AeroClippi?ng, terça-feir?a, 29/07/14 - ano XII - nº 221

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O Estado de S.Paulo

Governo dará subsídio para voos regionais

Caixa-preta prova que míssil atingiu avião, diz Ucrânia

Companhias discutem segurança do espaço aéreo após queda de avião da Malásia

Dados de junho melhoram perspectiva para 2º tri e levantam ação da Gol

Gol vai aderir a programa de aviação regional, dependendo de regras

Queda do MH17 pode ser considerado crime de guerra

Folha de São Paulo

Avião mata banhista em pouso de emergência em praia dos EUA

Gol diz que receita por passageiro cresceu 27% no 2º trimestre

O Globo

Macaé: Aeroporto em expansão oferecerá transporte de carga

Pilotos do voo AH5017 pediram para voltar, revela chanceler francês

G1

Avião faz pouso forçado em plantação no interior do Paraná

Valor Econômico

Guarulhos estuda ter 5º terminal, diz ministro

Leilão de marcas da Vasp fracassa

Estado de Minas

Ministro enaltece funcionamento dos aeroportos na Copa

Gazeta Digital - MT

Azul reduz voos operados em Alta Floresta após determinação da Anac

Gazeta Online - ES

Plano da aviação regional começa a decolar com MP

Diário do Nordeste

Estudo já mostra viabilidade de 4 aeroportos no CE

A Tarde - BA

Anac: distribuição de slots em Congonhas será em agosto

Diário do Amazonas

Governo cria programa para incentivar aviação regional

Jornal de Turismo

Turkish Airlines volta a operar vôo comfort class no Brasil

Mercado&Eventos

Airways Aviation lança programa da Fundação de Treinamento de Pilotos


O Estado de S.Paulo

TERÇA-FEIRA, 29 DE JULHO DE 2014

Governo dará subsídio para voos regionais

Medida é parte de pacote de incentivo ao setor, que inclui obras em 270 aeroportos no interior

Luci Ribeiro / BRASÍLIA

Francisco Carlos de Assis

SÃO PAULO

ED FERREIRA/ESTADÃO-4/6/2013

Auxílio. Moreira Franco: subsídio consumirá R$ 1 bi ao ano

O governo federal autorizou ontem a União a oferecer subsídios a companhias aéreas para a realização de voos para o interior. A medida provisória que cria o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR) foi publicada ontem no Diário Oficial da União. A regulamentação faz parte de um plano de incentivo à aviação regional que prevê também a reforma de 270 aeroportos no País.

A MP permite o subsídio de custos relativos às tarifas aeroportuárias e de navegação aérea em aeroportos regionais, do Adicional de Tarifa Aeroportuária e de parte dos custos de voos em rotas regionais. O benefício será concedido apenas para empresas que ofereçam as rotas com regularidade.

O texto não detalha de que forma será feita a transferência de recursos às empresas nem quais são os limites para isso.O detalhamento do programa deve ser feito hoje pela Secretaria de Aviação Civil (SAC).

Em dezembro de 2012, quando o projeto foi apresentado pela presidente Dilma Rousseff, o plano previa um limite aos subsídios de 50% da ocupação da aeronave e de até 60 assentos.

A previsão inicial do governo era de que os subsídios somassem R$ 1 bilhão ao ano. O ministro da SAC, Moreira Franco, disse ontem que o total de recursos usados para subsidiar as passagens aéreas regionais poderá ultrapassar esse montante.

“A ideia é começar com R$ 1 bilhão e avaliar a cada dois anos”, disse o ministro ontem, após participar de debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo. As três maiores empresas do País – TAM, Gol e Azul – dizem apoiar o programa e que vão estudar possibilidades de ampliar o número de destinos atendidos no interior. A Azul afirmou ao Estado na semana passada que pode oferecer novas rotas para mais de uma dezena de cidades nos 12 meses seguintes ao início da vigência do plano de aviação regional.

Infraestrutura. Além do subsídio às empresas aéreas nos voos para o interior, o plano de estímulo à aviação regional inclui a reforma ou construção de 270 aeroportos. O investimento estimado é de R$ 7,3 bilhões.

Nenhuma obra foi iniciada até agora. O governo, no entanto, contratou estudos técnicos para definir as reformas necessárias em cada localidade para receber voos.

Segundo Moreira Franco, as licitações para as obras começam neste ano e os primeiros aeroportos devem ser entregues até a metade de 2015.

De acordo com ele, o objetivo do plano é garantir que cada brasileiro possa ter um aeroporto a menos de 100 quilômetros de distância da sua cidade. “Temos 38% do consumo do País fora das grandes capitais e de cada dez brasileiros da classe média, seis estão no interior”, disse o ministro. “Queremos que esse pessoal use o modal aéreo.”

MAIS DESTINOS

Principais premissas do plano de estímulo à aviação regional:

? Infraestrutura

O governo investirá R$ 7 bilhões na reforma ou construção de 270 aeroportos no interior do País.

? Subsídio de voos

O plano prevê pagamento de subsídios às empresas aéreas que voarem para o interior. O pagamento deve ser limitado a um número de assentos por voo. A previsão inicial é que o subsídio consuma R$ 1 bilhão por ano.

? Tarifas mais baixas

Os voos regionais devem ter descontos ou isenções de tarifas aeroportuárias e de navegação.

? Fonte de recursos

O aporte virá de recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), que reúne outorgas das concessões de aeroportos e adicionais de tarifa aeroportuária e de embarque internacional.

/COLABOROU MARINA GAZZONI

 


O Estado de S.Paulo

TERÇA-FEIRA, 29 DE JULHO DE 2014

Caixa-preta prova que míssil atingiu avião, diz Ucrânia

Segundo Kiev, registros apontam que descompressão foi causada por estilhaços de explosão; peritos holandeses não confirmam dados

Jamil Chade

CORRESPONDENTE / GENEBRA

Os primeiros resultados do exame das caixas-pretas do avião da Malaysia Airlines que caiu na Ucrânia no dia 17 indicam que o Boeing 777 foi atingido por estilhaços de um míssil quando sobrevoava o leste do país, controlado por separatistas pró-Rússia, informou o governo ucraniano. Peritos holandeses que investigam as causas da queda do voo MH17 não confirmaram a informação.

A revelação de Kiev sobre as causas do incidente provocou uma crise entre os governos envolvidos no processo. A Holanda anunciou que abriu investigações para determinar como a informação sobre as caixas-pretas foi revelada. As autoridades holandesas garantem que não tinham passado os dados ao governo ucraniano.

A ONU disse que o incidente pode ser considerado “crimede guerra” e pediu uma investigação independente. A organização também afirmou que tanto os responsáveis pela queda do avião quanto por outros crimes precisam ser levados à Justiça diante das suspeitas de violações do direito humanitário internacional.

O governo ucraniano iniciou uma operação para retomar a área onde estão os destroços do jato e, no fim do dia, havia reconquistado parte das cidades da região. Os militares ucranianos entraram na cidade de Shakhtarske assumiram seu controle. Também passou para as mãos de Kiev a cidade de Torez. O governo ainda se encaminhava para Pervomaysk e Snizhne, nas proximidades do local da queda do avião. As forças oficias também comemoraram a tomada da cidade de Debaltsevo, a 35 quilômetros da área do acidente, e a estratégica colina de Saur-Moguila, usada pelas milícias para atacar os militares ucranianos.

O avião caiu quando fazia o trajeto entre Amsterdã, na Holanda, e Kuala Lumpur, na Malásia, com298 a bordo. O governo americano declarou desde os primeiros instantes após a queda que um míssil lançado por separatistas apoiados por Moscou derrubou o avião. O Kremlin nega envolvimento.

Ontem, um porta-voz do governo ucraniano, Andri Lysenko, afirmou que os primeiros resultados da investigação sobre o incidente comprovam que o avião foi alvo de um míssil. As análises das caixas-pretas mostram que estilhaços da explosão de um míssil atingiram a aeronave e ela caiu em razão da “grande descompressão”.

“Osdadosregistradosnascaixas- pretas mostram que a quedado avião foi causada por uma descompressão ligada a uma forte explosão em razão das muitas perfurações provocadas por um míssil”, disse Lysenko.

“A derrubada do avião no dia 17 é uma violação do direito internacional. Dadas as circunstâncias, isso pode ser qualificado como crime guerra”, disse ontem a comissária da ONU para Direitos Humanos, Navi Pillay. A declaração da ONU faz parte de um novo relatório – que denuncia o “terror e medo” instalado no leste da Ucrânia por grupos armados separatistas e alerta que essas organizações estão sendo apoiadas por “políticos e cidadãos” russos.

A entidade destaca que mais de 1,1mil pessoas teriam morrido na região desde abril. Ainda de acordo com o organismo da ONU, 3,4 mil pessoas teriam ficado feridas. “É imperativo que seja conduzida uma investigação urgente, efetiva, independente e imparcial”, declarou Navi.

No domingo, o governo da Malásia chegou a um acordo com separatistas ucranianos para ter acesso ao local onde o avião caiu e iniciar as investigações. Ontem, porém, Kiev anunciou que estava lançando uma operação para reconquistar a região.

A iniciativa interrompeu uma vez mais as buscas e a coleta do material para ser analisado por especialistas. Os ucranianos alegaram que precisavam lançar a operação justamente para garantir a proteção da área antes que os separatistas destruíssemos últimos vestígios do voo MH17 que poderiam ser usados. Já no domingo à noite, confrontos tinham ocorrido entre a cidade de Donetsk e o local da queda do avião.

Uma equipe de especialistas holandeses e australianos foi obrigada a suspender a tentativa de chegar à área onde estão os restos do avião. A Holanda anunciou que abriu investigações para determinar como a informação da caixa-preta chegou à Ucrânia.

?

CENÁRIO: Roberto Godoy

Sistema não faz a leitura da explosão de uma ogiva

A caixa-preta não tem um pequeno gênio aprisionado que possa ter compreendido e registrado a explosão externa que causou a queda do Boeing 777 da Malaysia Airlines, no leste da Ucrânia. O equipamento acumula dados recolhidos em centenas de pontos, em uma espécie de disco rígido. Nele, os peritos encontraram os indicadores de que houve perfuração na fuselagem, provocando a descompressão súbita. Para as 298 pessoas a bordo, a morte foi quase instantânea.

É a informação mais importante no momento. Indica com certeza que um míssil antiaéreo, provavelmente um Buk da série 9k37, fabricado na Rússia, interceptou o voo MH17. O sensor de proximidade detonou a ogiva de fragmentação na menor distância possível antes do impacto, mandando uma chuva de 70 quilos de metal quente em alta velocidade contra a fuselagem.

A caixa-preta não tem como determinar o ponto de origem do lançamento, nem se houve mais de um míssil envolvido na ação. Mas poderá esclarecer se em algum momento a tripulação considerou o risco de um ataque, embora a área não tenha sido declarada em condições de conflito.

Aparentemente, o Boeing 777 se deslocava nivelado, na velocidade de cruzeiro de cerca de 900 km/h. O sistema terá armazenado a conversa entre os pilotos e também os eventuais contatos dos tripulantes com os controladores em terra. Dados de freios, asas, corpo da aeronave, motores e dos movimentos realizados são reunidos do Núcleo de Captação. No total, são coletados 700 diferentes parâmetros e ao menos 180 minutos de áudio. Alojada nos fundos do avião, a unidade resiste a impactos diretos de 15 toneladas.


O Estado de S.Paulo

28 Julho 2014 | 20h 15

Companhias discutem segurança do espaço aéreo após queda de avião da Malásia

ALLISON LAM - REUTERS

Companhias aéreas globais vão tentar obter "informação neutra" sobre a possibilidade de usar ou evitar o espaço aéreo sobre zonas de conflito na reunião da agência de aviação da Organização das Nações Unidas e de outras entidades do setor, disse uma fonte da indústria aérea baseada na Europa.

A Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) convidou os presidentes da indústria da aviação, aeroportos e redes de controle de tráfego aéreo do mundo para a reunião, em Montreal, para discutir o que precisa ser mudado para garantir que aviões usem um espaço aéreo seguro, após a derrubada de um avião de passageiros da Malásia sobre a Ucrânia em 17 de julho em que 298 pessoas morreram.

A reunião provavelmente terá apelos para que os poderes internacionais de intervenção sejam ampliados para quando um país não conseguir monitorar as ameaças ao seu espaço aéreo. O avião da Malaysia Airlines caiu quando a Ucrânia manteve abertos corredores aéreos que estavam dentro do alcance do míssil suspeito de destruir a aeronave.

Companhias aéreas, representadas pela Associação Internacional de Transporte Aéreo, manifestarão na reunião que precisam urgentemente melhorar o acesso à "informação neutra com base em critérios objetivos", disse a fonte da indústria.

"As empresas aéreas não têm agentes da CIA trabalhando para elas", disse a fonte, que falou sob condição de anonimato. "No fim do dia, as companhias aéreas têm de decidir se devem voar ou não com base em informações precisas."

"No entanto, alguns países nunca dirão se há algum problema com o seu espaço aéreo, mesmo se realmente existir algum problema com o seu espaço aéreo. Isso não é fácil para as companhias aéreas."

Nesta segunda-feira, a Emirates Airline anunciou que irá suspender seus voos sobre o Iraque para se proteger contra a ameaça de militantes em solo.

A OACI tem atualmente um papel limitado e não pode abrir ou fechar espaços aéreos. A agência emitiu um aviso neste ano, alertando para o risco jurisdicional representado por dois conjuntos de controladores de tráfego aéreo que dirigem o tráfego sobre a região da Crimeia.

Reforçar o papel da OACI para dar à agência a autoridade para dizer onde as companhias aéreas devem voar, ou dizer aos seus membros o que fazer com o seu espaço aéreo, será um teste para as regras criadas nos acordos de paz da época da Primeira Guerra Mundial e que estão consagradas na carta de fundação da entidade.

Isso também exigirá que a agência obtenha informações confidenciais dos seus Estados membros sobre os assuntos militares e políticas internas.

Diplomatas dizem que qualquer tentativa de mexer com a soberania do espaço aéreo pode estabelecer precedentes mais amplos que dificultariam resultados rápidos. Os Estados Unidos já disseram que não estão buscando mudanças nas diretrizes da OACI.

A Organização dos Serviços de Navegação Aérea Civil, envolvida na reunião de terça-feira, também disse que não está pressionando para que um órgão central faça supervisões ou emita alertas.

Enquanto é improvável que a OACI ganhe poderes regulatórios gerais, alguns analistas e especialistas do setor disseram que a agência pode ajudar a manter os reguladores dos países mais bem informados.

(Reportagem adicional de Tim Hepher, em Paris)

 


O Estado de S.Paulo

28 Julho 2014 | 15h 32

Dados de junho melhoram perspectiva para 2º tri e levantam ação da Gol

Às 15h27, a ação da Gol subia 5,59 por cento, a 14,92 reais, ante de variação negativa de 0,18 por cento do Ibovespa

REUTERS

Analistas do BTG Pactual reiteraram sua recomendação de "compra"

para os papéis da Gol, com preço-alvo de 13 reais

A ação da Gol disparava nesta segunda-feira, tendo registrado alta superior a 7 por cento na máxima do pregão, uma vez que os dados de tráfego de junho divulgados pela companhia aérea agradaram o mercado e trouxeram perspectivas animadoras para seu balanço do segundo trimestre.

Às 15h27, a ação da Gol subia 5,59 por cento, a 14,92 reais, ante de variação negativa de 0,18 por cento do Ibovespa.

A Gol registrou alta de 27 por cento na receita por passageiro no segundo trimestre sobre o mesmo período do ano passado, ajudada por expansão de 15 por cento no yield, indicador que mede o preço de passagens, informou a empresa nesta segunda-feira.

Analistas do BTG Pactual reiteraram sua recomendação de "compra" para os papéis da Gol, com preço-alvo de 13 reais, na esteira dos dados, que viram como "muito positivos para o caso de investimento da empresa, especialmente considerando os efeitos negativos do calendário". A Gol previa um cenário desafiador para junho, com a redução da demanda por viagens de negócios devido à Copa do Mundo.

"Os dados apontam para uma margem de lucro antes de juros e impostos (Ebit) perto de 1 a 1,5 por cento no segundo trimestre... o que marcaria o primeiro sinal de rentabilidade operacional positiva desde 2010", escreveram os analistas Renato Mimica, Samuel Alves e João Salgado, do BTG.

O balanço da Gol do segundo trimestre deve ser divulgado em 13 de agosto.

O BB Investimentos destacou a taxa de ocupação de 81,2 por cento durante a Copa do Mundo, puxada pelo mercado internacional, que teve demanda 32,4 por cento maior. No segundo trimestre, a taxa de ocupação consolidada da Gol ficou em 75,2 por cento.

"O resultado prévio operacional da Gol em junho confirmou nossas expectativas de que a companhia não seria tão negativamente impactada pela redução da demanda corporativa em razão da Copa do Mundo", afirmou o analista Mário Bernandes Junior, do BB Investimentos. A casa reiterou a recomendação de "outperform" (acima da média do mercado) para a ação da Gol, com preço-alvo de 15,50 reais.

Em teleconferência após a divulgação dos dados, a Gol afirmou que pretende participar do plano do governo federal para expansão da aviação regional brasileira, dependendo das regras que regularão a atividade das empresas no segmento.

O programa foi avaliado por analistas do BTG Pactual como uma boa notícia para as companhias aéreas e também para a fabricante de aeronaves Embraer.

(Por Priscila Jordão)

 


O Estado de S.Paulo

28 Julho 2014 | 12h 01

Gol vai aderir a programa de aviação regional, dependendo de regras

Companhia aérea pretende participar do plano do governo afirmou Edmar Lopes, vice-presidente financeiro da empresa

REUTERS

"Até o momento as prévias mostram claramente que nos enquadraremos

para termos direito a essa subvenção", disse Edmar Lopes

A companhia aérea Gol pretende participar do plano do governo federal para expansão da aviação regional brasileira, dependendo das regras que regularão a atividade das empresas no segmento, afirmou o vice-presidente financeiro da empresa, Edmar Lopes, nesta segunda-feira.

Questionado por analista do setor se a empresa vai aderir ao Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, Lopes respondeu: "Sim, mas depende da regulamentação. Mas até o momento as prévias mostram claramente que nos enquadraremos para termos direito a essa subvenção", disse ele.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

 


O Estado de S.Paulo

28 Julho 2014 | 11h 42

Queda do MH17 pode ser considerado crime de guerra

Agência Estado

Chefe do Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU solicitou investigação rígida sobre possível violação de leis internacionais no acidente

A derrubada do avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia pode ser considerado um crime de guerra, informou nesta segunda-feira o Alto Comissariado de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

A chefe da agência da ONU, Navi Pillay, pediu uma investigação rígida sobre a possível violação das leis internacionais que possam ter ocorrido na queda do voo MH17. O comentário coincide com a divulgação do relatório que registra a morte de pelo menos 1.129 pessoas nos conflitos no leste da Ucrânia até o último fim de semana. O documento diz ainda que 3.442 pessoas ficaram feridas e mais de 100 mil tiveram de deixar suas casas desde o acirramento do conflito em abril.

"A violação da lei internacional pode ser considerada um crime de guerra nessas circunstâncias", disse. "É imprescindível que uma imediata, efetiva e imparcial investigação seja conduzida sobre esse incidente."

Navi Pillay afirmou que violação da lei internacional pode ser considerada

crime de guerra. "É imprescindível que uma imediata, efetiva e imparcial

investigação seja conduzida sobre esse incidente", declarou

Durante o fim de semana, o conflito entre as tropas do governo ucraniano e os rebeldes pró-Rússia impediu que o grupo de investigadores holandeses e australianos chegasse ao local dos destroços. Nesta segunda-feira, os especialistas tentarão novamente acessar os destroços para iniciar as investigações.

Os corpos e os restos mortais de algumas vítimas ainda não foram recuperados e a equipe enviada à Ucrânia afirma que ainda não conseguiu iniciar um investigação apropriada na região onde estão os destroços do avião.

Fonte: Associated Press.

 


Folha de São Paulo

28/07/2014 13h51

Avião mata banhista em pouso de emergência em praia dos EUA

Um avião monomotor atingiu e matou um banhista ao fazer um pouso de emergência em uma praia da Flórida.

DA BBC BRASIL

O avião enviou um pedido de socorro na tarde deste domingo (27) e acabou fazendo o pouso na praia de Caspersen, ao sul do aeroporto municipal da ilha de Venice. Ao pousar, o monomotor atingiu Ommy Irizarry, 36, e a filha dele, Oceana, 9. Irizarry morreu no local, e Oceana foi levada para um hospital local. Segundo a polícia, ela está em estado grave.

A aeronave, um Piper Cherokee, perdeu uma roda, teve uma asa danificada e amassou a hélice. O piloto, Karl Kokomoor, 57, e o passageiro, David Theen, 60, não ficaram feridos.

O piloto do monomotor afirmou que estava tendo problemas com o avião, não conseguiria voltar para o aeroporto e tentaria pousar na praia de Caspersen.

Segundo a agência de notícias Associated Press, autoridades locais disseram ao jornal "Sarasota Herald-Tribune" que Irizarry e sua filha foram atingidos pelo avião ou pelos destroços da aeronave.

"Ele pousou no limite da água", disse a porta-voz da polícia de Sarasota, Wendy Rose.

As autoridades de aviação dos Estados Unidos estão investigando o acidente.

Reuters

Guardas observam monomotor que matou uma pessoa ao realizar um pouso de

emergência na praia de Venice, na Flórida (EUA)

 


Folha de São Paulo

28/07/2014 12h14

Gol diz que receita por passageiro cresceu 27% no 2º trimestre

DA REUTERS

A Gol teve alta de 27% na receita por passageiro no segundo trimestre sobre o mesmo período do ano passado, o que fazia as ações da segunda maior companhia aérea do Brasil subirem nos primeiros negócios na BM&FBovespa.

O crescimento na receita por passageiro (conhecida como "Prask") foi apoiado em uma expansão de 15% no yield, indicador que mede o preço de passagens no período, informou a empresa.

O resultado foi obtido com uma combinação já conhecida de redução de oferta e alta na demanda.

DEMANDA E OCUPAÇÃO

Segundo a companhia, a demanda por voos do grupo cresceu 5,9% no segundo trimestre sobre o mesmo período do ano passado, enquanto a oferta caiu 4,6% na mesma base de comparação.

Com isso, a taxa de ocupação de suas aeronaves fechou o trimestre em 75,2%, ganho de 7,4 pontos percentuais sobre o mesmo período de 2013.

Luiz Carlos Murauskas - 17.jul.2013/Folhapress

Fila de check-in da Gol no aeroporto de Congonhas, São Paulo

Em voos domésticos, a demanda de passageiros por serviços da Gol subiu 3,5% no segundo trimestre e a oferta caiu 6%.

A companhia afirmou que redução da oferta no mercado doméstico no acumulado do ano até junho, de 2,2%, ficou dentro da projeção de redução entre 3% e 1% para 2014.

INTERNACIONAL

No segmento internacional, houve salto de 30,2% na demanda e crescimento de 7,4% na oferta no segundo trimestre.

"A companhia mantém o foco em aumentar sua presença no mercado internacional, com novas rotas lançadas no trimestre entre São Paulo e Santiago (Chile), e Campinas (SP) e Miami (EUA).

Considerando apenas junho, a Gol afirmou que a procura por voos do grupo subiu 1,1 por cento na comparação anual, enquanto a oferta teve queda de 4,8 por cento


O Globo

Terça-feira 29.7.2014

Macaé: Aeroporto em expansão oferecerá transporte de carga

Economia

Ana Chaffin

O Aeroporto de Macaé é o maior da América Latina em número de pousos e

decolagens de helicópteros. Obras vão ampliar ainda mais a oferta de voos

Criado em 1957, com uma pista de terra para pouso e decolagem, o Aeroporto de Macaé tornou-se a principal base de apoio da Bacia de Campos e já registra o maior número de pousos e decolagens de helicópteros na América do Sul. Diariamente são realizados cerca de 200 voos, responsáveis pela circulação de 1.300 passageiros.

Agora a Infraero está investindo R$ 56 milhões em obras de ampliação. Com mais estrutura, a oferta de voos deverá aumentar, incrementando, inclusive, o setor de turismo. O projeto prevê a construção de um novo terminal de passageiros, instalação de nova torre e radar, ampliação do estacionamento de 72 para 400 vagas, construção de um pátio maior e nova pista. A área total do aeroporto passará dos 400 mil m² para 3 milhões de m².

A meta da prefeitura é ampliar a pista para permitir voos regulares de transporte de carga para torná-lo um aeroporto industrial. Delmo Pinho, subsecretário de Estado de Transportes, defendeu que o aeroporto passe a abrigar também um porto seco para desembaraço alfandegário. Para que a expansão pudesse ser realizada, a Prefeitura de Macaé doou terreno de 2,6 milhões de m² ao projeto. A previsão é de que as obras estejam concluídas até dezembro de 2015.


O Globo

28/07/2014 17:05

Pilotos do voo AH5017 pediram para voltar, revela chanceler francês

Caixa-preta, que pode ajudar no esclarecimento do acidente no Mali, pode estar ilegível

POR O GLOBO

COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius, durante a

coletiva de imprensa sobre o acidente do voo AH5017

KENZO TRIBOUILLARD / AFP

PARIS - O ministro de Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, revelou nesta segunda-feira que os pilotos do avião que caiu em Mali, na última quinta-feira, fizeram contato pedindo para retornar a Burkina Faso, de onde o voo partira. Ainda de acordo com o chanceler, a tripulação da aeronave AH5017, que viajava para a Argélia, já havia realizado um contato anterior pedindo uma alteração da rota devido ao mau tempo.

A França mantém desde o primeiro momento as hipóteses de que o acidente foi provocado por mau tempo, falha mecânica ou falha humana como as causas mais prováveis para explicar a tragédia, que matou todas as 118 pessoas a bordo, 54 delas francesas. São pouco prováveis as possibilidades de ato terrorista ou abatimento por míssil. Ainda assim, o governo de François Hollande mantém todas as possibilidades abertas.

— O que nós sabemos, com certeza, é que o tempo estava ruim naquela noite, que a tripulação já havia pedido para mudar a rota antes que todo o contato fosse perdido — disse o ministro.

Nas primeiras horas desta mesma segunda-feira, a segunda caixa-preta da aeronave chegou à França, país que tem liderado as investigações sobre o acidente. Ao lado de Fabius, o secretário de Estado de Transportes francês, Frédéric Cuvillier, revelou um problema grave da investigação: não se sabe se os dados das caixas-pretas serão legíveis. Uma fonte próxima à investigação contou a agência de notícias internacionais AFP que uma das caixas-pretas estava seriamente danificada.

Martine Del Bono, porta-voz da equipe de investigação francesa, não quis comentar sobre as condições das caixas-pretas. O ex-secretário de Estado francês de transporte, do governo Sarkozy, Thierry Mariani, disse à BBC que, mesmo que as caixas-pretas estejam em boas condições, a análise delas e das conversas feitas na cabine dos pilotos pode levar semanas.

A outra caixa-preta está em Paris desde o último sábado e é a que registra os dados do avião no momento da catástrofe, como altura, velocidade e pressão na cabine.

Em Mali, uma equipe de investigadores, também franceses, analisa os destroços do avião, mas o ministro informou que eles estão enfrentando condições extremamente difíceis:

— É um trabalho longo, meticuloso e altamente complexo — completou.

Soldados franceses, malineses e holandeses da força de paz da ONU (Minusma) estão fazendo a guarda do local, que fica a cerca de 80 quilômetros ao sul da cidade de Gossi, próximo à fronteira com Burkina Faso.

O avião, um McDonnell Douglas MD-83, era alugado por uma companhia espanhola, a Swiftair, e todos os membros da tripulação eram espanhóis. Além de franceses e espanhóis, entre as vítimas, estavam 27 passageiros de Burkina Faso, e de outros de países como Líbano, Argélia, Canadá e Alemanha. Uma vítima era britânica e, entre os franceses, havia uma família com dez integrantes.


G1

28/07/2014 18h09

Avião faz pouso forçado em plantação no interior do Paraná

Aeronave saiu de uma pista particular de Foz e seguia para Curitiba.

Dos quatro ocupantes, um teve ferimentos leves e já foi liberado.

Do G1 PR

Avião caiu em meio a uma plantação, na área rural de Foz do Iguaçu

(Foto: Emerson de Jesus/ RPC TV )

Um avião fez um pouso de emergência na tarde desta segunda-feira (28), na área rural de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. De acordo com as primeiras informações, três pessoas estavam na aeronave, o piloto, copiloto e um passageiro, mas apenas o copiloto ficou ferido, segundo o Corpo de Bombeiros. Às 18h03 o Corpo de Bombeiros informou que havia mais um passageiro no avião, totalizando quatro pessoas. O ocupante também não se feriu. Neste horário, o copiloto ferido já tinha recebido alta do hospital. Ele passa bem.

O destacamento de controle do espaço aéreo de Foz do Iguaçu informou que o avião é da empresa de táxi aéreo Ribeiro. Ele decolou de uma pista particular de Foz com destino ao aeroporto do Bacacheri, em Curitiba. Por volta das 14h30, o piloto fez o pouso de emergência, porém ainda não se sabe o motivo.

Segundo o paraquedista Rodrigo Pedroso, que estava na pista de onde o avião decolou, o piloto avisou pelo rádio que estava com problemas mecânicos. “Eu vi ele decolando, e logo ele [o piloto] chamou no rádio e disse que estava com emergência. Eu vi que ele perdeu altura, já foi alinhando e disse que estava com problemas mecânicos e não conseguia resolver”, conta.

Ainda conforme o destacamento de controle do espaço aéreo, um perito do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA 5) de Porto Alegre deve chegar no fim da noite desta segunda e começar a coleta de dados na manhã de terça-feira (29). Até lá, a aeronave continuará no mesmo local. Em 30 dias o laudo ficará pronto.


Valor Econômico

29/07/2014 às 05h00

Guarulhos estuda ter 5º terminal, diz ministro

Por Fábio Pupo | De São Paulo

O ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wellington Moreira Franco, disse ontem que a concessionária que administra o aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, cogita erguer um quinto terminal de passageiros.

"As previsões [de movimentação de passageiros em Guarulhos] já foram todas batidas. Eles já estão pensando em um novo terminal internacional. Mas antes disso haverá melhoria de qualidade nos terminais 1 e 2", disse Moreira Franco, sem dar detalhes, durante um almoço com empresários na cidade de São Paulo. A declaração foi uma resposta a um questionamento sobre a qualidade dos terminais de Guarulhos.

A concessionária GRU Airport inaugurou há dois meses o terminal 3, voltado exclusivamente a voos internacionais e que tem potencial de expansão nos próximos anos. Além disso, estão em operação os terminais 1, 2 e 4.

Procurado, um porta-voz da GRU Airport não foi encontrado para comentar as declarações. Por meio da assessoria de imprensa, a concessionária emitiu um posicionamento em que não nega a fala do ministro. "O Plano Diretor do GRU Airport passa por atualização nesse momento e com a sua finalização, novos empreendimentos deverão ser definidos e anunciados", informou a concessionária na nota.

Durante o evento, o ministro também sinalizou que pode haver mudanças na participação societária de 49% da estatal Infraero nas próximas concessões, modelo usados nos grandes aeroportos leiloados até agora. "Creio que é um percentual muito alto e creio que nós temos experiência e massa crítica para percorrermos novos caminhos e novas alternativas de incorporação do capital privado e convivência com o capital público que não exclusivamente essa participação de 49% a 51%", disse.


Valor Econômico

29/07/2014 às 05h00

Leilão de marcas da Vasp fracassa

Por Beatriz Olivon | De São Paulo

Pela terceira vez, terminou sem lances o leilão de dois lotes de marcas registradas pela falida Vasp. Além do nome da companhia aérea, foram levadas ontem à venda as marcas Vaspex, Tarifácil, Vasp Vupt e Vasp Ponte Aérea. O lance inicial do conjunto era de R$ 515 milhões.

Em 2012, ocorreram duas tentativas de venda, todas sem interessados. Para o juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, Daniel Cárnio Costa, a falta de interessados poderia ser um indicativo de que o valor de avaliação não está adequado ou de que as marcas não despertam mais interesse.

Um imóvel em Ilhéus (BA), avaliado em R$ 2,36 milhões, e um conjunto de objetos - mobília, aparelhos de fax, cadeiras, lixeiras, telefones, jarros de vidro, entre outros - também foram leiloados ontem. Mas também não foram feitos lances.

O leilão do edifício que era sede da empresa, avaliado em R$ 111 milhões e considerado um dos bens de maior valor da massa falida, foi suspenso na semana passada. Por meio de uma liminar, a juíza federal Regilena Emy Fukui Bolognesi, da 11ª Vara Federal de São Paulo, determinou a indisponibilidade do imóvel, a suspensão de qualquer tentativa de venda e ordenou o bloqueio de sua matrícula, garantindo a posse do edifício à União Federal.

Novos leilões serão realizados nas próximas semanas, de outros imóveis e obras de arte. A venda de bens da Vasp começou depois que a falência da companhia aérea foi decretada, em 2008. A dívida da empresa, calculada na época da falência, chegava a R$ 5 bilhões.


Estado de Minas

28/07/2014 15:35

Ministro enaltece funcionamento dos aeroportos na Copa

De acordo com o ministro, do total estrangeiros que vieram ao Brasil para a Copa do Mundo, 87% usaram transporte aéreo

Agência Estado

O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, disse no início desta tarde, ter ficado muito satisfeito com o funcionamento e os resultados dos aeroportos do Brasil durante a Copa. Moreira Franco, que participa, em São Paulo, de almoço organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), reiterou que os bons resultados foram possíveis porque o País tem hoje políticas para o setor da aviação civil.

"O Brasil hoje tem políticas para a aviação civil, tem foco. Colocamos a aviação civil brasileira no século XXI e adotamos a postura de tratar o passageiro como cliente, com preços e serviços de qualidade que devem ser pregados", disse o ministro. Ele reafirmou estratégias adotadas pelo governo, dentre elas, a quebra de monopólios do setor não só públicos, mas também militares.

"Essa estrutura foi quebrada sem nenhum trauma institucional na transferência do ambiente militar para o ambiente civil", afirmou Moreira Franco. O ministro disse, ainda, que alguns aeroportos brasileiros já operam em situações análogas aos aeroportos de primeiro mundo.

Estrangeiros

De acordo com o ministro, do total estrangeiros que vieram ao Brasil para a Copa do Mundo, 87% usaram transporte aéreo. Moreira Franco citou a chegada de operadores estrangeiros no País e que estão contribuindo para melhorar o setor aéreo brasileiro. Lembrou, ainda, que foram investidos R$ 11 bilhões pelos setores público e privado para aumentar a capacidade dos aeroportos.


Gazeta Digital - MT

Segunda, 28 de julho de 2014, 19h33

DETERMINAÇÃO

Azul reduz voos operados em Alta Floresta após determinação da Anac

Welington Sabino, repórter do GD

A empresa Azul Linhas Aéreas informa que reduzirá o número de voos operados no Aeroporto Piloto Osvaldo Marques Dias, em Alta Floresta (803 Km ao norte de Cuiabá) após determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que suspendeu parte dos voos de grande porte no local em virtude de irregularidades detectadas em 3 planos essenciais para permitir as decolagens e pousos.

“O fato se deve ao não cumprimento de requisitos para a manutenção do Serviço de Combate a Incêndio por parte da administração do aeroporto. Com isso, a companhia deixará de operar voos diários à cidade mato-grossense e passará a realizar apenas duas frequências semanais - máximo permitido pela Anac nestas circunstâncias”, diz a empresa em comunicado.

Ao Gazeta Digital, a Anac afirmou que as operações do aeroporto não foram totalmente suspensas. Justificou que apenas promoveu uma adequação no número de movimentos do aeroporto, tendo em vista a indisponibilidade do Serviço de Prevenção, Salvamento e Combate a Incêndio. Ou seja, reduziu a quantidade de voos que o aeroporto recebia.

A Azul ressalta que tem total interesse em manter voos diários em Alta Floresta e, sem dúvida, voltaria a ampliar sua presença caso houvesse melhores condições para viabilizar um maior número de pousos e decolagens. “A companhia entende que a manutenção e ampliação de sua malha no Estado depende de melhorias de infraestrutura dos aeroportos, já que as deficiências enfrentadas hoje resultam em aumento nos custos e em restrições operacionais”.

A companhia informou ainda que está estudando dezenas de cidades que poderão receber voos no futuro, além de investir na ampliação de sua frota. Explica que anunciou recentemente a encomenda de 50 aeronaves E195-E2 – a nova geração de jatos da fabricante brasileira (sendo 30 pedidos firmes e 20 opções de compra). “Isso reflete o compromisso com o Brasil e com a aviação regional”, justifica.


Gazeta Online - ES

28/07/2014 - 23h38

Plano da aviação regional começa a decolar com MP

Regra prevê subsídios de até 50% da ocupação. Quatro aeroportos no Estado estão incluídos

O governo federal autorizou nesta segunda-feira (28) a União a oferecer subsídios a companhias aéreas para a realização de voos para o interior. A medida provisória que cria o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR) foi publicada ontem no Diário Oficial da União.

A regulamentação faz parte de um plano de incentivo à aviação regional que prevê também a reforma de 270 aeroportos. A MP permite o subsídio de custos relativos às tarifas aeroportuárias e de navegação aérea em aeroportos regionais, do Adicional de Tarifa Aeroportuária e de parte dos custos de voos em rotas regionais.

O benefício será concedido só a empresas que ofereçam rotas com regularidade. O detalhamento do programa deve ser feito hoje pela Secretaria de Aviação Civil (SAC).

Em dezembro de 2012, quando o projeto foi apresentado, o plano definia um limite aos subsídios de 50% da ocupação da aeronave e de até 60 assentos. A previsão inicial do governo era de que os subsídios somassem R$ 1 bilhão ao ano.

Foto: Divulgação

Aeroporto de Linhares é um dos quatro terminais capixabas que serão beneficiados

O ministro da SAC, Moreira Franco, disse ontem que o total de recursos usados para subsidiar as passagens aéreas regionais poderão ultrapassar esse montante.

As três maiores empresas do Brasil – TAM, Gol e Azul – dizem apoiar o programa e que vão estudar possibilidades de ampliar o número de destinos no interior.

A Azul afirmou que pode oferecer novas rotas para mais de uma dezena de cidades nos 12 meses seguintes ao início da vigência do plano.

Segundo Moreira Franco, as licitações para as obras nos 270 terminais começam neste ano e os primeiros aeroportos devem ser entregues até a metade de 2015. “Temos 38% do consumo do país fora das grandes capitais e de cada 10 brasileiros da classe média, seis estão no interior”, disse o ministro.

Espírito Santo

No Espírito Santo, na primeira fase das concessões, devem ser contemplados quatro terminais regionais – em Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares e São Mateus –, onde serão investidos R$ 176,6 milhões.


Diário do Nordeste

29.07.2014

AVIAÇÃO REGIONAL

Estudo já mostra viabilidade de 4 aeroportos no CE

Os investimentos incluirão, por exemplo, reforma e construção de pistas e melhorias nos terminais

Os aeroportos de Juazeiro do Norte, Itapipoca, Canindé e Aracati ainda estão em fase

de

conclusão do estudo de viabilidade, enquanto os de Quixadá, Jericoacoara, Iguatu e

Crateús já estão com o documento finalizado FOTO: DIVULGAÇÃO

Já foram concluídos os estudos de viabilidade técnica de quatro dos nove aeroportos cearenses incluídos no Plano de Aviação Regional, lançado em dezembro de 2012 pela presidenta Dilma Rousseff. Ao todo, serão investidos R$ 363 milhões nos nove aeródromos do Estado. Ontem, o governo federal publicou uma Medida Provisória com uma nova etapa do programa, com a criação do Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR), que prevê subsídios a empresas aéreas para ampliação da malha aeroviária.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Aviação Civil (SAC), os aeroportos cearenses que já possuem estudo de viabilidade prontos são os de Quixadá, Jericoacoara, Iguatu e Crateús. A secretaria acrescentou que, no momento, estão sendo realizados os projetos preliminares destes aeroportos, que definirá os aspectos da obra, para que sejam então levados à licitação. No âmbito nacional, serão beneficiados com o programa 270 aeroportos, dos quais 200 já se encontram com os projetos de viabilidade finalizados.

Os de Juazeiro do Norte, Itapipoca, Canindé e Aracati ainda estão em fase de conclusão deste estudo. O que se encontra em situação mais preliminar é o de Sobral, que chegou a ter o estudo concluído, mas, como não foi aprovado, terá que ser refeito.

O plano prevê não só a criação de novos aeródromos, mas a melhoria, o reaparelhamento, a reforma e a expansão da infraestrutura aeroportuária, tanto em instalações físicas quanto em equipamentos. Com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), os investimentos incluirão, por exemplo, reforma e construção de pistas, melhorias em terminais de passageiros, ampliação de pátios, revitalização de sinalizações e de pavimentos, entre outros. No caso do Ceará, apenas um aeroporto, o de Itapipoca, está partindo do zero, aponta a SAC.

Dos R$ 7,3 bilhões previstos para os 270 aeroportos do plano, R$ 2,1 bilhões estão destinados ao Nordeste, que terá 64 incluídos na primeira fase do programa. O Ceará, juntamente com Pernambuco, ocupa a terceira posição em número de terminais, ficando atrás da Bahia, com 20, e do Maranhão, com 11. Já quanto ao volume de recursos, só perde para a Bahia, que terá R$ 548,0 milhões.

O programa

A Medida Provisória 652, que cria o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR), foi publicada ontem no Diário Oficial do União (DOU). Entre os principais objetivos, segundo aponta o texto, estão: aumentar o acesso da população brasileira ao sistema aéreo de transporte, facilitar o acesso a regiões com potencial turístico, elevar o número de municípios e rotas atendidos por transporte aéreo regular de passageiros e incrementar o número de frequências das rotas regionais operadas regularmente.

Para isso, a medida, que ainda precisa ser regulamentada, autoriza a União a conceder subvenção econômica nos serviços oferecidos pelos aeroportos regionais, como o pagamento dos custos relativos às tarifas aeroportuárias e de navegação aérea em aeroportos regionais. As empresas interessadas em aderir ao programa deverão assinar contrato com a União, que conterá as cláusulas mínimas previstas no regulamento.

A MP não informa o volume de recursos que será usado para estas subvenções, que virão do FNAC. O fundo acumulou, no ano passado, R$ 2,7 bilhões em receitas, dos quais 1,23 bilhão de outorgas pagas pelos concessionários dos aeroportos de Campinas (SP), Guarulhos (SP) e de Brasília (DF). Ainda ontem, o vice-presidente financeiro da companhia aérea Gol, Edmar Lopes, informou que a empresa pretende participar do PDAR.

Ele afirmou, ao ser questionado por analista do setor se a companhia entraria no plano, que sim, mas que isso dependeria da regulamentação. "Mas, até o momento, as prévias mostram claramente que nos enquadraremos para termos direito a essa subvenção", disse.

Sérgio de Sousa

Repórter

 


A Tarde - BA

Seg, 28/07/2014 às 13:13

Anac: distribuição de slots em Congonhas será em agosto

Francisco Carlos de Assis

ESTADÃO conteúdo

A distribuição do Sistema de Alocação de Horários de Chegadas e Partidas de Aeronaves (Slots) no Aeroporto de Congonhas entre as aéreas Azul e Avianca ficou para o início de agosto, disse nesta segunda-feira, 28, o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys.

Segundo Guaranys, é preciso saber primeiro o total de slots que a Anac vai receber para distribuir. Segundo ele, os slots são compartilhados de acordo com a infraestrutura aeroportuária e o espaço aéreo. "Vai ficar para o começo de agosto. Está tão próximo, mas há muito o que se fazer", disse.

A distribuição dos slots, ainda não definida, já tem causado insatisfação. O presidente da Avianca, José Efromovich, disse que a companhia será prejudicada. Isso porque a Anac optou pela fórmula que contempla a maior participação no mercado na distribuição dos slots. Desta forma, a Azul receberia um número maior de slots.

Sobre a construção de um terceiro aeroporto em São Paulo, no município de Caieiras, Gurananys disse que no que diz respeito à Anac não há nada de novo. Segundo ele, a situação está ainda amarrada à falta de uma alteração na legislação para que aeroportos privados possam operar voos comerciais.

Guaranys participa nesta segunda-feira de almoço do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), que recebe o ministro-chefe da Secretaria da Aviação Civil, Moreira Franco.


Diário do Amazonas

Terça-feira, 29 de julho de2014

Governo cria programa para incentivar aviação regional

Programa prevê subsídio de R$ 1 bilhão para as companhias aéreas

TEXTO Da Redação

FOTO Jair Araújo

Para a Azul, que atende 12 municípios do Amazonas,esse é o primeiro passo

para trazer melhorias à infraestrutura e à qualidade dos serviços

Com o objetivo de aumentar o acesso da população ao sistema aéreo de transporte, facilitar o acesso a regiões com potencial turístico e ampliar o número de municípios e rotas atendidos por transporte aéreo regular de passageiros, o governo federal publicou nesta segunda-feira a Medida Provisória 652 (MP) que cria o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR). Para a Azul Linhas Aéreas, que atende 12 municípios do Amazonas, incluindo Manaus, esse é o primeiro passo para trazer melhorias à infraestrutura e à qualidade dos serviços aeroportuários em urna série de localidades.

De acordo com a nota da companhia, dezenas de cidades estão sendo estudadas para receber voos no futuro.

O programa, anunciado há vários meses, prevê a concessão de subsídios para pagar parte dos custos das companhias aéreas com voos regionais regulares de passageiros. As empresas interessadas em aderir ao programa terão de assinar contratos com o governo e se adequar às exigências.

Segundo o texto, os subsídios não contemplarão tarifas de armazenagem e de capatazia e serão concedidos somente para as empresas concessionárias de serviços aéreos regulares e para as empresas que operam ligações aéreas sistemáticas.

“O pagamento da subvenção econômica será efetuado mediante a utilização de recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil, alocados nos orçamentos da União, observada a dotação orçamentária destinada a essa finalidade”, segundo a publicação da MP.

O programa deve favorecer 270 aeroportos regionais no País. Em entrevista anterior, o ministro de Aviação Civil, Moreira Franco, afirmou que o subsídio deverá ter um teto de R$ 1 bilhão ao ano e será direcionado principalmente a voos atuais, e não a novas rotas.

ICMS

Empresas têm incentivo para comprar combustíveis no AM

As empresas de transporte aéreo com voos regulares para, no mínimo, dois municípios do Amazonas têm redução no pagamento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na compra de querosene (QAV) e gasolina de aviação (GAV). As companhias pagam 7% ao invés dos 25% cobrados na venda de combustíveis para os demais setores.

A nova medida, que tramitou no fim do ano passado, alterou a Lei 3.430, aprovada em 2009 pela Assembleia Legislativa do Estado CALE). O projeto encaminhado pelo governo do Estado tinha como objetivo incentivar a expansão das linhas regulares das companhias de pequeno porte para as cidades do interior do Estado, que enfrentam dificuldades para obter autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar mais do que três vôos regulares para o interior.


Jornal de Turismo

Terça, 29 Julho 2014 09:52

Turkish Airlines volta a operar vôo comfort class no Brasil

A partir desta segunda-feira, dia 28 de julho, a Turkish Airlines, voltou a operar com o Boeing 777 na rota Istambul - São Paulo - Buenos Aires. Com a ação, a companhia voltou a prestar o serviço "comfort class", serviço intermediário entre executiva e econômica. Marco Bedia, executivo de vendas da empresa, diz que o serviço era prestado até 1º de julho do ano passado, mas com a volta do B777, sentiu-se a necessidade de retornar com o serviço comfort por diversos pedidos feitos pelas agências e operadoras. Segundo a companhia, o serviço comfort é atraído pelos passageiros que voam em classe econômica, mas gostam de um espaço maior. A refeição e o entretenimento também são diferenciados.


Mercado&Eventos

28/07 - 10:26

Airways Aviation lança programa da Fundação de Treinamento de Pilotos

A Airways Aviation anuncia o lançamento de seu programa personalizado da Fundação de Treinamento de Pilotos no Reino Unido, Austrália, Malásia, Emirados Árabes Unidos, Montenegro, Jordânia e Líbano. As classes para aspirantes a piloto comercial irão começar entre 1º de setembro e 20 de outubro de 2014.

O currículo da Airways Aviation se baseia nos requerimentos europeus (EASA) e australiano (CASA) e a matéria de estudo incorpora apresentações sólidas de todas as disciplinas essenciais, como Inglês da Aviação, Aerodinâmica, Navegação, Meteorologia, Desempenho Humano, Regras de Voo e Legislação Aérea, Conhecimento e Operações gerais de Aeronaves, Desempenho e Planejamento.

"Nosso modelo de formação e treinamento foi projetado para criar a possibilidade de uma carreira como piloto comercial a tantos estudantes prospectivos quanto possível, mas com foco particular naqueles que têm uma paixão e interesse, mas que pensavam, anteriormente, que se tornar um piloto era algo que estava, de alguma forma, acima de suas capacidades. Conseguimos projetar um programa que simplifica e desmitifica o curso, ao decompor os conceitos e princípios básicos da teoria e, então, oferecer o curso através de um método claro, conciso e facilmente administrado", disse o CEO Global da Airways Aviation, Romy Hawatt.

A conclusão do curso da Fundação irá fornecer aos estudantes uma oportunidade maior para passar para a finalização da teoria comercial e, simultaneamente, fazer o treinamento prático de voo em aeronave e helicóptero, em uma das bases da Airways Aviation na Austrália, no Reino Unido ou em Montenegro. A Boeing e a Airbus projetam, para os próximos 20 anos, uma demanda de mais de 35.000 novas aeronaves de passageiros e de carga, com cada uma delas requerendo uma tripulação numerosa e uma profusão de outros recursos de suporte.

Mayara Moura

 

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