá ampliar sua operação no local de 12 voos diários para cerca de 19.


A proposta inicial das empresas ao governo era adicionar oito slots por hora ao limite do aeroporto, mas a SAC e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) só concordaram com metade disso, apurou o Estado. O anúncio oficial ainda não foi feito.


Além dos quatro novos slots por hora, as companhias aéreas também devem ganhar dois dos quatro horários usados hoje pela aviação executiva. Esse segmento poderá fazer dois pousos ou decolagens por hora, além de usar os chamados “slots de oportunidade”, que permitem pousos não programados se houver espaço.


As empresas aéreas afirmam há anos que o aeroporto de Congonhas está subutilizado. O local já recebeu 52 movimentos por hora, mas sofreu duas reduções de capacidade após o acidente com um avião de carga postal, em 2001, e depois do acidente da TAM, em 2007.


O Estado de S.Paulo

SEGUNDA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2014

Problema com bagagem é 2ª queixa na Anac

Reclamações no primeiro semestre passaram de 1.377,em 2013, para 1.456 neste ano

Jerusa Rodrigues


Tirar férias pode resultar em dor de cabeça quando acontece algum imprevisto com a bagagem. Os registros na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre o assunto –o segundo tema com mais casos, perdendo só para atendimento – aumentaram no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2014, foram feitos 1.456 registros por passageiros, ante 1.377 em 2013.


Os relatos vão de dúvidas a reclamações sobre danos, roubo, perda, furto e extravio de bagagem. O problema foi enfrentado pela psicóloga e professora Fernanda Cardoso, de 37 anos. “Já sepassarammaisde15 dias da minha primeira viagem à Europa e continuo sem notícias da mala”, reclama.


Apesar de a companhia aérea TAP responder que o caso foi solucionado no dia 9, Fernanda conta que, no lugar das roupas e objetos de viagem, recebeu um violão. “Parece piada”, diz.


Segundo a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Claudia Almeida, se o contrato foi firmado no Brasil e a bagagem não for encontrada e devolvida em até 30 dias, a consumidora deve ser integralmente ressarcida pela empresa aérea, que também tem de pagar os gastos feitos por ela por estar sem a mala. “Para os voos internacionais, o valor pago é de US$ 20 por quilo de bagagem extraviada, mas o Idec entende que o consumidor deve ser ressarcido no valor do real prejuízo.”


Claudia orienta que a consumidora guarde todos os comprovantes de gastos decorrentes do extravio e, se não houver solução por parte da TAP, procure o Procon ou ajuíze uma ação.


Prancha cara. O produtor Henrique F. Marchina, de 34 anos,pagou taxa maior do que outros passageiros para transportar pela Avianca o mesmo produto, uma prancha de surfe. “Gastei US$ 169,50 e os outros pagaram US$56,50”, diz. “Para piorar, ela chegou avariada e sumiram alguns produtos que estavam em seu case.” Ele ligou para a Avianca e soube que deveria reclamar à LAN, responsável pelo último trecho do voo.


A Avianca respondeu que o caso foi resolvido, mas o leitor desmente. “A companhia aérea disse que não vai se responsabilizar pelo extravio das peças e pelos danos causados à prancha.”


De acordo com o professor da Faculdade de Direito de São Bernardo Arthur Rollo, especialista em Direito do Consumidor, a cobrança de valores diferenciados para o transporte da prancha de surfe pela mesma empresa no mesmo voo configura prática comercial abusiva. “Se houver comprovação do tratamento desigual, o consumidor tem direito à devolução em dobro do valor pago amais.”


Defeito. O furto de itens da bagagem e os danos à prancha configuram defeito na prestação do serviço, sendo as duas empresas, Avianca e LAN, responsáveis, segundo o artigo14 do Código de Defesa do Consumidor, diz. “Se não for solucionado, ele pode entrar com ação judicial e pedir reparação por danos materiais e morais.”


O Estado de S.Paulo

20 Julho 2014 | 15h 11

Emirates pede por conferência global de empresas aéreas após desastre de voo MH17

REUTERS


O chefe de uma das maiores empresas aéreas do mundo pediu por uma reunião global de empresas aéreas para fechar um acordo sobre uma resposta a queda de um avião da Malásia, incluindo repensar as ameaças causadas por conflitos regionais.


Tim Clark, presidente da Emirates, de Dubai, maior empresa aérea internacional em número de passageiros, disse que reguladores domésticos em todo o mundo podem decidir se envolver mais em dar orientações para as empresas aéreas sobre onde é seguro voar.


"A comunidade aérea internacional precisa responder como uma entidade, dizendo que isso é absolutamente inaceitável e ultrajante, e que não irá tolerar ser alvo em conflitos regionais mortais que não tem nada a ver com as empresas", disse Clark à Reuters em uma entrevista por telefone.


Ele afirmou que a Associação Internacional de Transporte Aéreo poderia chamar uma conferência internacional para ver quais as mudanças precisam ser feitas sobre a forma como a indústria lida com instabilidade regional.


(Por Tim Hepher)


O Estado de S.Paulo

20 Julho 2014 | 10h 01

Rebeldes prometem entregar caixas-pretas do MH17

AE - Agência Estado


Líder do grupo afirmou que os corpos recuperados não serão entregues até a chegada de uma delegação internacional


Insurgentes ucranianos recuperaram as caixas-pretas do voo MH17, da Malaysia Airlines, e prometeram entregá-las à Organização da Aviação Civil Internacional, disse o líder rebelde Alexander Borodai neste domingo.


Borodai também afirmou que os corpos recuperados no local do acidente no leste da Ucrânia permanecerão em vagões de trem refrigerados em uma estação na cidade de Torez, controlada pelos rebeldes, até a chegada de uma delegação da aviação internacional.


Não ficou imediatamente claro neste domingo, se os rebeldes e o governo ucraniano estavam trabalhando juntos ou em desacordo sobre a recuperação dos corpos.


A Ucrânia e os separatistas se acusam de disparar um míssil terra-ar na quinta-feira contra o avião da Malaysia Airlines enquanto voava de Amsterdã a Kuala Lumpur, a cerca de 33 mil pés (10 mil metros) acima dos campos de batalha do leste da Ucrânia. Ambos negam derrubar o avião. Todas as pessoas a bordo do voo - 283 passageiros e 15 tripulantes - foram mortos.


Fonte: Associated Press.


O Estado de S.Paulo

DOMINGO, 20 DE JULHO DE 2014

Azul organiza ‘fila’ de voos regionais

Economia


Alguns polos regionais que têm aeroportos e ainda não recebem voos comerciais poderão passar a ser atendidos no curto prazo, no que depender da companhia aérea Azul, hoje presente em 103 destinos no País. A empresa diz estar preparada para inaugurar rotas em várias cidades em um prazo de até 12 meses depois do anúncio do programa de incentivo do governo federal à aviação regional.


O projeto, que prevê reformas em 270 terminais no País e incentivo financeiro às companhias que investirem em voos regionais, foi anunciado pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2012. Por enquanto, as obras estão em fase de projeto na Secretaria de Aviação Civil (SAC), que também precisa definir o modelo do subsídio às aéreas.


Assim que tiver as informações em mãos, e antes mesmo das obras do governo, o diretor de comunicação da Azul, Gianfranco Beting, afirma que a empresa organizará voos para cerca de uma dezena de destinos regionais, em Estados como Paraná (Ponta Grossa e Cascavel), Rio Grande do Sul (Uruguaiana), Ceará (Sobral), Bahia (Feira de Santana), Pernambuco (Caruaru) e Santa Catarina (Caçador). Segundo Beting,é possível voar para esses destinos com “pequenos ajustes” nos aeroportos.


Segundo estudo do Boston Consulting Group, 46% dos moradores do interior dizem voar menos de uma vez por ano – fatia que cai para 26% nas capitais. A infraestrutura deficiente contribui para afastar o cliente do interior das viagens de avião. Nas capitais, um cliente de classe média gasta, em média, 8 quilômetros para chegar ao aeroporto. Fora dos grandes centros, a distância é bem maior: 94 km.


O Estado de S.Paulo

SÁBADO, 19 DE JULHO DE 2014

Galeão muda de donos e de perfil

Consórcio que venceu a disputa pelo aeroporto assume comando no dia 12, com a meta de dobrar as receitas comerciais do terminal

Antonio Pita/RIO


fabio motta/estadão-3/12/2013


Meta é modernizar. Hotel e centro de convenções devem ocupar o entorno, hoje vazio


Coma missão de modernizar infraestrutura e operações, o Consórcio Aeroporto Rio de Janeiro assume o terminal do Galeão, ainda sob supervisão da Infraero, no próximo dia 12. As obras que prometem ampliar a capacidade de voos e “reproduzir o life style (estilo de vida) carioca” só serão concluídas em2016.


Até lá a concessionária terá o desafio de alavancar as receitas para fazer valer o investimento de R$ 19 bilhões de outorga pagos ao governo. A meta é dobrar as receitas comerciais, quehojerepresentamcercade25% do faturamento, com novas franquias e serviços.


Já no próximo mês, serão duas novas opções de alimentação. Mas a ambiciosa estratégia comercial, ainda em elaboração, também estuda atrair grandes redes de varejo, hotel e até um centro de convenções no entorno do aeroporto. Para suportar tantas transformações, o consórcio – formado por Odebrecht Transport, Changi Airports e Infraero – espera para setembro o desembolso de parte do financiamento do BNDES, com valor superior a R$ 1 bilhão.


“No primeiro momento, é fundamental a estratégia comercial para, no curto e médio prazos, podermos alavancar mais as receitas. A equação é um composto de variáveis, um equilíbrio dinâmico entre as receitas comerciais e aeroportuárias”, diz Sandro Fernandes, novo diretor comercial do aeroporto. Segundo ele, a meta é chegar entre 40% e 50% em 20 meses.


A partir daí, quando o terminal deve inaugurar as primeiras reformas, com novas pontes e áreas de embarque, o foco será ampliar as operações de voos e rotas com as companhias aéreas. “São duas alavancas para brincar com a equação. Amais rápida é trazer mais comércio, mais serviços, mais opções de compra. O incremento de rota demora mais, mas quando você traz mais voos, essa equação começa a mudar”, completa.


Franquias. Os primeiros movimentos começam junto com a nova operação do terminal. As franquias Café Suplicye 365 Deli, rede peruana que já atua em Guarulhos, ocuparão cinco pontos de vendas nos dois terminais do Galeão. O diferencial, para a concessionária, será o atendimento bilíngue, o perfil gourmet dos produtos e a agilidade, com tempo máximo de espera de 90 segundos. Cerca de 400 contratos atualmente em vigor poderão ser revistos para se adequar à nova configuração do aeroporto.


As mudanças serão implementadas de acordo com o cronograma das obras, que prevê ainda um prédio de estacionamentos e um novo pátio de aeronaves. As reformas foram iniciadas no último mês, segundo o consórcio. O conceito que marcará a experiência do passageiro na arquitetura e configuração do terminal será “uma extensão da calçada de Ipanema”, conta Fernandes.


“O posicionamento do aeroporto terá duas vertentes: o life style carioca, que o mundo vem buscar e conhecer em Copacabana, Ipanema, Leblon. Mas com uma abertura global, sofisticado sem ser rígido ou elitista”, explica o executivo.


Life Style

“O posicionamento do aeroporto terá duas vertentes: o life style carioca, que o mundo vem buscar e conhecer em Copacabana, Ipanema, Leblon. Mas com abertura global, sofisticado sem ser rígido ou elitista.”

Sandro Fernandes

DIRETOR COMERCIAL DO AEROPORTO


19 bilhões de reais foi o valor pago pelo consórcio Aeroporto do Rio de Janeiro, formado

por Odebrecht Transport, Changi Airports e Infraero, para assumir o controle do Galeão


O Estado de S.Paulo

18 Julho 2014 | 19h 26

Latam Airlines reduz perspectiva para crescimento de margem em 2014

A revisão se dá por conta do impacto negativo da Copa do Mundo e de um cenário econômico mais fraco na América Latina

REUTERS


Daniel Teixeira/Estadão


A Latam, formada pela chilena LAN e pela brasileira TAM, ajustou para 4 a 5 por cento

sua previsão de crescimento


A Latam Airlines, maior grupo de transporte aéreo da América Latina, reduziu sua perspectiva de crescimento de margem operacional em 2014, diante do impacto negativo na demanda de passageiros de negócios e turismo durante a Copa do Mundo no Brasil.


A Latam, formada pela chilena LAN e pela brasileira TAM, ajustou para 4 a 5 por cento sua previsão de crescimento de margem operacional neste ano. A estimativa anterior estava na faixa de entre 6 e 8 por cento.


"A companhia estima um impacto negativo em nossa margem operacional associada ao Mundial de Futebol de entre 140 e 160 milhões de dólares, principalmente como resultado de menores receitas", disse a companhia em comunicado.

A empresa afirmou que a revisão também considerou um cenário econômico mais fraco na América Latina, "incluindo tendências de crescimento de PIB mais lentas que o esperado e moedas mais fracas em vários países".


A Latam disse que reduziu crescimento de capacidade na maioria dos mercados em que opera, sobretudo em rotas nacionais nos países de fala hispânica.

O crescimento de capacidade medido por assentos por quilômetro (ASK, na sigla em inglês) nos países hispânicos foi reduzido para 3 a 5 por cento ante estimativa anterior de 5 a 7 por cento.

No Brasil, o ASK foi ajustado à faixa entre queda de 2 por cento e estabilidade. Anteriormente a empresa esperava oferta estável.


A Latam tem sede em Santiago e unidades de operação em Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, Peru e Paraguai.


(Por Fabián Andrés Cambero)


Folha de São Paulo

SEGUNDA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2014

Empresa aérea faz cobrança de bagagem em conexão, diz leitora

cotidiano


DE SÃO PAULO - A leitora Ana Magalhães afirma ter sido lesada durante um voo internacional operado por uma empresa aérea parceira da TAM.


Ela diz que embarcou no Rio de Janeiro, no mês de abril, com destino inicial à cidade de Miami, nos EUA.


A leitora conta que adquiriu o bilhete em um guichê da TAM para uma conexão de Miami à cidade de Nova Orleans. O voo foi operado pela empresa American Airlines.


"Ao chegar para a conexão, em Miami, o bilhete não dava direito a nenhuma bagagem. A TAM estava ciente de que o meu voo era complementar", reclama a leitora.


Para poder embarcar, Magalhães diz que pagou à parte pelas duas bagagens. Ela solicita ressarcimento do gasto.


RESPOSTA - A TAM lamenta, mas afirma que a cobrança ocorreu por excesso de bagagem. O procedimento considera a origem e o destino de cada bilhete.


Folha de São Paulo

19/07/2014 03h34

Avião da Malaysia voava menos de 250 m acima de área proibida

RICARDO GALLO

DE SÃO PAULO


Horas antes do desastre com o jato da Malaysia, o controle de tráfego aéreo da Ucrânia emitiu comunicado no qual determinava a pilotos não voar abaixo de 9.753 metros perto da fronteira com a Rússia, por razões de segurança, devido aos "combates em território ucraniano".


O Boeing-777 estava a 10 mil metros –menos de 250 m acima da faixa proibida– ao desaparecer. A altitude, comum em fase de cruzeiro, fora determinada pelo controle de tráfego da Ucrânia.


A possibilidade de o avião ter sido abatido por um míssil deve motivar mudanças nas regras de sobrevoo em áreas conflagradas, tanto para autoridades quanto para as empresas, dizem especialistas em segurança de voo.


Trata-se da lógica da indústria aérea: quando há um desastre, a premissa é identificar causas contribuintes para evitar que outro ocorra.


"É muito provável que mais espaços aéreos sejam fechados agora que se sabe que grupos de combatentes têm armas antiaéreas potentes", disse à Folha John Cox, consultor de segurança que atuou em seis grandes investigações do NTSB, agência americana responsável por apurar acidentes aéreos.


PRECEDENTE


Isso porque, afirma, até quinta (17), "nenhum avião comercial havia sido atingido por um míssil terra-ar em altitude de cruzeiro".


A tendência é que eventuais novas restrições resultem em aumento de tempo de voo, combustível e custos para as companhias aéreas, diz.


Sob anonimato, um controlador de tráfego aéreo disse acreditar normas mais cautelosas de agora em diante.


Ele diz que, ao fechar o espaço aéreo até 9.753 metros, as autoridades da Ucrânia subestimaram a capacidade dos equipamentos dos combatentes –os EUA dizem que o míssil contra o Boeing partiu de área controlada por rebeldes.


Até então, pensava-se que na área não havia aparato para derrubar um jato a 10 km.


John Cox relativizou. "O governo ucraniano aceitou o plano de voo [feito pela Malaysia], o que significa que eles pensavam que era seguro voar ali e que a avaliação de risco feito pela companhia aérea era aceitável."


Empresas como British e a australiana Qantas já haviam deixado de voar sobre a Ucrânia nos últimos meses. Ontem, a própria Malaysia disse que fará o mesmo.


ESTRADA ABERTA


Tony Tyler, diretor geral da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo), disse em nota que "companhias aéreas dependem de governos e autoridades de controle de tráfego aéreo para aconselhar qual espaço aéreo está disponível para voar".


A entidade que Tyler dirige responde por 84% do tráfego aéreo no mundo.


"É como dirigir um carro. Se a estrada está aberta, você assume que ela é segura. Se está fechada, você procura uma rota alternativa."


Maior autoridade mundial da aviação, a Oaci (Organização de Aviação Civil Internacional) disse à reportagem que alterações nas regras serão consideradas se houver recomendação no relatório final a ser feito pela Ucrânia sobre as causas do desastre.


Ou, ainda, se a própria Oaci achar relevante a revisão das normas. O espaço aéreo na região onde o Boeing da Malaysia caiu está fechado.


O Globo

Domingo 20.7.2014

Apertem os cintos, o conforto sumiu: poltrona vira selim

Airbus registra patente de assento de avião para voos de curta duração que se assemelha ao banco de uma bicicleta

DANIELLE NOGUEIRA

danielle.nogueira@oglobo.com.br


SEM ESPAÇO A BORDO



Numa clássica cena do filme “E.T.”, de Steven Spielberg, o menino Elliot e seu amigo extraterrestre sobrevoam um precipício numa bicicleta, com a lua cheia ao fundo. O que parecia possível apenas no cinema começa a tomar forma na indústria da aviação. Não, não assistiremos a bicicletas com asas. Deixe a mágica das telas de lado e se prepare para um cenário bem mais realista — e desconfortável —, em que as fileiras de poltronas nas aeronaves se assemelham a uma grande bicicleta coletiva, sem guidom ou rodas.


É mais ou menos isso que a fabricante de aeronaves europeia Airbus está propondo em um pedido de patente protocolado no Escritório Europeu de Patentes. A inusitada proposta pretende reduzir o espaço entre os assentos, permitindo às companhias aéreas transportar mais passageiros por avião, elevando a receita por voo. Ao mesmo tempo, a nova estrutura é mais leve que a poltrona convencional, contribuindo para a economia de combustível.


No design proposto pela Airbus, o lugar onde o passageiro senta se assemelha ao banco de uma bicicleta, com reentrâncias para as pernas. E o encosto praticamente some: em vez de vir até os ombros, para na altura da lombar. Essa estrutura é presa a barras horizontais enfileiradas, onde também estão os descansos para os braços, única parte do novo produto que ainda lembra uma poltrona de avião tradicional.


Os novos assentos se retraem quando não são usados e podem ser ajustados para que o passageiro busque o melhor ângulo para sentar. Ao que tudo indica, aviões com essa configuração não comportariam serviço de bordo, pois nos desenhos usados para demonstrar o funcionamento do assento-bicicleta não há referência a bandejas retráteis. Ou seja, além de abrir mão do conforto, o passageiro que escolher voar em uma avião assim também correria o risco de ficar sem lanche.


RYANAIR JÁ PROPÔS VOO EM PÉ


Por enquanto, diz a Airbus, os novos assentos estão em fase conceitual. “Protocolamos centenas de patentes a cada ano. Isso é o que companhias inovadoras fazem. A maior parte delas nunca chega a virar realidade”, afirmou a companhia, em nota. No documento arquivado no escritório europeu, a empresa não dá detalhes de largura ou espaço entre bancos. Diz apenas que eles poderiam ser usados em voos de curta duração.


Para Janaína Alvarenga, da Associação de Proteção e Assistência aos Direitos da Cidadania e do Consumidor, o risco de ideias como essa é que elas se tornem um padrão na indústria:


— O brasileiro tende a pagar mais pelo conforto quando viaja de avião. Ele só se sujeita a uma situação menos confortável quando não tem (dinheiro) ou quando não há opção. Nessa situação, o que se pode fazer do ponto de vista de defesa do consumidor é questionar a segurança.


No Brasil, quem atesta a segurança da aeronave é a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Qualquer avião deve passar no teste de retirada de passageiros em até 90 segundos. Se fileiras apertadas e assentos desconfortáveis não forem empecilho para isso, a princípio, tudo bem.


A Boeing não foi tão longe, mas estuda ampliar o total de assentos de aeronaves modelo 737 MAX 8, a pedido de clientes. Mesmo que isso signifique menos espaço para as pernas. “Um MAX 8 com 200 assentos oferece 11 assentos adicionais com potencial de lucro para as companhias aéreas, além de reduzir os custos operacionais em 5%”, diz a Boeing.


A busca por ganhos às custas do conforto do passageiro não é nova. Em 2009, a irlandesa Ryanair criou polêmica ao anunciar que estudava a possibilidade de transportar passageiros em pé, cobrando menos pelo bilhete. Ao que se sabe, o projeto não foi adiante.


Para o engenheiro reformado da Força Aérea Brasileira (FAB) Wilson Cavalcanti, as propostas surgem porque há quem aceite pagar menos por menos:


— Se a ideia da Airbus vingar, é porque há demanda de mercado.


Um mercado que vem provando ter imaginação fértil como a do cinema, mas com bem menos encanto. l


"Se a ideia da Airbus vingar, é porque há demanda de mercado.

Wilson Cavalcanti

Engenheiro reformado da FAB


O Globo

20/07/2014 7:00

No Brasil, Varig e OGX já foram alvo de ‘abutres’

Para reaver dívidas, empresas aceitam de avião agrícola a carro de luxo usado

POR O GLOBO


SÃO PAULO - No Brasil, os "fundos abutre" já apareceram em casos emblemáticos de recuperação judicial de empresas. Em 2005, o fundo americano Matlin-Patterson, representado pelo empresário chinês Lap Chan, comprou em leilão o que restava da Varig por cerca de US$ 24 milhões e a revendeu para a Gol por mais de US$ 300 milhões. No ano passado, o empresário Eike Batista procurou essas empresas para tentar reestruturar a dívida da OGX, sua empresa de petróleo. No fim, os credores da OGX assumiram o controle, colocaram mais dinheiro na empresa e tiraram Eike do comando.


Grandes bancos estrangeiros como o Bank of America Merrill Lynch e Goldman Sachs também já operam nesse mercado, aqui, há algum tempo. Agora surgem mais competidores. A Gávea, criada pelo ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga e hoje controlada pelo JP Morgan, juntou-se à Jus Finance para formar a Gávea Jus, especializada em comprar recebíveis judiciais, entre eles precatórios em que a Fazenda Pública foi condenada a pagar em dez anos. Até a poderosa Elliott Management, com US$ 24 bilhões administrados e que está nos holofotes por ser credora da dívida argentina, já andou conversando com empresas brasileiras para buscar oportunidades conjuntas de investimento.


— Nosso trabalho é fazer a reciclagem do crédito, e os bancos precisam limpar dos balanços os papéis vencidos há muito tempo. Por isso, negociam esses títulos - diz José Guilherme Lembi de Faria, ex-diretor do Bradesco, que fundou com Carlos Catraio, ex-presidente do BPN Brasil, a Brasil Distressed (BrD), uma das primeiras a atuar no segmento.


Para ele, o mercado está se acostumando a essa atividade.


— Somos muito mais flexíveis para negociar créditos atrasados. Já recebemos até avião pulverizador usado na agricultura e Porsche Cayenne como pagamento após negociar com companhias em dificuldades - afirma Lembi.


Para investidores dispostos a pegar carona nos ganhos dos "abutres", eles oferecem opções como Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). O risco de não reaver os créditos é grande, e estes produtos são destinados a quem gosta de correr grandes riscos no mercado financeiro. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) exige que eles sejam direcionadas apenas a investidores qualificados, com R$ 300 mil para investir. Em alguns fundos, como os da Jive, a aplicação inicial sobe para R$ 1 milhão.


G1

19/07/2014 14h27

Voos internacionais aumentam 55% em Brasília durante a Copa do Mundo

Foram 870 pousos e decolagens durante a competição, afirma Inframerica.

Apenas da Argentina foram 116 voos; outros 86 vieram de Portugal.

Do G1 DF



Passageiros nas novas salas de embarque do Aeroporto JK, em Brasília

(Foto: Lucas Nanini/G1)


O número de voos internacionais no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, aumentou 55% durante o período da Copa do Mundo no Brasil, segundo a Inframerica, consórcio que administra o terminal. Ao todo, foram 870 pousos e decolagens vindos do exterior ou com destino a outros países enquanto durou a competição. Normalmente, são 560 voos durante o período.


A Inframerica informou que 67 mil passageiros internacionais passaram pelo aeroporto entre 10 de junho e 14 de julho – dois dias antes da abertura e um dia após a final da competição. O número representa 35% a mais de usuários estrangeiros no terminal da capital federal.


O país que trouxe o maior número de turistas até Brasília foi a Argentina. Foram 116 voos de Buenos Aires até o DF durante o período. Portugal vem em seguida, com 86 decolagens a partir de Lisboa.


Ao todo, 1,6 milhão de pessoas passaram pelo Aeroporto JK durante a Copa do Mundo. O movimento é semelhante ao registrado no mesmo período do ano passado, diz a concessionária. Do total, 28% desembarcaram no terminal, 33% embarcaram e 39% fizeram conexão.


Brasília costuma ter menor movimento durante as férias porque o público da cidade é formado predominantemente por executivos e pessoas que viajam a trabalho e a negócios, diz a Inframerica. “Este público diminuiu um pouco durante a Copa do Mundo, e em contrapartida foi substituído por turistas e torcedores.”


O terminal registrou 18 mil pousos e decolagens durante o Mundial. Foram colocados ainda 486 voos extras.


O dia de maior movimento foi 23 de junho, data da partida entre Brasil e Camarões. Na ocasião, 52 mil passageiros passaram pelo aeroporto, com 613 pousos e decolagens, sem contar os 140 pousos e decolagens da aviação executiva.


O segundo maior movimento no terminal ocorreu em 5 de julho, data da partida entre Argentina e Bélgica, quando 47 mil passaram pelo terminal. Foram 580 voos, sendo 123 internacionais



Esteiras rolantes que levam passageiros do terminal 1 à nova sala de embarque

do Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)


Reforma e ampliação

As obras do Aeroporto JK tiveram início em dezembro de 2012 e duraram 17 meses. Quem anda pelo terminal ainda encontra trechos em obras. A área do aeroporto aumentou 45%, passando de 60 mil m² para 110 mil m².


O aeroporto ganhou uma nova sala de embarque depois da ampliação. O local tem 20 mil m² e conta com oito pontos de acesso às aeronaves. Ao todo, o número de pontes de embarque subiu de 13 para 29. A capacidade total do aeroporto poderá chegar a 25 milhões de passageiros por ano, segundo a Inframerica.


Além da nova sala de embarque, também foram entregues 95 novos balcões de check-in compartilhado, novas esteiras de bagagem, sanitários, vagas cobertas no estacionamento, novo espaço delimitado para taxistas, 41 posições remotas para aeronaves e a duplicação do viaduto de aeronaves.


G1

19/07/2014 10h35

Aeroporto de Cacoal, RO, recebe novo caminhão de combate a incêndio

Anac recomenda que cada aeroporto tenha dois caminhões.

Investimento foi de mais de R$ 1.5 milhão, de acordo com DER.

Magda Oliveira

Do G1 RO



Anac recomenda que cada aeroporto tenha dois

caminhões (Foto: Magda Oliveira/G1)


O aeroporto Capital do Café, localizado em Cacoal (RO) distante 480 quilômetros de Porto Velho, recebeu mais um caminhão de combate a incêndios. A recomendação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) é que cada aeroporto tenha um caminhão reserva, para o caso do primeiro apresentar algum problema mecânico. De acordo com o diretor do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER), Eduardo Pinheiro, o investimento foi de mais de R$ 1.5 milhão.


Apesar de nunca ter havido nenhum acidente que necessitasse da utilização do caminhão de combate a incêndio, para Pinheiro a obtenção de mais um veiculo para o aeroporto traz segurança aos passageiros, funcionários e até mesmo as pessoas que circulam pelo local, estará garantida. “Com mais um veiculo, poderemos melhorar o conforto e a segurança das pessoas que utilizam o serviço do aeroporto”, disse Pinheiro.


Além de Cacoal, outro caminhão foi direcionado ao aeroporto José coleto, em Ji-paraná. Juntos, os dois veículos custaram aos cofres públicos cerca de R$ 3.1 milhões.


G1

18/07/2014 14h02

Tragédia com voo da Malaysia reabre ferida de acidente ocorrido em março

O dia foi cercado de perguntas e é particularmente difícil para a Malásia, que ainda não se recuperou do desaparecimento do voo 370.

Bom Dia Brasil


Veja vídeo no site do G1



Ainda há muitas incertezas, muitas dúvidas, sobre a responsabilidade pelo atentado ao avião da Malaysia Airlines. A única certeza que se tem até agora é que todos as pessoas a bordo desse avião estão mortas. A maior parte dos passageiros era de europeus, mas também havia muitos asiáticos, que voltavam para casa.


Na Ásia, o dia foi cercado de perguntas, de dúvidas, sobre o que provocou esta tragédia. O dia é particularmente difícil para a Malásia, país que ainda não se recuperou da tragédia do desaparecimento do voo 370, em março. “É como uma ferida reaberta”, contou uma jornalista malaia, com quem o correspondente Márcio Gomes conversou.


No aeroporto de Kuala Lumpur, nesta sexta-feira (18), jornalistas esperavam notícias e procuravam parentes dos passageiros do voo que não chegou ao seu destino.


No painel com horários de chegadas e partidas, um aviso da empresa aérea com um telefone para obter informações e o pedido de orações pelo voo MH17.


Segundo a Malaysia Airlines, holandeses eram a maioria a bordo - 154 pessoas. Malaios eram 43, incluindo os 15 tripulantes e dois bebes. Australianos 27.


Uma mulher resolveu não viajar por não ter conseguido acento para voar junto com o marido. Com o filho no colo, ela diz: “Eu sinto que ganhei uma segunda chance. Espero voltar para casa com segurança, para poder ver minha família de novo”.


Entre as vítimas, estavam pesquisadores e cientistas que seguiam para Austrália para participar da 20ª Conferência Internacional sobre Aids.


Um deles, o holandês Joep Lange, de 60 anos, professor da Universidade de Amsterdã e da Organização Mundial da Saúde. Para os organizadores da conferencia, a morte de Lange significa, no movimento contra a aids, a perda de um gigante.


Um dos passageiros teria postado uma foto em uma rede social momentos antes de embarcar. Ele escreveu: “Se o avião desaparecer, ele era assim”.


Empresas aéreas do Japão, da Coreia do Sul e da Austrália já haviam suspendido seus voos sobre aquela região, envolvida há meses em uma guerra civil. A Malaysia Airlines informou que manteve as suas rotas, já que não haveria qualquer restrição, nem da entidade que engloba as companhias aéreas, nem da Organização Internacional de Aviação Civil.


O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, se disse em choque, e pediu justiça aos responsáveis. O da Austrália, Tony Abbott, foi direto: “Isso não foi um acidente. Foi um crime”.


Essa é a segunda tragédia com um avião da Malaysia Airlines, em pouco mais de quatro meses. No dia 8 de março, o voo MH370 partiu de Kuala Lumpur em direção a Pequim, com 239 pessoas a bordo.


Menos de uma hora depois, o Boeing 777 fez o último contato com a torre e desapareceu dos radares. Semanas depois, o governo da Malásia declarou que o avião caiu no Oceano Índico, sem deixar sobreviventes. Depois de meses de buscas, nada foi encontrado e esse passou a ser um dos maiores mistérios da história da aviação.


Do avião que caiu, nesta quinta-feira, 17 pessoas ainda não tiveram suas nacionalidades reveladas. Seria um problema com passageiros que estavam em trânsito. A demora em divulgar a lista completa já provoca críticas aos representantes da Malaysia Airlines, sobretudo porque no voo 370, que desapareceu em março, dois passageiros embarcaram com passaportes falsos. Não houve checagem nos sites de agências internacionais de segurança.


Jornal do Brasil

20/07 às 13h05

Governo de Minas Gerais construiu aeroporto em terra de tio de Aécio Neves

Obra, tocada pela construtora Vilasa, custou R$ 14 milhões aos cofres públicos

Jornal do Brasil


O governo de Minas Gerais construiu, em 2010, um aeroporto dentro de uma fazenda de um parente do senador e candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB), na cidade de Cláudio. A obra, que custou R$ 14 milhões, foi feita no fim do segundo mandato do tucano como governador do Estado. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.


De acordo com a publicação, o aeroporto é administrado por familiares de Aécio. A família de Múcio Guimarães Tolentino, 88 anos, que é tio-avô do tucano e ex-prefeito do município de Cláudio, guarda as chaves do portão do local.


Orçado em R$ 13,5 milhões, o aeroporto foi feito pela construtora Vilasa, responsável por outros aeroportos incluídos no programa mineiro. O custo final da obra, somados aditivos feitos ao contrato original, foi de R$ 13,9 milhões, segundo a Folha de S. Paulo.


O jornal afirma que, para pousar no aeroporto, é preciso pedir autorização aos filhos de Múcio. Segundo um deles, Fernando Tolentino, a pista recebe pelo menos um voo por semana, e seu primo Aécio Neves usa o aeroporto sempre que visita a cidade. Múcio é irmão da avó de Aécio, Risoleta Tolentino Neves, que foi casada por 47 anos com Tancredo Neves.


Segundo a publicação, a pista do aeroporto tem um quilômetro e pode receber aeronaves de pequeno e médio porte, com até 50 passageiros. Sem funcionários, o local é considerado irregular pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que afirmou que ainda não recebeu do governo estadual todos os documentos necessários para a homologação do aeroporto.


A obra foi executada pelo Departamento de Obras Públicas do Estado (Deop) e faz parte de um programa lançado por Aécio para aumentar o número de aeroportos de pequeno e médio portes em Minas.


Segundo o jornal, o governo do Estado desapropriou a área de Múcio Tolentino antes da licitação do aeroporto e até hoje eles discutem na Justiça a indenização. O Estado fez um depósito judicial de mais de R$ 1 milhão pelo terreno, mas o tio de Aécio contesta o valor.


De acordo com a Folha, antes de o aeroporto ser construído, havia no local uma pista de pouso mais simples, de terra., construída em 1983, quando Tancredo Neves era governador de Minas Gerais e Múcio era prefeito de Cláudio, terra natal de Risoleta.


Ao jornal, Aécio afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a construção do aeroporto seguiu critérios técnicos, e que o governo de Minas Gerais não levou em consideração o fato de o proprietário do terreno ter parentesco com ele.


Contudo, segundo a Folha, Aécio não respondeu quantas vezes usou o aeroporto, e o motivo pelo qual o local, construído com dinheiro público, tem uso privado.


Com Portal Terra


Valor Econômico

21/07/2014 às 05h00

TAM busca eficiência em solo

Por João José Oliveira | De São Paulo


Carlos Osório, diretor da TAM:

investimento em novos equipamentos,

treinamento de pessoal e melhoria de

processos para reduzir os custos


A TAM, maior companhia aérea brasileira, está levando a busca por eficiência às atividades menos glamourosas da aviação comercial, como a de apoio terrestre ou "ground handling", que envolve desde o trabalho da área restrita dos aeroportos até a preparação das aeronaves - como transporte de bagagens, abastecimento e limpeza das aeronaves entre os voos. Tudo para compensar uma demanda que neste ano está mais fraca que o esperado pela empresa.


Na sexta-feira, a Latam - que controla a brasileira TAM e a chilena LAN - revisou para baixo a estimativa de margem operacional de 2014. O ganho de lucro antes de juros e impostos (Ebit) foi rebaixado para uma faixa entre 4% e 5%, ante à previsão anterior de 6% a 8%. "O principal motivo para a revisão foi o impacto negativo da Copa de Mundo de futebol, realizada no Brasil entre junho e julho de 2014, que afetou a demanda de passageiros de turismo e negócios em rotas de, para e dentro do Brasil no período", informou o grupo. A revisão também considera o efeito negativo da piora do cenário econômico na América Latina, com a tendência de desaceleração do PIB e o enfraquecimento de moedas locais", explica a Latam em nota.


Como o lado da receita não ajuda, um caminho adotado pela TAM, no Brasil, é cortar custos por meio de investimentos em eficiência. De janeiro a julho, a companhia desembolsou U$ 5,5 milhões em equipamentos nos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Galeão, no Rio, elevando a US$ 17,5 milhões os aportes nessa área operacional. Na aviação civil comercial, esse tipo de atividade responde, em média, por 10% do custo operacional de uma companhia. "Sempre existe margem de eficiência a ganhar, com investimento em equipamentos, melhoria de processos e treinamento de pessoal", disse ao Valor o diretor da área de "ground handling" da TAM, Carlos Osório. O executivo responde por uma equipe de seis mil pessoas - 20% dos funcionários da empresa no país - e por uma frota de 360 tratores, nos 42 aeroportos onde opera a TAM.


Como 40% do custo de uma empresa aérea é composta por combustível, a ideia é buscar meios capazes de reduzir esse consumo. Parte dos investimentos da TAM foi para 10 novos "ground power units", ou GPUs, equipamentos que fornecem energia para os aviões enquanto estão em solo, o que diminui o consumo de querosene de avião (QAV). O número desses equipamentos na TAM subiu para 32.


O investimento vai gerar uma economia de 3 milhões de galões de QAV, ou cerca de U$ 12 milhões anuais. A empresa também comprou 38 tratores elétricos para o transporte de bagagens e 22 novas unidades auxiliares de ar condicionado, usadas para embarque de pessoas com deficiência.


Em Guarulhos, a mais recente aquisição da TAM foi um rebocador aeronáutico do tipo "towbarless", um trator usado para manobrar a aeronave antes de decolar ou no trajeto entre a pista e um centro de manutenção. A expectativa é economizar pelo menos US$ 100 mil dólares por ano em combustível, e 30% em manutenção, disse Osório. O plano é comprar mais quatro unidades do equipamento. A empresa também está investindo em treinamento de pessoal, disse o executivo. O volume de recursos em treinamento neste ano será de R$ 3 milhões, o mesmo do ano passado.


Valor Econômico

21/07/2014 às 05h00

Aécio nega ter ajudado família em aeroporto

De São Paulo


O candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) rebateu reportagem publicada pelo jornal "Folha de S. Paulo" e negou que tenha construído, por quase R$ 14 milhões, um aeroporto numa fazenda de seu tio, no município de Cláudio, a 150km de Belo Horizonte, quando era governador de Minas Gerais.


Na nota divulgada ontem, o candidato aponta o que seriam equívocos da reportagem. De acordo com Aécio, "o aeroporto foi construído em área pertencente ao Estado, não havendo portanto o investimento público em área privada afirmado no título da reportagem", diz a nota. "De forma incompreensível, o ex-proprietário da área é tratado na reportagem como dono do terreno", afirma.


O ex-proprietário é Múcio Tolentino, ex-prefeito de Cláudio e tio-avô de Aécio, que contesta na Justiça o preço estipulado para a desapropriação da área. Mas, de acordo com a reportagem, os parentes de Aécio administram o aeroporto, que fica dentro da fazenda da família e cuja operação é considerada irregular pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).


Segundo Aécio, as obras não eram para construir um aeroporto novo, mas para melhorias realizadas em pista de pouso que existia há mais de 20 anos no local, realizadas por meio do ProAero, programa criado em seu governo e "que garantiu investimentos em inúmeros aeroportos do Estado". "O ex-proprietário não concordou com as bases da desapropriação definidas pelo Estado e luta até hoje na Justiça contra elas. Até hoje ele não recebeu nenhum centavo", diz a nota.


Diário Catarinense

20/07/2014 | 19h11

Aviões da FAB tomam os céus de Florianópolis em exercícios de resgate e lançamento de kits de sobrevivência

Nesta segunda-feira mais 70 homens vindos do Rio de Janeiro desembarcam na Capital

Ângela Bastos

angela.bastos@diario.com.br



Em simulação, aeronaves carregam fardos que são jogados a supostas vítimas de acidentes

Foto: Antonio P. Damasceno Neto / Base Aérea


Aviões verdes da Força Aérea Brasileira continuarão riscando o céu azul de Florianópolis nos próximos dias. Na manhã desta segunda-feira mais 70 militares chegam do Rio de Janeiro a bordo de dois Hércules C-130 para a segunda etapa de uma manobra de salvamento e lançamento de fardo que se iniciou semana passada e vai até 2 de agosto.


O objetivo do exercício é a formação e manutenção operacional de militares sediados em missões de busca e resgate. O treinamento consiste na busca de pontos em mar e terra, como também no lançamento de kits de sobrevivência.


Os pilotos e observadores especializados em busca e resgate são fundamentais em operações envolvendo acidentes.


Foram militares desses esquadrões que trabalharam nas missões que encontraram partes da fuselagem do voo Air France 447, em 2009, e também atuaram no acidente do voo Gol 1907, em 2006.


As aeronaves e os militares pertencem aos esquadrões 1ºGT-Grupo de Transporte e 1ºGTT-Grupo de Transporte e Tropa.


De acordo com o 1º tenente aviador Antonio P. Damasceno, esse tipo de treinamento repete-se em Florianópolis por reunir atrativos como ter a Baía Sul disponível nas proximidades do aeródromo, o que propicia aos militares condições de treinamento bem próximas as encontradas no mar e num local bem mais seguro para se treinar, por ser um ambiente mais controlado que o alto-mar.


Aliado a isso, temos nos arredores do aeródromo pontos que favorecem também o treinamento de lançamentos de kits de sobrevivência e busca na terra.


Diário do Amapá

Sábado, 19 Julho 2014 22:28

Férias Escolares: Macapá continua despachando passageiros




Entra ano sai ano e Macapá continua mais despachando passageiros para fora do estado do que propriamente recebendo turistas. É o que os operadores do turismo chamam de um “estado emissivo”. Se de alguma forma isso representa um aumento na receita das companhias aéreas, as férias escolares deste mês de julho registram um êxodo que poderia estar injetando divisas na economia local, já que passam de 50 as atividades econômicas que são impactadas pelo turismo.




Segundo Edir Pacheco, presidente do Sindetur (Sindicato das Empresas de Turismo), não bastassem os problemas provocados pela saída de tanta gente, quem viaja anda pagando muito caro e os empreendedores do setor fazem ginástica para dar conta das demandas. “Há um gargalo entre Macapá e Belém, por onde passam obrigatoriamente todos os voos iniciados aqui. De Belém pra lá existem inúmeras opções de voos, mas para sair daqui os voos estão totados e as poucas vagas custam um absurdo”, diz o empresário.




E ele tem razão. O Diário do Amapá fez uma consulta aos sites das companhias aéreas que operam no Amapá. Uma ‘perna’ entre Macapá e Belém está custando R$ 900, R$ 1 mil ou até R$ 1,2 mil, quando na chamada baixa temporada o mesmo trecho, que significa meia hora de voo, custa até menos de R$ 100. O problema aumenta quando o passageiro por algum motivo precisa alterar a data ou o horário de sua viagem. As multas e taxas cobradas pelas companhias aéreas para as chamadas remarcações são altas e ainda correndo o risco de pagar diferença de tarifa.




Alternativas - Se os transtornos para quem precisa viajar no mês de julho, mesmo para quem fez uma programação básica já são muitos, imagine para quem tem urgência em embarcar no aeroporto de Macapá. Isso mesmo, casos de doença, emergências profissionais ou até mesmo uma prova de vestibular, posse de concursados ou outros. Aí é prejuízo na certa, com direito a estourar o cartão de crédito ou fazer uma dívida no banco.


A pergunta que não quer calar é: existe uma saída? Do ponto de vista do transporte modal a resposta é não. O Amapá é praticamente uma ilha, de onde só se sai de avião ou barco. Edir Pacheco, do Sindetur, é um entusiasta do potencial portuário do Estado e defende o incremento do transporte fluvial de passageiros. “Até hoje não há estradas para sair daqui de carro, então se houver investimentos pode sim ser viável viajar de navio nas férias. Tem até um certo charme”, diz Pacheco. O problema é só a diferença do tempo de viagem, isso é fato.


Jornal de Turismo

18 Julho 2014 17:09

GOL amplia sua operação no Aeroporto Viracopos


A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, a maior companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, começa a operar novas rotas no aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas-SP). Hoje, tiveram início os voos para o Aeroporto Santos Dumont, com destino ao Rio de Janeiro. Na madrugada deste sábado (19), acontece o voo inaugural Viracopos para Miami (Estados Unidos).


A ligação Viracopos - Santos Dumont acrescenta seis voos diários, ao trecho Rio – São Paulo. Com a adição, a GOL passa a oferecer 50% dos voos no eixo Rio – São Paulo, contabilizando 126 decolagens diárias, nos dois sentidos, entre os aeroportos de Santos Dumont, Galeão, Congonhas, Guarulhos e Viracopos.


O trecho Campinas (SP) – Miami (EUA) terá frequências com escala em Santo Domingo. O destino terá quatro opções de voos na semana o que possibilitará aos clientes da grande Campinas a opção de permanecer em Santo Domingo, se conectar a Orlando ou seguir para Miami.


Com os dois destinos, a oferta da GOL dobra no aeroporto Internacional de Viracopos, oferecendo 182 operações semanais com destino para as cidades de Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Miami e Santo Domingo (Republica Dominicana).


Os voos internacionais serão operados por aeronaves modelo Boeing 737-800 e configuração GOL+, com mais espaço entre as poltronas, proporcionando uma nova experiência de voo nas classes comfort ou econômica. Durante a viagem será oferecido aos clientes o serviço de bordo com opções de refeições quentes, sanduiches, bebidas frias e bebidas quentes.


Jornal de Turismo

18 Julho 2014 16:30

Copa: Avião foi meio de transporte mais usado por brasileiros


Com o Mundial sediado em 12 cidades do país, mais de três milhões de brasileiros circularam pelo continente para acompanhar os jogos e as festas relacionadas à Copa do Mundo. A maioria deles, 1.656.567 (54,2%), se deslocou de avião, segundo dados do Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).


O aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, o mais movimentado do país, teve pico de fluxo entre os dias 10 de junho e 13 de julho, de acordo com a Secretaria de Aviação Civil (SAC). Foram 3,81 milhões de passageiros brasileiros e estrangeiros, sendo que parte deles se deslocou de avião mais de uma vez durante a Copa.


São Paulo foi, ainda, o estado que mais emitiu viajantes: 858.825 entre turistas (que pernoitam no destino) e excursionistas (que retornam no mesmo dia), seguido pelo Rio de Janeiro (260.527) e Bahia (220.021).


A ampliação do setor aéreo é um fenômeno que se intensificou na última década. O aumento tem sido impulsionado pelo crescimento do poder de compra da classe C, pela queda dos preços e facilidade de financiamento das passagens, além do aperfeiçoamento dos programas de milhagem.


O brasileiro está viajando cada vez mais de avião dentro do país. É o que mostra um estudo do Ministério do Turismo (MTur), de março de 2013, com base em dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Em 2012, os aeroportos brasileiros registraram 85.471.710 desembarques de passageiros em voos domésticos, crescimento de 70,94% desde 2007, quando foram registrados 50.002.469 voos.


O aumento dos deslocamentos de turistas por avião é uma das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Turismo 2013-2016, cujo objetivo é elevar o país à condição de terceira economia turística do mundo até 2022.


Ouça aqui declaração do ministro Vinicius Lages sobre o potencial de crescimento do turismo interno e a boa avaliação do país pelos brasileiros.


Mercado&Eventos

18/07 - 19:03

SAC recebe estudo para novo aeroporto em Porto Alegre


O ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, recebeu nesta quinta-feira (17) das mãos do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, estudo de demanda de importação e exportação de cargas do Estado, o que justificaria a construção de um novo aeroporto da Região Metropolitana de Porto Alegre.


“O estudo entregue pelo governo gaúcho é o primeiro passo. Agora vamos contratar uma empresa para analisar esse documento e também verificar as condições socioeconômicas. Em seguida, virão os levantamentos e projeções”, afirmou Moreira Franco.


A intenção é que o novo terminal aéreo seja construído na cidade de Portão, localizada a 30 km da capital gaúcha. Uma das vantagens da construção no local são as condições climáticas. Ao contrário do que acontece no Aeroporto Salgado Filho, em Portão não há neblina frequente.


Os gaúchos já batizaram o aeródromo de 20 de Setembro, uma homenagem à principal festa cívica do Estado, o feriado que comemora o início da Revolução Farroupilha.


Aviação Regional - Durante o encontro, Moreira Franco também deu notícias ao governador sobre o andamento dos processos dos aeroportos de Passo Fundo e Rio Grande, contemplados no Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos.


Em Rio Grande a reforma está em fase de estudo preliminar; já em Passo Fundo há dois projetos, um do governo do Estado e outro da empresa contratada no âmbito do programa, que precisam ser alinhados entre si. O ministro marcou, para isso, uma reunião entre os técnicos da SAC e do governo gaúcho para a próxima semana.


Rafael Massadar


Mercado&Eventos

18/07 - 17:57

Brasil e China se aproximam no setor da aviação civil



Dilma Rousseff recebe os cumprimentos do

presidente da China, Hu Jintao


Brasil e China assinaram, pela primeira vez na história, memorando que permite troca de experiência no setor da aviação civil. A formalização aproxima os dois países com a realização de cursos, seminários e visitas no âmbito de gestão em aeroportos e segurança aérea. O Brasil já mantém este tipo de relacionamento com Estados Unidos, Holanda e França e deve abrir novas portas junto ao Canadá e Reino Unido em breve. A cerimônia de assinatura do termo foi realizada na manhã desta quinta-feira (17), no Palácio do Planalto.


A visita do administrador da Aviação Civil na China, Li Jiaxiang, e a formalização da cooperação são consequências da visita que o ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, fez a Pequim, em 8 de novembro de 2013. À época, os dois representantes compartilharam o desafio de modernizar e tornar os aeroportos rentáveis e concordaram que, em ambos os países, o setor tem muito a crescer. Assim como o Brasil, a China também conta com um programa de expansão da malha aérea.


Embraer – A parceria entre a Embraer e a chinesa AVIC em Harbin, que havia sido destacada na reunião entre Moreira Franco e Li Jiaxiang, no ano passado, aprofundou-se nesta visita da comitiva chinesa ao Brasil com a compra por parte da China de 60 aviões da empresa brasileira. O secretário-executivo da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Guilherme Ramalho, participou de reunião sobre este assunto.


Rafael Massadar


Panrotas

18/7/2014 18:18:00

Falta de passageiros motiva suspensão de rota na Azul


A Azul deixará de operar o voo entre Juiz de Fora e o Aeroporto de Confins, em Minas Gerais, a partir de 14 de setembro. Segundo a companhia, o motivo da suspensão deve-se ao fato do baixo movimento de passageiros apresentado nessa rota, tornando a sustentação do voo economicamente inviável. A empresa ressalta que, apesar do cancelamento, ela oferece voos diários a Campinas (SP), de onde é possível realizar uma série de conexões para mais de 50 destinos em todo o País, inclusive Confins.


Danilo Teixeira Alves


Panrotas

18/7/2014 17:44:00

Sem alfândega, Cuiabá perde voos internacionais


A companhia aérea boliviana Amaszonas, que desde o mês passado voa para o Brasil, suspendeu suas operações entre Santa Cruz de la Sierra, onde mantém seu hub, e Cuiabá. A razão, de acordo com comunicado da empresa aérea, é a falta de estrutura do Aeroporto Marechal Rondon para realizar os serviços de alfândega internacional. “Recebemos comunicação da Receita Federal indicando que não continuará avaliando a operação internacional no Aeroporto Marechal Rondon, na cidade de Cuiabá, até o mesmo ter concluídas as suas obras”, diz o comunicado.


Segundo o sub-gerente de Assuntos Internacionais da Amaszonas Líneas Aereas, Hugo Díaz, as operações da empresa em Campo Grande estão mantidas e há interesse em retomar voos para Cuiabá, assim que as obras no aeroporto forem concluídas – com previsão para dezembro. “Pedimos as mais sinceras desculpas aos nossos caros passageiros que serão afetados pelas contingências nesse aeroporto (Cuiabá)”, diz o comunicado. Segundo a Amaszonas, já havia mais de 500 reservas para os voos da empresa entre Santa Cruz e Cuiabá, até o final do ano.


Maria Izabel Reigada


Panrotas

18/7/2014 17:36:00

De Viracopos, Gol inicia voos para Rio (SDU) e Miami



Aviação, De Viracopos, Gol inicia voos para Rio (SDU) e Miami


A Gol deu início hoje a operações que ligam Viracopos ao aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Na madrugada deste sábado (19), também estreia o voo entre Viracopos e Miami, com escala em Santo Domingo (República Dominicana). A companhia agora conta com 182 frequências semanais a partir de Campinas, com destino às cidades de Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Miami e Santo Domingo.


A ligação entre Viracopos e Santos Dumont acontecerá seis vezes por dia, enquanto o trecho para Miami será feito quatro vezes por semana, a bordo de um Boeing 737-800.


Caroline Cabral


Portal iG

20/07/2014 15:00

Venezuela e dona da TAM chegam a acordo sobre dívida de US$ 148 milhões

Plano de pagamento proposto pelo Governo da República Bolivariana da Venezuela foi aceito pela Latam Airlines

Por iG São Paulo


Divulgação


Latam é o resultado da fusão da chilena Lan com a brasileira Tam


Após controlar as remessas de dólares das companhias aéreas, o governo venezuelano consegue acordo com a Latam Airlines para envio do dinheiro que está retido no país.


A dívida total com a companhia é de US$ 148 milhões, conforme informou a Latam em comunicado distribuído neste domingo. A dívida "será quitada por meio de um plano de pagamento proposto pelo Governo da República Bolivariana da Venezuela", informa a empresa.


Segundo informações da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), o valor total retido no país já chega à casa dos US$ 3,7 bilhões.


Yahoo! Notícias

sáb, 19 de jul de 2014

Singapore Airlines pede desculpas após polêmica com acidente do MH17

EFE


Kuala Lumpur, 20 jul (EFE).- A companhia aérea cingapuriana Singapore Airlines pediu desculpas depois que um anúncio no qual afirmava que seus aviões não sobrevoavam a Ucrânia provocou uma onda de críticas nas redes sociais.


Alguns usuários acusaram a companhia aérea de oportunista por realizar o anúncio e inclusive de desinformar porque dava a impressão de que nunca tinha utilizado a rota pela Ucrânia, quando o fazia até o acidente do avião de Malaysia Airlines.


"Reconhecemos que a informação podia ter sido comunicada melhor e pedimos desculpas sinceras se ofendeu nossos clientes e qualquer um nas redes sociais", escreveu a companhia aérea em sua página do Facebook.

A Singapore Airlines expressou seu pesar pelas vítimas do avião malaio e assegurou que fizeram o anúncio após vários pedidos de seus clientes a cerca das rotas utilizadas entre Europa e Ásia.


"Não é só insensível, de fato parece como se tentassem no enganar ou manipular", afirmou um internauta, ressaltando que não é o mesmo "não utilizar" que "não utilizar a partir de agora" uma rota de voo perigosa.


O Boeing-777 de Malaysia Airlines com 298 passageiros a bordo caiu na quinta-feira na região oriental de Donetsk, cenário de combates entre as forças governamentais da Ucrânia e os rebeldes pró-russos.

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