AeroClipping, quarta-feira, 05/11/14 - ano XII - nº 293

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O Globo

Governo limita benefício à aviação regional

G1

Tráfego aéreo internacional cresce 5,3% em setembro, diz Iata

Jornal do Comércio - RS

Gol mantém projeção financeira para o ano

Infraero investe R$ 24,5 milhões em ônibus para embarque

Folha do Estado - MT

Aeroporto Internacional Marechal Rondon ocupa a penúltima posição em satisfação

Bahia Econômica

Salvador terá novo voo direto de Buenos Aires a partir de janeiro de 2015

Diário do Amapá

Passageiro poderá usar celular em voo até fim do ano

Jornal de Turismo

Revista TAM Nas Nuvens de novembro divulga roteiros turísticos

Mercado&Eventos

Juazeiro do Norte: nova área do aeroporto já opera experimentalmente

“Para a Gol segurança é de extrema importância”, diz diretor

Deutsche Welle

Acordo com EUA deve ampliar presença de companhias aéreas estrangeiras no país


O Globo

5 nov 2014

Governo limita benefício à aviação regional

Subsídios serão de, no máximo, 15% do Fundo Nacional da Aviação Civil

GERALDA DOCA

geralda@bsb.oglobo.com.br

LINO RODRIGUES

lino.rodrigues@sp.oglobo.com.br

dado galdieri/bloomberg/15-12-2011

De olho no interior. Aviões da Gol em Guarulhos: empresa quer se expandir

- BRASÍLIA E SÃO PAULO- O governo cedeu às críticas de parlamentares e decidiu incluir na medida provisória ( MP) 652, que cria o subsídio à aviação regional, algumas travas para evitar transferência indevida de recursos públicos às empresas do setor. O programa terá validade de até dez anos (de cinco anos, podendo ser prorrogado por mais cinco anos). Além disso, será fixado teto para a subvenção, limitada a 15% do saldo do Fundo Nacional de Aviação Civil ( Fnac), que é abastecido pelas outorgas pagas pelos aeroportos privatizados e que vai financiar a aviação regional no país.

O Fundo tem receitas estimadas em R$ 4,2 bilhões em 2015 e, na proposta orçamentária enviada ao Congresso, o Executivo reservou R$ 500 milhões para a concessão dos subsídios. Ficou definido que o programa vai beneficiar, com isenção de tarifa aeroportuária, terminais que movimentem até 600 mil passageiros por ano. Nos aeroportos dos estados que compõem a Amazônia Legal, o teto será de 800 mil passageiros. O texto original do governo não contém esses detalhes, que seriam regulamentados posteriormente por decreto presidencial.

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, disse ontem que pretende elevar o número de destinos fora das capitais brasileiras assim que o governo definir o plano para a aviação regional. Desde o início do ano, disse ele, a aérea inaugurou cinco novos trechos regionais, entre eles Bonito (MS), Caldas Novas (MG) e Altamira (PA).

GOL MIRA NO NORDESTE

Conforme a companhia, mais da metade dos 69 destinos atendidos são pequenas cidades. O plano é continuar agregando de dois a três novos aeroportos regionais por ano, inclusive no Nordeste.

— Vamos ampliar os destinos regionais. Estamos esperando a definição do plano de aviação regional do governo para definir qual será a nossa fase 2, já que somos hoje a companhia que mais transporta passageiros nesse segmento — afirmou o executivo.

Apesar dos rumores de que a Gol estaria avaliando a aquisição de aviões menores, com 130 e 140 assentos, da Embraer, Kakinoff descartou o que ele classificou de “despadronização“da frota. Atualmente, a empresa opera somente com aviões da Boeing e, segundo ele, a operação com aeronaves “padronizadas”, de um único fabricante, é estratégica e ajuda na eficiência de custos.

— Para a empresa, só faria sentido “despadronizar” essa frota se realmente houver um mercado com receita disponível muito superior ao que temos hoje no nosso radar. A postura da companhia é manter a frota padronizada — afirmou o presidente da Gol, que não quis falar sobre o desempenho econômico, uma vez que a companhia se encontra em período de silêncio por conta da divulgação de resultados, na próxima semana.


G1

04/11/2014 13h29

Tráfego aéreo internacional cresce 5,3% em setembro, diz Iata

Segundo presidente da Iata, demanda cresce em linha com as expectativas.

Brasil elevou em 4% a demanda em setembro na comparação com 2013.

Do Valor OnLine

A demanda no transporte aéreo medida em passageiros por quilômetros transportados (RPK, na sigla em inglês) cresceu 5,3% em setembro ante o mesmo mês de 2013, informou nesta terça-feira a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), entidade que representa 240 companhias de aviação comercial no mundo e 84% do tráfego nesse modal no planeta.

A oferta apurada em assentos por quilômetros disponíveis (ASK, na sigla em inglês) avançou 5,1% na mesma base de comparação. A taxa de ocupação fechou setembro em 80,3%, 0,2% acima da taxa de um ano antes.

No acumulado do ano, o transporte aéreo de passageiros registra aumento de 5,9% para a demanda e de 5,7% para a oferta. "No geral, a demanda por viagens de passageiros está crescendo em linha com as expectativas. Vimos, no entanto, algumas mudanças na força de algumas fontes de expansão em setembro. O fortalecimento das economias dos Estados Unidos e da Ásia foi atenuado pela fraqueza na Europa e na América Latina", disse o presidente da Iata, Tony Tyler.

Entre os mercados regionais, a Índia teve em setembro o maior crescimento, com avanço de 26,3%. A China aparece em seguida, com 8,6% de aumento. O Brasil elevou em 4% a demanda, segundo a Iata.

O presidente da entidade disse que, apesar da retomada da atividade econômica no mundo e da queda do preço do petróleo, o ambiente do transporte aéreo de passageiros ainda é desafiador para o setor. "Ainda há muitos riscos, incluindo o enfraquecimento de economias importantes como a europeia e a brasileira, além da ameaça do Ebola em termos de impacto na confiança das pessoas em utilizar o transporte aéreo", lembrou o executivo.

A Iata projeta para 2014 que as empresas vão registrar um lucro líquido somado de US$ 18 bilhões, uma receita de US$ 746 bilhões e uma margem líquida de lucro de 2,4%.


Jornal do Comércio - RS

05/11/2014

Gol mantém projeção financeira para o ano

Expectativa da empresa é de alcançar, ainda em 2014, um crescimento de sua margem operacional entre 3% e 6%

Jefferson Klein, de Diadema (SP)

marcelo g. ribeiro/jc

Companhia tem crescido mais do que o mercado brasileiro em número de passageiros em voos domésticos

Apesar da instabilidade econômica vivida no momento, a Gol persiste na estimativa de crescimento da sua margem operacional (que mensura a eficiência de operação de uma companhia) para 2014. A expectativa da empresa é de alcançar um percentual entre 3% a 6%. Se for levado em conta apenas o primeiro semestre do ano, a companhia obteve uma elevação de 3,7%. Em 2013, a margem foi de 3%, revertendo um resultado negativo de -11,2% do ano anterior.

Em 2013, a empresa teve lucro operacional de R$ 266 milhões, contra um revés de -R$ 905,6 milhões em 2012. Quanto ao lucro líquido, o grupo também vem evoluindo, diminuindo o prejuízo, que foi de cerca de -R$ 1,5 bilhão há dois anos, para um desempenho negativo de -R$ 724,6 milhões em 2013. Um dos fatores que explica a diferença entre os dois indicadores (operacional e líquido) é o impacto cambial e, apesar de ainda não ter atingido um lucro líquido positivo, os executivos da Gol consideram que a companhia encontra-se em uma trajetória de recuperação.

Uma prova disso, cita o presidente do grupo, Paulo Sérgio Kakinoff, é que a ação da empresa subiu de R$ 6,00, em meados de 2013, para R$ 13,00 atualmente. Os melhores resultados financeiros vêm acompanhados de uma diminuição de colaboradores (que passou de 20.525 em 2011 para 16.319 em 2013) e uma maior taxa de ocupação das aeronaves. Esse último item avançou de 67,7% no segundo trimestre de 2013, para 75,2% no mesmo período deste ano.

O vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Gol, Edmar Lopes, ressalta que quando “o avião sobe, o acento morre”. O dirigente comenta que é como uma fábrica de gelo, que se não vender sua produção o artigo acaba derretendo. Conforme Lopes, a companhia tem crescido mais do que o mercado em número de passageiros transportados no ambiente doméstico. A Gol saltou de 15.340 passageiros registrados no primeiro semestre do ano passado para 17.096 de janeiro a junho de 2014, um incremento de 11%. Já o segmento como um todo passou de 42.831 para 46.185 pessoas no mesmo período.

Kakinoff complementa que o Brasil registra dois grandes grupos de consumidores dentro do setor aéreo: as pessoas que viajam a lazer (40%) e as que se deslocam a negócios (60%). O primeiro público é formado, em sua maioria, por clientes que adquirem a passagem com mais de 90 dias de antecedência e que buscam preços atrativos. Os que têm o foco no trabalho primam pelo conforto, pontualidade e conveniência.

A presença desses dois grupos é uma das explicações da discrepância dos valores das tarifas. Os que desejam mais comodidade, com acentos mais espaçosos, e também aqueles que compram a passagem em um momento mais próximo ao voo pagam mais caro. Kakinoff compara o modelo a uma espécie de sistema “Robin Hood”.

No ano passado, o preço médio da passagem da Gol no mercado doméstico foi de R$ 239,00, contra os R$ 327,00 verificados no setor. Kakinoff detalha que os valores oscilam e são compostos principalmente devido a dois fatores: antecedência da procura por lugares e ocupação da aeronave. O dirigente ressalta que o planejamento é fundamental para o segmento. Nesse sentido, a empresa abre a compra de seus voos 330 dias antes deles acontecerem.

O executivo reforça que o público tem intensificado o interesse pelo modal aéreo nos últimos anos. Em 2003, em relação a viagens nacionais acima de 75 quilômetros, envolvendo passageiros de ônibus e aviões, 72% escolheu o modo de transporte terrestre e 28% esse último. Em 2013, houve uma inversão, com 59% optando pelo aéreo e 41% pelo rodoviário.

Kakinoff atribui esse cenário ao aumento do poder aquisitivo da população e à queda das tarifas. O dirigente ressalta que o Brasil é o quarto maior mercado doméstico de aviação do mundo, sendo que a Rio-São Paulo é a terceira maior ponte aérea do planeta, atrás apenas de Tóquio-Okinawa e Nova Iorque-Boston. De 2001 até meados de 2014, a Gol havia vendido cerca de 300 milhões de passagens.


Jornal do Comércio - RS

04/11/2014 - 18h44min

Infraero investe R$ 24,5 milhões em ônibus para embarque

ESTADÃO conteúdo

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) investiu R$ 24,5 milhões na ampliação da frota de ônibus para transporte de passageiros. O embarque remoto, que envolve o fluxo de passageiros nos trajetos entre os terminais e aeronaves, recebeu 58 novos ônibus. Com isso, são agora 104 veículos desse tipo nos aeroportos administrados pela empresa.

Os novos ônibus vão reforçar o serviço de transporte nos aeroportos de Fortaleza (CE), Maceió (AL), Confins (MG), Santos Dumont (RJ), Curitiba (PR), Congonhas (SP), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belém (PA), Manaus (AM), Cuiabá (MT) e Salvador (BA). A Infraero afirma que são veículos equipados com tecnologia capaz de oferecer alto padrão de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, além de oferecer mecanismos de segurança que evitam os riscos de fechamento das portas sobre os passageiros e de deslocamento em caso de abertura das entradas e saídas.

"O passageiro embarcará num ônibus com câmeras de ré e sistema especial de iluminação", explica o superintendente de Gestão Operacional da Infraero, Antônio Erivaldo Sales. Os novos ônibus contam com visual inspirado na bandeira do Brasil e na marca da empresa.


Folha do Estado - MT

03/11/2014 16:11

Aeroporto Internacional Marechal Rondon ocupa a penúltima posição em satisfação

Pesquisa realizada pela Secretaria de Aviação Civil revela que Cuiabá só ganha de Guarulhos

Autor: Luana Silveira

Fonte: Folha do Estado

E o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, situado na cidade vizinha Várzea Grande, ocupa a triste posição de ser o penúltimo aeroporto quando a questão é a satisfação dos passageiros. O nosso aeroporto só está à frente ao de Guarulhos, situado em São Paulo.

Dados do Relatório de Desempenho Operacional dos Aeroportos, divulgado pela Secretaria de Aviação Civil dão conta que para a confecção deste documento foram analisados 47 itens, dentre eles: acesso a wi-fi, o alto preço dos alimentos eram as principais queixas de quem circulava pelo aeroporto.

Em uma escala de 1 a 5, Cuiabá teve média de 3,64, enquanto a media nacional dos demais aeroportos brasileiros era de 3,90. Nesta avaliação itens como: tempo de espera no check-in, limpeza, infraestrutura, e conforto do terminal, quantidade de banheiros disponíveis, foram os principais itens lembrados pelos entrevistados.

Quando questionados sobre o que não lhe agradavam no Marechal Rondon, os entrevistados relataram que o a nossa infra-estrutura deixa muito a desejar, estacionamento, valor dos produtos do restaurante/lanchonete, e a disponibilidade das tomadas foram às principais queixas.

No ano passado, ocupamos a triste posição de ser o ultimo na lista de satisfação dos visitantes, neste ano melhoramos uma casa, passando a penúltimo.

Para Paulo Henrique Possas, diretor de Gestão Aeroportuária da SAC, o bom desempenho na percepção do usuário reflete a entrega de obras de infraestrutura para a Copa do Mundo. “As instalações físicas desses aeroportos melhoraram muito, e isso tem um impacto direto sobre o grau de conforto, que pesa muito na avaliação do passageiro”, afirmou Possas.


Bahia Econômica

05/11 - 07:00hs

Salvador terá novo voo direto de Buenos Aires a partir de janeiro de 2015

ARMANDO AVENA

A Bahia terá novos voos diretos para a Argentina operados pela companhia aérea Gol, que tramita pedido para liberação da frequência na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A criação da ligação Salvador X Buenos Aires é resultado das negociações realizadas pelo secretário estadual do Turismo, Pedro Galvão, durante a Feira Nacional da Abav, em setembro.

A aeronave usada será um Boeing 737-800, com capacidade para 177 passageiros, que vai operar duas vezes por semana, às quartas e sábados, a partir de 4 de janeiro. Durante encontro com o diretor de Planejamento de Malha Aérea da Gol, Cláudio Borges, nesta terça-feira (4), Pedro Galvão pediu a antecipação para que turistas possam programar as viagens de fim de ano.

Na reunião, os dois também mostraram interesse na implantação de voos no interior da Bahia. Cláudio falou de cidades como Barreiras e Vitória da Conquista, enquanto Galvão destacou o potencial de Correntina e Bom Jesus da Lapa, reduto do turismo religioso no estado. Em âmbito internacional, a Gol estuda uma ligação de Salvador com Punta Cana, na República Dominicana.

A companhia Aerolineas Argentinas também já havia confirmado para janeiro de 2015 o início da operação de seis voos semanais na rota Buenos Aires-Salvador-Buenos Aires. A partir de março, a frequência passa a ser diária. Os bilhetes estão sendo vendidos pelo site da empresa.


Diário do Amapá

Terça, 04 Novembro 2014 13:42

Passageiro poderá usar celular em voo até fim do ano

Politica 3 - ANAC

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou uma instrução suplementar para facilitar a liberação do uso de equipamentos eletrônicos como celulares, tablets e câmeras fotográficas em todas as fases do voo.

Se autorizada a liberação, os equipamentos poderão ser usados no modo avião, que não permite ligações telefônicas e acesso à internet. Atualmente, é preciso desligar os eletrônicos durante o pouso e a decolagem. Com a mudança, durante o taxiamento até o portão de desembarque seria permitido o uso de celuares com o modo de transmissão ativado.

A expectativa é que até o final do ano comecem a sair as liberações para o uso dos eletrônicos em todas as fases do voo, de acordo com a Anac. Para obter a autorização, as companhias aéreas devem fazer uma análise de sua frota, determinando se é segura a expansão do uso de dispositivos eletrônicos portáteis às demais fases de voo, além da fase de cruzeiro, sem causar problemas ao sistema de navegação da aeronave. Cada modelo de aeronave deverá ser avaliado.

A Anac informou que havia recebido algumas solicitações de empresas aéreas brasileiras para expansão do uso dos eletrônicos portáteis. Os processos recebidos estão em análise e, a partir da publicação da instrução suplementar, a avaliação final e eventual aceitação para expansão poderá ser concretizada, de acordo com a agência. A instrução brasileira foi elaborada com base em estudos feitos da agência reguladora da aviação civil dos Estados Unidos, a Federal Aviation Administration (FAA).


Jornal de Turismo

Terça, 04 Novembro 2014 10:45

Revista TAM Nas Nuvens de novembro divulga roteiros turísticos

A TAM Nas Nuvens de novembro, revista mensal desenvolvida pela New Content, produtora de conteúdo para marcas, divulga roteiros turísticos para os apaixonados por automóveis, vinho e moda. Com o tema “Destinos Universais”, a capa destaca a Alemanha como paraíso das estradas de alta velocidade e automóveis clássicos requisitados pelos amantes de carros. A edição 83 traz ainda o Valle de Casablanca, no Chile, como novo reduto do vinho, a moda multicultural do bairro Bom Retiro, em São Paulo, e o ensaio fotográfico em Tóquio que imprime os vários mercados para atender cada tribo na capital japonesa.

A reportagem sobre as autobahns da Alemanha aponta que as autoestradas sem limite de velocidade conquistam os turistas apaixonados por adrenalina. Após uma viagem de Aventoft (norte) até Oberstdorf (sul), a equipe da revista indica várias atrações, entre elas, pistas de testes, passeios de uma hora a partir do aluguel de veículos clássicos, o Autódromo Hockenheim e museus das montadoras BMW, Mercedes-Benz, Porsche e Audi.

No Chile, a sommelière Helena Mattar sugere o enoturismo (turismo do vinho) no Valle de Casablanca, onde dominam os vinhos brancos como Sauvignon Blanc, Chardonnay e o tinto Pinot Noir. A bodega Viñamar oferece diversidade de rótulos, passeios de bicicleta e a cavalo, e o tradicional restaurante Macerado. Já a taberna Loma Larga realiza aulas de culinária pré-agendadas e refeições no formato de piquenique, enquanto que a Bodega RE atrai os curiosos por rótulos de vinhos fora da rota tradicional.

A moda do bairro Bom Retiro, em São Paulo, é outro ponto abordado pela revista. No atacado e varejo as lojas influenciam 60% do vestuário feminino e se expandem para vitrines brasileiras, com estilistas que inovam a confecção, mantendo a qualidade e os preços acessíveis.

O título ainda exibe o ensaio fotográfico feito por Marcus Steinmeyer em Tóquio. Artigos para os geeks dominam o bairro Akihabara, equipamentos eletrônicos na Electric Town contam com funcionários que falam até 20 idiomas e o mercado de peixes Tsukiji chama atenção com o famoso leilão de atum. A seção divulga os trabalhos de fotógrafos que registram os destinos da oneworld - aliança da qual a TAM faz parte desde abril.

Além da revista, a programação da TV TAM Nuvens apresenta o quadro “Embarque Imediato” também inspirado no tema “Destinos Universais”. Embalados por uma trilha, os vídeos buscam despertar o interesse no espectador para conhecer Frankfurt (Alemanha) e Valle de Casablanca (Chile), além do comércio e restaurantes de Palermo, em Buenos Aires, e da praia de Atalaia, em Aracaju (SE). O programa informa a frequência de voos TAM para estes destinos, é exibido em todas as aeronaves e fica disponível no canal do YouTube da companhia (www.youtube.com/tam).


Mercado&Eventos

04/11 - 17:30

Juazeiro do Norte: nova área do aeroporto já opera experimentalmente

A nova sala de desembarque do Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte (CE), já opera em caráter assistido. Esse tipo de operação é o período em que os novos espaços serão observados para monitoramento das condições do dia a dia do aeroporto, com ajustes caso necessário. Juazeiro do Norte é conhecida como terra do Padre Cícero e um dos maiores centros de religiosidade popular do Brasil. É a quinta maior economia do Ceará.

A área do desembarque passou de 194 m² para 450 m², contando com duas esteiras de restituição de bagagem e mais conforto para os passageiros. As operações da nova sala de embarque também já foram iniciadas. Ela foi ampliada de 115 m² para 600 m².

Com as obras, que tiveram investimento total de R$ 2,1 milhões, será duplicada a capacidade de usuários por ano, no aeroporto de Juazeiro do Norte. Ela vai passar de 400 mil para 800 mil passageiros. "O aeroporto de Juazeiro do Norte, é importante para o Ceará e o Nordeste", afirmou o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, que esteve em setembro inspecionando o local. “O aeroporto passa a receber passageiros e demais usuários com a qualidade dos principais aeroportos brasileiros”, disse o superintendente do aeroporto, Nilson José da Silva Suassuna.

Os módulos de embarque e desembarque ampliam para 1.050 m² a área total do terminal de passageiros. Além do maior espaço, serão instalados novos assentos, banheiros e áreas comerciais. Entre janeiro e setembro de 2014, o aeroporto registrou 315,3 mil passageiros. Durante todo o ano de 2013, o terminal movimentou 387,9 mil passageiros.

O aeroporto é um dos principais instrumentos para o desenvolvimento econômico da região e recebe voos das companhias Gol, Azul e Avianca. A Gol, por exemplo, inicia em 15 de novembro sua nova rota, sem escalas, para Juazeiro do Norte, a partir do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Será o primeiro voo direto da companhia para a cidade com origem na região Sudeste. O trecho terá duas frequências diárias, saindo do aeroporto de Guarulhos às 00h30, com chegada às 2h20. A volta ocorre às 2h50 no aeroporto de Juazeiro do Norte, com pouso previsto para às 6h45, em São Paulo. As viagens serão realizadas em aeronaves modelo Boeing 737-700.

A reforma no Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes inclui os banheiros, a pintura e o revestimento externo do terminal. Diante desse novo quadro, conforme a Infraero, haverá condições de melhorias relacionadas à segurança, área de manobra e pista de táxi.

Rafael Massadar

 


Mercado&Eventos

04/11 - 12:32

“Para a Gol segurança é de extrema importância”, diz diretor

Por: Nathalia Marques

Carlos Junqueira, diretor de operações da Gol

Em evento realizado nesta terça-feira, (4), pela Gol, o diretor de operação, Carlos Junqueira, falou sobre a formação e regulamentação da tripulação. Segundo o diretor, para a companhia a segurança é de extrema importância.

Junqueira explicou que para obter licença de piloto comercial é necessário curso teórico e prático, além de 1.500 horas de voo. “A formação é composta por um curso eliminatório de 276 horas de sala de aula, 44 horas de simulador e 150 horas de instruções em rota. Este processo é padronizado pela ANAC”, explica Junqueira.

Após a formação, o piloto passa por reciclagens periódicas. “De seis em seis meses, os profissionais passam por treinamentos, que podem eliminá-los caso não mostrem as habilidades necessárias”, ressalta o diretor de operação. Para o copiloto virar comandante é necessário realizar um curso de elevação de nível. “São 156 horas em sala de aula, 44 horas de simulador, 150 horas de instruções de rota e 4000 horas de voo”, diz Junqueira.

O comissário também precisa passar por um curso de formação, que possui 189 horas sala de aula e 30 horas de instrução de rota. O diretor da Gol explica que o comissário possui uma função de importância na aeronave. “A principal função de um comissário é a da segurança”, afirma. Sobre a regulamentação, Junqueira ressaltou que as regras são estipuladas pelo estado. “Um tripulante pode ter de voo 85 horas mês e 850 anual. Além disso, é necessário ter entre programações de voo, 12 horas descanso e 30 dias de férias por ano”, finaliza.


Deutsche Welle

04.11.2014

Acordo com EUA deve ampliar presença de companhias aéreas estrangeiras no país

Empresas de fora detêm hoje cerca de 75% dos voos internacionais com o Brasil. Com pacto de céus abertos com Estados Unidos a partir de 2015, brasileiras correm risco de perderem ainda mais terreno.

Fernando Caulyt

Deutsche Welle - Brasil

Em seus tempos áureos, a Varig atuava em pé de igualdade com as empresas estrangeiras que voavam para o Brasil. Mas desde o fim da companhia aérea brasileira, em 2006, as de fora vêm ganhando terreno. E elas deverão conquistar ainda mais espaço quando a última etapa do acordo de céus abertos ("open skies") entre Brasil e Estados Unidos entrar em vigor.

A partir de 1º de outubro de 2015, novos itinerários e o aumento de frequências (voos) em rotas já existentes vão ocorrer independentemente das cotas em vigor até o momento – de, no máximo, 301 voos semanais para estrangeiras e a mesma quantidade para as nacionais. Ou seja, não haverá limites de frequência.

As negociações se darão entre a companhia interessada e o operador do aeroporto, conforme a disponibilidade dos chamados "slots" – autorizações de pouso e decolagem. Assim, as empresas aéreas americanas vão ter a chance de aumentar sua fatia no bolo das frequências entre Brasil e EUA.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as americanas Delta Airlines, United Airlines e as atuais American Airlines e US Airways, que se fundiram no ano passado, detêm hoje 177 voos semanais entre Brasil e EUA. Por sua vez, a TAM opera, em média, 34, e a Gol, 14, totalizando 48 frequências semanais.

Antigamente, a Varig detinha cerca de 50% dos voos internacionais, e as empresas de fora ficavam com a outra metade, segundo a Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais no Brasil (Jurcaib). Hoje, estima-se que as companhias estrangeiras fiquem com aproximadamente 75% das frequências internacionais, e as nacionais, com 25%.

Mesmo que proporcionalmente a participação das empresas brasileiras tenha sido reduzida, o desenvolvimento do setor nos últimos anos é positivo, considera Gianfranco Beting "Panda", diretor de comunicação da Azul Linhas Aéreas e especialista em aviação.

"Havia uma época em que, para se voar para os EUA só existiam a Varig e a PanAm. Como em qualquer duopólio, quem saía perdendo era a população", diz. "Tudo bem que hoje nenhuma companhia brasileira voa para a Ásia [como a Varig fazia], mas temos uma presença significativa nos EUA e na Europa."

Rota Brasil-EUA deve crescer 6,5% ao ano

Com a entrada em vigor da última etapa do acordo de céus abertos, que foi assinado em 2011, a tendência é que o tráfego de passageiros e de carga entre Brasil e EUA aumente a uma taxa média de 6,5% ao ano, segundo a Federal Aviation Administration (FFA), dos EUA.

Para competir com companhias americanas, TAM e Gol esbarram no alto preço do combustível e frota com poucos aviões de longo alcance

Tanto as empresas americanas quanto as brasileiras devem ampliar a oferta nas rotas entre os dois países. Em entrevistas à mídia brasileira, executivos da Delta, da American Airlines e da US Airways demonstraram que pretendem aumentar a quantidade de voos semanais e também os destinos atendidos. Uma maior quantidade de frequências deve fazer com que o preço dos tíquetes aéreos caia.

Entre as brasileiras, a TAM informou, por meio de nota, que, para 2015, prevê a criação de um reforço nas rotas entre Brasil e EUA, com a criação do voo Brasília-Orlando, projetado para o terceiro trimestre. No mesmo período, o voo Brasília-Miami deverá atingir sete frequências semanais.

A Gol informou que a empresa está avaliando novas oportunidades, mas ainda não fechou nenhum voo extra por conta do acordo de céus bertos. A Azul vai começar a operar 14 frequências semanais a partir de dezembro deste ano para Miami e Orlando e pretende, a partir do ano que vem, voar sete vezes por semana para Nova York.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) pede que, em âmbito doméstico e internacional, as empresas brasileiras desfrutem de condições equilibradas de competitividade em relação às de outros países. Uma das reivindicações é em relação ao preço do querosene de aviação (QAV): para abastecer seus aviões no Brasil, as empresas nacionais pagam cerca de 25% a mais que as estrangeiras.

Para Robson Bertolossi, da Jurcaib, as companhias brasileiras têm interesse em crescer no mercado internacional, porém, elas esbarram no preço do QAV e no pouco número de aviões de longo alcance disponíveis quando comparadas com empresas americanas ou europeias.

"As empresas brasileiras teriam que crescer de forma exponencial para conseguir ocupar o mesmo espaço que a Varig tinha no mercado internacional. E, como a TAM e a Gol têm tido um histórico de resultados negativos, é complexo aumentar a frota e incrementar serviços", diz Bertolossi. "As internacionais continuarão a transportar uma parcela significativamente maior que as nacionais por um longo tempo."

Um acordo parecido também está em negociação com a União Europeia, mas ainda não há previsão de quando será concluído.

Maior avião do mundo no Brasil

Além da última etapa do acordo de céus abertos, empresas aéreas internacionais aguardam outra regulamentação no Brasil. As companhias que têm em suas frotas o Airbus 380 – maior aeronave de passageiros do mundo, que pode levar mais de 530 pessoas – aguardam a homologação dos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo; e do Galeão, no Rio de Janeiro, para usar o superjato nas rotas para o Brasil.

Lufthansa pretende operar com o A380 na rota entre Frankfurt e São Paulo assim que Guarulhos receber a homologação da Anac

Com o uso dos A380, as empresas vão substituir as aeronaves que atualmente fazem a rota, como Airbus 330 e 340 e Boeing 747 e 777, e ganhar quase o dobro em volume de passageiros usando somente uma autorização para pouso e decolagem. Como resultado, as companhias estrangeiras devem aumentar a capacidade nas rotas para o país e a participação na fatia de voos internacionais.

O aeroporto de Guarulhos já tem um terminal pronto para receber o superjato, mas a pista ainda não está adequada. Segundo a assessoria, as obras vão ser finalizadas até março de 2016. Em contrapartida, o terminal carioca disse em nota que está trabalhando para obter o certificado, e a previsão é que isso aconteça até o fim deste ano.

Entre as companhias que estão de olho na homologação estão a Air France e a Lufthansa. A alemã deve colocar o avião na rota de Frankfurt para São Paulo assim que o aeroporto de Guarulhos receber a homologação da Anac. A empresa também opera voos de Munique para São Paulo e de Frankfurt para o Rio de Janeiro.

"A Lufthansa vai trazer o A380 para São Paulo assim que a homologação sair", afirmou a diretora-geral do Grupo Lufthansa no Brasil, Annette Taeuber, durante a 42ª Feira da Associação Brasileira de Agências de Viagem (ABAV), realizada em setembro.

Já a Air France, que opera no Brasil 30 frequências semanais para Rio, São Paulo e Brasília, afirmou em nota que um dos próximos passos da companhia é trazer o A380 para o Brasil. Segundo o diretor-geral da Air France-KLM para o Brasil e Cone Sul, Hugues Heddebault, "o aeroporto que estiver pronto primeiro receberá a aeronave".

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