AeroClipping, segunda-feira, 04/08/14 - ano XII - nº 225

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Folha de São Paulo

Cai fluxo em aeroportos regionais de São Paulo

Jatinho paga R$ 1 para estacionar em aeroportos no país

'Aerolindas', comissárias tiram fotos dos bastidores e têm fãs em rede social

Anac contesta reportagem sobre demora para julgar de queixas

Ribeirão tem prejuízo com atraso nas obras do aeroporto, diz Dárcy Vera

O Estado de S.Paulo

Lufthansa retoma voos para Erbil, no norte do Iraque

Paraquedista cai sobre casa e fica ferido em Boituva

O Globo

Americano transforma avião antigo em sua casa

G1

Piloto de avião que caiu no MA já havia se envolvido em acidente no TO

Paraglider pousa sem autorização no Aeroporto da Helibras em Itajubá

Grupo de amigos refaz rota do Correio Aéreo Nacional na região

Paraquedistas saltam de uma altitude de 10 mil metros sobre o Mont Blanc

Aeroporto de Araraquara vai receber investimento de pacote de R$ 7,3 mi

Avião cai sobre armazém e causa incêndio na Alemanha

Valor Econômico

Concessionárias criticam modelo que libera aeroportos por autorização

Diário de Pernambuco

Aeroporto de Confins passa a ser controlado por concessionária na próxima semana

Jornal da Paraíba

Grande JP ganha quatro novos voos para RJ e Salvador com tarifas a partir de R$ 59

Bahia Econômica

Brasil pode ser 1º a explorar biocombustível de avião, dizem executivos

Mercado&Eventos

Oito aeroportos regionais paulistas serão reformados

Gol realiza ação para homenagear Dia dos Pais

Panrotas

Air France e KLM se mudam amanhã para o T3, em GRU


Folha de São Paulo

Domingo, 3 de agosto de 2014

Cai fluxo em aeroportos regionais de São Paulo

MERCADO ABERTO

MARIA CRISTINA FRIAS

cristina.frias@uol.com.br

Na contramão do registrado nos aeroportos do país administrados pela Infraero --nos quais o número de embarques e desembarques cresceu 5% nos primeiros seis meses deste ano--, os terminais regionais de São Paulo tiveram uma leve retração: -1,3%.

No total, 1,29 milhão de pessoas passaram pelos terminais do interior do Estado no primeiro semestre de 2014.

No mesmo período do ano passado, haviam sido 1,31 milhão, de acordo com levantamento do Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo).

Apesar do recuo de passageiros, o fluxo de aeronaves avançou 1,4%.

"Esse resultado de São Paulo não é diferente do de outros Estados", diz o especialista em aeroportos e desenvolvimento regional Josmar Cappa, da PUC-Campinas.

"Neste começo de ano, tivemos a Copa. Por conta do evento, várias empresas do setor industrial paralisaram suas atividades", afirma.

"Entendo que essa queda seja sazonal. As companhias cancelaram deslocamentos para reuniões e entregas de produtos durante o período de jogos", acrescenta.

A desaceleração da economia do país também afetou os terminais do interior e pode interferir novamente nos próximos meses.

"Ainda tem a taxa de juros elevada, que encarece o custo de crédito e diminuiu o investimento. Tudo isso reduz a movimentação."

Oitos dos 26 aeroportos administrados pelo Daesp estão incluídos no plano do governo federal para desenvolvimento da aviação regional.

O projeto prevê R$ 7,3 bilhões para 270 terminais de todo o país, além de subsídio para empresas aéreas operarem no interior.

"Existe uma procura sim [por voos nessas localidades]. É preciso antecipar os investimentos para alavancar ainda mais essa demanda."

"A melhora de infraestrutura deve contribuir para o aumento do fluxo desde que haja também uma recuperação na economia."

com LUCIANA DYNIEWICZ, LEANDRO MARTINS e ISADORA SPADONI

 


Folha de São Paulo

Domingo, 3 de agosto de 2014

Jatinho paga R$ 1 para estacionar em aeroportos no país

Preço, pela hora, é muito inferior ao do estacionamento de automóveis; em Congonhas, automóvel paga R$ 14

Concessionários de aeroportos privados pedem revisão de marco tarifário, que hoje dá prejuízo à Infraero

DIMMI AMORA

DE BRASÍLIA

O jatinho Embraer Phenom 300 vale R$ 18 milhões, mas estacioná-lo nos aeroportos brasileiros custa apenas R$ 1. Mais precisamente, apenas 92 centavos por hora.

O preço para parar máquinas milionárias dentro dos aeroportos do país equivale um décimo do custo de deixar um carro nos estacionamentos dessas unidades. Em Congonhas (SP), onde parar um Phenom sai a R$ 1,21 a hora, estacionar um carro pelo mesmo período custa R$ 14.

Mesmo para um dia inteiro de uso, os preços são distorcidos. Uma diária de estacionamento de veículo custa R$ 70, enquanto para um avião não passa de R$ 26.

Segundo a Infraero, que administra 63 aeroportos no país, somente no Campo de Marte, aeroporto de São Paulo destinado a esse tipo de aeronave, a empresa teve prejuízo de R$ 24,7 milhões em 2013. Em Jacarepaguá (RJ), o rombo foi de R$ 13,7 milhões.

A empresa diz que os deficit são recorrentes porque "os preços das tarifas vigentes para as operações com aeronaves da aviação geral não são suficientes para cobrir os custos dessas operações".

A tarifa de estacionamento não é a única que uma aeronave da chamada aviação geral (jatos executivos, táxis aéreos, aviões de treinamento e afins) paga para usar os aeroportos brasileiros, mas todas as outras são relativamente pequenas se comparadas aos preços das aeronaves.

Um Embraer Legacy 600, aeronave que passa dos R$ 40 milhões, paga não mais que R$ 400 para pousar e taxiar nos aeroportos brasileiros. Para as tarifas de navegação e segurança, o custo também é de cerca de R$ 400.

O custo das tarifas varia conforme o peso do avião. E jatos registrados no exterior geralmente pagam um pouco mais que os de matrícula nacional.

AUMENTO

As tarifas de uso da aviação geral nos aeroportos são historicamente baixas porque eram uma forma de incentivar o uso dessas aeronaves. Elas ajudam na formação de mão de obra e no transporte até áreas remotas do país, não atendidas pela aviação comercial.

Essas tarifas sempre representaram uma receita ínfima da estatal Infraero --que administrava praticamente 100% dos aeroportos.

Mas a situação da aviação geral vem mudando relativamente rápido. Em 1996, o número de aviões privados era de 5.730. Em 2013, chegou a 9.453. Incluindo os táxis aéreos, são quase 11 mil aeronaves atualmente no Brasil.

Muito diferente dos chamados "teco-tecos", hoje em dia algumas dessa aeronaves podem transportar mais de 30 passageiros em condições luxuosas. O valor de cada avião pode ultrapassar a marca de R$ 50 milhões.

Outra mudança é que atualmente existem pelo menos 20 aeroportos administrados pela iniciativa privada e que não querem que essa receita seja apenas acessória.

Pedro Azambuja, presidente do Sineaa (Sindicato Nacional das Empresas de Administração Aeroportuária), com 13 empresas associadas, diz que as administradoras são instadas a apresentar um serviço com cada vez mais qualidade e segurança, sem que as receitas para esse fim acompanhem os custos.

"Exige-se cada vez mais estrutura e se quer pagar cada vez menos", diz Azambuja que solicitou à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a revisão do marco tarifário.


Folha de São Paulo

03/08/2014 02h00

'Aerolindas', comissárias tiram fotos dos bastidores e têm fãs em rede social

RICARDO GALLO

DE SÃO PAULO

Em aviões vazios entre uma parada e outra, comissárias de bordo retocam a maquiagem e sorriem.

Para algumas delas, a produção não é apenas para receber os passageiros prestes a embarcar, mas para ficar mais bonitas na foto -que vai parar em uma comunidade que faz sucesso em redes sociais, especialmente entre aficionados em aviação.

Batizada de "Aerolindas", as páginas são obra da estudante Letícia Reis, 18, de Divinópolis (MG), que as criou para se aproximar de comissárias de bordo e saber como é o trabalho. Ela pretende seguir a profissão.

No começo, Letícia pedia autorização às comissárias para reproduzir fotos delas, mas hoje diz ser mais comum receber até cinco imagens diárias de interessadas em se ver na página, com 5.000 seguidores no Instagram e 5.000 no Facebook.

Reprodução/Instagram

Funcionarias das empresas aéreas exibem bastidores do seu trabalho no aplicativo Instagram

Precisa ser linda? "Não precisa. Mas todas são lindas, super bem arrumadas", diz.

A maioria é de comissárias de companhias brasileiras, mas há também funcionárias de empresas do exterior -e também alguns homens.

Comissárias são associadas a elegância desde que viajar de avião passou a ser mais popular no mundo, na segunda metade do século 20.

Uma das "aerolindas" é Gabriela Vallim, 23, da Passaredo. "Quem olha essas fotos quer imagens criativas e nesses perfis você nem sempre vê fotos assim. Eu tento ser na hora de postar", diz ela, que já abraçou o nariz do avião e posou sentada na porta traseira, sempre maquiada, cabelo preso e de batom, no padrão da empresa.

Outra comissária disse, sem querer se identificar, já ter sido reconhecida por passageiros fãs de suas fotos. Várias dizem receber cantadas, que educadamente relevam.

Tatiana Ardito, 24, da Gol, foi procurada pela dona da comunidade quando pôs no Instagram uma foto sua que tem ao fundo o avião pintado pela dupla osgemeos.

"Eu sempre postei, por ficar muito tempo fora de casa. É uma forma de meus amigos e minha família acompanharem minha vida."

A aviação exerce fascínio nos passageiros, diz. "As pessoas querem saber como é meu trabalho, se volto para casa todo dia, se eu faço muitas escalas." Geralmente, a tripulação folga uma vez por semana e passa a maior parte do tempo fora de casa.

As empresas não proíbem as fotos dos funcionários, desde que feitas em momentos sem passageiros no avião.


Folha de São Paulo

02/08/2014 02h00

Anac contesta reportagem sobre demora para julgar de queixas

GABRIELA LEAL, chefe da assessoria de comunicação social da Anac

DE BRASÍLIA (DF)

Sobre a reportagem "Anac demora 6 anos para julgar queixa de passageiro", a Anac informa que cumpre institutos legais. Estudo do TCU coloca a Anac em segundo lugar em arrecadação de multas de 2008 a 2012, e no primeiro entre agências reguladoras. Dezenas de servidores trabalham em primeira instância e, na segunda, 35 membros prepararam os julgamentos. Uma terceira comissão julgadora está em formação. Dos 3.815 processos em análise na junta, 870 relacionam-se a manifestação de passageiro de 2008. Os outros referem-se a diversos assuntos e anos posteriores.


Folha de São Paulo

01/08/2014 02h00

Ribeirão tem prejuízo com atraso nas obras do aeroporto, diz Dárcy Vera

DE RIBEIRÃO PRETO

Empresários e a Prefeitura de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) afirmam que o atraso nas obras de ampliação do aeroporto Leite Lopes traz prejuízos ao município.

Segundo Guilherme Feitosa, diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Ribeirão, diversas empresas procuraram a região para se instalar, mas ainda não fizeram a transferência devido ao impasse.

"Ribeirão é uma cidade que já tem tudo o que a indústria precisa, só falta o aeroporto. Se as obras começarem, já vamos ver o resultado", disse Feitosa.

Empresas já instaladas no município também têm expectativa de novos investimentos com a economia que o aeroporto pode trazer, segundo ele.

Em nota, a prefeita Dárcy Vera (PSD) disse calcular que as empresas podem economizar R$ 1 bilhão ao ano com o aeroporto.

"Nossa cidade perde desenvolvimento. A internacionalização irá gerar mais oportunidades, emprego e renda. Toda a região será beneficiada", disse Dárcy.


O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2014 | 19h 21

Lufthansa retoma voos para Erbil, no norte do Iraque

AE - ESTADÃO CONTEÚDO

A companhia aérea Lufthansa disse neste domingo que vai retomar os serviços para Erbil, no norte do Iraque, e adotar medidas para garantir que os voos evitem áreas controladas por rebeldes islâmicos. "Erbil fica bem fora da zona de crise no Iraque, e os voos que chegam e partem da cidade evitarão essas áreas", disse a companhia. Na sexta-feira, a Lufthansa disse que suspenderia os serviços para Erbil por dois dias, para avaliar a situação de segurança.

A medida foi tomada depois que a Administração Federal de Aviação dos EUA orientou companhias aéreas a voar a uma altitude maior sobre o Iraque. A Agência Europeia de Segurança da Aviação fez alerta semelhante.

A Lufthansa voa para Erbil duas vezes por semana, e sua filial Austrian Airlines opera na cidade diariamente.

A queda do voo da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia em 17 de julho aumentou a preocupação das companhias aéreas com operações em áreas de conflito.

A Lufthansa disse que, segundo sua avaliação, não há perigo atualmente em sobrevoar o Iraque. Mesmo assim, os voos da companhia para a Ásia e o Oriente Médio continuarão evitando o espaço aéreo iraquiano.

Air France e Virgin Atlantic também estão evitando sobrevoar o Iraque. Fonte: Dow Jones Newswires.


O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2014 | 15h 43

Paraquedista cai sobre casa e fica ferido em Boituva

De acordo com a Polícia Militar, o equipamento entrou em parafuso, projetando-se sobre o telhado de residência

JOSÉ MARIA TOMAZELA - O ESTADO DE S. PAULO

SOROCABA - O paraquedista Francisco Stênio de Freitas Júnior ficou gravemente ferido após cair sobre uma casa, durante um salto, no fim da tarde de sábado, em Boituva, região de Sorocaba. De acordo com a Polícia Militar, ele perdeu o controle do paraquedas e o equipamento entrou em parafuso, projetando-se sobre o telhado da residência, no Jardim Hermínia, periferia da cidade. Com o impacto, as telhas quebraram e canos do sistema hidráulico foram rompidos.

Um bombeiro civil do Centro Nacional de Paraquedismo, de onde o avião com o paraquedista havia decolado, acionou o socorro. Com o fêmur fraturado, Freitas Júnior foi levado o pronto-socorro do hospital São Luiz, em Boituva, e transferido à noite para o hospital Modelo, de Sorocaba. Segundo a informação da equipe médica, a vítima passa bem. De acordo com os bombeiros, o paraquedista teria acionado o paraquedas reserva junto com o principal, fazendo com que o cordame se enrolasse. A queda ocorreu a quase um quilômetro do local em que o paraquedista deveria ter pousado.


O Globo

01/08/2014 10:39

Americano transforma avião antigo em sua casa

Mantendo as características originais, ele adaptou o espaço para morar como se estivesse nas alturas

POR O GLOBO

RIO — Morar dentro de um avião parece até sonho de criança... mas não para o engenheiro elétrico Bruce Campbell que transformou o Boeing 727 em sua residência em Portland, Oregon (EUA). O americano comprou a aeronave em 1999 e, desde então, tem trabalhado duro para deixá-la cada vez mais aconchegante. O “imóvel” tem ao todo 1.066 metros quadrados e alguns cômodos foram sendo criados de forma criativa, sem perder os traços principais do avião.

A casa tem quarto, sala, banheiro e uma pequena cozinha — que é, na verdade, a mesma que os aviões comuns têm, mas com pequenas adaptações. Campbell gastou cerca de US$ 200 mil com a reforma. Para isso, ele reutilizou várias peças do avião, além da própria estrutura, claro (que é o mais bacana). Um dos banheiros foi mantido como no original, assim como a cabine do piloto, onde o engenheiro fez o seu espaço para leitura.

Ao longo do avião está a sala. De um lado, algumas antigas poltronas permanecem e, do outro, ele colocou sofá, máquina de lavar e pia (a água delas é armazenada no tanque original da aeronave). Entre as outras curiosidades, também está a escada de acesso, que faz realmente parecer a entrada para um voo de verdade. Já o chão original foi arrancado e substituído por painéis translúcidos, permitindo que os visitantes vejam a estrutura, inclusive das asas e cauda. Na parte externa, Campbell aproveita ainda para armazenar alguns itens.


G1

03/08/2014 15h56

Piloto de avião que caiu no MA já havia se envolvido em acidente no TO

No MA, cinco pessoas, inclusive o piloto e sua esposa, morreram.

No TO, uma criança de 7 anos morreu e outras duas ficaram feridas.

Do G1 MA

O piloto Delano Martins Coelho é o mesmo de

acidente no TO (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O piloto do avião que caiu em cima de uma casa na madrugada deste domingo (3), em Balsas, no sul do Maranhão, identificado como Delano Martins Coelho, de 36 anos, é o mesmo que pilotava o avião Cessna 210, de prefixo PR-VPI, que caiu em fevereiro deste ano, em Nova Araguaína, no Tocantins, de acordo com lista divulgada pela Polícia Civil. Segundo o site da Anac, ele era o proprietário da aeronave. A polícia confirmou que ele possíua habilitação para pilotar.

Segundo a polícia, no acidente deste domingo em Balsas, além do piloto, morreram a idosa Maria de Jesus Cruz e Silva, de 87 anos, que era transportada de um hospital de Balsas para outro em Teresina, no Piauí; a filha Francisca Pereira e Silva (idade não informada); o neto Alan Patric Silva Setulvedo, 32; e a esposa do piloto, Lorena Alves de Lima, 22.

saiba mais

FOTOS: veja imagens do acidente

A casa onde a aeronave caiu, localizada no Rua Doutor Rosy Cury, no bairro Catumbi, pertence a uma família. Na residência, estavam o pai, identificado como Mácio André Ertell, a esposa Sabrina, e o filho, de 11 anos. A mãe sofreu um corte no pé. O pai e o filho não tiveram ferimentos.

Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícias Militar e Civil e Cenipa foram encaminhadas ao local. A polícia informou que aguarda chegada de perícia especializada e que as partes do avião serão encaminhadas para o Instituto de Criminalística de Imperatriz, a 400 km de Balsas.

Avião caiu em cima de residência e pegou fogo em seguida

(Foto: Reprodução / TV Mirante)

Acidente no Tocantins

Delano Martins Coelho estava pilotando o avião que caiu em Araguaína, no norte do Tocantins, no dia 19 de fevereiro deste ano. A aeronave também atingiu uma casa e matou Thauane Feitosa, 7, e feriu Beatriz Feitosa, 11, e Pedro Felipe Feitosa, 4. As crianças brincavam fora de casa no momento de acidente.

Único ocupante da aeronave naquele dia, o piloto ficou ferido e foi levado para o hospital. Delano foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e pagou a fiança de cinco salários mínimos. Ele respondia ao processo em liberdade.

O avião monomotor caiu e provocou a morte de uma criança em Araguaína

(Foto: Ronaldo Dias Melo Júnior/Arquivo Pessoal)

 


G1

02/08/2014 20h36

Paraglider pousa sem autorização no Aeroporto da Helibras em Itajubá

Segundo a PM, pilotos que saíram de Socorro, SP, teriam se perdido.

Apesar da confusão, eles não foram levados para a delegacia.

Do G1 Sul de Minas

Veja vídeo no site do G1

Um paraglider que pousou sem autorização no Aeroporto da Helibras, em Itajubá (MG), causou confusão no fim da tarde deste sábado (2). Segundo a Polícia Militar, o piloto informou que decolou com outros amigos de Socorro (SP), mas que acabou se perdendo e foi parar em Itajubá.

Ainda de acordo com a PM, o piloto pensou que o local era o Aeroporto Municipal e não uma área particular. Outro piloto também desceu no local, mas do lado de fora do aeroporto. A segurança da Helibras chamou a polícia por eles terem entrado em uma propriedade privada. Apesar da confusão, os dois pilotos não foram levados para a delegacia.

Helibras chamou a PM, mas pilotos não foram presos

(Foto: Luciano Lopes)

 


G1

02/08/2014 14h30

Grupo de amigos refaz rota do Correio Aéreo Nacional na região

Pilotos fazem mesmo caminho feito na na década de 1930 pelo CAN.

Grupo já passou por Itapetininga, Itapeva e termina aventura em Tatuí.

Do G1 Itapetininga e Região

Veja vídeo no site do G1

Um grupo de 15 amigos pilotos está refazendo uma rota que era feita na década de 1930 pelo Correio Aéreo Nacional (CAN). O resgate dessa história é feita a bordo de aviões da década de 40 e 50. A equipe, que começou a viagem em São Paulo, passou pela região de Itapetininga (SP) e termina a aventura neste domingo (3) em Tatuí (SP).

Um dos aviões usados pelo grupo é um Aeronca

de 1946 (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Ao todo, o grupo vai viajar mais de 400 quilômetros, desembarcando em municípios onde o correio parava pra entrega de cartas. Assim que desembarcam em Itapetininga, um dos tripulantes levou um malote original de 1931 usado pelos pilotos da época e faz a entrega simbólica de uma carta. O responsável pela entrega, o escritor Cosme Degenar Drumond, conta que a função do correio aéreo vai além da entrega de correspondências. “O CAN presta relevantes serviços à população carente e isolada do Brasil. Então nós resolvemos homenagear o Correio Aéreo Nacional por todo esse legado que dá ao país. Hoje em dia o CAN faz diversos serviços, como por exemplo, oferecer assistência médica, distribuir medicamentos, alimentos, levar médicos para atender a população”, explica.

O piloto de Itapetininga que recebeu a simbólica carta, Euclides Brosch, diz que já pilotava na época em que o CAN atuava de norte a sul do Brasil. Ele afirma ainda que havia encontrados alguns colegas do correio algumas vezes durante viagens. “Eles participavam também da aviação comercial, sendo examinadores nossos. Eles nos faziam exames para mantermos nossa habilitação em dia. Eu vi e conheço o trabalho deles”, conta.

Da partida em São Paulo, o grupo passou por Sorocaba (SP), chegou em Itapetininga (SP) e partiu para Itapeva (SP), todos pontos de entregas de cartas e encomendas. Essa foi uma das primeiras rotas montadas pelo CAN. Para o empresário José Augusto Morelli, devido a tecnologia da época, os pilotos do correio são considerados exemplo para a geração atual. “Hoje voar, em comparação com o que eles faziam é uma covardia. Nós temos tudo o que facilita, desde GPS a uma série de instrumentos de bordo. Eles não tinham nada e faziam a mesma coisa que fizemos. Então temos uma grande admiração por esses pilotos, eles são realmente heróis”, ressalta.

Com tantas indas e vindas, é necessário a checagem regular das aeronaves. Um dos participantes do grupo, o piloto Byron Marc Michellepis, conta que as vistorias são feitas em cada ponto de saída. “Em cada lugar que a gente para checamos o óleo, fazemos uma inspeção na aeronave e drenamos o tanque de combustível para ver se não tem água”, revela.

Para quem pilota há quase 50 anos, como é o caso do piloto Nelson Ponzoni, a viagem traz muitas recordações. “Nós testemunhamos que o CAN era muito importante para as populações, principalmente aos ribeirinhos na Amazônia. Eles levavam medicamentos, transportavam feridos. Foi uma época gloriosa da FAB [Força Aérea Brasileira] e do CAN por causa dessa função social”, completa.

Grupo de amigos termina rota do CAN neste domingo (3), em Tatuí

(Foto: Reprodução/ TV TEM)

 


G1

01/08/2014 19h33

Paraquedistas saltam de uma altitude de 10 mil metros sobre o Mont Blanc

Fréderic Fugen e Vincent Reffet saltaram na Suíça e aterrissaram na Itália.

Salto feito em maio impressiona: fotos mostram até a curvatura da Terra.

Do G1, em São Paulo

Paraquedistas franceses saltam de uma altura de 10 mil metros de altura sobre o

Mont Blanc, nos Alpes Suíços; foto de maio mostra treino de Fréderic Fugen para

a façanha (Foto: Dominique Daher/Barcroft Media)

Dois paraquedistas franceses que saltaram de uma altura de 33 mil pés (cerca de 10 mil metros) sobre o Mont Blanc, nos Alpes Suíços, afirmaram ao jornal britânico "The Telegraph" que o salto combinou diferentes técnicas de paraquedismo e anos de prática para que a queda acontecesse com segurança.

O salto aconteceu em 31 de maio deste ano e completou um período de um ano e meio de treinamentos. Apesar de terem sobrevoado em queda livre o Mont Blanc, a montanha mais alta da Europa, na Suíça, os dois franceses aterrissaram em Courmayeur, na Itália.

Segundo o "The Telegraph", a queda livre durou sete minutos. A foto que registrou o salto de Fréderic Fugen, de 34 anos, dá uma ideia de quão alto o paraquedista chegou: pela imagem, é possível ver até a curvatura da Terra. Ele saltou ao lado de Vincent Reffet, de 29 anos, com quem treinou meticulosamente antes do feito na Suíça e na Espanha.

"Primeiro tivemos as manobras livres de alta altitude entre 33 mil pés e 20 mil pés (entre 10 mil e 7 mil metros), depois sobrevoamos longamente a montanha entre 15,8 mil pés e 4 mil pés para a aterrissagem (entre 4.800 metros e 1.200 metros)", explicou Fugen.


G1

01/08/2014 14h17

Aeroporto de Araraquara vai receber investimento de pacote de R$ 7,3 mi

Verba será destinada para melhorias em 270 aeródromos em todo o país.

Anúncio foi feito pela Secretaria da Aviação Civil (SAC) na quinta-feira (31).

Do G1 São Carlos e Araraquara

Aeroporto de Araraquara retomou voos comerciais nesta quinta-feira (12

(Foto: Felipe Turioni/G1)

O aeroporto Bartolomeu de Gusmão, em Araraquara (SP), foi incluído em um programa do governo federal, que vai liberar investimentos de um pacote de R$ 7,3 milhões para melhorias em 270 aeródromos no país. Entre os projetos estão ampliação e ajustes de terminais, pistas e pátios, anunciou o ministro da Secretaria da Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, na quinta-feira (31).

Veja vídeo no site do G1

O aeroporto de Araraquara recebe hoje pouco mais de mil passageiros por ano e tem potencial para mais de 100 mil, segundo estudos do governo. Por isso, estão previstas no local a recuperação e ajuste da pista de pouso, que tem 1,8 mil metros.

A intenção da Prefeitura é que essa pista seja usada também para o transporte de carga. A administração já entregou um projeto ao governo federal, mas ainda não obteve resposta.

Além da pista, o projeto prevê um novo pátio de aeronaves para receber até seis aviões. Isso exigiria a demolição dos hangares antigos e também a reforma e a ampliação da seção contra incêndio.

Região

Os aeroportos de Araçatuba, Barretos, Bauru, Franca, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e Sorocaba também foram contemplados no Programa de Investimentos em Logística (PIL), iniciado em 2013, e que visa reestruturar e ampliar 270 aeroportos de cidades pequenas e médias em todo o país.

Os 9 aeroportos que fazem parte do anúncio desta quinta são os que estão em fase mais avançada dentro do programa. Eles já passaram pelas fases de elaboração de cenários por projetistas e análises de estudos técnicos. A próxima fase agora é a de licitação para as obras que, segundo o ministro, poderão ser abertas em até 60 dias.

O programa

O programa prevê investimentos de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais em todo o país e de R$ 360,5 milhões para a ampliação da aviação regional em São Paulo, com a reforma desses 19 terminais aéreos. De acordo com o governo, o Banco do Brasil é o gestor do programa.

Desde 2011, o governo investiu R$ 401 milhões no setor.

No final de maio, Moreira Franco, afirmou que o governo federal esperava lançar no segundo semestre os editais para a construção de 160 aeroportos regionais, dentro de um plano de ampliação ou reforma de 270 aeródromos.

Segundo o governo, de 220 estudos de viabilidade, 101 já têm projetos finalizados ou em elaboração. Após a conclusão da análise desses projetos, os aeroportos já podem ser encaminhados para o licenciamento ambiental, última fase antes da licitação.

Passageiros esperam embarque no aeroporto de Araraquara, SP

(Foto: Felipe Turioni/G1)

 


G1

01/08/2014 11h31

Avião cai sobre armazém e causa incêndio na Alemanha

Aeronave de pequeno porte caiu sobre local onde são guardados pneus.

Bombeiros tentavam conter fogo; número de vítimas ainda é desconhecido.

Da AP

Bombeiros tentam conter fogo causado por queda de pequeno avião em

Bremen, na Alemanha, nesta sexta-feira (1) (Foto: Carmen Jaspersen/dpa/AP)

Um avião de pequeno porte caiu sobre um armazém em Bremen, na Alemanha, causando um grande incêndio nesta sexta-feira (1º) Os bombeiros enfrentavam dificuldade para conter o fogo, que gerou uma grande nuvem de fumaça sobre a região.

De acordo com as autoridades locais, por enquanto não há informações de vítimas. O porta-voz da polícia de Bremen, Dirk Siemering, disse que o avião caiu por volta das 12h locais perto do aeroporto da cidade.

O local sobre o qual ocorreu a queda é usado para armazenar pneus. Ainda não se sabe quantas pessoas estavam a bordo do avião.

Incêndio causado por queda de avião gerou fumaça em Bremen, na

Alemanha, nesta sexta-feira (1) (Foto: Carmen Jaspersen/dpa/AP)

 


Valor Econômico

04/08/2014 às 05h00

Concessionárias criticam modelo que libera aeroportos por autorização

Por Murillo Camarotto e Leandra Peres

De Brasília

Jorge Jardim, da Aneaa: mudança exigirá

reequilíbrio econômico-financeiro e redução

no valor de outorga devido

Depois de se comprometerem com cerca de R$ 48 bilhões em pagamento de outorgas nos leilões de aeroportos, as concessionárias subiram o tom das críticas ao plano do governo federal de permitir a construção de novos terminais por regime de autorização, que não prevê a realização de licitação.

As preocupações do setor cresceram após recentes declarações de Moreira Franco, ministro da Secretária de Aviação Civil (SAC), sobre a intenção da presidente Dilma Rousseff de autorizar as obras de um novo aeroporto em São Paulo.

Reunidas na Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (Aneaa), as concessionárias responsáveis pelos aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Brasília e São Gonçalo do Amarante (RN), criticaram duramente o modelo de autorização, que segundo elas tem caráter predatório e coloca incertezas sobre o futuro dos investimentos no setor.

O presidente da Aneea, Jorge Jardim, disse ao Valor que a adoção de um modelo de autorização obrigará as concessionárias de aeroportos a cobrarem a revisão dos contratos assinados com o governo após os leilões. "Embora sejamos totalmente favoráveis ao desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária brasileira e comprometidos com a livre concorrência, admitimos que essa mudança levará fatalmente ao reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos atuais, com provável redução no valor de outorga devido", afirmou Jardim.

A judicialização das concessões é o principal temor do governo, que trabalha para desenhar um modelo que não prejudique nem concessionários nem empreendedores autorizados. Segundo informou uma fonte ao Valor, Dilma é simpática à ideia da autorização e deve anunciar nas próximas semanas uma decisão favorável ao modelo. Em junho, no entanto, a presidente vetou uma emenda do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que previa a autorização.

Há cerca de um mês, representantes da associação se reuniram com o secretário-executivo da SAC, Guilherme Ramalho, para expor as preocupações do setor. O secretário disse a eles que o governo pretende continuar dando prioridade ao modelo de concessões, mas não tiveram garantia de que Dilma barraria a autorização para a construção de um aeroporto em Caieiras, município da região metropolitana de São Paulo.

Orçado em R$ 9 bilhões, o projeto tem como sócios as construtoras Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, que também atuam como concessionárias no aeroporto de Confins (MG), por meio do consórcio Aero Brasil. O Valor apurou que o grupo está em vias de se associar à Aneaa.

As empresas concessionárias têm dúvidas sobre a viabilidade do empreendimento em Caieiras. O argumento é que as ampliações - para cerca de 80 milhões de passageiros por ano - dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos seriam suficientes para absorver a demanda nos próximos anos.

Sob o regime de autorização, os novos aeroportos vão precisar arcar com todos os gastos desde o início do projeto, incluindo a compra do terreno e toda a infraestrutura envolvida. A indefinição que resta no governo é se eles deverão pagar alguma taxa para que não levem vantagem competitiva em relação aos terminais concedidos. Cogita-se, por exemplo, a aplicação da Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide) sobre as tarifas aeroportuárias.

Além da revisão dos contratos e das outorgas, os concessionários poderão solicitar o enquadramentos no novo modelo de autorização. "A exploração de uma mesma atividade sob regimes jurídicos diferentes consiste em uma técnica denominada assimetria regulatória", disse o presidente da Aneaa. "É evidente que a adoção tardia e inadvertida da regulação assimétrica redundará em inúmeros prejuízos às atuais concessionárias", afirmou Jardim.


Diário de Pernambuco

03/08/2014 09:49

Aeroporto de Confins passa a ser controlado por concessionária na próxima semana

Primeiro desafio da BH Airport é a construção de terminal

Pedro Rocha Franco

A expectativa é de que o cenário de obras em atraso fique no passado. Se não cumprir

prazos, nova operadora será multada. Foto: Beto Novaes/EM/D.A Press

A partir da semana que vem, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, muda de mãos. Depois de três décadas sob a responsabilidade do governo federal, sendo que nos últimos anos a Infraero comandava a batuta, assume em seu lugar a concessionária BH Airport, formada pelo grupo CCR e os administradores dos aeroportos de Zurique, na Suíça, e Munique, na Alemanha. A nova operadora terá como desafio inicial a construção de um segundo terminal em apenas 21 meses, o que corrobora a maior eficiência da iniciativa privada, tendo em vista que a estatal executou somente metade do projeto de reforma do terminal existente em 34 meses de uma obra bem menos complexa.

O segundo terminal de passageiros deverá ser instalado ao lado do existente, de forma a atender à demanda da expansão do pátio de aeronaves. O espaço terá 78,6 mil metros quadrados com 11 posições, com pontes de embarque para aeronaves código C e outras três para código E. Ao todo, serão investidos R$ 436,75 milhões, segundo projeções apresentadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no processo de licitação. A entrega tem que ser feita até 30 de abril de 2016, assim como a ampliação do pátio de aeronaves para receber as novas posições de embarque.

Detalhe: paralelamente à construção do segundo terminal e à ampliação do pátio de aeronaves, a BH Airport terá que iniciar a construção da segunda pista de pouso e decolagem. Alternativa ao espaço atual, terá 2,5 mil metros, sendo usada principalmente para destinos regionais e domésticos de curta distância, bem como para pousos. A conclusão está prevista para 2020, mas requer início rápido para que seja feito o serviço de terraplanagem.

A operadora terá que derrubar a encosta situada em frente ao terminal de passageiros para a construção da pista auxiliar. A nova unidade tem que estar na mesma altura da atual. Não à toa, nos quatro primeiros anos de operação privada, a previsão é que sejam desembolsados R$ 519 milhões em terraplanagem e obras civis, segundo o plano conceitual de desenvolvimento elaborado pela empresa de consultoria aeroportuária LeighFisher para o governo federal. O valor é mais que três vezes superior ao previsto para ser usado para a construção da pista – R$ 163 milhões.

PASSOS DE TARTARUGA

Enquanto isso, o que se viu nos últimos três anos foi uma lentidão excessiva nas obras contratadas pela Infraero. Nenhuma delas cumpriu o prazo estipulado. A ampliação do terminal de passageiros em 7,3 mil metros quadrados, o que acarretaria o aumento da capacidade do aeroporto em 1,5 milhão de passageiros por ano, é o exemplo mais claro da ineficiência. Contratada antes da elaboração do projeto executivo, a obra anda a passos lentos. O início da reforma, que começou sete meses depois do previsto, foi o primeiro de vários dos adiamentos que se seguiram, acumulando 19 meses só de atraso, sendo que ainda falta muito para a conclusão do projeto. O último balanço mostra que 50% do orçamento foi executado.

Um importante detalhe simboliza a diferença entre a administração pública e a privada: o descumprimento do prazo estipulado em contrato pode gerar multa pesada, semelhante ao que ocorreu com a concessionária Aeroportos Brasil, responsável pelo aeroporto de Viracopos, em Campinas. A Anac abriu processo para apurar o atraso na entrega da primeira etapa de obras (novo terminal; edifício-garagem com capacidade para 4 mil vagas e novo pátio de aeronaves com 37 posições e novas pistas para taxiamento de aviões). A multa pode chegar a R$ 170 milhões mais R$ 1,7 milhão por dia de atraso. Os mesmos valores são válidos para Confins, segundo a agência reguladora.

O consultor em aviação civil e ex-secretário-geral da Organização de Aviação Civil Internacional (Oaci) Renato Cláudio Costa Pereira defende o estabelecimento de uma cronograma com datas intermediárias para a entrega das ações previstas em vez de uma única data para a conclusão de todo o projeto. “Multa e daí? Não está funcionando. Privatizar não é para ter que multar; é para melhorar o serviço prestado”, afirma.

Nas obras contratadas pela Infraero no aeroporto de Confins, apesar dos repetidos atrasos, ninguém foi punido pela estatal ou pelos órgãos reguladores. Em vez disso, termos aditivos foram assinados prorrogando o prazo da entrega. No projeto de ampliação do terminal de passageiros, dois acréscimos foram feitos para, segundo a estatal, cobrir os reajustes de preços orçados à época da assinatura do contrato. O valor total subiu R$ 17,3 milhões, o equivalente a alta de 7,94% em relação ao preço inicial.

Rumo ao futuro Nos quatro primeiros anos de concessão (2014 a 2018), a BH Airport tem que executar cinco ações de grande porte. A dotação orçamentária da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prevê que a concessionária terá que desembolsar R$ 1,3 bilhão em obras e atividades com entrega programada até 2018. O montante é quase a metade prevista nas cinco etapas do plano de desenvolvimento durante os 30 anos de concessão.

Além do segundo terminal e da ampliação do pátio de aeronaves, o consórcio de empresas terá que construir quatro prédios para compor a rede de manutenção do aeroporto, ao custo de R$ 55,5 milhões. A outra obra é para a construção de vias para os terminais de passageiros. Pelo projeto, os carros irão acessar os dois andares dos terminais. Atualmente, o meio-fio atende somente ao primeiro piso. Ao todo, R$ 68,58 milhões devem ser investidos nas vias. “O meio-fio da plataforma superior será projetado para desembarque veicular de passageiros, enquanto que o inferior será utilizado para embarque veicular de passageiros provenientes da área de desembarque”, diz o projeto.

O diretor da empresa Aircon – Consultoria de Aviação Civil e ex-diretor da Anac, Allemander Pereira Filho, vê rápido desenvolvimento nos primeiros aeroportos concedidos à iniciativa privada. “Os passageiros que passam pelos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Viracopos já notam a evolução alcançada em pouco mais de dois anos”, afirma. E ele diz que a perspectiva é que os bons resultados se repitam em Confins e no Galeão. “Ocorrerão grandes mudanças na sua infraestrutura e nos seus sistemas, elevando o nível e a qualidade dos serviços e das instalações, que serão também percebidos muito em breve pelos passageiros.”


Jornal da Paraíba

01/08/14 às 14h47

Grande JP ganha quatro novos voos para RJ e Salvador com tarifas a partir de R$ 59

Para o destino Rio de Janeiro, o primeiro voo decola às 19h13 chegando às 22h19 (todos os dias, exceto domingo); às 19h25, com chegada às 22h30 (aos sábados); e 15h34, com chegada às 18h42 (todos os dias)

Por Redação

Divulgação

Aeroporto Castro Pinto

O Aeroporto Castro Pinto, na Grande João Pessoa, passa a receber, a partir deste mês, quatro novos voos diários da companhia TAM Linhas Aéreas. Os novos voos farão ligação direta entre João Pessoa e Salvador, e outros três entre a Capital paraibana e o Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro, com saídas diárias a partir do dia 13 de agosto.

A TAM informou que os "voos são constantemente avaliados conforme a demanda de cada cidade ou região. Analisamos que essa nova rota vai proporcionar mais comodidade aos clientes dessas importantes cidades, que cada vez mais necessitam de opções diretas”, explicou Federico Helman, diretor de Planejamento de Malha e Frota da TAM.

No dia 28 maio, o Governo do Estado assinou com a TAM o Protocolo de Intenções no qual se comprometia em reduzir a alíquota de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no combustível de aviação, de 17% para 12%. Seguindo o que determina o protocolo de intenções, a TAM iniciará novos voos para o Rio de Janeiro em horários negociados com o governo para obtenção do benefício.

Horários

Para o destino Rio de Janeiro, o primeiro voo decola às 19h13 chegando às 22h19 (todos os dias, exceto domingo); às 19h25, com chegada às 22h30 (aos sábados); e 15h34, com chegada às 18h42 (todos os dias). Nos outros dois horários, os voos decolam do Castro Pinto às 2h03 e chega no Rio às 5h06 (todos os dias) e às 23h05, com chegada às 2h13 (todos os dias).

Já os voos para Salvador terão as saídas previstas para às 4h05, com chegada à capital baiana às 5h25. No retorno, o voo sai do Aeroporto Deputado Luiz Eduardo Magalhães às 2h07 e chegada no Castro Pinto às 3h29. Com os voos, a TAM ampliará em 30% a frequência de voos no Castro Pinto e os passageiros que embarcaram do equipamento ganham novas alternativas de conexão para outros destinos.

Tarifas

As tarifas para o novo voo entre João Pessoa e Salvador podem ser encontradas a partir de R$ 59 para compras com antecedência de 60 dias. Já para o voo entre João Pessoa e Rio de Janeiro, o preço inicial é R$ 169 para compras com antecedência de 60 dias. Os clientes já podem adquirir passagens pelo site da companhia e em outros canais de venda, como agências de viagens e lojas da TAM e TAM Viagens.


Bahia Econômica

03/08/ - 16h05m

Brasil pode ser 1º a explorar biocombustível de avião, dizem executivos

O Brasil tem tudo para ser o primeiro país do mundo a ter escala para trabalhar com biocombustível na aviação comercial. Pelo menos é essa a expectativa dos executivos do setor. "Talvez em 2016 a gente já possa estar com um bom número de operações", diz Antonini Puppin-Macedo, diretor de operações e coordenação de pesquisa da Boeing.

Empresas nacionais e estrangeiras têm promovido, nos últimos anos, uma série de experiências com biocombustíveis pelo mundo, com matérias-primas como cana de açúcar, soja e óleo. O Brasil vem tentando tomar a frente no assunto, assim como já aconteceu com o etanol usado nos carros.

A primeira rota fixa do país com combustível "verde" deve ser feita, ainda neste ano, entre Fernando de Noronha e Recife (PE) pela Gol.

Os altos custos, porém, ainda são o principal empecilho enfrentado pelo setor. Hoje, o biocombustível tem um custo três vezes maior do que o do tradicional. "Como o combustível representa cerca de 40% dos custos de uma companhia aérea, dá para imaginar o impacto", diz o diretor técnico operacional da Gol, Pedro Scorza. Alguns incentivos regionais, como os que têm sido dados pelos Estados de Pernambuco e Minas Gerais, devem ajudar as empresas nesse sentido. (G1)


Mercado&Eventos

01/08 - 18:04

Oito aeroportos regionais paulistas serão reformados

Oito aeroportos do interior paulista estão entre os primeiros a receber obras de reforma e ampliação no programa de aviação regional do governo federal. Segundo informou nesta quinta-feira (31) a prefeitos da região o ministro Moreira Franco (Aviação Civil), esses terminais estão com estudos preliminares concluídos na Secretaria de Aviação Civil (SAC) e agora passarão por licenciamento ambiental. Esta é a última etapa antes da licitação para a reforma, que deve começar em 2015.

Os aeroportos que entrarão em licenciamento no Estado de São Paulo são os de Araraquara, Araçatuba, Barretos, Bauru, Franca, Marília, Presidente Prudente e Sorocaba. Eles representam quase metade dos 19 aeroportos paulistas contemplados no PIL (Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos), iniciado em 2013 e que visa reformar e ampliar 270 aeroportos de cidades pequenas e médias em todo o país.

"Esta foi a última reunião para deliberar sobre as reformas. Dentro de 60 dias, os aeroportos que não enfrentam problemas ambientais - o que foge da nossa governança - já poderão entrar em processo de licitação para as obras", declarou Moreira Franco.

Dos oito terminais tratados na reunião, apenas Presidente Prudente enfrenta dificuldades ambientais.

Na reunião, o ministro-chefe da Aviação Civil, os prefeitos dos municípios e os operadores dos aeroportos - Barretos é administrado pela prefeitura e os demais pelo Governo do Estado de São Paulo - também falaram sobre o aeroporto de Ribeirão Preto, que atualmente tem novo estudo em análise pelos técnicos da SAC.

"O aeródromo de Ribeirão tem dimensão maior do que os demais aeroportos regionais, de modo geral. Ele possui impacto grande de passageiros e cargas não apenas para o estado de São Paulo, mas para toda a Região", destacou o ministro após a reunião.

Os 10 outros aeroportos paulistas contemplados no programa são: Ourinhos, Registro, São José do Rio Preto, Botucatu, Fernandópplis, Guarujá, Piracicaba e Rio Claro, Guaratinguetá e São José dos Campos. Os estudos técnicos sobre a infra-estrutura deles já foram realizados e estão em fase de análise pela SAC.

O programa, orçado em R$ 7,3 bilhões, tem o objetivo principal de fazer com que 96% da população brasileira esteja a no máximo 100 quilômetros de um aeroporto. Num país com as dimensões do Brasil, a ampliação do modal aéreo é fundamental para dinamizar a economia do interior – que cresce em ritmo superior à das grandes cidades –, integrar populações que não dispõem de outros modais, como as da Amazônia, e facilitar o acesso a regiões com potencial turístico.

"Passada a Copa, a aviação regional é a nossa prioridade", anunciou Moreira Franco. "O objetivo é colocar esses 270 aeroportos operando, já que os cerca de 100 em funcionamento hoje são insuficientes para o tamanho do país", acrescentou.

Dos 270 aeroportos incluídos no PIL, 220 já possuem estudos de viabilidade concluídos. Atestada a viabilidade, são feitos estudos técnicos preliminares para diagnosticar que obras precisam ser feitas em cada aeroporto, que depois passa por licenciamento ambiental para, enfim, ter a obra licitada e iniciada. Esse rito de planejamento rigoroso é uma inovação introduzida pelo programa de aviação regional para evitar que obras já licitadas ou iniciadas atrasem por problemas ambientais ou falhas de projeto. Os oito aeroportos paulistas estão nesta etapa imediatamente anterior ao licenciamento.?

Rafael Massadar


Mercado&Eventos

01/08 - 12:24

Gol realiza ação para homenagear Dia dos Pais

A Gol estreia ação em comemoração ao ‘Dia dos Pais’ em que convida seus clientes a fazerem uma homenagem para seus pais utilizando a hashtag #sófaltavoar. Com a inicitaiva, a companhia quer conhecer histórias de grandes homens que são vistos por seus filhos como heróis que só faltam voar. As declarações podem ser feitas por meio de fotos, textos ou vídeos – o mais importante é que sejam cheias de amor e tenham hashtag #sófaltavoar para que todos os fãs e seguidores da Gol conheçam os “superpoderes”desses pais.

Para inspirar essas homenagens, três vídeos serão divulgados nos canais da companhia com depoimentos emocionantes de pais que fazem de tudo pela felicidade de seus filhos. Clique aqui e veja o primeiro destes vídeos.

Samantha Chuva

 


Panrotas

1/8/2014 13:07:00

Air France e KLM se mudam amanhã para o T3, em GRU

A partir de amanhã (sábado, dia 2), mais duas companhias aéreas passam a operar no Terminal 3 do Gru Airport: Air France e KLM. Com elas, serão 16 as empresas com operações no novo terminal. O processo de transferência teve início em maio, e será concluído no fim de setembro, quando 25 aéreas estarão operando no TPS3. Esse número representa 80% do fluxo de voos internacionais do aeroporto.

Danilo Teixeira Alves

 

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