AeroClippi?ng, terça-feir?a, 05/08/14 - ano XII - nº 227

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O Globo

Empurrão para decolar

A fatia turbinada da Infraero

O Estado de S.Paulo

Airbus registra 705 encomendas líquidas até julho

Thai Airways toma medidas preventivas contra o Ebola

G1

Aéreas mudam horários e cancelam voos com reforma da pista em MS

Viracopos negocia novos voos após fechar rotas ao exterior com 4 aéreas

Aeronave que caiu em Balsas e matou cinco estava irregular, diz Anac

Voos matinais no aeroporto de Foz são suspensos para obras na pista

Jornal do Brasil

Anac: 'Não há aeródromo cadastrado em Montezuma, nem processo de homologação'

Conexão Tocantins

Piloto que morreu em queda de avião em Balsas/MA é o mesmo que sofreu acidente em Araguaína

Jornal do Comércio - RS

Anac libera mais voos da Avianca para o Peru e os EUA

O Tempo - MG

Puxadinho de R$ 26 mi está sob poeira e pode ser demolido

Diário de Cuiabá

“Mutirão da Gol” terá 210 audiências

Bahia Econômica

TAM começa a operar voo direto João Pessoa-Salvador

Agência Brasil

Polícia desmonta esquema de fraude de milhas aéreas

Jornal de Turismo

Revista TAM Nas Nuvens mostra a arte turismo de grandes cidades

TAM e LAN são premiadas pelos serviços a bordo

Panrotas

Compra da Alitalia pela Etihad está marcada para sexta

United e Ana firmam acordo de code share

Portal UOL

Embraer apresenta Legacy 500 em feira pela 1ª vez com interior completo


O Globo

Terça-feira 5.8.2014

Empurrão para decolar

MOREIRA FRANCO

A política do governo para a aviação civil tem começo, meio e fim. Vem sendo, nos últimos três anos e meio, executada com êxito e conseguindo mudar a vida das pessoas que usam os serviços aéreos no país. As iniciativas pública e privada em parceria promovem esta grande mudança em todo o ambiente da aviação. Agora, passada a Copa, estamos mobilizados para acelerar o programa de aviação regional.

Ele se justifica e se torna urgente pela própria situação econômica e social dos brasileiros. Os que moram no interior crescem mais do que os que vivem nas capitais e regiões metropolitanas. Já se tem 38% do consumo do país no interior e seis de cada dez brasileiros da classe média vivem lá. E o que é importante: a renda dessas famílias é 20% superior que as das capitais, mas elas gastam 50% menos em passagens aéreas, apesar de 43% da população do interior quererem viajar. Por que isso ocorre? Falta de acesso e o preço da passagem. Só temos cerca de cem aeroportos regionais operando no país e o preço nestas rotas é 31% mais alto que o das capitais.

Ao permitir e estimular o acesso dos brasileiros à aviação, estamos

ampliando o mercado de passageiros e dando solidez ao setor

Os número mostram a necessidade e a urgência de enfrentarmos o desafio de desvendar mais este caminho aos brasileiros. Obras físicas e iniciativas regulatórias estão em andamento. Quarenta aeroportos regionais já receberam intervenções em pátio, pista e terminal. Melhorias na segurança e cerca de 150 caminhões contra incêndio estão sendo entregues. No entanto, ainda é insuficiente. Queremos ampliar para 270 o número de aeroportos em operação, oferecendo a 96% dos brasileiros a possibilidade de ter um aeroporto a, no máximo, cem quilômetros de distância.

Nada disso teria sentido se não criássemos condições de intervir, temporariamente, na composição de custo da operação e baixássemos o preço das passagens, hoje, repito, 31% mais alto que nas capitais. Daí o subsídio proposto ao Congresso Nacional pela presidente Dilma. Com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e inscrito no orçamento da União, ele será avaliado periodicamente para medir a sua eficácia e necessidade. Ao permitir e estimular o acesso dos brasileiros à aviação, estamos ampliando o mercado de passageiros e dando solidez ao setor. E o melhor, obtendo estes resultados financiados pelo próprio setor, já que ele transfere os recursos financeiros que compõem o fundo.

Como vemos, temos uma política para integrar o Brasil pela aviação, possibilitando a mobilidade de pessoas e bens com rapidez, segurança e preço justo. O programa nasce com razão e mérito. Não há motivo para desacreditá-lo.?

Moreira Franco é ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República

 


O Globo

Terça-feira 5.8.2014

GESTÃO DE AEROPORTOS

A fatia turbinada da Infraero

Operadoras alemã e espanhola disputam sociedade em subsidiária, que ficará livre de dívidas

GERALDA DOCA

geralda@bsb.oglobo.com.br

GABRIELA VALENTE

valente@bsb.oglobo.com.br

marcelo carnaval/7-5-2014

Novos negócios.

Terminal 1 do Galeão: Infraero Serviços deve ter perfil privado e atuar na

elaboração e monitoramento de projetos

-BRASÍLIA- Diante das dificuldades do governo em aplicar um choque de gestão na Infraero — que entregará na próxima semana os aeroportos do Galeão e de Confins a operadores privados, o que significa perda de receitas — o governo vai turbinar a Infraero Serviços, subsidiária a ser criada ainda este ano, para torná-la uma empresa eficiente e lucrativa, e completamente independente da estrutura atual.

A nova empresa terá como sócio privado um grande operador estrangeiro. Os dois mais cotados são a espanhola Aena e a alemã Fraport. E terá amplos poderes para operar aeroportos regionais e prestar todo o tipo de serviço, desde pavimentação de pista à implantação de modernos sistemas em terminais, além de qualificação de mão de obra. Segundo uma fonte envolvida nessa modelagem, a Infraero Serviços nascerá “sem vícios”, com quadro enxuto de funcionários e livre de passivos trabalhistas.

‘SÓCIO ESTRANGEIRO COM VOZ ATIVA’

As mudanças atendem às exigências do parceiro internacional e buscam aproveitar oportunidades no setor, com projeção para atingir 200 milhões de passageiros por ano até 2020. O processo de escolha do sócio estrangeiro está em fase final de negociação. A espanhola Aena tem maior identidade com a Infraero, porque é uma empresa pública, mas a Fraport tem maior potencial para provocar uma mudança cultural, disse a fonte. Ao todo, oito grupos internacionais entregaram propostas para participar da nova sociedade. A criação da Infraero Serviços foi anunciada pelo governo no fim de 2012, junto com o plano de aviação regional.

— O sócio estrangeiro terá voz ativa na nova empresa, vai participar de todas as decisões estratégicas. A solução proposta é uma resposta ao atual sistema — disse um técnico do governo, ao se referir às críticas à qualidade do serviço prestado pela Infraero nos aeroportos e à estrutura inchada da estatal.

A Infraero tem hoje 12.900 empregados do quadro e mais 16.745 terceirizados. No fim do ano passado, o passivo trabalhista da empresa somava R$ 213,5 milhões. Em 2013, a empresa registrou prejuízo de R$ 1,2 bilhão e a projeção neste ano é de um resultado negativo de R$ 405,6 milhões. Em 2012, o Tesouro Nacional aportou R$ 800 milhões na empresa; no ano passado, mais R$ 1,8 bilhão e neste ano, outra injeção de R$ 1,9 bilhão. Na prática, a Infraero Serviços ficará com a parte boa da estatal, num processo de restruturação semelhante (mas no sentido inverso) ao adotado pelo governo em 2001 para limpar o balanço da Caixa Econômica Federal, com a criação da Empresa Gestora de Ativos (Emgea). Segregada da contabilidade da Caixa, a Emgea herdou os financiamentos habitacionais problemáticos do banco público.

Setores do governo que acompanham as estatais se queixam do forte corporativismo da Infraero, que atrapalha as iniciativas de tornar a empresa mais eficiente. O estatuto foi alterado, e o comando passou por mudanças, mas não houve resultados práticos na rede de aeroportos administrados pela empresa.

Depois da concessão dos principais aeroportos do país (Guarulhos, Brasília, Viracopos, Galeão e Confins), a Infraero atual ainda continuará responsável pela operação de 60 aeroportos — o que representa 50% do tráfego aéreo. A nova subsidiária vai herdar o know-how e o quadro técnico da Infraero, que será complementado com a experiência do operador internacional. A ideia é criar uma empresa com fôlego para uma ampla atuação no setor, inclusive com a elaboração e monitoramento de projetos e obras em terminais de passageiros e de cargas, no Brasil e no exterior.

O montante de capital que a Infraero vai aportar na nova sociedade ainda depende de negociação com o sócio estrangeiro e não pode ser divulgado devido a cláusulas de confidencialidade. Mas já está certo que a nova empresa terá perfil privado, a fim de assegurar governança e eficiência. O objetivo é atrair para a Infraero Serviços negócios que a União pretende estimular com os investimentos na aviação regional, nos aeroportos e na concessão de subsídios às companhias que aderirem ao programa. Para esse fim, o governo anunciou R$ 7,3 bilhões, recursos que virão do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac).

INTERESSE EM AEROPORTOS REGIONAIS

Segundo fontes do Banco do Brasil (BB) — contratado para fazer a modelagem da nova empresa, desde as sondagens a investidores internacionais, até a elaboração do plano de negócios — a criação da Infraero Serviços é muito semelhante a um processo de privatização. Por isso, a possibilidade é que o projeto somente seja divulgado depois das eleições, diante da resistência de funcionários e do risco de exploração política do tema.

O presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Francisco Lemos, disse que o governo ainda não informou detalhes sobre a nova empresa. Apenas informou que um dos focos de atuação será o gerenciamento dos aeroportos regionais. Segundo ele, há cerca de 600 funcionários “sobrando” na Infraero, depois do processo da privatização e que precisam ter uma destinação. Lemos disse ainda que a entidade vai exigir que a Infraero Serviços siga os acordos coletivos negociados com a empresa atual.

— Não concordamos com regras diferenciadas, nem que a Infraero Serviços seja uma empresa privada — disse o sindicalista.?

Números

R$ 213,5 MILHÕES

É o passivo trabalhista da Infraero, que conta com 12.900 empregados, além de 16.745 terceirizados

R$ 1,2 BILHÃO

Foi o prejuízo da estatal no ano passado. A projeção para este ano é que a Infraero registre resultado negativo de R$ 405,6 milhões


O Estado de S.Paulo

04 Agosto 2014 | 17h 21

Airbus registra 705 encomendas líquidas até julho

Com isso, a segunda maior fabricante de aviões do mundo atingiu a meta de registrar mais encomendas do que entregas planejadas

Estadão Conteúdo

Em janeiro a Airbus afirmou que pretendia neste ano registrar mais encomendas

do que as entregas planejadas, que somam cerca de 626 jatos

O Airbus Group informou que recebeu 705 encomendas líquidas nos primeiros sete meses deste ano. Com isso, a segunda maior fabricante de aviões do mundo atingiu a meta de registrar mais encomendas do que entregas planejadas.

Segundo a companhia, mais 415 encomendas líquidas foram recebidas em julho, depois que cerca de US$ 75,3 bilhões em acordos anunciados no mês passado durante a Farnborough Air Show, na Inglaterra, se tornaram contratos firmes.

Em janeiro a Airbus afirmou que pretendia neste ano registrar mais encomendas do que as entregas planejadas, que somam cerca de 626 jatos. A empresa entregou 352 aviões no período entre janeiro e julho deste ano.

Fonte: Dow Jones Newswires.

 


O Estado de S.Paulo

04 Agosto 2014 | 13h 17

Thai Airways toma medidas preventivas contra o Ebola

Companhia vai monitorar passageiros em busca de sinais da doença

AE - Estadão Conteúdo

A Thai Airways International anunciou que está tomando medidas preventivas para proteger seus passageiros e sua tripulação do vírus Ebola. A companhia aérea tailandesa vai checar e monitorar seus passageiros em busca de sinais de alguma doença, vai colocar inseticida em seus aviões e vai reforçar a inspeção de cargas.

A empresa não voa para países da África que já confirmaram casos de Ebola, mas decidiu tomar as medidas preventivamente. Medidas semelhantes foram tomadas pela Thai Airways durante a epidemia de SARS (síndrome respiratória aguda severa), em 2003, e durante a gripe aviária, em 2004. Segundo a empresa, as medidas ajudaram a combater as duas epidemias na Ásia.

A Thai Airways não voa para países que já confirmaram casos da

doença, mas decidiu tomar medidas preventivas

Ontem a Emirates Airlines informou que suspendeu voos para a Guiné por causa de preocupações com a propagação do vírus de Ebola. A empresa, que tem sede em Dubai, informou que os voos para a capital Conacri foram suspensos no início do sábado até novo aviso. Juntamente com Libéria e Serra Leoa, a Guiné está tentando conter um surto da doença, que já matou mais de 700 pessoas desde março.

Fonte: Dow Jones Newswires.

 


G1

04/08/2014 19h11

Aéreas mudam horários e cancelam voos com reforma da pista em MS

Intervenção acontecerá de madrugada e afetará doze voos.

Empresas já adotaram medidas para não prejudicar os passageiros.

Do G1 MS

Pista do aeroporto de Campo Grande passará por obras

(Foto: Gabriela Pavão / G1 MS arquivo 22-07-2013)

As empresas aéreas adotaram medidas para contornar os transtornos causados pelas obras no Aeroporto Internacional de Campo Grande, que começam a partir desta segunda-feira (4). Segundo a Infraero, será feito recapeamento e execução de grooving na pista durante à noite (das 21h às 7h), de domingo à sábado.

Conforme a superintendente do aeroporto, Bárbara Antonia dos Reis Netto, as obras são necessárias para manter o nível de segurança operacional nos pousos e decolagens. Espera-se que a pista seja completamente liberada em outubro.

Confira abaixo as adequações adotadas pelas empresas aéreas.

Tam

Quatro voos da companhia foram cancelados. O JJ 3775 e o JJ 3774, rotas Campo Grande-São Paulo e São Paulo-Campo Grande, respectivamente, não serão substituídos durante o período e só voltarão a operar após o fim das intervenções.

Já a rota entre Campo Grande e Brasília e vice e versa, feita pelos voos JJ 3590 e JJ 3591, respectivamente, terá frequência extra. O primeiro voo partirá da capital sul-mato-grossense às 7h05 para o Distrito Federal e o segundo sairá de Brasília às 19h59 (horários locais).

A companhia informou em nota que está entrando em contato com os clientes que adquiriram passagens nesses voos e afirma que as mudanças foram encaminhados com antecedência aos passageiros.

Azul

As obras irão afetar o voo que liga Campo Grande ao aeroporto de Viracopos, em Campinas, operado às terças-feiras e quartas-feiras. Durante as intervenções essa frequência ficará suspensa.

Nos demais dias da semana, a companhia opera normalmente com pequenos ajustes de horário. Segundo a empresa, todos os passageiros impactados receberão reembolso integral.

Gol

Segundo a companhia, foram reorganizadas as frequências durante as obras por meio do cancelamento e reprogramação de voos extras em horários que a pista estará aberta. Afirmou também que, ao reacomodar os passageiros, prioriza voos com horários mais próximos daqueles que foram afetados.]

Segundo a empresa, todos os clientes foram informados sobre possíveis mudanças nas reservas por meio de e-mail e telefone.

Avianca

O G1 entrou em contato com a empresa aérea, que segundo a Infraero terá duas partidas e duas chegadas afetadas pelas obras, mas ela não deu retorno.


G1

04/08/2014 15h59

Viracopos negocia novos voos após fechar rotas ao exterior com 4 aéreas

Segundo a concessionária do terminal, outras rotas ainda são negociadas.

Aeroporto de Campinas passa por ampliação da malha internacional.

Do G1 Campinas e Região

Vista das obras e do pátio de aeronaves de

Viracopos (Foto: Aeroportos Brasil Viracopos)

Após fechar voos para o exterior com quatro companhias aéreas, a concessionária do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), disse que ainda negocia outras rotas fora do país. Este ano, a Gol iniciou operações com destino a Miami e a Azul divulgou planos de voar para Nova York, Orlando e Fort Lauderdale. Além dessas, a partir de dezembro a Copa Airlines e a American Airlines serão opção para os passageiros.

"Nós continuamos discutindo com outras empresas, outros destinos, outros continentes", disse o diretor de Operações da concessionária, Marcelo Mota. Segundo ele, novos voos serão anunciados "em breve". Até julho, quando a Gol começou a operar voos internacionais em Viracopos, o terminal aéreo de Campinas (SP) oferecia apenas um destino para o exterior, com a TAP, que voa para Lisboa, em Portugal.

Apenas uma pista

Viracopos possui só uma pista de pousos e decolagens, mas Mota disse que, mesmo com a expansão das operações, por enquanto não há risco de o aeroporto chegar perto do seu limite. De acordo com ele, atualmente o terminal tem 116 mil movimentos de aeronaves por ano e, por contrato, a concessionária tem de construir outra pista quando esse número chegar a 178 mil.

"É claro que ter aeroporto de pista única, cria uma dependência dessa pista, como aconteceu em 2012", afirmou o diretor, em referência ao incidente que deixou Viracopos fechado por 45 horas, quando um cargueiro quebrou na aterrissagem.

Para tentar evitar que situações como essa se repitam, Mota afirmou que a construção de uma taxiway está em fase de conclusão e, com isso, aquela que é atualmente usada pode ser interditada para passar por ampliação e servir de pista emergencial. Ele recordou ainda que a concessionária comprou um aparelho capaz de remover da pista aeronaves que apresentem problemas, conhecido como recovery kit.

Obras em Viracopos

Em obras desde agosto de 2012, o novo terminal de passageiros de Viracopos será totalmente concluído até dezembro, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A previsão é que as companhias aéreas Gol, Tap, Azul e TAM transfiram as operações para estrutura até o fim de outubro. Segundo a concessionária, a construção chegou a 93% de conclusão em junho e atualmente é feito o acabamento e a instalação de cabos e sistemas de tecnologia da informação.

Por contrato, o novo terminal deveria ter sido entregue no dia 11 de maio. O descumprimento do prazo pode gerar uma multa de até R$ 170 milhões, mais R$ 1,7 milhão por dia de atraso. Não há uma data definida para o valor ser divulgado. Ao admitir o atraso, a concessionária avaliou que é feita em "tempo recorde".

A primeira fase da expansão de Viracopos inclui, além do novo terminal de passageiros (com 3 píeres e capacidade para até 22 milhões pessoas por ano), pátios de aeronaves (com 3.500 m² e 37 novas posições), edifício-garagem (4.000 vagas) e adequações nas pistas de pousos e taxiamento.


G1

04/08/2014 19h17

Aeronave que caiu em Balsas e matou cinco estava irregular, diz Anac

Certificado de aeronavegabilidade (CA) de avião estava cancelado.

Inspeção anual de manutenção (IAM) estava vencida, segundo agência.

Do G1 MA

Avião cai em cima de casa e mata cinco em Balsas, MA

(Foto: Divulgação / Polícia Civil)

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou, nesta segunda-feira (4), que o avião que caiu sobre uma casa em Balsas, e resultou na morte de cinco pessoas, estava irregular, com certificado de aeronavegabilidade (CA) cancelado e a inspeção anual de manutenção (IAM) estava vencida. Os dois documentos são essenciais para que aeronaves estejam regularmente em operação no território nacional.

“No Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) é possível verificar que a aeronave estava com o certificado de aeronavegabilidade cancelado e a Inspeção Anual de Manutenção vencida. Nessas condições a aeronave não estava autorizada a operar”, informou, por email, a assessoria da Anac.

O CA é o documento que comprova que uma aeronave está com sua condição de aeronavegabilidade validamente verificada, devendo estar sempre a bordo da aeronave em uso. Dele constam, ainda, as informações relativas ao operador. Caso não o possuam, “nenhuma aeronave poderá ser autorizada para vôos”, segundo determina o artigo 114, do Código Brasileiro de Aeronáutica.

Já as IAMs são obrigatórias a cada 12 meses para todas as aeronaves que fazem voos da aviação geral e para as que fazem voos nos táxi-aéreos. Das cerca de 12,5 mil aeronaves registradas no Brasil, aproximadamente 12 mil são destes segmentos. O objetivo das inspeções é verificar as condições de aeronavegabilidade de aviões e helicópteros, seus componentes e equipamentos.

Investigações

Segundo a assessoria da Anac, quando acontecem acidentes com aeronaves certificadas, a agência deve aguardar a confirmação oficial fornecida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa), da Aeronáutica. Após a confirmação, o Cenipa envia um relatório preliminar à Anac com as informações coletadas no local do acidente e informadas no plano de voo da aeronave.

Esse relatório contém todas as informações obtidas na investigação do acidente. Com elas a agência abre um processo administrativo para verificar se o piloto possui habilitação e Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válidos e se a aeronave envolvida no acidente estava com a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) e Certificado de Aeronavegabilidade (CA) em dia, além de checar os certificados do operador da aeronave (responsável pela aeronave).

Se houver indícios de irregularidades, essas informações são adicionadas ao processo administrativo para que sejam verificados os possíveis descumprimentos às normas da aviação civil pelos pilotos e/ou pelo operador. Ao final do processo, se houver comprovação de irregularidades, os responsáveis podem ser autuados e multados, além da possibilidade de suspensão ou cassação de licenças, habilitações e certificados. Quando o caso é encerrado, o processo também pode ser encaminhado pela ANAC ao Ministério Público Federal (MPF) para análise do caso na esfera criminal.

Acidente

O acidente aconteceu na madrugada de domingo (3), em Balsas, a 810 km de São Luís, no sul do Maranhão, quando o monomotor Embraer-720C, de prefixo PTWPH, caiu sobre uma residência localizada no Rua Doutor Rosy Cury, no bairro Catumbi.

De acordo com a polícia, morreram a idosa Maria de Jesus Cruz e Silva, de 87 anos, que era transportada do Hospital São José, em Balsas, para outro em Teresina, no Piauí; a filha dela Francisca Pereira e Silva (idade não informada); o neto Alan Patric Silva Setulvedo, 32; o piloto Delano Martins Coelho, 36, e a esposa dele, Lorena Alves de Lima, 22.

Em entrevista ao G1 na manhã desta segunda-feira (4), o delegado Eduardo Galvão, que investiga o caso, disse que acredita que a aeronave tenha tido uma pane no ar.

"Em conversa com as pessoas que presenciaram o momento do acidente, soubemos que foi um momento angustiante, já que o avião planou no ar e os motores, ao que tudo indica, pararam de funcionar e o avião desceu em silêncio. A avaliação também se dá pela posição que as hélices se encontravam", explicou.


G1

04/08/2014 14h03

Voos matinais no aeroporto de Foz são suspensos para obras na pista

Cinco voos que operavam das 7h às 12h foram remanejados.

Pista ficará interditada durante aproximadamente 60 dias.

DO G1 PR, em Cascavel

Infraero suspende voos matinais do aeroporto de Foz do Iguaçu, no PR

(Foto: : Fabiula Wurmeister/G1)

Os voos matinais do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, estão suspensos desde as 7h desta segunda-feira (4), para que sejam realizadas obras na pista. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a reforma inclui sinalização, recapeamento e pintura da pista de pouso e decolagem. As obras devem ser concluídas em 60 dias. Os voos remanejados operavam das 7h às 12h. Ao todo, serão investidos R$ 9 milhões em recursos federais, de acordo com Eduardo Renato Ludwig, superintendente do terminal.

Ainda conforme a Infraero, a interdição temporária é uma continuação das obras de recapeamento da pista, que já haviam sido iniciadas em novembro de 2013 e pararam por causa da copa do mundo. "Nós tentamos terminar a reforma até o início da copa, mas por causa do excesso de chuvas não foi possível", afirmou o superintendente.

No total, cinco voos – três partidas e duas decolagens – passam a operar antes das 7h e após as 12h. Atualmente, o terminal conta com 50 voos regulares e dois internacionais, com destino a Lima (Peru). "Como esses dois voos operam na escala da noite, não sofrerão nenhuma interferência no horário", explicou o superintendente. Somente em 2013, passaram pelo aeroporto de Foz do Iguaçu mais de 1,6 milhões de passageiros.


Jornal do Brasil

04/08 às 10h19

Anac: 'Não há aeródromo cadastrado em Montezuma, nem processo de homologação'

Aeroporto recebeu obras pelo Departamento de Estradas de Rodagem no governo de Aécio Neves

Jornal do Brasil

Cláudia Freitas e Pamela Mascarenhas

Em entrevista na última quinta-feira (31/7), o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, admitiu ter usado o aeroporto de Cláudio (MG) nos últimos anos e também a existência de uma pista de pouso municipal em Montezuma (MG). Segundo o próprio tucano, essa pista foi construída na década de 80 e recebeu obras de melhorias orçadas em R$ 300 mil durante o seu governo, inseridas no contexto de ações para a região. Aécio diz ter pousado nesse local uma vez. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou o Jornal do Brasil que "não há aeródromo cadastrado no município de Montezuma, nem em processo de homologação".

Na página do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais na internet, na opção "Obras Realizadas" é possível encontrar o edital de uma licitação homologada no ano de 2008, prevendo serviços de pavimentação, sinalização e conservação para o Aeroporto de Montezuma, que fica ao norte de Minas Gerais. A empresa vencedora do concurso foi a Construtora Pavisan e o investimento estimado em R$ 268.460,65. Na época, Aécio Neves ainda era governador de Minas.

Em 2012, a imprensa mineira publicou a polêmica envolvendo a recuperação asfáltica da BR-153 e a Construtora Pavisan, que depois de vencer a licitação para realizar o serviço na estrada, entrou em processo de recuperação judicial e falência. No mesmo ano o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) rescindiu o contrato com a empresa.

Desde o ano passado, o deputado estadual Paulo Guedes (PT/MG) vem reunindo documentos acerca do aeroporto de Montezuma e a Pavisan. "O aeroporto em Montezuma é conversa de qualquer esquina na cidade, inclusive, de que houve processo de grilagem no aumento das terras da família do Aécio, que eles incorporaram terras com usucapião, apropriando terras que eram públicas, e depois conseguiram fazer a escritura", conta o parlamentar.

Publicação do edital das obras no aeroporto de Montezuma no portal do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais

Guedes considera a situação do aeroporto em Montezuma pior que a do aeroporto de Claudio. "Foi uma espécie de presente. Não se constrói um aeroporto com R$ 300 mil. A construtora, a Pavisan, foi pressionada a fazer esse aeroporto", afirma o deputado. Segundo ele, um ex-funcionário da construtora, que não pode ser identificado, chegou a dizer que foi colocada "uma faca no pescoço de Jamil". Jamil Habib Cury era o dono da Pavisan na época das obras realizadas através do Departamento de Estradas de Rodagens de MG.

O deputado estadual conta que, para dar um "ar de legalidade", as partes envolvidas fizeram um convênio com a Prefeitura em um valor irrisório, de R$ 300 mil. "Com esse valor, não dá nem para fazer terraplanagem, ainda mais fazer aeroporto. Quando o aeroporto foi inaugurado, o Aécio foi lá como governador, um helicóptero do governo estava lá para recebê-lo e o conduziu até a fazenda do pai. Isso é de conhecimento público", destaca Guedes. Ele ainda questiona o fato de a cidade ter apenas três mil habitantes - porque é o município que tem 7500 habitantes - precisar de um aeroporto. "Qual foi o critério para fazer o aeroporto na cidade que não tenha sido a fazenda da família dele? Algumas cidades mineiras deveriam ter aeroporto, e não têm. Bocaiuva não tem, Brasília de Minas não tem, Espinosa não tem, São Francisco...", disse o parlamentar.

A equipe de Paulo Guedes está preparando um relatório com documentos colhidos nos últimos anos e deve apresentá-lo no decorrer da semana ao Ministério Público de Minas Gerais. "Vamos pedir uma perícia no aeroporto. Qual é a mágica para o aeroporto de Claudio ter custado R$ 14 milhões e o de Montezuma R$ 300 mil? Que diferença gigantesca é essa, se eles são do mesmo tamanho? Qual é o milagre? Essa conta não bate", diz o deputado. Fontes ligadas à Pavisan afirmaram para o deputado que o prejuízo da construtora foi muito grande com a obra do aeroporto, o que contribuiu com o processo de falência. Guedes destacou que o ex-dono da Pavisan agora assume o posto de diretor do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais. "Para ter uma ideia da importância desse cargo, o Márcio Lacerda, antes de ser prefeito [de Belo Horizonte], ocupou o mesmo cargo [do Jamil no Instituto]", diz o parlamentar, que também entregou ao JB fotos recentes do aeroporto de Montezuma.


Conexão Tocantins

04/08/2014 08h54

Piloto que morreu em queda de avião em Balsas/MA é o mesmo que sofreu acidente em Araguaína

Nayara Rodrigues

Foto: Divulgação

Avião que caiu em Araguaína no mês de fevereiro resultou na

morte

de uma criança de 7 anos de idade

O avião caiu em cima de uma casa no último domingo, 3, em Balsas no Maranhão, resultou na morte do piloto Delano Martins Coelho, de 36 anos, na morte da idosa Maria de Jesus Cruz e Silva, de 87 anos, da filha da idosa, Francisca Pereira e Silva, do neto Alan Patric Silva Setulvedo, 32; e ainda da esposa do piloto, Lorena Alves de Lima, 22. O piloto era o mesmo que pilotava em fevereiro deste mesmo ano, o avião Cessna 210 que caiu em Araguaína do Tocantins, e resultou na morte de uma criança.

No acidente em Araguaína do Tocantins, o piloto havia afirmado que a aeronave tinha perdido a altitude e caiu. O piloto possuía habilitação para pilotar e era dono da aeronave.

A idosa que morreu no acidente seria transportada de um hospital de Balsas para outro de Teresina no Piauí, quando o avião caiu em cima de uma casa ainda em Balsas.


Jornal do Comércio - RS

05/08/2014 - 08h12min

Anac libera mais voos da Avianca para o Peru e os EUA

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) liberou novos voos internacionais da OceanAir Linhas Aéreas (Avianca). O órgão regulador alocou uma frequência semanal à empresa entre o Brasil e o Peru e três frequências semanais entre o Brasil e os Estados Unidos para a realização de "serviços aéreos exclusivamente cargueiros". A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU).


O Tempo - MG

05/08/14 - 03h00

CONFINS

Puxadinho de R$ 26 mi está sob poeira e pode ser demolido

Quase pronto, terminal remoto depende de aval da Anac, mas pode sair dos planos de novo dono

QUEILA ARIADNE

Confins2  Foto1 Puxadinho de Confins está entregue à poeira 165_0N9LNFNI Enquanto homologação não sai, poeira toma conta do puxadinho D-A Acesso viário para o Terminal 3 de Confins já está pronto C-A Esteiras para bagagens já estão instaladas no terminal remoto

Puxadinho de Confins está entregue à poeira

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O puxadinho de Confins está praticamente pronto. A reportagem conseguiu entrar no local e constatou que quase tudo já está em seu devido lugar, esperando a homologação da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). Enquanto ela não vem, os guichês, as esteiras para bagagem e a sala de embarque vão empoeirando. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) diz que deve entregar o chamado Terminal 3 ainda em agosto. No entanto, a operação, que já era para ter começado na Copa do Mundo, não vai começar imediatamente porque depende da liberação da Anac.

A agência, por sua vez, explica que ainda depende de finalizações da Infraero. “O operador aeroportuário deve apresentar documentos pendentes à Anac. Por essa razão, não é possível prever a data de liberação dessa infraestrutura, tendo em vista que o processo somente poderá ser finalizado após o saneamento, pelo operador aeroportuário, das pendências citadas”, afirma a Anac, por meio de nota.

A partir do dia 12 de agosto, a Infraero não será a única à frente das decisões em Confins, pois o novo concessionário – BH Airport – assumirá o comando.

Mesmo sem ser inaugurado, ainda não se sabe ao certo o destino do puxadinho, que ficará a cargo do BH Airport. No edital da concessão, estudos de viabilidade previam a construção do Terminal 2, até 2016, o que já foi confirmado pelo sócio privado. Previam também um terceiro terminal. Entretanto, como o terceiro está previsto para um local diferente de onde de fato foi construído, não está descartada a chance de derrubar o puxadinho, como aconteceu em Brasília.

Quando assumiu o aeroporto presidente Juscelino Kubitscheck (JK), a Inframérica derrubou o terminal provisório e construiu outro. A diferença entre Brasília e Belo Horizonte é que lá, o puxadinho era pré-moldado, custou R$ 3,5 milhões e, após ser derrubado, foi reaproveitado no Terminal 2 que a Inframérica construiu n JK. O puxadinho de Confins foi feito em uma edificação que já existia, de um antigo prédio da Aviação Geral. A obra consumiu investimentos de R$ 26,82 milhões. O BH Airport só vai se pronunciar após assumir a gestão de Confins.

A construção do Terminal 3 começou em meados de 2013 e era para ter sido entregue em abril deste ano. Mas o cronograma foi revisto e não ficou pronto para a Copa. Mesmo assim, durante o evento, foi usado para aviação executiva.

Cronologia das licitações

Setembro de 2012: Primeira tentativa de licitação do puxadinho fracassa. Sete empresas demonstram interesse, mas nenhuma aceita baixar para o valor que a Infraero quer pagar. O piso era de cerca de R$ 48 milhões e a proposta mais baixa era de R$ 79 milhões

Novembro de 2012: Outra tentativa fracassada de licitação

Maio de 2013: Mais uma vez, a licitação do puxadinho não tem interessado

Junho de 2013: Infraero decide usar prédio já existente para baixar custo. Após três tentativas fracassadas, recorre ao Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Urb Topo/EPC aceita receber R$ 22,3 milhões e vence, mas obra fica em R$26,8 milhões

Potencial

Capacidade. O puxadinho tem potencial para ampliar em mais de 50% a capacidade anual de Confins, que hoje, só com o Terminal 1, é capaz de receber cerca de 10,2 milhões de passageiros.


Diário de Cuiabá

05/08/2014

“Mutirão da Gol” terá 210 audiências

Central de Conciliação de Cuiabá pretende encerrar processos em que a empresa Gol aparece como ré, na maioria dos casos, por danos morais

YURY RAMIRES

Da Reportagem

Ação surge como forma de facilitar o encerramento de

processos

que podem tramitar por anos no Juizado Especial

Duzentas e dez audiências em que a empresa Gol Linhas Aéreas aparece como ré devem acontecer até amanhã (6) em Cuiabá. O “Mutirão da Gol” está sendo promovido pela Central de Conciliação da capital como uma forma de facilitar o encerramento dos processos, que podem tramitar por anos no Juizado Especial. Na maioria dos casos, os clientes pedem por danos morais.

De acordo com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o mutirão temático está se deparando com diversas situações, que vão desde perda de bagagem até clientes que alegam terem sidos maltratados por funcionários da empresa.

Em 2013, quando Edézia Marques Martins e sua família se preparavam para embarcar para Florianópolis, quando descobriram que a companhia aérea tinha mudado o voo sem aviso prévio. A família foi dividida em três aviões diferentes, além de passarem horas no aeroporto, o voucher ofertado para alimentação, não estava sendo aceito pelo restaurante.

“Foi uma sucessão de despreparo e tratamentos inadequados por parte da companhia aérea. Ainda por cima, uma funcionária saiu correndo empurrando a cadeira de rodas em que estava minha mãe. Não sabia se ficava cuidando de parte da família ou se saía correndo atrás da minha mãe. Ficamos muito nervosos com o ocorrido”, lembra.

A causa já tramitava há quase seis meses, e ontem, ela deu fim ao processo e entrou em acordo com a empresa. “O dinheiro não paga o que sofremos, mas ameniza o dissabor”, explicou. Outro acordo firmado foi com a fisioterapeuta Dileny Ferreira. Ela processou a companhia após não conseguir realizar o check in por conta do congestionamento de pessoas que tentavam embarcar.

Ela contou que no ano passado comprou uma passagem durante uma promoção para o Rio de Janeiro. No dia de partir, chegou 30 minutos antes do fechamento do embarque, mas não conseguiu realizar o check in por conta da fila de pessoas que precisavam ser atendidas. O Juizado Especial já havia realizado a primeira audiência do processo, na qual não houve acordo. Porém, ontem ela aceitou uma nova proposta.

O mutirão segue até amanhã e vai buscar finalizar todos os casos, principalmente aqueles em que são pedidos danos morais. A coordenadora da ação, a juíza Adair Julieta da Silva, titular da Central de Conciliação de Cuiabá, espera que 60% dos casos terminem em acordo.

Segundo ela, a ação foi pensada após a realização de outros mutirões envolvendo empresas aéreas. “Quando as pessoas vêm para a conciliação, elas já chegam com a expectativa de realizar o acordo”, finalizou.


Bahia Econômica

04/08 - 17:14hs

TAM começa a operar voo direto João Pessoa-Salvador

ARMANDO AVENA

A empresa TAM Linhas Aéreas começou a operar, na última sexta-feira (1º), uma rota direta João Pessoa-Salvador, que tem forte significado para o fortalecimento do turismo e negócios na região Nordeste.

O voo pode ser utilizado de segunda-feira a sábado, proporcionando comodidade aos passageiros. “A iniciativa beneficia diretamente as atividades turísticas e os negócios nesta região”, afirmou o subsecretário do Turismo da Bahia, Benedito Braga.

Para o subsecretário, a decisão da TAM ocorre em momento oportuno. “A Bahia obteve grande exposição midiática durante a Copa, foram realizadas obras urbanas, investimentos na rede hoteleira e a qualificação da mão de obra, itens que repercutem positivamente nos serviços aqui prestados e ampliam o interesse dos visitantes não só por Salvador, como pelos demais destinos turísticos do estado”.


Agência Brasil

04/08/2014 17h00

Polícia desmonta esquema de fraude de milhas aéreas

Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

Edição: Luana Lourenço

Um golpe utilizado para fraudar a concessão de milhas aéreas foi descoberto em uma operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e o Núcleo de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil.

Segundo as investigações, a quadrilha movimentou cerca de R$ 40 milhões em um esquema que envolvia o pagamento fictício de boletos bancários com cartões de crédito, com objetivo de gerar milhas aéreas.

O alerta sobre o golpe foi feito pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), com base na movimentação suspeita de grandes quantidades de dinheiro pelos investigados, uma família, moradora dos bairros de Bento Ribeiro, Senador Camará e Vila Vintém, nas zonas norte e oeste do Rio. Os suspeitos emitiam boletos bancários que seriam pagos pelos próprios parentes com cartões de crédito para o acúmulo de milhas aéreas.

De acordo com as investigações, duas agências de viagem teriam sido montadas no Espírito Santo e Maranhão para a venda de passagens aéreas obtidas por meio das milhas. Os suspeitos poderão ser enquadrados nos crimes de produção de documento falso e fraude para obter vantagem econômica.


Jornal de Turismo

Segunda, 04 Agosto 2014 15:47

Revista TAM Nas Nuvens mostra a arte turismo de grandes cidades

A TAM Nas Nuvens desse mês, revista desenvolvida pela New Content, produtora de conteúdo para marcas, traz uma série de reportagens em que as diversas vertentes artísticas guiam os roteiros turísticos com o tema “Os caminhos da Arte – Experiências Culturais”. Dessa vez, Nova York com suas galerias e arte ao ar livre é o destaque de capa. Já a nova geração musical de Salvador lista lugares da capital baiana que merecem uma visita, enquanto que o ensaio fotográfico apresenta a arte clássica presente nas linhas de metrô de Moscou.

Ilustrando a capa da revista com o mural “O Beijo”, que fica diante do High Line e executada pelo artista plástico brasileiro Eduardo Kobra, “48 horas de Arte em Nova York” divulga várias exposições abertas em agosto para viajantes que ficam durante um final de semana na cidade. O jornalista Daniel Nunes conversou com Kobra sobre o famoso mural e pontuou performances e street art que dominam a metrópole. A cidade respira arte com 600 galerias, centenas de museus, grafites e obras no hall de lojas, empresas e hotéis, de artistas de diversas partes do mundo.

Entre as dicas está o MoMA, Museu de Arte Moderna e Contemporânea, que até o dia 24/8 abriga a mostra “O Abandono da Arte”, da brasileira Lígia Clark, que oferece 300 desenhos, pinturas, esculturas e obras interativas. Outra dica é a intervenção urbana do suíço Olaf Breuning com a obra “Nuvens”, que espalhou seis balões azuis pelas ruas de Manhattan, Brooklyn, Bronx, Queens e Staten Island. Quanto aos musicais, jantares performáticos em “Queen of the Night” une cabaré, circo, dança e balada antes do jantar no salão Diamond Horseshoe. E o grafite das ruas de Williamsburg é apresentado pelo Graff Tours, equipe que acompanha jovens interessados em conhecer os estilos da street art, como lambe-lambes e stencils.

Na reportagem “Os novos novos baianos”, a nova geração musical de Salvador indica locais que não podem ficar de fora do roteiro de quem quer conhecer a cultura sonora da cidade. Letieres Leite, criador da Orkestra Rumpilezz, que toca percussão afro-baiana e se baseia no jazz como harmonia, recomenda o Cine Teatro Solar Boa Vista e o Jam, uma improvisação musical no Museu de Arte Moderna (MAM). O MC Freeza, do grupo OQuadro, indica o Commons Studio Bar e o Bar 116 Graus, local que toca ragga e dancehall na região do Rio Vermelho, onde a Praia da Paciência serve de cenário. Já a cantora e violonista Marcia Castro, com influências da MPB, recomenda as casas Sunshine e Zauber para o público que busca conhecer o trabalho de compositores.

A TAM Nas Nuvens chega ao quarto ensaio fotográfico em Moscou, que tem um rico acervo de galerias públicas com painéis e esculturas clássicas que mostram períodos históricos da Rússia. O ensaio aponta “um museu sob a terra” como é conhecido o Metrô de Moscou fundado em 1035. Mármores e mosaicos ocupam o espaço subterrâneo que recebe cerca de 9,2 milhões de passageiros por dia, sendo considerado o maior transporte com densidade de pessoas.

O ensaio traz alguns pontos, como a estação Tagánskaia, aberta em 1950, com obras do pós-guerra que retratam a 2ª Guerra Mundial e o Exército Vermelho; O povo na Plóschad Revoliúts ii está representado nas estátuas em bronze das estações Paveliétskaia e Belorússkaia; O luxo domina nas obras com pedras preciosas que ficam na estação Komsomolskaia e instaladas durante o Império Stalinista; E o registro termina na estação Novoslobódskaia com o mosaico A Paz no Mundo, de PavelKorin. A seção divulga os trabalhos de fotógrafos espalhados pela oneworld - aliança da qual a TAM faz parte desde abril - firmada entre as principais companhias aéreas do mundo que prestam serviço da mais alta qualidade para passageiros em quase 900 destinos.

A programação da TV TAM Nuvens apresenta neste mês o novo formato do “Embarque Imediato”, também inspirado no tema “Caminhos da Arte”. Embalados por uma trilha, os vídeos buscam emocionar e despertar a vontade de viver aquela experiência. Além disso, mostram os lugares visitados e a frequência de voos TAM para estes destinos. O programa é exibido em todas as aeronaves e fica disponível no canal do YouTube da companhia (www.youtube.com/tam).


Jornal de Turismo

Segunda, 04 Agosto 2014 11:05

TAM e LAN são premiadas pelos serviços a bordo

Vinhos e champanhes servidos a bordo das aeronaves da TAM Linhas Aéreas e da LAN Airlines ficaram entre os melhores do prestigiado concurso anual Wines on the Wing, promovido pela revista norte-americana Global Traveler. A publicação, voltada para viajantes a negócios em primeira classe e classe executiva, escolhe anualmente os melhores vinhos servidos a bordo no mundo todo. Na edição 2014, a 11ª promovida pela revista, as duas companhias aéreas do Grupo LATAM Airlines concorreram com empresas aéreas de todo o mundo. A divulgação dos vencedores foi feita na edição de agosto da publicação, que começou a circular na última sexta-feira (1).

Na categoria “Classe Executiva”, a TAM ganhou o primeiro lugar com o champanhe Drappier Carte d’Or e apareceu entre as cinco melhores em “Vinhos Tintos” com o Château Bel-Air-Ouÿ, 2010. Já para a primeira classe, a TAM ficou no Top 5 de “Melhor Champanhe” com o francês Drappier La Grande Sendrée, 2005, e entre os cinco melhores da categoria “Vinhos Brancos” com o alemão Dr. Bürklin-Wolf Gaisbohl Grand Cru, 2009. Já entre os exemplares da bebida servidos a bordo da LAN, o chileno 20 Barrels, Sauvignon Blanc 2013 está no Top 5 da categoria “Vinho Branco em Classe Executiva Internacional”. A TAM e a LAN ainda ficaram entre as cinco melhores companhias aéreas na categoria “Wines on the Wing”, que premia as empresas que garantiram as melhoras médias de notas entre seus vinhos da Classe Executiva.

Com esses resultados, as companhias do Grupo LATAM repetem o ótimo desempenho dos últimos anos. Em 2013, os vinhos oferecidos aos passageiros da TAM e da LAN receberam quatro prêmios. Em 2012, foram cinco bebidas vencedoras e, em 2011, em quatro.

O responsável por selecionar os vinhos servidos a bordo da TAM é Arthur Azevedo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo. O enólogo faz sua seleção cuidadosamente e busca vinhos equilibrados, com textura macia e agradável, para que todas as bebidas harmonizem com o cardápio. Já na LAN, Héctor Vergara, único Mestre Sommelier da América Latina, é quem assessora na elaboração da carta de vinhos da companhia há 20 anos.

Para participar do prêmio, as companhias aéreas são convidadas a apresentar dois vinhos brancos, dois tintos e um champanhe ou qualquer outro espumante da carta de vinhos oferecida a bordo para a primeira classe e classe executiva. Os vinhos são classificados por número e divididos em 10 categorias. Os 24 juízes, formados por sommeliers, donos de lojas de vinhos e vinicultores, participam de um teste cego, sendo informados apenas sobre o tipo de vinho e seu local de origem. Um total de 23 champanhes e espumantes, 50 vinhos brancos e 53 vinhos tintos foram provados na degustação realizada em maio, em Nova York.


Panrotas

4/8/2014 14:47:00

Compra da Alitalia pela Etihad está marcada para sexta

O Ministério dos Transportes da Itália anunciou que está marcada para a próxima sexta-feira (8) a assinatura do acordo que fará da Etihad a maior acionista da Alitalia, com 49%. De acordo com o Presstur, parceiro da PANROTAS em Portugal, o ministro Maurizio Lupi não deu por completa as questões que arrastam o negócio há pelo menos sete meses.

O CEO da Alitalia, Gabriele Del Torchio, revelou que a companhia de Abu Dhabi teria aceito as últimas propostas da aérea italiana, entre as quais o aumento do capital em 300 milhões de euros “para fazer face a perdas que sejam registradas até a efetivação da entrada da Etihad, também para quitar dívidas do passado".

As fontes do Presstur não indicaram quanto a Etihad vai desembolsar pelos 49%. Maurizio Lupi, no entanto, afirmou em junho que a empresa investiria 1,25 bilhões de euros em quatro anos.

Alex Souza


Panrotas

4/8/2014 12:09:00

United e Ana firmam acordo de code share

A partir de hoje (04), a United Airlines inicia um acordo de code share com a aérea japonesa All Nippon Airways (Ana). A parceria tem como objetivo a consolidação da joint venture entre as duas companhias integrantes da Star Alliance. Com o code share, os viajantes poderão voar até o Aeroporto de Narita, a partir do Brasil, com conexões nos aeroportos de Chicago, Washington, Houston e Nova York (Newark).

Rafael Carreira

 


Portal UOL

05/08/201406h00

Embraer apresenta Legacy 500 em feira pela 1ª vez com interior completo

Do UOL, em São Paulo

Conheça o Legacy 500, novo avião da Embraer13 fotos 1 / 13

Modelo do Legacy 500, que está em desenvolvimento pela Embraer, acomoda

12 passageiros em uma cabine de 1,82 metro de altura Divulgação

A Embraer levará cinco jatos para a 11ª edição da feira de aviação executiva Labace (Latin American Business Aviation Conference and Exhibition). O destaque deve ser o Legacy 500, novo jato executivo de médio porte, que será exibido pela primeira vez na feira com interior completo.

A fabricante de aviões também exibirá o Phenom 100E, o Phenom 300, o Legacy 650 e o Lineage 1000E.

A Labace é uma feira de produtos para a aviação executiva. Entre os expositores, estão empresas de fabricação de aeronaves e produtos, além de outras que prestam serviço para empresas e/ou aeronaves.

O evento acontece de 12 a 14 de agosto no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

O ingresso custa R$ 350 e dá direito a visitação durante os três dias do evento, mas não inclui palestras ou seminários pagos. Estudantes de aviação pagam R$ 175 e funcionários de empresas expositoras, R$ 50. Pilotos e mecânicos da aviação civil têm entrada gratuita.

É proibido o acesso de menores de 14 anos, e pessoas com idade entre 14 e 18 anos precisam estar acompanhadas de responsável.

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