AeroClipping, segunda-feira, 11/08/14 - ano XII - nº 231

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O Globo

Aeroporto do Galeão troca de logotipo para marcar mudança na gestão

Queda de avião na capital do Irã deixa 39 mortos e 9 feridos

Pilotos fazem greve e TAP cancela voos em Portugal

Galeão amplia seus serviços e sobe estacionamento em 40%

O Estado de S.Paulo

Aviação executiva registra queda no número de voos

Tráfego de passageiros da Latam no Brasil cai 7,8% em julho

Folha de São Paulo

Aeroporto de São Carlos (SP) será internacional

Jornal do Brasil

Voo MH17 teria sido derrubado por engano

Valor Econômico

TAM Aviação Executiva vai ao Ceará e planeja investimento fora do país

Airship tem primeiro pedido de dirigíveis

Brasil quer negociar prazo de 15 anos e carência até 2023 para pagar caça sueco

Correio de Sergipe

Aéreas pedem redução de impostos ao governo federal

Diário Catarinense

Infraero interrompe obras no aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis

Jornal do Comércio - RS

Anac libera voos da Azul entre Brasil e Estados Unidos

Jornal Sierra Mar - RS

BQB recorta rutas internacionales

Paraná-online

Infraero negocia PDV para desligar 2,5 mil funcionário

Diário do Comércio - MG

Fabe vai construir fábrica em Araguari

Diário da Manhã - GO

Pesquisa revela qual o melhor dia para embarcar com passagens aéreas mais baratas

Tribuna Hoje - AL

Mais novo avião do mundo tem internet, mais espaço e iluminação de LED

Mercado&Eventos

Azul terá voos extras entre Parnaíba e Fortaleza nas férias de verão

Portal iG

Governo autoriza operação de concessionárias em Confins e Galeão


O Globo

09/08/2014 7:00

Aeroporto do Galeão troca de logotipo para marcar mudança na gestão

Nova identidade traz desenho em cores vibrantes inspirado no movimento, ritmos e geografia cariocas

POR DANIELLE NOGUEIRA


RIO -

O aeroporto Galeão ganhará um nova logotipo e terá uma leve alteração no nome. A logo trará o nome da concessionária que assumirá o terminal na próxima terça-feira, a Rio Galeão, e um desenho em cores vibrantes inspirado no movimento, na geografia e nos ritmos cariocas. A nova identidade foi desenvolvida pela agência carioca Ana Couto Branding.



A nova marca do aeroporto do Galeão - Divulgação


Aos poucos, a logo vai substituir a marca Infraero nos painéis e outros espaços do aeroporto. Rio Galeão será o nome fantasia da concessionária Aeroporto Rio de Janeiro, que venceu o leilão de privatização do Galeão em novembro passado. O consórcio é formado pela Odebrecht TransPort, a Changi (de Cingapura) e a Infraero. As duas primeiras têm 51% do consórcio e a estatal, 49%.


O aeroporto por sua vez passará a se chamar Aeroporto Internacional Tom Jobim, em vez de Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim/Galeão, como antecipou o colunista do GLOBO Ancelmo Gois esta semana.


Também na próxima terça-feira será iniciada uma campanha publicitária para marcar a mudança de gestão do aeroporto. A campanha terá duração de 15 dias e terá peças veiculadas em mídia impressa, rádio, internet e mobiliário urbano (outdoors e bancas de jornais). Ela é assinada pela agência de publicidade WMcCann, resultante da fusão da W/, de Washington Olivetto, com o conglomerado internacional McCann.


A concessão do Galeão tem prazo de 25 anos, contados a partir de abril de 2014, quando a concessionária assinou o contrato de concessão. Naquela data, foi iniciado o processo de transição com o chamado estágio 1, que previa a entrega de planos operacionais pela empresa. Em 3 de junho, começou o estágio 2, no qual a Infraero administra o aeroporto assistida pela concessionária. Em 12 agosto, terá início o estágio 3, em que a Rio Galeão assume a operação do aeroporto, com apoio da Infraero. A partir de então, receitas e despesas são rateadas pelas integrantes do consórcio.


Até 2016, serão investidos cerca de R$ 2 bilhões em obras de infraestrutura no aeroporto e, até o fim da concessão, o investimento do consórcio chegará a R$ 5 bilhões.


O Globo

10/08/2014 22:20

Queda de avião na capital do Irã deixa 39 mortos e 9 feridos

Aeronave caiu quando decolava, perto do aeroporto de Mehrabad, em Teerã.

POR O GLOBO / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS



Intergrantes da Guarda Revolucionária do Irã e policiais inspecionam o local

da queda de um avião de passageiros perto de Teerã - Vahid Salemi / AP


TEERÃ -

Ao todo, 39 pessoas morreram na manhã deste domingo na queda de um avião de uma companhia aérea iraniana perto do aeroporto Mehrabad de Teerã, informaram a televisão estatal e agência de notícias oficial Irna. Das 48 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulantes, nove ficaram feridas.


O avião, que tinha acabado de decolar de Mehrabad, se dirigia para a cidade de Tabass. O acidente aconteceu às 9h18m (1h48m no horário de Brasília) no bairro residencial de Azadi, a menos de cinco quilômetros do aeroporto.


De acordo com autoridades aeroportuárias iranianas, 34 passageiros adultos, três crianças, três bebês e oito tripulantes estavam a bordo.


Segundo o chefe da Organização da Aviação Civil, Alireza Jahangurian, citado pela agência Fars, a aeronave caiu em algumas árvores e não há vítimas em terra.


— Foi uma cena terrível. A cauda do avião caiu sobre uma estrada. Felizmente a queda foi a cerca de 500 metros de um mercado — declarou uma testemunha citada pela agência Fars.


O Globo

09/08/2014 23:00

Pilotos fazem greve e TAP cancela voos em Portugal

Pelo menos 27 mil passageiros foram prejudicados pela paralisação

POR O GLOBO



No Aeroporto Internacional de Lisboa, passageira ficou sem voo

Francisco Seco / AP


RIO - Dezenas de voos da companhia aérea portuguesa TAP foram cancelados neste sábado, em Portugal, em razão de uma paralisação de 24 horas dos pilotos da empresa. Eles protestam contra suas condições de trabalho.


Na véspera, a companhia anunciou a supressão de 36 voos, depois de ter modificado ou cancelado as reservas de 27 mil passageiros ainda na sexta-feira, em um total de 42 mil previstos para este sábado.


Em entrevista a jornalistas portugueses na tarde deste sábado, o porta-voz da TAP André Serpa Soares atualizou esses dados, informando que cerca de 17 mil passageiros conseguiram vagas em outras empresas para voar ainda no sábado. Outros 25 mil reagendaram as passagens para os próximos dias


— A TAP conseguiu que 25 mil passageiros dos 42 mil que tinham voos agendados para hoje (sábado) tivessem os voos alterados para datas alternativas e temos cerca de 17 a 18 mil passageiros que têm voos para hoje — afirmou o representante.


Procurada pelo GLOBO, a TAP informou que a paralisação não afetou os voos para o Brasil.


A convocação da greve dos pilotos foi feita em meados de julho, apesar da promessa da direção da TAP de pagar as horas extras pedidas para atenuar o impacto das mudanças do programa de voo da companhia.


O Globo

09/08/2014 7:00

Galeão amplia seus serviços e sobe estacionamento em 40%

Aeroporto ficará sob nova gestão. Estacionar carro será mais caro que em Guarulhos

POR DANIELLE NOGUEIRA



Galeão ganhará balcões de informação no desembarque e novos fraldários

Foto: Gustavo Miranda / O GLOBO


RIO - Na terça-feira, o Galeão, hoje administrado pela estatal Infraero, mudará de mãos. O aeroporto passará a ser gerido pela concessionária Rio Galeão, liderada pela Odebrecht TransPort, com a promessa de melhora nos serviços. Esta virá acompanhada, porém, de alta de preços. Uma das primeiras mudanças que os usuários vão notar é que a tarifa do estacionamento terá aumentado. A primeira hora custará R$ 14, ou 40% mais que os R$ 10 atuais.


O valor é superior ao cobrado nos dois principais terminais já concedidos à iniciativa privada: Guarulhos (SP), onde o usuário paga entre R$ 9 e R$ 12 pela primeira hora, e Brasília, onde paga-se entre R$ 8 e R$ 12.


O diretor comercial da Rio Galeão, Sandro Fernandes, justifica o reajuste com o aprimoramento no serviço. Haverá vigilância 24 horas, novas câmeras e atendimento de emergência para veículos.


As cancelas também serão eletrônicas — não haverá mais cobrador na cabine de entrada ou de saída — como na maioria dos shoppings. O pagamento será feito no interior do aeroporto por meio de caixas automáticos ou em guichês com atendimento presencial. Também estão em curso obras de ampliação, que elevarão em 2.756 o número de vagas, chegando a 7.049 em 2016.


— Vamos ter um estacionamento de classe mundial e isso exigirá um reajuste, com preços compatíveis aos cobrados no Centro ou Zona Sul do Rio.


No Aeroporto Santos Dumont, administrado pela Infraero, a primeira hora sai por R$ 12. No estacionamento do Terminal Menezes Côrtes, no Centro, são cobrados entre R$ 16 e R$ 18.


No Galeão, o estacionamento será administrado pela Wellpark. O contrato com a atual operadora, a VS Parking, será rescindido. Os valores cobrados subirão gradativamente de acordo com o tempo em que o veículo ficar parado. A diária será de R$ 61, ante R$ 56 cobrados anteriormente. Nos aeroportos de Guarulhos e de Brasília, as tarifas variam também com a distância em relação à área de embarque e se as vagas estão em área coberta ou aberta.


— Venho ao aeroporto pelo menos cinco vezes ao ano para pegar ou levar parentes. Melhorias são bem-vindas, mas vai ficar muito caro — queixa-se o empresário José Santos.


OBRAS FICARÃO PRONTAS PARA 2016


Outros serviços que estarão disponíveis na próxima semana são novos balcões de informação na área de desembarque — hoje há apenas no embarque — e canal de atendimento telefônico 24 horas bilíngue. Os fraldários terão cadeira de amamentação e micro-ondas, além de produtos de limpeza Granado e fraldas Pampers de graça. Carrinhos de bebê também estarão disponíveis gratuitamente para os pais.


O aeroporto ganhará um banho de loja. Foram fechados oito novos contratos com empresas de alimentação e mais três com companhias de varejo, entre elas o Pereira Café, de Salvador, e a costa-riquenha Britt Shop, de souvenirs. Todos os novos contratos exigem atendimento bilíngue nas lojas.


— Queremos colocar o aeroporto no cenário internacional sem perder a brasilidade — disse Fernandes, com passagens pelo Shopping Leblon e pela americana Tiffany.


As obras de infraestrutura, como construção de pontes de embarque e ampliação do pátio, ficarão prontas em 2016, para as Olimpíadas.


— A ampliação da área comercial e intervenções em serviços são os primeiros passos da mudança porque são mais rápidos. Também foi assim em Guarulhos. Mas é importante que haja preços para todas as classes sociais — disse Jorge Leal, professor de Transporte Aéreo da Escola Politécnica da USP


O Estado de S.Paulo

09 Agosto 2014 | 02h 03

Aviação executiva registra queda no número de voos

Economia mais fraca fez empresas usarem menos o serviço em 2013: setor, no entanto, registrou crescimento da frota e do total de destinos

MARINA GAZZONI - O ESTADO DE S.PAULO


Apesar de um aumento da frota e do número de destinos atendidos, o movimento de aeronaves executivas caiu no ano passado, um sinal de que o setor sentiu a desaceleração da economia. Dados divulgados ontem pela Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag) apontam que a frota cresceu 4,9%, somando 14.648 aeronaves, mas o número de voos nos 33 maiores aeroportos do setor diminuiu 3,7%, para 739,9 mil, no ano passado.


Os principais clientes da aviação executiva são empresas, que usam aviões e helicópteros particulares para voar a destinos hoje não atendidos pelas companhias aéreas e para ganhar agilidade no deslocamento de seus executivos. "A queda na movimentação é um indicador da desaceleração da economia. O (gasto com o) avião é o último item a chegar em um momento de expansão das empresas, mas é um dos primeiros a sair (do orçamento) em épocas de crise", disse o diretor geral da Abag, Ricardo Nogueira.


Os números do setor foram divulgados durante a solenidade de apresentação da feira Labace, o principal evento do País para a aviação executiva, que será realizada entre terça e quinta da semana que vem, em São Paulo. É na feira que as fabricantes apresentam os lançamentos aos clientes brasileiros e tentam iniciar as negociações.

A meta do setor é manter o resultado do ano passado, quando a venda de aeronaves novas e usadas somou US$ 1,66 bilhão. "O segundo semestre do ano tem se mostrado mais difícil para a economia em diversos setores. E a aviação não escapa desta tendência", disse o presidente da Abag, Eduardo Marson.


A Labace vai apresentar ao público 65 aeronaves, duas a menos do que no ano passado. Os aviões, no entanto, são maiores e ocuparão uma área maior na feira. A previsão dos organizadores do evento é que 14 mil pessoas visitem a Labace neste ano, mantendo o público do ano passado.


Capilaridade. Os voos fretados e particulares levaram os passageiros para 3,7 mil aeródromos (pistas de pouso) no Brasil em 2013, um número 2,78% maior do que no ano anterior. A maioria deles não é atendida pelas companhias aéreas, que voaram para apenas 126 cidades no ano passado.


"A aviação geral cumpre um papel de dar capilaridade ao transporte aéreo. O setor tem um peso relevante na economia e tem sido muito mal tratado pelas autoridades", disse Nogueira.


O segmento está insatisfeito com a política do governo de restringir o uso dos grandes aeroportos pelos jatos particulares, dando prioridade para as companhias aéreas. Segundo Nogueira, o setor foi "estrangulado" durante a operação especial para a Copa do Mundo.


Hoje a maior disputa do setor é para manter seu espaço no aeroporto de Congonhas, que deve ter sua capacidade alterada ainda este ano. Atualmente, a aviação executiva pode usar 4 dos 34 horários para pousos ou decolagens por hora no aeroporto. O governo pretende transferir esses espaços para viabilizar a entrada de novas empresas áreas no setor.


O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2014 | 18h 26

Tráfego de passageiros da Latam no Brasil cai 7,8% em julho

Segundo a companhia, a demanda no Brasil caiu 7,8 por cento em julho sobre o mesmo mês do ano passado

REUTERS


Fábio Motta/Estadão


A companhia disse que o tráfego internacional do grupo subiu 1,3 por cento em julho,

ano a ano, e acumulou alta de 0,3 por cento nos sete primeiros meses do ano


A maior empresa de transporte aéreo da América Latina, Latam Airlines, divulgou nesta sexta-feira uma queda anual de 1,4 por cento no tráfego de passageiros em julho, afetado principalmente por um menor desempenho de suas operações no Brasil.


Segundo a companhia, a demanda no Brasil caiu 7,8 por cento em julho sobre o mesmo mês do ano passado e recuou 0,6 por cento nos primeiros sete meses do ano, informou a companhia aérea formada pela chilena LAN e a brasileira TAM.


Já nas operações em países de língua espanhola, houve crescimento de 5 por cento na demanda e avanço de 5,3 por cento entre janeiro e julho.


A companhia disse que o tráfego internacional do grupo subiu 1,3 por cento em julho, ano a ano, e acumulou alta de 0,3 por cento nos sete primeiros meses do ano.


O tráfego de carga caiu 0,4 por cento em julho e 3,8 por cento entre janeiro e julho.


Folha de São Paulo

09/08/2014 02h00

Aeroporto de São Carlos (SP) será internacional

HEITOR MAZZOCO

DE RIBEIRÃO PRETO


A Receita Federal autorizou nesta sexta-feira (8) a internacionalização do aeroporto estadual de São Carlos (232 km de São Paulo).


Isso possibilitará que um pouso que tenha procedência internacional seja realizado diretamente no aeroporto do município.


Desta forma, não haverá necessidade de pousar e decolar em outro aeroporto internacional para depois fazer o traslado para São Carlos, informou o Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo).


Com a decisão, há permissão para aeronaves do Brasil e do exterior realizarem manutenção no local antes e depois de voos.


Atualmente funciona no aeroporto uma oficina da empresa TAM, que recebe aviões do Brasil. Segundo o Daesp, outras empresas também podem operar no local.


Ainda não há previsão para que o aeroporto seja internacionalizado. Isso porque há ainda necessidade da liberação da Polícia Federal e do Ministério da Agricultura.


O Daesp, porém, considera que o obstáculo mais difícil foi concretizado hoje, com liberação feita pela Receita.


Para a TAM, a internacionalização é positiva, porque diminui os custos de clientes que utilizam os serviços de manutenção em São Carlos.


A empresa considera como gasto a mais dos clientes tarifas diárias, improdutividade dos aviões, combustível, pousos, decolagens e tripulação das aeronaves que saem de outros países para acessar os hangares de manutenção na cidade.


Estima-se que esses custos adicionais possam variar entre US$ 100 mil e US$ 220 mil por serviço de manutenção aeronáutica prestado atualmente em São Carlos.


Edson Silva - 12.dez.2013/Folhapress


Hangar da empresa aérea TAM no aeroporto de São Carlos, onde aviões são reparados


INVESTIMENTO


Com a internacionalização do aeroporto de São Carlos, a TAM informou que pode duplicar sua capacidade de atendimento. O hangar atual da empresa atende até 10 aeronaves ao mesmo tempo.


Segundo a empresa, há previsão de investimento de R$ 50 milhões em hangares. A empresa pode ainda contratar mais 500 funcionários. Atualmente, são 1.500.


Para Luciano Nakabashi, professor da FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade) de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), da USP, a internacionalização é positiva para, futuramente, o aeroporto receber ainda aviões com passageiros internacionais.


"É positivo, porque vai demandar mão de obra. Futuramente, pode ser que venha ser internacional para passageiros, por exemplo", disse. Para ele, São Carlos passa a ser "referência para a região".


Jornal do Brasil

09/08 às 12h13

Voo MH17 teria sido derrubado por engano

Agência ANSA


O voo MH17 da Malaysia Airlines abatido no leste da Ucrânia com 298 pessoas a bordo teria sido atingido por engano, e o verdadeiro objetivo do ataque seria derrubar um AFL-2074 da Aeroflot que ia de Moscou, na Rússia, para Larnaca, no Chipre, de acordo com o chefe dos serviços de segurança de Kiev, Valentyn Nalyvaicenko.


Em declarações à imprensa cipriota, o ucraniano disse que o avião russo se encontrava na mesma zona que o Boeing malaio e que os rebeldes separatistas, acusados pelo governo de abater o MH17, queriam acertar o AFL-2074 para forçar Vladimir Putin a invadir a Ucrânia oriental.


A aeronave da Malaysia Airlines foi derrubada sobre a cidade de Grabovo no dia 17 de julho enquanto fazia a rota entre Amsterdã e Kuala Lumpur. Todas as pessoas a bordo morreram, mas ainda não se sabe quem é o responsável pela tragédia.


(ANSA)


Valor Econômico

11/08/2014 às 05h00

TAM Aviação Executiva vai ao Ceará e planeja investimento fora do país

Por João José Oliveira | De São Paulo


Mauricio Rolim Amaro, da TAM, observa que

a manutenção é um negócio mais consistente

e de melhores margens


A TAM Aviação Executiva (TAM AE), controlada pela família Amaro, que é sócia dos Cueto na Latam, planeja ter a liderança na manutenção da aviação executiva na América Latina em cinco anos. Para isso, Mauricio Rolim Amaro, presidente do conselho de administração da Latam, projeta elevar o faturamento em 10% ao ano, até atingir R$ 250 milhões em 2019.


No mercado brasileiro, a estratégia agora é avançar no Nordeste. A frota nessa região "está crescendo, com demanda que justifica um centro de manutenção", disse ao Valor Mauricio Rolim Amaro. Mas ele também estuda expandir a operação para o exterior. Questões burocráticas tornam a vinda de aviões de outros países para o Brasil demorada e cara, aponta o dono da TAM AE, empresa que ficou de fora do acordo com os Cueto e é 100% controlada pelos Amaro. "Por isso, vamos ter um centro de manutenção fora do país", disse Mauricio Amaro, que já negocia com governos da América Latina.


Quando a TAM juntou-se à chilena LAN, para criar a Latam dois anos atrás, Mauricio assumiu, no Chile, a presidência do conselho da nova maior aérea da América Latina. No Brasil, passou a dedicar mais tempo à TAM AE, que fatura cerca de R$ 150 milhões ao ano.


O primeiro passo foi dar uma guinada na linha de receita da companhia. "Nos anos 1990 quase toda nossa receita era de vendas [de aviões]", disse Mauricio Rolim. "Mas as margens foram diminuindo", conta, dizendo que as crises - das torres gêmeas, em 2001, e do crédito imobiliário americano, em 2008 - levaram as fabricantes de aviões a pressionarem a rentabilidade dos revendedores.


Há 15 anos, a manutenção era menos de 10% da receita da TAM Executiva; hoje essa unidade responde por 40% do faturamento. O gerenciamento de aeronaves - em que a empresa toma conta do ativo de terceiros - representa 35% e os 25% restantes são das comissões de vendas. "Queremos aumentar a participação da manutenção para mais de 50% em menos de três anos", disse Mauricio Amaro.


Para isso, o grupo já investiu mais de US$ 25 milhões nos últimos três anos. "Independentemente da economia, a manutenção tem que ser feita. É um negócio com maior previsibilidade", disse o empresário. "Também por isso, as margens são melhores", observa, citando uma rentabilidade de "dois dígitos médios".


Dos US$ 25 milhões gastos em investimentos desde 2012, cerca de US$ 15 milhões foram para o novo centro de manutenção em Aracati (CE), a cerca de 100 quilômetros de Fortaleza, que inaugura em setembro. A área total de hangar da TAM AE aumentará 33% para 60 mil metros quadrados. A empresa tem ainda a possibilidade de dobrar o atendimento em Jundiaí (SP), onde tem 20 mil metros quadrados.


E para atrair demanda para essa oferta, a TAM AE vai diversificar o leque de aeronaves para as quais pode fornecer manutenção. "Já temos de 85% a 90% [da frota] dos Cessna Citation", disse Mauricio Amaro, referindo-se à fabricante que tem mais aviões voando no Brasil hoje - são 3,6 mil unidades dos 14.639 aviões da frota da aviação geral do país em 2013.


O empresário quer começar a conquistar fatias de serviços de manutenção para modelos da Beechcraft, como o King Air. Esse plano que passa pela obtenção dos certificados junto às autoridades reguladoras do transporte aéreo e das fabricantes. "O King Air pode nos dar um aumento de receita em manutenção de 10% a 15%", projeta o empresário.


Outra linha do plano foca a capacitação e ganhos de eficiência, na equipe de 415 funcionários. "Nossa produtividade hoje, de oito aeronaves/mês por funcionário, vem crescendo 10% a cada ano", disse o executivo.


Valor Econômico

11/08/2014 às 05h00

Airship tem primeiro pedido de dirigíveis

Por Sérgio Ruck Bueno | De Porto Alegre


A Airship, uma sociedade entre a Transportes Bertolini e a Engevix para o produção de dirigíveis de carga, já recebeu os primeiros pedidos. O primeiro veículo será entregue para a Eletronorte em 2016 e será usado para levar pessoal, equipamentos e torres de transmissão de energia a áreas remotas da Amazônia.


O segundo será adquirido pela própria transportadora com sede em Bento Gonçalves (RS), que tem 50% do negócio, para movimentação de mercadorias em contêineres entre a Zona Franca de Manaus e uma central de distribuição rodoviária em Goiânia.


Diretor da Bertolini e membro do conselho de administração da Airship, Paulo Vicente Caleffi faz mistério sobre os volumes das encomendas. Em um fórum sobre logística promovido pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha, em Porto Alegre, o executivo limitou-se a dizer que o contrato com a Eletronorte é de R$ 30 milhões e que a transportadora iniciará a operação da rota Manaus-Goiânia com um veículo até o segundo semestre de 2017.


"O governo do [Estado americano] Alaska também fez contato conosco", acrescentou o empresário, que não informou o valor de venda dos futuros veículos. "O primeiro será mais caro, mas com o aumento da produção o preço tende a cair", comentou. A empresa ainda desenvolve projetos de "balões-guindastes" e já produz aeróstatos (veículos flutuantes fixos), sendo que pelo menos três deles são usados em missões de vigilância no país, acrescentou Caleffi, sem dar detalhes.


O dirigível da Airship começou a ser desenvolvido em 1992 em parceria com o Exército, como parte de um projeto que buscava alternativas para transportar suprimentos na Amazônia. Durante os estudos, técnicos visitaram oito países que dominam a tecnologia e chamou a atenção o uso do equipamento para o transporte de toras de madeira no Canadá e de minérios nos Estados Unidos.


Mais tarde, a Engevix, do grupo Desenvix, entrou no negócio, interessada na busca de um sistema para movimentação de materiais de construção em áreas remotas. Hoje a empresa tem sede em São Carlos (SP), onde já trabalham 50 engenheiros e será construída uma fábrica para o protótipo do veículo. A licença ambiental para a instalação da unidade acabou de sair, mas a produção em escala industrial poderá ser feita depois em outra cidade, que não foi revelada.


Segundo Caleffi, nos últimos três anos a Airship já investiu R$ 30 milhões no projeto, que será apresentado à presidente Dilma Rousseff. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ofereceu uma linha de crédito de R$ 130 milhões, mas a ideia é tomar apenas R$ 9 milhões, afirmou o empresário. Caleffi disse que, pelo menos por enquanto, não há planos de produzir veículos para voos de turismo.


Os dirigíveis usarão gás hélio, não inflamável, para flutuação e terão quatro motores a diesel que permitirão voar a 100 quilômetros por hora a até 700 metros de altura. Com eles, uma viagem entre Manaus e Goiânia levará apenas 26 horas, contra oito dias, em média, necessários para cumprir o trajeto de caminhão. O preço do frete, de acordo com Caleffi, será "competitivo" em relação aos demais modais de transporte.


Os primeiros dirigíveis poderão carregar até 54 toneladas de carga em contêineres, o equivalente à capacidade de dois caminhões, com possibilidade de chegar a 500 toneladas no futuro. A tripulação será formada por quatro pessoas e a autonomia de voo chegará a seis sem reabastecimento ou dois meses caso o compartimento de gás seja perfurado por dois tiros de canhão. O veículo será feito com estrutura em fibra de carbono, o que o torna 80% mais leve do que os antigos dirigíveis, que voavam durante a década de 1930, disse Caleffi.


O Valor entrou em contato com a assessoria da Eletronorte, mas até o fechamento desta edição nenhum representante da companhia estava disponível para comentar o assunto.


Valor Econômico

11/08/2014 às 05h00

Brasil quer negociar prazo de 15 anos e carência até 2023 para pagar caça sueco

Por Fernando Exman | De Brasília


Caça Gripen NG, jato fabricado pela sueca

Saab: negócio de US$ 4,5 bilhões para a

aquisição de 36 aviões para a FAB


Os governos de Brasil e Suécia estão concluindo as negociações para o financiamento da compra dos 36 novos caças Gripen NG pela Aeronáutica, um negócio de US$ 4,5 bilhões, cujas condições são consideradas bastante satisfatórias pelas autoridades brasileiras. A expectativa da administração Dilma Rousseff é que a linha de crédito seja feita de governo a governo, com taxa de juros de 3% ao ano, prazo de 15 anos e início de pagamento só a partir da entrega de todos os aviões pela empresa Saab. Ou seja, carência até 2023 e um potencial impacto fiscal somente no longo prazo.


O modelo do financiamento deveria ser definido na visita ao país da ministra da Defesa da Suécia, Karin Enström, prevista para esta semana. Mas a viagem foi adiada e em breve será remarcada para uma nova data. Como é responsável pelas operações de combate a um incêndio florestal que já destruiu 15 mil hectares e desalojou mil moradores, a ministra decidiu não sair da Suécia. Chegou a ser cogitada a possibilidade de o vice-ministro Carl von der Esch representá-la, mas a ideia também foi deixada de lado devido ao incêndio. O desastre natural virou uma pauta da política local.


A empresa sueca Saab foi declarada vencedora da disputa no chamado projeto FX-2 em dezembro de 2013, batendo o Rafale da francesa Dassault e o F-18 da americana Boeing. Desde então, vêm sendo discutidos os detalhes do contrato de aquisição dos caças, o qual deve ser assinado até o fim do ano.


O projeto FX-2 tem como objetivo a substituição dos caças de combate F-5 e Mirage, o que engloba também logística, treinamento, simuladores de voo e projetos de transferência de tecnologia e cooperação industrial. A Embraer já assinou um memorando de entendimento com a Saab para que as duas empresas façam a gestão conjunta do projeto. Procurada, a companhia não quis se pronunciar.


Duas iniciativas são articuladas entre os países. Uma é o desenvolvimento e a aquisição dos 36 caças novos, os quais devem começar a ser entregues em 2018. O outro é a oferta da Suécia para que o Brasil receba dez Gripen na sua versão atual como solução temporária até a chegada das novas aeronaves. Esses modelos são usados hoje pela África do Sul, por exemplo, para onde a Aeronáutica enviou recentemente uma comitiva a fim de conhecer a operação dos equipamentos e testá-los.


A FAB deve mandar militares para a Suécia em 2015 para treinamento, e os suecos também têm enviado ao Brasil representantes para que o projeto avance. Uma comitiva da Saab, por exemplo, visitou pela primeira vez em abril a Base Aérea de Anápolis, onde os novos caças ficarão. Dois meses antes, a agência de exportação de equipamentos militares do governo sueco fez o mesmo.


Em abril, durante visita à Suécia do ministro da Defesa, Celso Amorim, os dois países assinaram acordos para viabilizar a cooperação na área de defesa e a proteção de informações sigilosas.


Correio de Sergipe

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Aéreas pedem redução de impostos ao governo federal

Folha Press


 Divulgação

Os presidentes das quatro maiores companhias aéreas brasileiras entregarão uma carta aos candidatos à Presidência da República em que pedem a revisão do custo do combustível de aviação, que representa cerca de 40% das despesas delas.


O teor da carta foi divulgado nesta quarta-feira (6), em debate promovido pela Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) e pela CoppeI UFRJ no Rio. Além de endereçado aos presidenciáveis, o documento também foi entregue ao ministro Moreira Franco (Secretaria de Aviação Civil), para encaminhá-lo à presidente e candidata à reeleição Duma Rousseff (PT).


As quatro empresas - TAM, Gol, Azul e Avianca, que representam mais de 99% do mercado doméstico - pedem que o custo final do combustível esteja alinhado ao preço internacional.


Propõem ainda uniformização em 6% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobradas pelos Estados, que variam de 4% a 25%.


No documento, as empresas reivindicam programas que “garantam a reconquista do mercado internacional de passageiros pelas empresas brasileiras”, nicho ocupado hoje quase totalmente pela TAM. Pedem ainda o aumento da capacidade dos aeroportos brasileiros - a maioria dos aeroportos das capitais opera no limite ou perto dele. Também sugerem a ampliação do espaço aéreo; atualmente os aviões voam mais distantes entre si do que ocorre, por exemplo, na Europa. Juntas, as empresas têm cerca de 500 aviões e fatura RS 28 bilhões, segundo a Abear.


Segundo o ministro Moreira Franco, todos os pontos fazem parte da política do governo Duma Rousseff, mas não se conseguiu “avançar na questão da carta tributária”. “Estamos permitindo que as empresas internacionais venham e as nossas empresas não estão aproveitando e dando a contrapartida”, disse.


Diário Catarinense

09/08/2014 | 07h01

Infraero interrompe obras no aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis

Órgão decidiu parar construção da pista, da área de taxiamento e dos acessos pavimentados no terminal

Moacir Pereira

moacir.pereira@gruporbs.com.br



Desde janeiro, data da foto, pouco avançaram as obras do novo terminal

Foto: Guto Kuerten / Agencia RBS


A direção nacional da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), em Brasília, decidiu suspender as obras de construção da pista, da área de taxiamento e dos acessos pavimentados do novo aeroporto internacional Hercílio Luz, em Florianópolis.


A execução da obra estava a cargo do consórcio Aeroportos Brasil, integrado por três empresas, uma portuguesa, outra baiana e a terceira de Santa Catarina.


O ato foi assinado no dia 5 de agosto. A suspensão é válida por 120 dias. A justificativa da direção da estatal para a paralisação dos serviços deve-se à necessidade de “rever o planejamento e o cronograma das obras”.


A decisão causou impacto, pois já tinham sido executados mais de 80% dos serviços previstos no projeto. A licitação para as obras foi lançada pela Infraero em 23 de novembro de 2011. O contrato foi firmado no início de 2012, no valor de R$ 118 milhões, para conclusão em 21 meses.


A construção do novo terminal do aeroporto Hercílio Luz, a cargo da construtora Espaço Aberto, de Florianópolis, também sofrerá novo atraso. Previsão de que seja superior a um ano.


A Espaço Aberto foi contratada pela Infraero em 12 de dezembro de 2012. Receberia R$ 188 milhões com prazo de 27 meses. O presidente da empresa, Paulo Almeida, esteve com o departamento jurídico da Infraero em Brasília e Porto Alegre, negociando a assinatura de um aditivo contratual.


Há informações de que a estatal pretendia rescindir o contrato. Mas Almeida informou que a hipótese não existe, pois está fechando acordo para concluir as obras de ampliação do aeroporto de Porto Alegre e do novo terminal de Florianópolis.


Máquinas paradas há mais de dois meses


A previsão é de que o novo contrato seja assinado no fim de agosto. Com isto a previsão de conclusão fica para 2016. Há mais de dois meses que as obras do novo terminal estão paralisadas. Máquinas de estaqueamento foram desmobilizadas e os operários dispensados.


Segundo informações oficiais, apenas 50% dos serviços de estaqueamento estão concluídos pela Espaço Aberto. A empresa alega que o consórcio Aeroportos Brasil não executou a tempo os serviços de terraplanagem.


DIÁRIO CATARINENSE


Jornal do Comércio - RS

011/08/2014 - 08h25min

Anac libera voos da Azul entre Brasil e Estados Unidos

ESTADÃO conteúdo


ANTONIO PAZ/JC


Projeto da empresa em embarcar no mercado internacional começou em 2012


A Azul Linhas Aéreas Brasileiras recebeu o sinal verde do governo federal para iniciar voos aos Estados Unidos. O aval está presente em ata da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (11). Foram liberadas 18 frequências semanais para a realização de "serviços aéreos mistos entre o Brasil e os Estados Unidos".


Como já informou o Broadcast , serviço de informações da Agência Estado, a Azul escolheu o aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior paulista, para lançar seus voos internacionais, que serão conectados com a operação doméstica da empresa. Campinas é o principal centro de distribuição de voos nacionais da empresa, com ligações diretas para 50 cidades.


No começo deste ano, o jornal O Estado de S. Paulo informou que a Azul estava se preparando para operar voos internacionais e estudava comprar aviões maiores. "Sim, existe a intenção de fazer voo internacional. Essa é nossa visão de longo prazo e não nego que estamos fazendo esse e outros estudos", disse, à época, o diretor de comunicação da Azul, Gianfranco Beting. O projeto de lançar voos internacionais começou a ganhar força dentro da Azul no início de 2012, mas ficou na gaveta após o anúncio da fusão com a Trip, em maio daquele ano.


Também no DOU de hoje, a Anac anunciou a decisão de "alocar sete frequências semanais à empresa TAM Linhas Aéreas para a realização de serviços aéreos mistos entre o Brasil e o Paraguai".


Jornal Sierra Mar - RS

Seg, 04 de Agosto de 2014 20:23

BQB recorta rutas internacionales

Escrito por Sierramar




ASUNCIÓN/PARAGUAY –(Texto en idioma español) - La línea aérea BUQUEBUS está efectuando importantes recortes en sus rutas regionales desde Montevideo. Informaciones provenientes de Uruguay, señalan que BQB Líneas Aéreas, mantendrá las operaciones a Buenos Aires, Porto Alegre y Asunción.


También se mantienen las frecuencias desde Buenos Aires a Punta del Este. Quedan fuera de servicio las operaciones a Santiago de Chile, suspendidas meses atrás, Sao Paulo, Curitiba y Río de Janeiro.


Leasing cancelado


La empresa igualmente canceló el leasing del Airbus 320 y ahora estaría operando solamente con sus cuatro aviones ATR- 72/500. Las medidas obedecen al cambio de las condiciones actuales del mercado aeronáutico que obligan a una reformulación de su plan de negocios, al recorte de rutas y también de personal, conforme a lo publicado en el diario El País, de Montevideo.


FUENTE: Revista Contacto Turístico: (595 21) 451712

Editor: Francisco Ramirez Vouga

contactoturistico@contacto.com.py


Paraná-online

09/08/2014 | 11:04

Infraero negocia PDV para desligar 2,5 mil funcionário

ESTADÃO conteúdo


Com a entrega, na próxima segunda-feira, dos aeroportos de Confins (MG) e Galeão (RJ) aos concessionários, a estatal Infraero entrará em seu mais agudo período de "vacas magras", que deve perdurar pelo menos até 2018. A partir de 2015, a estatal, até então responsável por esses dois aeroportos, deverá dar prejuízo da ordem de R$ 450 milhões ao ano, informou o presidente da empresa, Gustavo do Vale, ao jornal O Estado de S. Paulo.


Com a entrega dos principais aeroportos à iniciativa privada, a Infraero perdeu a fonte de cerca de 65% das receitas que tinha até 2012. Além de Confins e Galeão, a empresa deixou de arrecadar com Guarulhos, Viracopos (SP) e Brasília. Além disso, o Augusto Severo, no Rio Grande do Norte, foi fechado depois que o aeroporto privado de São Gonçalo do Amarante começou a operar. "Mas nós não perdemos as despesas correspondentes", disse Vale.


Cerca de 80% dos funcionários dos aeroportos já concedidos foram devolvidos à Infraero. Voltando, eles são readequados na própria empresa, já que até agora a opção foi não demitir. Para aliviar a situação, a empresa negocia com o Ministério do Planejamento um programa de redução do seu quadro de funcionários. A Infraero pede recursos, estimados inicialmente em R$ 750 milhões, para iniciar um Plano de Demissão Voluntária (PDV). Isso ajudaria a desligar 2,5 mil funcionários de um total pouco superior a 12 mil.


A medida, explicou Vale, é necessária para equilibrar as despesas de custeio da estatal a seu novo nível de receitas. "Com 10 mil funcionários, eu equilibro receitas e despesas." Sem o PDV, a Infraero terá um prejuízo de R$ 450 milhões em 2015. A empresa, que até agora conseguia bancar o próprio funcionamento com a arrecadação de taxas próprias, precisará dessa injeção dos cofres públicos.


"Pela primeira vez, precisaremos de aporte do Tesouro para pagar custeio", disse Vale.


Orçamento. Além do quadro de pessoal que não é pequeno, a Infraero precisa bancar o funcionamento de 75 unidades de navegação aérea, e que não geram receita. O custo anual dessa atividade coincide com os R$ 450 milhões de prejuízo.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Diário do Comércio - MG

09/08/2014

Fabe vai construir fábrica em Araguari

Para 2014, empresa que desenvolve pequenas aeronaves projeta crescimento de 40% na comparação com 2013

Nádia de Assis



Atualmente, as aeronaves da Fabe são fabricadas somente sob encomenda


A paixão do administrador Erick Nilson Rodrigues da Cunha por aviões motivou o surgimento, em 2002, da Fábrica Brasileira de Aeronaves (Fabe), com sede em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Neste ano, a empresa projeta crescimento de 40% na comparação com 2013, índice impulsionado pela maior divulgação do Bumerangue EX-27, aeronave executiva de alta performance, projetada para comportar até quatro pessoas.


Além dela, considerada o carro-chefe, a empresa também produz o Stol Tractor UT-23, agrícola com capacidade para 1.000 litros, e o Falcão AG-21, agrícola e com capacidade para 500 litros. Atualmente, as aeronaves são fabricadas somente sob encomenda e são produzidas, em média, um total de três por ano. A Fabe ainda atua nas áreas de reforma e manutenção de aeronaves.


Nova planta - No próximo ano, a Fabe pretende começar as obras de uma nova fábrica, anexa ao aeroporto de Araguari, também no Triângulo. "A prefeitura da cidade nos fez esse convite, para instalar uma nova planta na cidade, mas o projeto ainda está em fase de estudos e é necessário captar recursos. Por isso, por enquanto não é possível estimar, ao certo, o valor total do investimento", informa um dos sócios, Douglas Rodrigues da Cunha. A princípio, a fábrica deve ter capacidade para produzir entre oito e 10 aviões por ano.


Outro objetivo da Fabe para 2014, conforme ele, é buscar autorização junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para que o Bumerangue EX-27 seja também utilizado na prestação de serviços, como táxi aéreo. Neste momento, as aeronaves são comercializadas a pessoas físicas, que precisam se deslocar de um local para outro com maior agilidade. O preço de um avião da Fabe varia entre US$ 189 mil e US$ 250 mil, de acordo com a motorização e equipamentos ligados ao produto.


Embora a sede esteja localizada em Uberlândia, a maior parte dos clientes atendida pela empresa está concentrada em São Paulo. Estados localizados na região Centro-Oeste, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, também são considerados estratégicos para os negócios da Fabe.


Cunha ressalta que a empresa cumpre um importante papel no sentido de aproximar da prática o conhecimento produzido dentro das instituições de ensino superior. Isso porque, a Fabe mantém parcerias com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde são oferecidos os cursos de Engenharia Aeronáutica e Engenharia Aeroespacial, respectivamente.


Diário da Manhã - GO

10/08/2014 às 16h27

Pesquisa revela qual o melhor dia para embarcar com passagens aéreas mais baratas

DIÁRIO DA MANHÃ

LUDMILLA MOREIRA


A maioria das pessoas que precisa viajar de avião, geralmente fica por um bom tempo procurando por companhias aéreas com passagens a preços mais acessíveis.


Uma pesquisa recente revelou que os preços das passagens mudam de acordo com o dia do embarque. Uma agência de viagens informou que o valor das passagens pode variar em mais de 30%, dependendo do dia escolhido para o embarque.


Os embarques na segunda-feira são os mais caros e os de sábado tem os melhores preços da semana. Segundo a agência ViajaNet, os bilhetes de sábado são aproximadamente 25% mais baratos que os tíquetes do restante da semana. Os bilhetes comprados para embarque na segunda-feira são geralmente 30% mais caros.


No levantamento, também foi revelado quais são os dias mais procurados para embarque. Segundo o gerente de marketing da agência de viagens, Gustavo Mariotto, o dia mais procurado para embarque é a sexta-feira, enquanto o domingo é o dia em que a procura é mais baixa. "Por essas razões, é fundamental que o consumidor pesquise muito antes de comprar uma passagem aérea", recomenda Gustavo.



Foto:Reprodução


Um dos trechos mais caros do país é o que liga o Rio de Janeiro a João Pessoa. O preço é de aproximadamente R$ 1.800 para embarque em uma segunda-feira, no mês de agosto. Porém, se a mesma viagem for realizada no sábado, a passagem despenca em 60%, chegando a R$ 730.


Voar do Rio de Janeiro a São Paulo é um dos trechos mais baratos. Uma passagem com embarque para um dia de sábado em novembro, sai por R$ 50.


Com informações do 'R7'.


Tribuna Hoje - AL

11 Agosto de 2014 - 09:37

Mais novo avião do mundo tem internet, mais espaço e iluminação de LED

Modelo deve começar a operar no Brasil no ano que vem; primeira companhia a receber será a TAM

r7.com




O mais novo avião do mundo, o Airbus A350 XWB, já despertou interesse de 38 clientes em todo o mundo, incluindo três companhias aéreas brasileiras. Isso devido à modernidade da aeronave que inclui janelas panorâmicas, poltronas com telas de até 12 polegadas, mais espaço para bagagens, entre outras características.


O design da cabine é voltado para propiciar uma atmosfera relaxante. A iluminação em LED consegue produzir até 16,7 milhões de cores diferentes para ambientações


Além disso, os sistemas de controle de ar são renovados a cada três minutos, o que proporciona um ambiente sem corrente e mais agradável

Os compartimentos superiores para bagagens são maiores em todas as classes e permitem mais de uma mala com rodinhas


Dentro da aeronave, as poltronas são equipadas com telas de até 12 polegadas na classe econômica. Os passageiros também poderão conectar a internet dentro do avião através do sistema de Wi-Fi


Todo o piso do avião também é plano e as janelas panorâmicas criam grandes ângulos de visão


Na classe executiva, as poltronas reclinam totalmente virando camas. Os passageiros também têm uma lâmpada para mesa, TVs high-definition e porta-revista


Diferente da econômica onde são nove poltronas por fileira (três blocos de três assentos), na executiva são seis (três blocos de duas poltronas)


Mercado&Eventos

09/08 - 11:26

Azul terá voos extras entre Parnaíba e Fortaleza nas férias de verão


​A alta de temporada no Nordeste brasileiro durante o verão motiva a Azul Linhas Aéreas Brasileiras a oferecer voos extras entre Fortaleza e Parnaíba de 26 de dezembro a 31 de janeiro. As solicitações foram encaminhadas à Agência Nacional de Aviação Civil – quando aprovadas, as operações adicionais serão sempre às sextas-feiras.


Entre as comemorações de ano-novo e o período de férias, a companhia facilitará a chegada de ainda mais Clientes a locais como Jericoacoara, Delta do Parnaíba e Lençóis Maranhenses. O acesso a esses pontos turísticos é feito via terrestre a partir dos dois destinos que terão voos extras.


“Naturalmente, há um acréscimo expressivo de demandas de nossos clientes para o verão no Nordeste. Desta forma, pretendemos colocar mais assentos à disposição e fazer com que ainda mais pessoas aproveitem as férias em lugares paradisíacos. Além disso, a nossa iniciativa reforçará o turismo em uma região já reconhecida por oferecer inúmeros atrativos”, destaca Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.


Samantha Chuva


Portal iG

11/08/2014 10:14

Governo autoriza operação de concessionárias em Confins e Galeão

Com a obtenção dos certificados, as concessionárias ficam aptas para assumir aeroportos com o apoio da Infraero

Reuters


Infraero/Divulgação


Aeroporto de Confins, em Minas Gerais


O governo federal concedeu certificados operacionais provisórios para a Concessionária Aeroporto Rio de Janeiro no Aeroporto Antônio Carlos Jobim, o Galeão, e para a Concessionária do Aeroporto Internacional de Confins, na capital de Minas Gerais, segundo portarias da Superintendência de Infraestrutura Aeroportuária publicadas no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (11).


Com a obtenção dos certificados, as concessionárias ficam aptas para assumir a operação dos aeroportos com o apoio da Infraero.


A concessionária Aeroporto Rio de Janeiro é formada por Odebrecht Transport, Changi Airports International e Infraero. O grupo assinou em abril deste ano o contrato para ampliação manutenção e operação do Aeroporto do Galeão por 25 anos.


Já a Concessionária do Aeroporto Internacional de Confins - Tancredo Neves é formada pelo grupo CCR, Zurich Airport International, Munich Airport International, e Infraero. A concessão terá prazo de 30 anos.

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