AeroClippi?ng, quinta-fei?ra, 07/08/14 - ano XII - nº 229

Fonte
  • Menor Pequena Medium Grande Maior
  • Padrão Helvetica Segoe Georgia Times

O Estado de S.Paulo

Viracopos concede desconto em tarifas para atrair voos internacionais

Anac espera definir em até 15 dias redistribuição de slots de Congonhas

Anac estima que precisa ampliar quadro de funcionários em cerca de 40%

Associação do setor aéreo pede mudança em modelo de licitação de aeroportos

Passagens aéreas são mais caras na segunda e mais baratas no sábado, aponta pesquisa

Emirates inicia voo diário entre Chicago e Dubai

Folha de São Paulo

Passarela de pedestres do aeroporto de Congonhas será substituída em SP

O Globo

Galeão é Tom Jobim

G1

TAP opera rota Fortaleza-Lisboa com aviões fretados de empresa ucraniana

Valor Econômico

Aeroporto de Brasília já é o 2º do país

Aeroportos sob concessão crescem o dobro da Infraero

Aéreas propõem mudar preço da gasolina

Gazeta News - SE

Voo livre surge como nova força para o turismo

Jornal do Comércio - RS

Dirigíveis podem ser alternativa para cargas

Tribuna do Norte - RN

Aeroporto é bem avaliado em pesquisa

Tribuna do Piauí

Voo da United Airlines faz pouso de emergência no Canadá após incêndio

Estado de Minas

Setor aéreo pede ajuda a candidatos à Presidência

Diário do Comércio - MG

Itajubá planeja diversificação industrial

Correio Braziliense

Nova aeronave da Airbus chega ao mercado e faz primeiro pouso em SP

A Tarde - BA

Ratos em avião obrigam piloto a aterrissar

Bahia Notícias

Novo aeroporto de Vitória da Conquista irá operar por instrumento

Diário do Amazonas

Licitação para os aeroportos regionais sai em 6O dias

Jornal de Turismo

British Airways migra operação para novo terminal em Guarulhos

Mercado&Eventos

Avianca quer entrar em programa de subsídios do Governo Federal

Aeroporto de Marabá inicia operações de nova sala de embarque

Tráfego de passageiros desacelera em junho, diz Iata

Lufthansa terá Economy Premium nos voos de SP

Panrotas

Gol expande projeto ‘ganhando asas’ para todo o País

Tam substituirá A330 por A350 a partir de 2015


O Estado de S.Paulo

07 Agosto 2014 | 02h 06

Viracopos concede desconto em tarifas para atrair voos internacionais

MARINA GAZZONI, FERNANDO SCHELLER

- O ESTADO DE S.PAULO

O aeroporto de Viracopos vai oferecer isenção de tarifas aeroportuárias para atrair companhias aéreas estrangeiras. Até o mês passado, apenas a portuguesa TAP oferecia voos internacionais a partir de Campinas. Em julho, a Gol lançou voos para Miami no terminal. Até o fim de 2014, Copa, American Airlines e Azul seguirão o mesmo caminho. E a tendência, segundo especialistas, é que mais aéreas migrem para Campinas, de olho na renda dos passageiros do interior de São Paulo.

A decisão das empresas está ligada à conclusão do novo terminal pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos. Além da isenção de tarifas e da nova infraestrutura, o diretor comercial de Viracopos, Aluizio Margarido, diz que Campinas poderá oferecer horários de voos que as companhias aéreas não conseguem mais no aeroporto de Guarulhos.

O desconto nas taxas aeroportuárias, como de pouso de permanência, valerão após a inauguração do novo terminal, marcada para dezembro (leia abaixo). A obra está atrasada e deveria ter ficado pronta para a Copa. A concessionária foi autuada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mas a multa ainda não foi definida.

A expectativa de Margarido é que as empresas aéreas repassem para as passagens os descontos recebidos para operar em Viracopos e atraiam passageiros do interior paulista e também da capital. "Quando lançam uma rota, as empresas fazem promoções e cobram preços menores. Devemos atender também ao cliente paulistano.

"

Tanto é assim que nem todos os voos que estão partindo de Campinas são novos. As duas frequências da American Airlines em Viracopos serão retiradas de Guarulhos, segundo Dilson Verçosa Júnior, diretor de vendas da aérea americana no Brasil. "Pela importância econômica de Campinas, achamos que esta era uma boa oportunidade para um ajuste de malha", explica o executivo.

Para o professor de transporte aéreo da USP, Jorge Leal, a oferta de incentivos comerciais dos aeroportos para as empresas é consequência da concorrência criada pela privatização. "A ideia do governo de não permitir que o mesmo grupo administrasse Galeão, Viracopos e Guarulhos era justamente promover a competição entre eles", disse.

Procurada pelo Estado, a concessionária GRU Airport não retornou o contato.

Dificuldades. As empresas que decidiram voar para o exterior a partir de dezembro não enfrentarão as mesmas limitações da época em que a TAP iniciou os voos para Lisboa a partir de Viracopos, em 2010, por falta de horários em Guarulhos e para atender o cliente do interior.

O diretor-geral da TAP no Brasil, Mario Carvalho, lembra que o terminal não tinha um free shop até julho do ano passado, quando a Dufry inaugurou uma loja no local. Segundo ele, a falta da loja dificultava a aceitação dos voos saindo de Viracopos pelo passageiro. "Esperamos que o voo fique mais atrativo com o novo terminal."

A Azul escolheu Viracopos para lançar seus voos internacionais, que serão conectados com a operação doméstica da empresa. Campinas é o principal centro de distribuição de voos nacionais da empresa, com ligações diretas para 50 cidades.

Já a Gol e a Copa Airlines dizem que o terminal é uma opção mais cômoda para atendimento ao interior de São Paulo. "Acredito que Viracopos atenderá não só as cidades próximas a Campinas, mas também será mais viável para outros polos regionais paulistas, como Ribeirão Preto e Araçatuba", diz Emerson Sanglard, gerente de marketing da Copa Airlines para a América do Sul.


O Estado de S.Paulo

06 Agosto 2014 | 18h 09

Anac espera definir em até 15 dias redistribuição de slots de Congonhas

REUTERS

Estamos aguardando as informações técnicas do Decea (Departamento de Controle do

Espaço Aéreo) e da Infraero para fazer essa redistribuição de slots", afirmou Marcelo Guaranys

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) espera definir em até 15 dias a redistribuição de slots do aeroporto de Congonhas, disse nesta quarta-feira o diretor-presidente da agência, Marcelo Guaranys.

"Estamos aguardando as informações técnicas do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) e da Infraero para fazer essa redistribuição de slots. Imagino que nos próximos 15 dias a gente já faça", afirmou ele a jornalistas.

(Por Rodrigo Viga Gaier)


O Estado de S.Paulo

06 Agosto 2014 | 14h 39

Anac estima que precisa ampliar quadro de funcionários em cerca de 40%

REUTERS

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) precisa suprir um déficit de funcionários de 40 a 45 por cento para fazer frente à expansão aeroportuária e da aviação regional no país nos próximos anos, afirmou o diretor da autarquia, Carlos Pellegrino.

Ele disse que, atualmente, a Anac conta com aproximadamente 1.200 funcionários para regular a atividade aeroportuária brasileira. O número ideal, segundo ele, seria de aproximadamente 1.700 funcionários, conforme prevê a lei.

Quando foi criada em 2006, a Anac chegou a contar com cerca de 2.300 funcionários em um período de transição e em que podia contar com apoio de quadros militares.

"A nossa demanda já foi apresentada ao ministro e ao Ministério do Planejamento", afirmou Pellegrino.

Recentemente, o governo federal anunciou um programa para a expansão da aviação regional no país que prevê a construção de cerca de 270 aeroportos nos próximos anos. Para tanto, haverá um subsídio governamental para as empresas aéreas, mesmo as de grande porte, que deverá custar 1 bilhão de reais no primeiro ano.

Pellegrino acrescentou que a Anac precisa de mais funcionários para atender a demanda crescente do país e a expansão da aviação regional. "Os 270 aeroportos não vão acontecer da noite para o dia; vai levar um tempo e é esse tempo que precisamos para aumentar funcionários e fazer frente ao desafio da aviação", disse a jornalistas em seminário da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), na Coppe-UFRJ.

Uma solução para resolver esse déficit de funcionários mediante a expansão da aviação regional seria firmar parcerias com Estados e Municípios que poderão receber novos terminais para executar tarefas mais simples que hoje são realizadas por funcionários da Anac.

"Para cercar um aeroporto, por exemplo, os servidores locais podem fazer isso. É uma tarefa relativamente simples e evitaria o deslocamento de funcionários da Anac e custos adicionais", afirmou.

(Por Rodrigo Viga Gaier)


O Estado de S.Paulo

06 Agosto 2014 | 14h 25

Associação do setor aéreo pede mudança em modelo de licitação de aeroportos

O documento foi encaminhado ao ministro da Secretaria da Aviação Civil, Moreira Franco, e será entregue aos presidenciáveis nos próximos dias

REUTERS

Até agora, cinco terminais já foram concedidos: Galeão (RJ), Brasilía (DF),

Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Confins (MG)

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) entregou ao governo uma carta em que defende a continuidade do processo de concessão de aeroportos à iniciativa privada e, no caso de aeroportos em regiões centrais das cidades, uma mudança no modelo adotado nas licitações anteriores, segundo o presidente da instituição, Eduardo Sanovicz.

O documento foi encaminhado ao ministro da Secretaria da Aviação Civil, Moreira Franco, e será entregue aos presidenciáveis nos próximos dias.

Para a melhorar o conforto dos passageiros e a qualidade do serviços nos aeroportos do país, a Abear defende que o governo mantenha o processo de concessão de terminais a grupos privados. Até agora, cinco terminais já foram concedidos: Galeão (RJ), Brasilía (DF), Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Confins (MG).

Sanovicz propõe que o governo inclua no processo de concessão aeroportos localizados em regiões centrais de grandes cidades brasileiras. Esse é o caso de Santos Dumont (RJ), Congonhas (SP), Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza e outros.

Ele defende que o modelo seja adaptado para a concessão desse terminais. Em vez de o vencedor da licitação ser o grupo que oferecer o maior valor pela outorga, Sanovicz entende que o governo deveria adotar o critério da menor tarifa para esses terminais centrais.

"É preciso um avanço e uma continuidade do programa de concessões dos aeroportos... os resultados dos cinco até agora foram expressivos, mas entendemos que é possível, em alguns casos, se fazer a concessão por menor tarifa (ganha quem propuser menor tarifa para usuários e consumidores)", disse a jornalistas nesta quarta-feira em um seminário do setor na Coppe-UFRJ.

"Para aeroportos em áreas urbanas e que não têm para onde expandir a área, isso é o ideal", acrescentou.

A carta a ser entregue aos presidenciáveis inclui ainda antigas demandas do setor como a mudança no cálculo do querosene de aviação, uma das principais pressões sobre as empresas aéreas, além de redução ou revisão da tributação como do ICMS e do PIS/COFINS para fomentar o setor aéreo brasileiro.

"Assim poderemos transportar com mais qualidade, mais gente e para mais locais do país", finalizou.

(Por Rodrigo Viga Gaier)


O Estado de S.Paulo

Quarta-Feira 06/08/14

Passagens aéreas são mais caras na segunda e mais baratas no sábado, aponta pesquisa

Segundo levantamento da agência ViajaNet, preço pode variar 60% de acordo com o dia da semana escolhido para viajar

YOLANDA FORDELONE

Blogs No azul

Foto: Free Images

A pesquisa de preços antes de comprar qualquer produto sempre é indicada e, no caso de passagens aéreas, o valor pode variar 60% de acordo com o dia da semana escolhido para viajar. O dia mais caro para se viajar é segunda-feira, enquanto o mais barato é sábado. O levantamento foi feito pela agência de viagens online ViajaNet.

Passagens aéreas para embarque de sábado são cerca de 25% mais baratas em relação ao resto da semana. Por outro lado, a segunda-feira tem um custo 30% maior.

A agência cita como exemplo o trecho do Rio de Janeiro a João Pessoa, um dos mais caros do País. Para uma segunda-feira de agosto, o preço é de R$ 1.800. Se a viagem for feita no sábado, o mesmo percurso sai 60% mais barato, cerca de R$ 730.

A pesquisa revela ainda que um dos trechos mais baratos é a ponte área do Rio de Janeiro para São Paulo, comprada hoje para embarque de sábado em novembro, com o valor de cerca de R$ 50. Em relação aos dias de busca, a pesquisa aponta que sexta-feira é o dia mais buscado pelos brasileiros, enquanto que o domingo tem a menor procura.


O Estado de S.Paulo

Quarta-Feira 06/08/14

Emirates inicia voo diário entre Chicago e Dubai

Rota para o novo destino da companhia nos Estados Unidos será operado por jatos Boeing 777

ECONOMIA & NEGÓCIOS

Conforto oferecido aos passageiros no Boenig 77 da Emirates (Efe)

A foto como são as poltronas de primeira classe da Emirates Airlines. O interior do avião foi mostrado no aeroporto internacional de Chicago, nos Estados Unidos, pelo vice-presidente executivo da empresa, Adel Al Redha, para autoridades do americanas.

A Emirates começa a partir desta semana a oferecer voos diários entre o aeroporto O’Hareen, em Chicago, e o O’hare International Airport, em Dubai.O serviço será operado por aviões Boeing 777-200LR. Chicago será o novo destino na Emirates nos Estados Unidos.

Boeing 777 da Emirates no aeroporto internacional de Chicago (Efe)


Folha de São Paulo

07/08/2014 02h00

Passarela de pedestres do aeroporto de Congonhas será substituída em SP

VANESSA CORREA

DE SÃO PAULO

Chega ao fim a polêmica da passarela do aeroporto de Congonhas, projetada por Vilanova Artigas (1915-1985), um dos grandes mestres da arquitetura brasileira.

Depois de dez anos de discussões, promessas de recuperação e uma ação do Ministério Público de São Paulo, a deteriorada estrutura de metal não ganhará nem reforma nem adaptação, como projetos anteriores propunham.

Em vez disso, a prefeitura decidiu remover a atual travessia e construir outra passarela no lugar dela.

A obra já tem recurso alocado pela Secretaria de Planejamento, e uma licitação será aberta após o projeto ser aprovado pela comissão de acessibilidade.

Ernesto Rodrigues/Folhapress

Passarela de pedestres do aeroporto de Congonhas, que será substituída pela prefeitura

Na passarela que existe hoje não há rampas, e o acesso tem que ser feito por escadas. A estabilidade de sua estrutura também foi questionada em abril do ano passado pelo engenheiro civil Vagner Landi, que analisou o local a pedido da Folha e recomendou sua interdição.

"Além da ferrugem que compromete a estrutura e as grades, surgiu um vão entre a passarela e o pilar em frente ao aeroporto. O peso está apoiado de um lado só", disse o engenheiro então.

Segundo ele, rajadas de vento e a trepidação dos carros que passam embaixo poderiam, no limite, levar a estrutura a desabar.

A passarela faz a ligação de pedestres do aeroporto ao bairro do Campo Belo, passando por cima da avenida Washington Luiz. É muito usada por comissários de bordo, funcionários do aeroporto e passageiros.

Em 2005, a gestão José Serra (PSDB) já havia anunciado a reforma e a adaptação da estrutura, com instalação de cobertura e elevadores.

A Infraero arcaria com 25% dos custos e a Apas (Associação dos Amigos da Passarela de Congonhas) se comprometia a bancar o restante.

A reforma não saiu do papel e, em 2010, o Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação contra a obra, por entender que ela atendia a interesses privados de empresários de hotéis próximos.

O Conpresp, órgão do patrimônio histórico municipal, também já deu aval para a obra. Embora a passarela não seja tombada, ela está na área de influência do aeroporto, este sim protegido. Daí a necessidade de autorização.


O Globo

Quinta-feira 7.8.2014

Galeão é Tom Jobim

Ancelmo Gois

oglobo.com.br/ancelmo

Ana Jobim, viúva de Tom, e o novo consórcio que administra o Galeão/Tom Jobim andaram conversando nos últimos dias sobre a mudança de nome do aeroporto.

Sai Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão — Antônio Carlos Jobim e entra Rio Galeão Aeroporto Internacional Tom Jobim. É assim que irá ao ar terça a campanha assinada por Washington Olivetto.

Já Montoro sumiu...

Em Guarulhos, o consórcio de lá omite o nome de Franco Montoro em seu material de propaganda.

Usa: GRU Airport — Aeroporto Internacional de São Paulo.


G1

07/08/2014 07h00

TAP opera rota Fortaleza-Lisboa com aviões fretados de empresa ucraniana

Companhia TAP afirmou que houve atraso na entrega de novas aeronaves.

Passageiros reclamam da falta de serviços e da qualidade dos aviões.

Do G1 CE, com informações da TV Verdes Mares

Aviões usados pela TAP têm símbolo da Windrose

(Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)

A cearense Helena Cláudia Santos teve uma surpresa na hora de voltar para casa depois de uma viagem pela Europa para estudar. Com passagem comprada para um voo da companhia aérea portuguesa TAP, no embarque do aeroporto de Lisboa, Helena viu que voltaria a Fortaleza em uma aeronave de outra empresa. Desde o início do mês de julho, as aeronaves do tipo A330 da TAP, que fazem a rota diária Fortaleza-Lisboa, são substituídas por aviões fretados da empresa ucraniana Windrose. A TAP afirmou que a situação será solucionada em 10 dias.

Professora Helena Cláudia reclama de má

qualidade de serviços nos aviões fretados

(Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)

"A gente tomou um susto enorme quando encontra uma aeronave que não tem absolutamente nada a ver com a que você foi. Uma aeronave apertada, muita gente, sem nenhum tipo de entretenimento. Nem o banco pra reclinar um pouco, para descansar e é uma viagem longa. Foi muito complicado, me machucou de verdade, fisicamente", afirma a professora Helena.

Segundo a TAP, a companhia assumiu novas rotas e os aviões comprados para atender a demanda não ficaram prontos a tempo e, por isso, precisou fretar aeronaves. A TAP admite que as aeronaves fretadas são inferiores em relação aos serviços porque não são configuradas pela empresa. Atualmente, a rota Fortaleza-Lisboa é a única do país que opera com as aeronaves ucranianas.

A advogada Idália Matos Leubner, que mora na Alemanha e viaja todos os anos para o Ceará em aeronaves da TAP, sentiu a diferença entre as aeronaves e reclama do custo alto da passagem para viajar em um avião de uma empresa low-cost, que faz voos com baixos custos. "Paguei caro por um conforto e, quando eu chego ao aeroporto, é um voo totalmente sem serviço. Um avião sem acessórios. Eu me senti enganada", afirma. A advogada pagou 1.280 euros e afirma que não foi informada com antecedência sobre a troca de aeronaves.

Atrasos

A TAP informou que vai regularizar a situação até 15 de agosto, quando está prevista a entrega das seis novas aeronaves. Até lá, os passageiros com viagem marcada que não quiserem voar nos aviões fretados podem alterar a data da viagem sem custo ou pedir o reembolso integral da passagem.

Para os passageiros que viajaram e pagaram para a classe executiva, a companhia afirmou que realiza o reembolso da diferença dos serviços de uma aeronave para outra. A TAP disse ainda que envia com antecedência e-mails para os passageiros e agências de viagem, informando sobre as trocas de aviões.

Desconforto

O secretário de Turismo do Ceará, Bismarck Maia, afirma que já entrou em contato com a companhia aérea portuguesa e vai acompanhar o caso até que seja resolvido. “Nós fomos muito firmes com a companhia, mostramos que o Ceará é parceiro. Particularmente, a palavra da Secretaria de Turismo para eles é que está muito chateada com este desconforto que está sendo gerado para os passageiros”, afirma Maia. Ainda de acordo com o secretário, a TAP também oficializou com a Setur que o problema será solucionado no mês de agosto.


Valor Econômico

07/08/2014 às 05h00

Aeroporto de Brasília já é o 2º do país

Por Fábio Pupo | De São Paulo

O fluxo de passageiros nos três grandes aeroportos administrados por empresas privadas - Guarulhos, Brasília e Campinas - cresceu 11,7% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, o dobro dos 5,9% registrados nos terminas da estatal Infraero. Com isso, o ranking dos maiores terminais mudou. O aeroporto de Guarulhos continua isolado no topo da lista, mas Brasília ultrapassou Congonhas (São Paulo) e Galeão (Rio) e já figura como o segundo mais movimentado do país.

Além do investimento em infraestrutura, feito depois que o terminal foi repassado à iniciativa privada, outra razão para a maior movimentação de passageiros em Brasília é o custo do combustível. O governo do Distrito Federal reduziu no ano passado de 25% para 12% a alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação, atraindo voos de conexão.


Valor Econômico

07/08/2014 às 05h00

Aeroportos sob concessão crescem o dobro da Infraero

Por Fábio Pupo | De São Paulo

Alysson Paolinelli, presidente da Inframérica

(do aeroporto de Brasília), antecipará expansão

da área internacional de 2020 para 2016: “Poucos

negócios no país estão crescendo nessa magnitude”

O fluxo de passageiros nos três grandes aeroportos administrados por empresas privadas - Guarulhos (SP), Brasília (DF) e Campinas (SP) - cresceu no primeiro semestre o dobro da evolução registrada pela estatal Infraero. Com isso, houve mudanças no ranking dos maiores terminais. Enquanto o empreendimento de Guarulhos (SP) continua isolado no topo da lista, o de Brasília já figura como o segundo mais movimentado do país ao superar Congonhas (em São Paulo) e Galeão (no Rio).

Os aeroportos de Guarulhos e Brasília já computavam crescimento natural antes das concessões - que se acelerou após obras de expansão, estratégias dos controladores e pela própria demanda do país. Somando os três aeroportos, o número de passageiros foi 11,7% maior no semestre. O número é ainda mais alto do que em 2013, quando o crescimento dos três juntos foi de 8,7% contra um ano antes. Já nos 63 aeroportos da Infraero, a variação foi de 5,9% - também se trata de uma evolução contra um ano antes, quando houve leve queda, mas continua sendo um retrato da distância em relação aos projetos privados.

Brasília cresceu 13,3%. "Poucos negócios no país estão crescendo nessa magnitude. É consequência de uma estratégia que está se consolidando", diz ao Valor Alysson Paolinelli, presidente da Inframérica, concessionária do aeroporto da capital federal. Para ele, três motivos justificam o crescimento.

O primeiro é a expansão da infraestrutura. A empresa investiu R$ 1,2 bilhão para inaugurar dois píeres com 29 pontes de embarque - expandindo a capacidade de 16 milhões para 25 milhões de passageiros. O segundo fator é a posição geográfica de Brasília, no centro do país, que facilita a atração de voos de conexão. O terceiro atrativo é o custo do combustível. O Distrito Federal reduziu de 25% para 12% no ano passado a alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação, atraindo voos de conexão. No Estado de São Paulo, por exemplo, o imposto é mais alto: 25%.

Essas razões levaram o aeroporto a ter 13% mais passageiros em conexão. "Com certeza tem a ver com combustível e investimento em infraestrutura", confirma o presidente da Gol, Paulo Kakinoff. A companhia aérea transformou a capital federal em um "hub". "Para o passageiro, o mais importante é o terminal. Mas para a aérea, espaço de pátio e pista representam eficiência e pontualidade", diz.

Além disso, a área internacional, que movimentou 13% mais pessoas contra um ano antes (com voos de Air France e Aerolineas Argentinas), fez a empresa antecipar investimentos, conta Paolinelli. A expansão internacional, planejada originalmente para ser concluída em 2020, será terminada em 2016.

Em Guarulhos, o movimento de passageiros cresceu 12,9% no primeiro semestre. O aeroporto tem mais que o dobro de passageiros do segundo colocado, Brasília. A GRU Airport buscou atrair aeronaves de maior porte e mais companhias internacionais.

Outro aeroporto em concessão, o de Campinas, teve crescimento de 4,7% no número de passageiros. A evolução é menor do que na rede da Infraero principalmente pelo fato de o novo terminal - originalmente previsto para antes da Copa do Mundo - ainda não estar pronto. "Começaremos em outubro a processar passageiros no novo terminal. Ficará totalmente operacional até dezembro", diz Luiz Alberto Küster, presidente da Aeroportos Brasil Viracopos. Mesmo assim, Küster defende que o trabalho da concessionária trouxe crescimento. "Fizemos uma série de investimentos. Se não melhorássemos a operação, é possível que não tivéssemos 4,7% mais passageiros", diz.

O secretário executivo da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Guilherme Ramalho, diz que os leilões de aeroportos impulsionam o crescimento do setor. "Eu não tenho dúvida que contribuiu, porque o regime de concessões adicionou o fator da concorrência. Os aeroportos estão competindo por novos voos", diz ele, que ainda lembra da demanda natural do setor, em expansão neste ano. "Houve aumento de passageiros, com aeronaves mais cheias", diz.

Para ele, a Infraero terá responsabilidade de buscar crescimento no novo cenário. "A Infraero vai ter que, cada vez mais, se dedicar a ser uma empresa que compete para atrair mais voos internacionais e melhorar seus serviços". Demanda haverá: até 2020, a previsão é que o Brasil dobre o número de passageiros para 200 milhões.

Para a estatal ficar mais robusta depois de "perder" o controle de alguns de seus principais aeroportos para empresas privadas, o governo busca hoje um sócio estrangeiro à subsidiária Infraero Serviços. Conforme já noticiou o Valor, empresas como a alemã Fraport manifestaram interesse.

Hoje, o governo não dá pistas de quando fará novas concessões. Em vez disso, se dedica à aviação regional. Há 100 projetos de engenharia sendo elaborados e a expectativa é ter licitações de obras começando neste ano. "Com os projetos, vamos entrar em linha de produção", diz.

(Colaborou João José Oliveira)


Valor Econômico

07/08/2014 às 05h00

Aéreas propõem mudar preço da gasolina

Por Elisa Santos e João José Oliveira | Do Rio

As quatro maiores empresas aéreas do país propõem mudanças no cálculo do preço do querosene de aviação (QAV) e a retirada de tributos, como PIS/Confins. Ontem, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que reúne TAM, Gol, Azul e Avianca, entregou ao ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, uma carta aberta aos presidenciáveis, o que inclui a candidata à reeleição Dilma Rousseff.

Moreira Franco, após receber o documento, disse que o preço do combustível e a carga tributária são fatores que atrapalham a competitividade das aéreas. Segundo ele, as políticas que vêm sendo implementadas de 2011 para cá buscam tornar o setor mais forte. E defendeu a desoneração de PIS/Confins e ICMS para as empresas de aviação civil.

Segundo a carta, a aviação brasileira tem capacidade para mais que dobrar o movimento aéreo de passageiros, dos 111 milhões transportados em 2013, para mais de 211 milhões em 2020, dobrando a frota dos atuais 500 aviões para mais de mil aeronaves e gerando 660 mil novos empregos - ante os 1,2 milhão existentes no país.

Para isso, a Abear propõe rever a forma de precificar o combustível aeronáutico, redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para 6% (hoje varia entre 4% e 25% nos estados), corte do PIS/Confins nesse insumo, além de ampliação da capacidade aeroportária, investimento em formação e aprimoramento de mão de obra, redução de burocracia e diálogo permanente com a Presidência da República.

"Com relação ao preço do combustível, é um problema que teremos que enfrentar. Depende da Petrobras. O primeiro é a composição de preço do combustível para a aviação que a Petrobras pratica. Precisamos ter uma conversa com ela para que os preços praticados tenham correlação com o praticado no mercado internacional", o ministro. Os presidentes da Gol, Paulo Kakinoff, da TAM, Claudia Sender, e da Avianca, José Efromovich, além de José Mario Capriolli, da Azul, não se pronunciaram.

Sobre os impostos que incidem sobre a aviação doméstica, o ministro afirmou que o mais grave é a cobrança de ICMS: "Nos voos internacionais não se paga nenhum dos tributos, o que provoca distorção terrível para o passageiro brasileiro. Em São Paulo, por exemplo, o passageiro já sai para um destino nacional pagando 25% a mais do que outro passageiro que vá para Buenos Aires, por exemplo, pela mesma companhia".

Moreira Franco pediu às aéreas maior agressividade comercial. Defendeu que empresas brasileiras de aviação usem contrapartidas de acordos e aumentem o número de voos internacionais. "Paralisamos a negociação com União Europeia justamente para analisar a capacidade da aviação brasileira de exercer a contrapartida, normal nestes acordos. Queremos que esta política seja continuada e acreditamos que será", afirmou.

Sobre aviação regional, Moreira Franco disse que vai lançar a licitação para obras em aeroportos regionais em 60 dias. O cumprimento do prazo depende da rapidez da análise de certificação ambiental.

Também presente no evento, o diretor-presidente da Anac, Marcelo Guaranys, tocou em outro tema caro para as empresas aéreas: a definição dos números de novas vagas para pousos e decolagens (slots) no aeroporto de Congonhas, na capital paulista. Segundo o executivo, essa informação saíra "nas próximas semanas". Segundo executivos do setor, Congonhas poderá ter até 25 novos slots.

No dia 9 de julho último, o Conselho de Aviação Civil (Conac), órgão de assessoramento da Presidência da República, formados por vários ministros, por meio de resolução publicada no "Diário Oficial da União" determinou que a Anac, a partir de 1º de agosto, fizesse a distribuição de novos slots, priorizando "empresas entrantes". Nessa primeira distribuição de slots novos após a nova norma, a Anac "deverá destinar 100%" nos novos horários às entrantes, assim consideradas as que detenham no máximo 12% do total de slots disponíveis.


Gazeta News - SE

quinta-feira, 7 de agosto de 2014 07:47:50

Voo livre surge como nova força para o turismo

A modalidade tem alterado a rotina de cidades e movimentado a rede hoteleira. Brasília e Rio de Janeiro atraem viajantes interessados na prática de asa-delta. Águas da Prata (SP) e Governador Valadares (MG) já recebem visitantes adeptos do parapente

A atividade de voo livre vem movimentando cidades brasileiras de norte a sul do país. São mais de cinco mil pilotos nacionais amantes da modalidade se deslocando em busca de adrenalina e belas paisagens - e um número crescente de turistas movimentando destinos que recentemente descobriram a vocação para o voo livre.

O Brasil é considerado um dos melhores locais do mundo para voar, de acordo com o presidente da Associação Brasileira de Voo Livre (ABVL), Francisco Santos. Isso se deve ao grande número de pontos de decolagem, ao clima favorável e ao fato de ter uma fábrica nacional de parapentes. A prática de voo livre compreende as modalidades de parapente e asa-delta.

A cidade de Quixadá, no Ceará, teve sua rotina alterada pela prática recente de voo livre. A modalidade movimentou o turismo da cidade e novos hotéis foram construídos para atender ao aumento da demanda. Um deles é o Pedra dos Ventos Resort, que tem como público principal os turistas ligados à prática de voo livre. O hotel é sede do Cross Country – XCeará, competição tradicional que acontece há 19 anos e reúne os melhores pilotos do mundo.

Brasília e Rio de Janeiro são cidades que já atraem turistas interessados na prática de asa-delta. Já as cidades de Águas da Prata (SP) e Governador Valadares (MG) recebem visitantes interessados em parapente. Todas elas sediam os principais eventos nacionais da modalidade.

Um estudo do MTur, em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), de 2010, revela que cerca de 5,4 milhões de pessoas visitam o Brasil em busca de aventura e lazer ao ar livre. Ainda segundo esta pesquisa, o segmento movimenta a economia e pode chegar a oferecer até 18 mil vagas de empregos.

Este ano, Brasília recebe a 39ª edição do Campeonato Brasileiro e Internacional de Voo Livre. O evento acontece entre os dias 3 e 9 de agosto e conta com 74 pilotos. A cidade é considerada um dos melhores locais para a prática da modalidade de asa-delta. A decolagem acontece diariamente a partir das 12h, no Vale do Paranã (GO), a cerca de 100km de Brasília, e o pouso na Esplanada dos Ministérios, por volta de 15h.


Jornal do Comércio - RS

07/08/2014

Dirigíveis podem ser alternativa para cargas

Utilização da tecnologia para transportes é um dos temas do fórum de logística que acontece hoje em Porto Alegre

Rafael Vigna

LUANA FISCHER /FOLHAPRESS/JC

Estudos mostram viabilidade econômica para o uso desse tipo de aeronave

Algumas alternativas para utilização de dirigíveis no transporte de cargas serão apresentadas hoje, em Porto Alegre, durante a 2ª edição do Fórum Infraestrutura & Logística, promovido pela Câmara Brasil-Alemanha. As possibilidades abertas com o desenvolvimento de aeronaves que empregam a tecnologia mais leve que o ar (lighter than air, LTA, na sigla em inglês) tendem a privilegiar as regiões do País onde o acesso terrestre ainda é bastante prejudicado.

As condições costumam ser encontradas, principalmente, nos estados do Norte e do Nordeste. No entanto, conforme explica o diretor de gestão da Transportes Bertolini e diretor da Airship, Paulo Vicente Caleffi, um dos palestrantes do evento que ocorre a partir das 8h30min, no Hotel Laghetto Viverone, nada impede que a aplicação possa ser difundida no Rio Grande do Sul.

“Em alguns lugares do mundo, como o Brasil, ainda persistem dificuldades no que se refere à implantação de infraestrutura em transportes. Nestes locais, o dirigível ainda é extremamente viável. Descobrimos esta viabilidade e, sobretudo, que os custos associados comportariam os investimentos necessários”, comenta.

Neste contexto, Caleffi garante que os estudos iniciados em 1992 demostram, com clareza, a viabilidade econômica para a formatação de um novo modal. A partir disso, o projeto da Indústria Aeronáutica Airship Brasil - formada pela união das empresas de transporte, Bertolini, e de engenheira, Engevix – passou a programar testes, no primeiro semestre de 2017, para dar início às operações de um cargueiros com capacidade para transportar até 30 toneladas. Batizado de ADB 3, o dirigível de 100 metros de comprimento deve percorrer distâncias de até 2 mil quilômetros a uma velocidade de 100 km por hora.

As especificações idealizadas consideram os custos necessários para tornar o equipamento competitivo em relação aos preços praticados pelo transporte rodoviário. Pensado inicialmente para atender as demandas da Amazônia, na avaliação de Caleffi, a aeronave pode ser aplicada para a realidade gaúcha.

“É obvio que isso sozinho não resolve o problema do Estado. O Rio Grande do Sul precisa de algo mais. No fórum, pretendemos capitanear algumas ideias para colaborar com desenvolvimentos voltados a esse objetivo”, destaca Caleffi.

Um dos principais benefícios é baixa necessidade de investimentos para pousos e decolagens. A ideia é que os pontos de partidas e chegadas sejam feitos sobre a água – o que demandaria menores valores para a adaptação de infraestrutura em terra.

Enquanto o voo inaugural não ocorre, outras apostas entram em fase final de implantação. Além da utilização militar e em publicidades, o transporte de cargas pesadas em refinarias começa a se tornar uma realidade. Segundo Caleffi, o deslocamento de 70 toneladas em áreas de até 200 metros já é possível. Neste caso, os equipamentos são içados por cabos.


Tribuna do Norte - RN

07 de Agosto de 2014 às 00:00

Aeroporto é bem avaliado em pesquisa

O Aeroporto Governador Aluízio Alves foi bem avaliado pelos passageiros no primeiro mês de funcionamento, em junho, quando foi incluído pela primeira vez na pesquisa de satisfação feita pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) em 15 aeroportos do Brasil.

Inaugurado em 31 de maio, o aeroporto situado em São Gonçalo do Amarante recebeu nota 4,2 dos passageiros, numa escala de um a cinco. Foram avaliados quesitos relacionados a acesso, check in, migração, infraestrutura e aduana, sendo que as melhores notas dadas são para o check in (4,60) e inspeção de segurança (4,5). Também receberam nota acima de quatro, os quesitos ambiente, emigração, aduana e imigração, pior exemplo. A mais alta, o único cinco, foi para as facilidades de conexão.

As notas mais baixas – menos de três – foram para oito quesitos, como instalações e custo do estacionamento, instalações e valor e tempo da alimentação, atenção e cordialidade dos funcionários da alimentação e disponibilidade de bancos, caixas eletrônicos e cãmbio. A nota mais baixa, 2,60, foi para o valor dos produtos comerciais.

“O Aeroporto de São Gonçalo do Amarante mal havia sido inaugurado e já foi o mais bem avaliado pela população. Isso mostra como a política da Secretaria de Aviação Civil de modernizar e levar os aeroportos brasileiros para um novo patamar está funcionando. A população está sendo mais bem atendida e, consequentemente, mais satisfeita com o serviço prestado”, explicou o diretor do Departamento de Gestão Aeroportuária, Paulo Henrique Possas.

Perfil do passageiro

A pesquisa traçou também um perfil do passageiro que passou pelo aeroporto de Natal ao longo dos últimos três meses. Ao todo, 136 pessoas foram entrevistadas. Desse total, 74% viajaram dentro do Brasil e 26% para o exterior. Segundo o levantamento, 87 % passam pelo aeroporto viajam a lazer. A maior fatia dos passageiros tinha entre 26 e 35 anos.

De acordo com a pesquisa da SAC, feita entre abril e junho, os aeroportos brasileiros que tiveram obras entregues até junho melhoraram na percepção dos passageiros.

Em junho, a média nacional foi a maior registrada desde a primeira edição da pesquisa, em 2013: 3,9, em uma escala de 1 a 5. Os aeroportos de Congonhas, Porto Alegre, Galeão e Brasília subiram três colocações em relação ao segundo trimestre de 2013. Confins, Guarulhos e Viracopos registraram as maiores quedas no comparativo.

O aeroporto de Curitiba liderou o ranking com 4,1 pontos e Guarulhos ficou em último lugar, com 3,09. A média nacional no trimestre ficou em 3,82. “Essa pesquisa reflete o que os passageiros vivem quando se deslocam de avião pelo país. Com esses dados, podemos exigir que cada aeroporto trace um plano de gestão para melhorar os quesitos mais criticados pela população”, disse o ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco. De acordo com a assessoria de imprensa da SAC, o aeroporto do Rio Grande do Norte não pode ser comparado aos demais avaliados na pesquisa porque a base de dados é diferente. "O aeroporto do RN foi avaliado só em junho, enquanto os outros foram avaliados durante três meses", disse.

Número

4,1 foi a nota do aeroporto de Curitiba, a maior entre todas. A do RN não é comparada, porque a base da pesquisa é diferente.


Tribuna do Piauí

Em 06/08/2014 , às 17h00

Voo da United Airlines faz pouso de emergência no Canadá após incêndio

Fogo foi contido, mas havia fumaça na aeronave. Ninguém ficou ferido; avião seguia para Bruxelas.

Mundo

Um avião da United Airlines a caminho de Bruxelas teve que fazer um pouso de emergência em Halifax, na província canadense de Nova Escócia, após um pequeno incêndio a bordo do Boeing 777, disse um porta-voz do aeroporto na terça-feira.

Ninguém ficou ferido no voo com 233 passageiros a bordo que saiu de Newark, no Estado norte-americano de Nova Jersey, disse o porta-voz Peter Spurway.

"Houve um pequeno incêndio a bordo. Foi contido, mas havia fumaça na aeronave. O piloto declarou emergência e pousou mais ou menos às 10 para as 22h no horário do Atlântico", disse ele, acrescentando que o fogo ocorreu "na traseira da aeronave".

Um veículo de comunicação canadense disse que o fogo irrompeu na cozinha. Um outro avião foi enviado a Halifax para continuar a viagem até a Bélgica, disse Spurway


Estado de Minas

07/08/2014 07:47

Setor aéreo pede ajuda a candidatos à Presidência

Associação Brasileira de Empresas Aéreas encaminha carta que visa minimizar problemas

Pedro Rocha Franco

Rodolfo Costa - Correio Braziliense

A pista de pouso de Confins, por exemplo, já atingiu o patamar máximo de operações

Rio de Janeiro – Depois de uma década de crescimento vertiginoso do número de passageiros, o que acarretou em uma expansão desordenada em uma infraestrutura muito aquém da ideal, o setor aéreo pede ajuda para planejar a expansão prevista para os próximos anos. Um documento elaborado pela Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), que reúne as quatro principais companhias nacionais (TAM, GOL, Avianca e Azul), endereçado aos candidatos à Presidência da República aponta os principais pleitos conjuntos para que o setor suporte a demanda prevista.

A carta intitulada Agenda 2020 será entregue aos presidênciais com seis tópicos principais que representam a principal demanda do setor. Ontem, o ministro da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Moreira Franco, recebeu o documento do presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, acompanhado dos dirigentes das companhias aéreas – José Efromovich, da Avianca; Antonoaldo Neves, da Azul; Paulo Sérgio Kakinoff, da GOL; e Claudia Sender, da Tam –, em um evento realizado no Rio de Janeiro em parceria com a Coppe-UFRJ. A lista inclui a revisão da precificação do combustível aeronáutico; melhoria da infraestrutura de aeroportos e do espaço aéreo e a necessidade de fomentar a formação e especialização da mão de obra.

O principal pleito, no entanto, refere-se ao custo do querosene de aviação, que, segundo as empresas, é o principal responsável pelo custo elevado das operações em todo o país. Nas operações, em alguns estados, o combustível representa até 44% do custo operacional, segundo a Abear. Fato é que a questão extrapola o panorama federal, sendo necessário repensar a política de ICMS, tendo em vista que o imposto estadual é um dos problemas relacionados ao querosene.

Hoje, a alíquota varia de 4% a 25%, sendo considerado ideal 6% para todos os estados. E a associação citou o exemplo do Distrito Federal, que, ao reduzir a alíquota do ICMS, conseguiu manter a arrecadação com o tributo tendo atraído 126 novos voos. A desoneração de PIS-Cofins é outro pedido. “Na medida que a aviação atendia mais passageiros na última década foi cortando todos os custos. Hoje não há mais itens para serem cortados”, argumenta Sanovicz, ressaltando que na última década o preço do bilhete caiu pela metade.

Em concordância com a carta apresentada pelas companhias, o ministro Moreira Franco admitiu que a questão do combustível é um problema a ser enfrentado pelo governo federal, mas disse que deverá ser tratado pelo próximo presidente. “É preciso discutir a composição de preços do combustível de aviação adotada pela Petrobras para que tenha como referência os valores adotados no mercado internacional”, afirma.

NO LIMITE A questão da infraestrutura aeroportuária (pista de pouso, pátio de aeronaves e terminal de passageiros) é outro fator a ser considerado, segundo a Abear. Números do setor indicam que 35% dos aeroportos da América Latina funcionam acima do limite operacional. É o caso de Confins, que, sem a conclusão da reforma, já atingiu o patamar máximo, impedindo acréscimo de novas operações.

A Abear defende a radicalização das concessões dos aeroportos, extrapolando a concessão de Confins, Galeão, Guarulhos, Brasília e Viracopos. Na avaliação de Sanovicz, a saída para a entrada da iniciativa privada em terminais urbanos, onde é restrito o investimento para ampliação dos aeroportos (Pampulha, Congonhas, Santos Dumont, Recife etc), seria a adoção da menor tarifa como quesito para a concessão, em vez de maior outorga, como se deu com os demais.

Os estudos da associação projetam que, até 2020, 211 milhões de passageiros serão transportados anualmente por 167 cidades. Com isso, mais 100 milhões de passageiros serão incorporadas ao fluxo nacional, quase dobrando o número de usuários. O avanço força as empresas a dobrar a frota de aeronaves, de 500 para 1 mil aviões, além de criar 660 mil empregos diretos e indiretos.

* O jornalista viajou à convite da Abear

Terceirizados deixam passageiros no chão

Brasília – O atual momento dos maiores aeroportos do país, com grande movimento e alvo de pesados investimentos públicos e privados, não tem impedido graves falhas administrativas. Ontem, por exemplo, os terminais de Brasília e Curitiba foram palco de transtornos gerados por terceirizados. Na capital do país, um grupo de caminhoneiros, responsável por retirar entulhos das obras, ameaçou obstruir o abastecimento de aeronaves. No Paraná, por sua vez, faltaram funcionários terceirizados nas esteiras e no raio-X, o que atrasou em 40 minutos a saída dos passageiros.

Após o protesto por falta de pagamento, a RM Transporte, prestadora de serviços do Aeroporto Juscelino Kubitschek, frustrou os empregados e as empresas parceiras, sumindo com os R$ 100 mil que recebeu da concessionária Inframérica. Situações como essa, envolvendo terceirizadas e serviços públicos, têm sido comuns, sobretudo na Esplanada dos Ministérios. O protesto organizado por cerca de 20 pessoas, donos de caminhões e motoristas, fechou com 12 veículos as duas vias de acesso à Base Aérea por volta das 8h. A obstrução total durou 15 minutos, mas o ato se estendeu até as 10h.

Para limpar o canteiro de obras no JK, a Helvix, empresa contratada pela Inframérica para cuidar da reforma e ampliação do terminal, recorreu à RM Transporte, que, por sua vez, mobilizou 35 caminhões de terceiros. Um dos responsáveis pelas operações, o empresário Elioni Menezes da Silva, não escondeu a insatisfação com o descaso. Dono de três veículos, atendeu a terceirizada de 20 de março a 13 de maio, mas só recebeu até abril. O valor devido de maio, R$ 30 mil, está pendente. A Helvix esclareceu que está em contato direto com a contratada para sanar todas pendências nos próximos dias. A Inframérica comunicou que acompanha a negociação entre o consórcio construtor e a transportadora de materiais, ressaltando não ter havido problemas nas operações no terminal em virtude do protesto.


Diário do Comércio - MG

07/08/2014

Itajubá planeja diversificação industrial

Prefeitura articula construção de condomínio para formar cinturão de fornecedores para empresas no município

Tatiana Lagôa, de Itajubá*

ECONOMIA

A Helibras já desenvolve um projeto para formar uma cadeia de fornecedores

A formação de um cinturão de fornecedores para a Helicópteros do Brasil S/A (Helibras) deixou de ser a única prioridade para a Prefeitura de Itajubá, no Sul de Minas. Agora, o objetivo é também a atração de empresas que possam atender a outras gigantes presentes no município. Para isso, será construído um novo distrito industrial, o DI 3, que deverá estar totalmente concluído até abril de 2015, segundo o prefeito Rodrigo Imar Martinez Rieira.

"Nós não somos como a cidade de São José dos Campos (São Paulo) em que tudo gira em torno da Embraer. A Helibras aqui é a quarta maior empresa e tem grande importância mas temos empresas com maior representatividade para o município e que também geram muitos empregos", afirma.

Segundo o prefeito, o objetivo é formar um cinturão de fornecedores para as empresas de diferentes segmentos do município. Já há um esforço neste sentido focado exclusivamente na Helibras, processo que está em andamento. Dezenas de empresas já estão negociando a migração para o município com o intuito de reduzirem os custos, uma vez que estariam próximas de uma forte demandante.

Porém, agora a preocupação é com outras gigantes também instaladas em Itabubá como a francesa Alstom, que fornece equipamentos para o setor elétrico e o grupo Mahle, que atua na fabricação e comercialização de componentes de motores à combustão interna e filtros automotivos. Entra nesta conta também a Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), com forte representatividade na arrecadação municipal.

Para abrigar as empresas fornecedoras das demais indústrias instaladas em Itajubá, de diferentes portes e segmentos, será realizado um investimento na estruturação de um novo condomínio industrial. O espaço possuirá 42 lotes de 3 mil metros quadrados cada. A prefeitura pretende fazer parcerias com os empresários de modo em que o Executivo doe os terrenos e eles realizem as obras na infraestrutura. As negociações neste sentido já estão ocorrendo, por isso, há expectativa de que o DI esteja totalmente pronto já nos primeiros meses do próximo ano.

Projeto Forte - Além disso, será lançada a segunda edição do Projeto Forte no município. O objetivo é o de reunir empresários de diversos segmentos que possam fornecer produtos para indústrias de grande porte e instruí-los sobre as oportunidades de negócios. A primeira edição foi voltada especificamente para fornecedores da Helibras e teve a participação de 59 empresas. Agora será aberto para todos os setores.

Para o prefeito, um diferencial que poderá colaborar para atração de novos negócios para o município é a construção de um aeroporto em Itajubá. Porém, o terminal, que está em obras, só deverá ficar pronto em outubro de 2015. O cronograma foi revisto após a última previsão, de conclusão em abril do próximo exercício.

Rieira acredita que 2015 deverá ser marcado por baixo crescimento econômico para o país, com impactos no município. Neste ano, algumas empresas estão adiando investimentos já anunciados em Itajubá e a arrecadação passou por uma pequena retração frente à registrada em 2013. Mas, na visão dele, os diferenciais competitivos do município, como localização, infraestrutura e disponibilidade de mão de obra qualificada, poderão blindar um pouco o município do mau momento econômico vivido pelo país.

* A repórter viajou a convite da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg)


Correio Braziliense

06/08/2014 20:26

Nova aeronave da Airbus chega ao mercado e faz primeiro pouso em SP

voo, vindo de Santiago, no Chile, ainda é experimental, parte do programa obrigatório de certificação para que o avião possa circular comercialmente

Bárbara Nascimento

A nova aeronave da Airbus, A350, construída para brigar no mercado com o modelo 787 Dreamline, da Boeing, está pronta e pousou nesta terça-feira (6/8) em São Paulo. O voo, vindo de Santiago, no Chile, ainda é experimental, parte do programa obrigatório de certificação para que o avião possa circular comercialmente. O A350 promete ter custo de operação 7% mais barato do que o top de linha da concorrência. No fim de 2015, a máquina chega ao Brasil, pela Tam. Foram 27 aviões negociados em um contrato de US$ 7 bilhões e que devem partir, prioritariamente, de São Paulo para Europa e Estados Unidos.

A Tam será a primeira das Américas a circular com o A350. As 27 unidades devem chegar entre 2015 e 2019, gradualmente. Depois, Avianca e Azul também devem receber suas remessas. O grupo que inclui a Avianca, Sinergy Group, encomendou 10 aviões que devem voar sobretudo partindo da Colômbia. A Azul, cinco. O primeiro vôo do mundo com a aeronave, contudo, será feito pela Quatar Airways, já no fim deste ano.

Até o momento, já foram encomendados 750 aviões desse modelo para 39 companhias aéreas. A Airbus, contudo, não esconde o interesse especial pela América Latina. “A região é a segunda em crescimento de tráfego aéreo do mundo, uma média de 6% ao ano”, comentou a diretora de marketing da empresa, Maria Luiza Lucas.

O contrato da Airbus com a Tam, para a compra de 27 aeronaves do modelo A350-900, que inclui cerca de 330 passageiros, foi fechado antes da fusão da empresa com a Lan. Esta última circula basicamente com o modelo da Boeing, o 787. “A frota mais importante da Tam, contudo, será de A350”, garantiu o vice-presidente de funções corporativas (CCO) da Latan, Roberto Alvo. Questionado se a compra seria diferente se tivesse sido feita após a fusão, ele desconversa. “É uma boa pergunta, não sei”, completou.

Inovações

A Airbus promete um avião mais leve, com economia de 25% de combustível em comparação com os modelos anteriores, novos motores, mais potentes e pressão mais baixa na cabine (6 mil pés de altitude). Além disso, a composição do avião – mais da metade é feito de material composto, com menor corrosão e fadiga – permitirá, segundo a empresa, que os gastos com manutenção sejam reduzidos em 40%. As telas para entretenimento dos passageiros serão maiores e permitirão integração com dispositivos móveis, além disso, as poltronas terão mais espaço.


A Tarde - BA

Qua, 06/08/2014 às 15:54

Ratos em avião obrigam piloto a aterrissar

Agência France Presse

Reprodução | Deyet

Medo era de que ratos roessem cabos importantes para o voo

Um avião da companhia Air India foi obrigado a pousar depois que a tripulação encontrou ratos na cabine, informa nesta quarta-feira, 6, o Times of India. O avião cobria a rota Nova Délhi-Calcutá, no leste da Índia.

"Os ratos a bordo de um avião podem provocar uma catástrofe se começam a roer os cabos elétricos", declarou um funcionário da companhia citado pelo jornal. Isso pode fazer os pilotos perderem o controle do sistema a bordo, acrescentou.

A Air India não confirmou a informação, mas um funcionário, que pediu o anonimato, afirmou que a presença de ratos nos aviões é um fenômeno normal no mundo inteiro. "Seguem os furgões de comida até o avião, atraídos pelo cheiro dos alimentos", declarou à AFP.

Incidentes similares foram registrados na Índia em fevereiro passado e em 2009.


Bahia Notícias

06/08 - 14:50hs

Novo aeroporto de Vitória da Conquista irá operar por instrumento

ARMANDO AVENA

Em atendimento à demanda aeroportuária em uma das regiões que mais crescem economicamente na Bahia, o novo aeroporto em construção no município de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, terá sistema de operação por Instrumento IFR (Instrument Flight Rules). O equipamento segue um conjunto de regras utilizadas pelo piloto para conduzir uma aeronave, se orientando pelos instrumentos de bordo, ao invés de referências visuais exteriores à aeronave, que dependem das condições climáticas para operar.

Essa qualidade do serviço proporcionará voos noturnos com mais segurança e conforto aos usuários, além de atrair novos investimentos para a região, de acordo com o secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti. Ele informa que as obras do novo aeroporto já foram iniciadas, devendo ser entregues à população conquistense em 2016.

“Além de ser operado com instrumentos, possibilitando voos noturnos, o novo terminal permitirá o pouso de aviões de grande porte, com reflexo positivo inclusive nas tarifas, uma vez que aeronaves maiores têm condições de cobrar mais barato. Outro beneficio é a ligação da cidade com grandes centros urbanos sem precisar fazer escala em outro aeroporto, em função da autonomia da aeronave”, explica Cavalcanti.

O projeto do novo aeroporto, orçado em R$ 60,3 milhões, prevê uma pista de pouso e decolagem com 2.100 metros de comprimento e 45 metros de largura, em condições de operar aviões de grande porte. Terá também um pátio para aeronaves de 193 metros de comprimento e 50 metros de largura, uma pista para taxiamento de aviões, rampa de equipamentos, subestação elétrica, balizamento noturno e acessos viários, além de tudo que existe de moderno em termos de serviço de prevenção, salvamento e combate a incêndio.


Diário do Amazonas

Quinta-feira, 7 de agosto de2014

Licitação para os aeroportos regionais sai em 6O dias

“Obras só podem ser realizadas após a certificação de órgãos ambientais

TEXTO Estadão Conteúdo

FOTO Evandro Seixas

BRASÍLIA

Dos 270 aeroportos regionais que o governo planeja reformar, cerca de 220 já foram vistoriados

O ministro da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), Moreira

Franco, afirmou nesta quarta-feira, que espera lançar as licitações para obras nos aeroportos regionais em 60 dias, após a certificação de órgãos ambientais.

“Nossos aeroportos nunca passaram por essa certificação ambiental Só agora temos que percorrer todo o caminho que não tinha sido feito até então”, defendeu o ministro durante seminário da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear).

Segundo ele, do total de 270 aeroportos regionais que o governo planeja reformar, cerca de 220 já foram vistoriados por uma equipe de projetistas do Banco do Brasil, responsável pelas licitações para as obras. A expectativa do ministro é que em até 60 dias as primeiras licitações estejam prontas, envolvendo reformas de pistas e terminais.

“Nós também já encaminhamos à Anac novo plano de outorga e definimos quais as condições que os governos estaduais e municipais têm que cumprir para operar os aeroportos, se não acontece como está hoje, sem a menor condição de segurança operacional”, afirmou o ministro.

Moreira Franco defendeu o plano de aviação regional, considerado por ele como uma “prioridade” do atual governo. O plano vem sendo elaborado desde 2012, e as licitações foram adiadas diversas vezes em função das vistorias nos terminais.

De acordo com o ministro, as passagens para o interior do País são em média 31% dos bilhetes nas áreas centrais e litorâneas. Moreira Franco também defendeu o subsídio às companhias aéreas para que abram novos voos nas cidades do interior com menos de 1 milhão de habitantes.

Diante de uma plateia de empresários da cadeia de aviação civil e dos executivos das quatro principais companhias aéreas do País, o ministro afirmou ainda que a atual política do governo federal para o setor já contempla as principais demandas apresentadas. Os executivos assinaram, nesta quarta-feira, urna carta com as reivindicações do setor para os candidatos a presidente.

Os executivos listaram seis pontos que consideram importantes para o setor. O principal é a revisão do modelo tributário, com isenção de PIS e Confins para as companhias aéreas, além de uma cota única de ICMS nos Estados, estabelecida em 6%. Os empresários também pediram urna revisão do modelo de precificação do combustível de aviação, definido pela Petrobras.

Os executivos também cobraram medidas para ampliar a expansão do mercado internacional da avlaçao. Sobre a questão, Moreira Franco afirmou que as negociações com a União Europeia para acordos comerciais com o Mercosul deverão contemplar o tema.

CUSTOS

31 é quanto as passagens para o Interior do País custam, dos bilhetes nas áreas centrais e litorâneas do País, de acordo com o secretário nacional de Aviação CMI, Moreira Franco.


Jornal de Turismo

Quarta, 06 Agosto 2014 15:41

British Airways migra operação para novo terminal em Guarulhos

Amanha(7) de agosto, a British Airways transfere sua operação para o novo terminal T3 do GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo. A companhia manterá os voos diários para Londres, Aeroporto de Heathrow, e a partir do dia 3 de setembro acrescentará mais 3 voos totalizando 10 voos semanais partindo de São Paulo.

Os clientes da British Airways terão acesso a quiosques de auto atendimento para imprimir cartões de embarque, bem como sete balcões de atendimento da companhia, todos permitindo uma experiência de check-in rápido.

Os clientes da British Airways, que viajam nas cabines First (Primeira Classe) e Club World (Executiva), juntamente com os membros Silver e Gold, poderão desfrutar da sala VIP do Terminal 3.

O moderno terminal possui cinco níveis, com mais de 100 lojas, restaurantes, concessões e uma variedade de lojas de roupas, como Burberry, Emporio Armani, Victoria Secret e GAP.


Mercado&Eventos

06/08 - 19:28

Avianca quer entrar em programa de subsídios do Governo Federal

Por: Rafael Massadar

O presidente da Avianca, José Efromovich, disse que a empresa pretende entrar no programa de subsídios para a aviação regional, anunciado esta semana pelo governo. Pelo programa, as empresas e passageiros vão deixar de pagar tarifas para usar aeroportos de até 800 mil passageiros por ano. E, além disso, parte das passagens aéreas serão pagas pelo governo federal em percentuais ainda não divulgados. Segundo ele, a Avianca já atende cinco cidades que estariam dentro do projeto do governo.

Segundo ele, a ideia é aumentar a frequência para essas cidades e em seguida ampliar a malha. Porém, o presidente da empresa disse que ainda não é possível precisar quanto será necessário de investimento.

"Obviamente vamos ter que acrescentar estrutura tanto de pessoas como de aeronaves. Mas quantas? Estamos montando equipe agora", afirmou Eframovich, dando um prazo de três semanas para ter os primeiros estudos.


Mercado&Eventos

06/08 - 19:01

Aeroporto de Marabá inicia operações de nova sala de embarque

Nova sala de embarque

A Infraero deu início nesta quarta-feira (6/8) às operações da nova sala de embarque do Aeroporto de Marabá/João Corrêa da Rocha (PA). O espaço, com cerca de 342 m², tem dimensão quatro vezes maior que a estrutura anterior e faz parte do projeto de modernização e ampliação do terminal de passageiros. As obras foram iniciadas em novembro de 2013 e têm previsão de entrega completa ainda em 2014, com investimento total de R$ 5,9 milhões.

O projeto prevê a reforma integral do terminal de passageiros, com a recuperação e ampliação das salas de embarque, desembarque e saguão, aumentando o conforto dos usuários. Além disso, serão implantadas novas salas para as companhias aéreas e a área comercial do aeroporto receberá expansões. Também está sendo ampliado o número de balcões de check-in e o terminal receberá duas novas esteiras de bagagens.?

Pedro Menezes


Mercado&Eventos

06/08 - 18:41

Tráfego de passageiros desacelera em junho, diz Iata

Por: Rafael Massadar

O tráfego aéreo de passageiros desacelerou em junho, em relação a maio, considerando as comparações em 12 meses, informou há pouco a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata). A demanda apurada em passageiros-quilômetros transportados (RPK, na sigla em inglês) cresceu em junho 4,7% ante igual período de 2013. Em maio, a variação anual havia sido de 6,2%.

"A oferta apurada em assentos-quilômetros disponíveis (ASK, na sigla em inglês) aumentou 5% em junho, também em bases anuais. A taxa de ocupação em junho deste ano foi 0,2 ponto percentual inferior à apurada um ano antes, ficando em 81,5%", disse Jose Fregnani, da Iata que completou: "A guerra entre Israel e a Palestina, Rússia e Ucrânia, aliados ao surto do Ebola e a crise econômica da Argentina são um dos motivos."

Na América Latina, a demanda cresceu 7,1% em junho, a oferta aumentou 6,6% e a taxa de ocupação melhorou em 0,4 ponto percentual, para 79,5%, informou a associação.


Mercado&Eventos

06/08 - 15:52

Lufthansa terá Economy Premium nos voos de SP

Por: Lisia Minelli

A partir de dezembro deste ano, a Lufthansa oferecerá em seus voos diários saindo de São Paulo uma nova categoria de classe, a Economy Premium. Segundo Annette Täuber, diretora Geral da Lufthansa no Brasil, a rota já é operada pelo novo modelo Boeing 747-8, e ganhará uma quarta categoria com 32 assentos. “A demanda no Brasil cresce, assim como a capacidade. Com isso, vimos uma oportunidade de ganhar novos clientes com este equipamento. O país foi o primeiro na América do Sul a receber a aeronave e São Paulo será a primeira cidade do mundo a receber a Economy Premium”, antecipou.

Para ela, outro motivo que atraiu novos clientes para a categoria de assentos foi a transferência da Lufthansa para o Terminal 3 de Guarulhos. “Fomos a primeira companhia aérea a mudar para o novo terminal e isso foi positivo, pois muitos passageiros estavam curiosos para conhecer”, disse. Segundo Annette, o novo assento tem um custo elevado e oferece maior conforto ao passageiro, com maior inclinação (30%), monitor com tela maior, serviços de bordo diferenciado com nécessaire e welcome drink.

Além da nova Economy Premium, a Lufthansa também apresentou o seu novo coordenador de comunicação para a América do Sul, Sebastian Sapiain. Ele ficará baseado em São Paulo e segundo ele, seu principal desafio será manter a imprensa atualizada das novidades da companhia. Ainda na ocasião, estava presente o diretor de comunicação da Lufthansa para as Américas, Nils Haupt. Ele fez uma breve análise do cenário aéreo mundial e falou da importância dos mercados sul americano para a companhia. “Falo em especial do Brasil e do México, que são os principais mercados na região. A economia local e a capacidade aérea cresce todos os anos nesses destinos. Apesar de 2014 ser um ano difícil acreditamos no potencial do Brasil”, finalizou.


Panrotas

6/8/2014 18:32:00

Gol expande projeto ‘ganhando asas’ para todo o País

A Gol expandiu o projeto ‘ganhando asas’ para todos os aeroportos em que atua no Brasil. O projeto auxilia clientes de primeira viagem e menores desacompanhados durante todo o processo: do check-in ao desembarque. Os passageiros destas categorias recebem um broche para facilitar a identificação – o projeto teve início no final de 2013, quando distribui 5 mil broches entre Recife, Salvador e Curitiba, cidades com grande número de viajantes novatos.

“O passageiro que está voando pela primeira vez sempre tem dúvidas e inseguranças. Ele espera informações mais detalhadas e objetivas, e um atendimento exemplar é de extrema importância para que essa experiência torne-se simples e agradável”, explica a diretora de Marketing da Gol, Florence Scappini.

Caroline Cabral


Panrotas

6/8/2014 15:18:00

Tam substituirá A330 por A350 a partir de 2015

SANTIAGO – O vice-presidente de Funções Corporativas do Grupo Latam, Roberto Alvo, anunciou hoje que a Tam substituirá os Airbus 330 que estão em operação pelos novos Airbus 350. O primeiro equipamento deste modelo será entregue à companhia aérea no final de 2015, entrando em operação logo em seguida. O Grupo Latam tem um contrato de compra firme de 27 aeronaves A350-900. No entanto, de acordo com o executivo, nenhum desses aviões voará sob a bandeira Lan, todos serão utilizados pela Tam.

Os A350 da Tam serão incorporados nas rotas que ligam São Paulo aos Estados Unidos e Europa. A configuração das cabines que a empresa adotará ainda não foi definida. O que está certo até o momento é que esses equipamentos tenham mais entretenimento, espaço e o design interior padrão Latam. “O A350 é um avião maior e mais econômico. É um avião ideal para o mercado brasileiro e para a demanda que temos no Brasil”, concluiu.

Na América Latina, o A350 também estará presente na frota da Azul e da Avianca.

Danilo Teixeira Alves

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS